22 de maio de 2017

XXII Exame de Ordem Unificado: dicas, sugestões e lista do que não pode deixar de levar!

Como já tem 3 anos desde o último post, vamos atualizar e complementar as informações.

Neste post, eu deixo algumas dicas e sugestões para o dia e véspera, além de uma listinha de itens que não podem ser esquecidos, a não ser que você esteja tentando se sabotar.

Domingo, 28/05/2017, será a prova da 2ª fase do XXII Exame de Ordem Unificado, sem muitas novidades no edital.

Primeira recomendação é que você confirme o seu local de prova no site da FGV. Apesar dos locais de provas serem quase sempre os mesmos, você não vai querer ter uma surpresa e bater na porta errada, num domingo tão importante.

Em São Paulo, o local da 2ª fase será o prédio da Uninove Vergueiro, ou seja, o endereço é diferente da 1ª fase. Muita atenção a isso! Parece brincadeira, mas a gente cansa de ver candidatos correndo feito loucos nos últimos minutos para passar pelo portão, porque erraram o endereço, já que a Rua Vergueiro tem muitas faculdades e quase sempre estão tendo outras provas no mesmo dia.

Uma dica importantíssima para o pessoal de São Paulo, NÃO VÁ DE CARRO!!!

Pelo bem da sua sanidade mental (para que passar nervoso, preso no trânsito, se existem outras opções?), deixe o carro bem longe ou vá de carona. Vou tentar ilustrar o problema.

A Vergueiro, nesse trecho, que começa quase no metrô Paraíso, é estreita. Tem apenas 2 faixas, que vira quase 1 só nas proximidades do prédio, por conta do volume de pessoas e tendas dos cursinhos.

A Rua Siqueira Campos, rua lateral ao quarteirão da Uninove, está sempre parada e só vai ter lugar para estacionar se você chegar lá pelas 5 horas da manhã.

Para quem vem pelo corredor norte-sul, independente do lado, precisa acessar o viaduto Pedroso, cujo acesso costuma parar longe na avenida 23 de maio e o semáforo de acesso ao viaduto, somado ao da Rua Vergueiro, fazem o relógio correr solto e o nervoso acelerar.

Não há estacionamentos nas proximidades e as ruas estreitas estão sempre lotadas.

Acho que já deu para entender como é a situação, certo?

A parte boa é que esta unidade da Uninove fica perto do metrô São Joaquim, coisa de 2 quarteirões. Se você mora longe do metrô, pare seu carro próximo de alguma estação, bem longe da região central, e pegue o metrô. Vai valer a pena, você vai ver.

Minhas sugestões são: para quem vem da zona sul e vai usar carro, pare ele próximo da Santa Cruz e siga de metrô. Se você vem da zona leste, deixe seu carro no Tatuapé. Das zonas norte e oeste eu não sei bem onde tem um shopping próximo de metrô, mas não precisa ser shopping, qualquer lugar serve, desde que você não tente chegar perto do local com o carro.

Com convicção, digo para não chegar perto da Liberdade de carro, já que domingo é dia de feira e até a praça da Sé fica com o trânsito alterado. Lembrando que a Paulista é inteiramente fechada para os carros depois das 10h, o que complica ainda mais o trânsito a partir da região do Paraiso e existe uma ciclovia junto ao canteiro central, somado à ciclofaixa de lazer dos domingos.

Agora vamos para a lista de itens que já devem estar na mochila/bolsa/sacola que você pretende levar no domingo.

1 - Documento de identidade: parece besteira, mas cansei de ver gente sendo convidada a ir embora sem fazer a prova, por falta de documento oficial com foto atual. Não adianta levar a carteirinha de estudante ou a identificação da empresa, ainda que seja de funcionário público. Sem documento, sem prova!

2 - Caneta esferográfica de corpo transparente de tinta preta: não adianta inventar moda, se a caneta não for assim, não vai poder usar e eles não permitem o empréstimo de material, por razões óbvias. Até os ambulantes que ficam na prova sabem disso e só vendem Bic Crystal de tinta preta. Você pode até usar de outra marca, mas não esqueça do detalhe importante, o corpo tem que ser transparente e a tinta preta. E não leve estojo, só as canetas.

3 - Tire os rótulos das garrafas: se você não quer ficar na porta, todo enrolado, já traga tudo pronto. E evite o squeeze se não quer que fiquem de olho em você à toa. Parece bobagem de edital, mas os fiscais juram que já pegaram cola nas garrafas.

4 - A farofa: a prova é longa e você vai sentir fome (eu sinto fome), então vá preparado, mas saiba escolher os itens, porque você não vai querer entregar a folha de prova suja de chocolate ou outro alimento, e não há substituição de folhas. Na minha época (isso faz parecer tããão velha...) eu levava barrinha de cereal, chocolates, balas e sucos de caixinha.

5 - Vade mecum e Códigos: não insista, não cole nada, não escreva nada. Além dos fiscais da FGV, os examinadores da OAB também passam nas salas e verificam o material. Vai mesmo correr o risco de perder a prova por causa de um Post-it?

Por fim, deixo uma sugestão de programação para a véspera e o dia da prova para os residentes na capital de São Paulo.

Sábado (essa vale para todos os candidatos, de qualquer parte do Brasil):
  • acorde no seu horário normal.
  • verifique se tem todos os itens necessários para a prova: canetas, RG, códigos sem anotações, bebidas, comidinhas, balas, chicletes e mochila para levar tudo.
  • verifique o local de prova, fazendo o percurso de preferência, caso não saiba ao certo como chegar lá (melhor errar o caminho na véspera do que no dia).
  • separe a roupa do dia da prova: calça, camiseta, blusa, meias, calçado, se mulher, elástico ou piranha para prender o cabelo, se usa óculos, não os esqueça (sim, já aconteceu de candidato chegar sem os óculos e não conseguir fazer a prova).
  • passe o dia relaxando, porque o que você tinha para estudar, já estudou.
  • coma coisas seguras, afinal você não vai querer passar mal justo agora. 
Domingo:
  • acorde no seu horário normal.
  • calcule para chegar ao local da prova com, pelo menos, 2 horas de antecedência (em São Paulo, um carro quebrado no caminho e você pode dar com a cara na porta).
  • caso prefira mais tranquilidade, você pode tomar café da manhã nas proximidades.
  • para almoçar lá perto, não faltam opções, seja na Liberdade ou, se preferir algo rápido, perto e barato, o Sukiya, que vende PF no estilo japonês.
  • até 30 minutos antes do horário de fecharem os portões, dirija-se ao local para não ter que viver as emoções de ouvir o pessoal gritando "tá fechando o portão" e ver o portão fechar na cara!
  • entre no prédio, vá ao banheiro antes de ir para a sala e quando der uns 10 minutos para o horário da prova, entre na sala, sente e se acomode.
Verificando esses itens, uma boa noite de sono, um bom almoço e roupas confortáveis, e sua aprovação virá.

Boa prova!

8 de maio de 2017

Corrente do Bem: Baleia Rosa contra a Baleia Azul

A internet segue assustada com um movimento macabro, cuja autoria segue desconhecida, chamada Baleia Azul, que tem chamado a atenção por ser a aparente causa da morte por suicídio de jovens pelo Brasil e com alguns relatos em outros países do mundo.

Na última semana, a Argentina divulgou sua possível primeira vítima. No Brasil, já estamos contando as vítimas na casa das dezenas. =(

Em contrapartida a algo tão triste, um grupo que tem mantido anonimato sob o nome "Baleia Rosa", criou um movimento oposto ao da Baleia Azul, no qual o objetivo maior é levar um sorriso a quem precisa, seguindo as mesmas regras do Baleia Azul, só que em vez de incentivar o ódio e o medo, quer levar carinho e amor.

A página tem servido de canal de apoio e o grupo disse em entrevista a uma canal da mídia que já conta com ajuda de uma psicóloga para casos que são considerados mais graves.

O jogo da Baleia Rosa começou com um post de regras e seguiu, tal qual a Baleia Azul, por 50 desafios. Agora já passaram dos 50, por incentivo dos fãs da página.

Eu já não me encaixo nessa faixa de adolescente (faz tempo... rs), mas tenho amigos que têm filhos pré-adolescentes e conheço muitos adolescentes que poderiam estar passando por alguma situação que os deixasse em situação de vulnerabilidade para serem atraídos pela Baleia Azul, então achei importante ajudar a divulgar a Baleia Rosa, antes que seja tarde.
Infelizmente, nunca se sabe ao certo o que alguém está passando, seja muito novo ou não, e falar e fazer a coisa certa, na hora certa, pode ser a diferença entre a vida e a morte.

Não custa nada aderir à brincadeira e eles já têm até aplicativo para facilitar a seguir os 50 desafios, então faça sua parte e apresente a Baleia Rosa para alguém que você gosta.

Se não conhece ninguém que possa cair na conversa da Baleia Azul (você nunca terá certeza disso), divulgue também. De repente, aquela pessoa do seu lado está precisando de um pouco de cor na vida. =)

Encontre a Baleia Rosa em:
Site - baleiarosa.com.br (em português Brasil, espanhol e inglês)
Facebook - www.facebook.com/eusoubaleiarosa
Instagram - www.instagram.com/eusoubaleiarosa
Twitter - twitter.com/eusoubaleiarosa

1 de maio de 2017

Filme: A Bela e a Fera (live action) com Emma Watson

Como não amar? O filme é uma adaptação de um conto de fadas francês e que foi feito para encantar os fã das histórias no estilo Disney.

O filme segue, na maior parte, a mesma história que foi apresentada pela Disney, numa das mais belas animações do estilo tradicional (que eram feitas quadro a quadro, à mão), lançado em 1991, mas teve algumas adaptações, como a aparição de personagens declarados gays (no desenho o Le Fou é só um bobalhão desengonçado e puxa-saco).

Se você ainda não assistiu, recomendo fortemente levar uns lencinhos, porque a emoção corre solta, seja por nostalgia, seja pelo encantamento causado pelos lindos efeitos e, claro, pela história sobre preconceito e aceitação, temas tão antigos e tão atuais.

Além do preconceito com o que é "feio" e "imperfeito", tem o preconceito contra a mulher, que deveria ser frágil, vaidosa e iletrada, mas tem como protagonista uma mulher decidida, ávida por conhecimento e muito independente.

Li muitas críticas negativas (exceções), mas, sinceramente, quem está criticando o filme não deveria mesmo ter ido assistir.

Gente que não gosta de musical, não pertence ao rol de público alvo da Disney, nesse tipo de filme. Quem não curte musical e ainda assim quer ter algum vínculo com a Disney deve assistir ao Piratas do Caribe ou Os Vingadores.

Quem acha Bela e a Fera infantil, não deveria ter ido assistir também. O filme é baseado no desenho lançado em 1991, esperava o que? Cenas de sexo? Violência no estilo Os Vingadores?

A Disney tem seus fãs, que amam os clássicos, não pela idade, mas só pelo encantamento.

Se você é desses que gostam de emoção inocente, belas músicas, lindos figurinos com muita emoção, vai amar com certeza.

Ah, e ouça a nova música no final, que é cantada pela Celine Dion, voz do clipe original da música tema de 1991 com Peabo Brison, que agora é cantada por Ariana Grande e John Legend.

24 de abril de 2017

Corrida: 2ª Netshoes Fun Race - retornando às origens =)

Eu até li o post da primeira corrida antes de escrever esse, só para ver o que mudou de lá para cá e a parte mais engraçada é ler "Se eu vou ter coragem de ir em outra, não sei...".

A Netshoes Fun Race foi a minha primeira corrida de rua na vida, literalmente. Até aquela data eu nunca tinha cogitado tal possibilidade, nem achava que um dia simpatizaria com a modalidade, já que eu sou péssima em esportes. Sabe aquela que só os amigos escolhiam para o time da escola? Essa sou eu!

A motivação daquela corrida era o brinde, uma sportband que não durou tempo suficiente para ser usado para correr, porque o app de sincronização só dava erro, ainda que tenha testado e descoberto que ele era tão impreciso que não dava para usar para ajudar nos treinos de corrida.

Dessa vez a motivação para me inscrever foi o vínculo emocional e a inscrição na modalidade meia, por conta de eu ser estudante, coisa que não existe em corridas de rua.

Eu nem ia me inscrever, porque eu só me inscrevo em, no máximo, 1 corrida por mês e já estava inscrita em uma que era na primeira semana, muito antes de descobrir que a Netshoes tinha criado a segunda edição, 2 anos depois da primeira.

Na verdade, eu achava que eles tinham desistido dessa vida de corridas, depois da bagunça que foi a primeira. rs

Fazer a inscrição foi um suspense, porque para conseguir a meia de estudante precisava enviar um email para eles, aguardar a resposta, enviar os documentos comprobatórios, aguardar a conferência e um email com o código para a inscrição com desconto. Isso levou mais de 1 semana, sem resposta pelo Facebook, e eu já estava achando que não ia conseguir, o que seria bom, porque eu não ia me inscrever se fosse para pagar o valor cheio.

Quando chegou o código, fiz logo a inscrição e a personalização do brinde da chegada, que era uma camiseta com um dos personagens criados para a corrida. Uma única reclamação é que dos 7 personagens, 3 eram mulheres, e só criaram a versão oriental do masculino. Acabei escolhendo a bonequinha branca com cabelos escuros, fazer o que?

Dias depois da inscrição, mesmo sabendo que quem faz inscrição em condições especiais precisa retirar pessoalmente para apresentar documentos e confirmar sua condição (caso dos idosos e deficientes, que não podem ter seus kits retirados por procuração para evitar fraudes), eu recebi um email com um código de rastreio. Estranhei, mas não questionei. De repente, comecei a ver uma chuva de gente reclamando que recebeu códigos de rastreio inválidos e fui testar o meu, para descobrir que o sistema deles deve ser meio bugado e envia códigos inexistentes para casos em que não há envio.

Enfim, eu já sabia das regras e não ia reclamar de algo que eu sabia que não tinha direito. Na véspera, recebemos um email da organizadora com horários e endereço para retirada dos kits e, adivinha, o endereço do portão era o errado. Já comecei a pensar que isso era mal sinal.

Kit retirado sem problemas, ouvi um monte de gente que foi retirar o kit, porque não recebeu pelos Correios e tendo que assinar uma declaração de que se recebesse o kit, que foi enviado, devolveria o mesmo para a Netshoes.

Uma curiosidade, quanto prejuízo eles levaram nessa brincadeira, por ter que confeccionar mais kits do que os vendidos?

A corrida foi bem tranquila e o percurso foi interessante, já que eu adoro correr no corredor norte-sul, um lugar que costuma ser sinônimo de tudo parado (até é para quem transita de carro na região, no horário da corrida) e vira um lugar livre, para correr na velocidade que eu quiser. Só fiquei com dó de quem mora nos prédios que ficam perto do Clube Ipê, porque a organização colocou uma banda, com bateria e tudo, tocando para animar a gente.

Na chegada, tudo bem organizado, com as medalhas sendo entregues ali no corredor (da outra vez eles fizeram dentro da arena, numa fila que não funcionou e devem ter perdido o controle das entregas), filas por inicial do nome para retirada da camiseta finisher e várias filas para o guarda-volumes. As filas eram enormes, mas isso faz parte.

Foi bom poder voltar onde tudo começou e constatar que, agora, eu gosto mesmo dessa brincadeira!

17 de abril de 2017

Filme: Chico & Rita

Eu queria assistir a algo diferente e acabei escolhendo Chico & Rita, uma animação para o público adulto (por favor, é desenho, mas nem pense em deixar as crianças na sala), com teor político, mostrando uma Cuba pré-revolução e o antigo sonho americano.

Chico é um pianista cubano, que sonha com uma carreira na música e Rita é uma moça bonita que canta em clubes noturnos e, ao que dá a entender no filme, também é um tipo de acompanhante por dinheiro.

A vida dos 2 se cruzam numa noite e, juntando seus talentos, participam de um concurso de rádio que lhes concede um contrato com um hotel para fazer shows.

Numa dessas noites, um produtor americano descobre Rita e acaba a levando para Nova York, para onde Chico também segue separado de seu amor.

Ambos conseguem seguir carreira na música durante suas juventudes, mas diversas reviravoltas acontecem em suas vidas e os mantém separados.

Uma história sobre a vida na antiga Cuba e a relação com os americanos, acompanhado de um drama romântico musical que vale a pena ver e ouvir.

10 de abril de 2017

Livro: Orgulho e Preconceito de Jane Austen

Essa é a capa da edição econômica que eu comprei numa promoção da Saraiva, muito tempo atrás, mas a Martin Claret está relançando seus clássicos em versões capa dura com detalhes dourados que são lindas demais.

Mas como o que importa é o conteúdo, vamos ao que interessa.

É impressionante ler Orgulho e Preconceito (não li as outras histórias do livro), pensar que o texto foi escrito em 1797 e trata de um tema tão atual: o feminismo e o poder de uma mulher com vontade própria.

Se você lembrar que a história foi escrita numa época em que mulheres eram criadas para serem donas de casa e, de preferência, absolutamente submissas e não pensantes, é um choque imaginar que uma mulher daquela época pensou em algo que só viria a acontecer muitos séculos depois, como ter vontade própria, dizer não e impor respeito perante os homens.

A personagem principal, Elisabeth, é uma dessas mulheres que não chamariam a atenção numa sala cheia de beldades, mas que se não era a mulher mais linda do salão, era sem dúvida a com mais personalidade, o que acaba encantando o todo metidinho do Darcy, que foi criado num mundo machista, apesar de ser um cavalheiro tipicamente londrino: educado, mas que achava que lugar de mulher era na cozinha ou coisa parecida, e que não existia mulher inteligente.

Leitura importantíssima para o momento que vivemos, mostrando que as mulheres devem se valorizar e que os homens (claro que não são todos) precisam entender que mulher merece respeito pelo simples fato de ser humana e não só por seu gênero.

Dica, se você for comprar a versão em português, compre as edições da Martin Claret. Eu cheguei a tentar ler de outras 2 outras editoras, mas a tradução da Martin é a mais bonita. A história é a mesma, mas a escolha das palavras faz toda a diferença e dá o tom adequado para o texto da Jane Austen.

3 de abril de 2017

Livro: Diálogos Impossíveis de Luis Fernando Veríssimo

Quem lê um livro de Luis Fernando Veríssimo costuma virar fã por sua linguagem simples e textos bem humorados.

Esse livro é uma coletânea de crônicas, que contam alguns diálogos diferentes e que começa com um texto onde o Drácula e o Batman estão conversando num asilo, passando por outras situações menos fictícias, e outras que até poderiam acontecer na vida real.

É o tipo de livro bom para ler no transporte público, porque são textos curtos e independentes, sendo que a interrupção não fará com que você tenha que voltar 50 páginas, ou pior, para o começo do livro, depois de um tempão sem ler, porque não lembra mais nada. rs

Mas vou alertar que, apesar de curtir muito o autor, alguns textos desta coletânea deixaram a desejar.

Na minha opinião os melhores de todos são "As mentiras que os homens contam" e "Comédias para ler na escola".

27 de março de 2017

Filme: Deadpool

Pensa num filme de heróis que uma criança não deve assistir. Pensa na linguagem mais imprópria possível. Pensa em cenas de nudez e sexo explícitos. Pensa em mortes apresentadas como coisas banais. Pensa num herói que você nem sabe se chama mesmo de herói.

Pensou?

Junta tudo isso e um pouco mais de sarcasmo e humor negro, e você terá Deadpool.

Eu não sou muito de ler quadrinhos de heróis, seja da Marvel ou da DC Comics, mas adoro suas adaptações em séries e filmes, porque não vejo sentido em ler "pow", "bam", "crash", mas adoro ver isso traduzido em imagens de ação.

Nem lembro porquê não fui assistir ao filme nos cinemas, mas quando saiu na TV, decidi dar uma olhada no filme que redimiu Ryan Reynolds como herói, depois do Lanterna Verde (eu não entendo nada, mas eu gostei daquele filme).

A história do Deadpool começa quando Wade Wilson descobre que está com um câncer em estágio terminal e decide se arriscar num tratamento experimental de um laboratório clandestino que acaba transformando-o num ser imortal por acidente.

Com um enorme senso de humor negro e uma sede de vingança pelos caras que tentaram matá-lo depois que o laboratório foi destruído, Deadpool mostra que de herói tem bem pouco, mas que pode ajudar a salvar, à sua moda, o mundo.

Esse filme seria um típico sessão da tarde, não fosse o linguajar inadequado, as cenas de sexo, a nudez, as atitudes do "herói", e a ausência de uma moral em todos os sentidos. Mas é diversão garantida para maiores de 18 (não pelo sexo, mas pelo tom impróprio).

Mal posso esperar pela continuação, prometida para 2018.

20 de março de 2017

Livro: Conversas com um jovem professor de Leandro Karnal

Depois de passar por uma fase em que eu li vários livros que falavam sobre atividades físicas e, principalmente, corridas, por estar iniciando no mundo das corridas, agora estou numa fase de ler tudo o que parece interessante sobre a prática docente, já que em breve começam minhas aulas na pós.

Esse livro estava na minha lista de desejos há algum tempo, mas por causa do preço, a compra havia sido adiada.

Enfim, ganhei um vale compras de presente, e vale compras de livraria, vira festa dos livros pra mim.

Eu preciso admitir que não conhecia Leandro Karnal até pouco tempo, quando ele virou colunista da Radio Band News FM. Ele é historiador e professor de importantes universidades de São Paulo.

Como ele mesmo apresenta, esse livro não tem teorias pedagógicas, nem pretensão de ser tese de nada, somente um testemunho honesto sobre os 30 anos de vivência em salas de aula. Como professor de História, claro, já deu aulas para todas as idades e em todo tipo de escola e relata o dia a dia, as relações com outros professores, coordenadores, diretores, pais, alunos.

Em alguns momentos você ri, porque sabe como a situação é engraçada na realidade ou tem vontade de chorar por saber que alguns problemas, você não passa sozinho e se repetem com frequência nos diferentes níveis escolares e sociais.

Uma coisa interessante são os filmes que ele indica no final de alguns capítulos, com comentários próprios sobre o que é interessante observar no filme e o que é só firula de longa metragem.

Vale a pena a leitura para descontrair um pouco e saber que não se está só nessa batalha diária na vida docente.

13 de março de 2017

Aplicativo: My Asics para plano e instruções de corridas

Eu sou daquelas que adora usar apps que são gratuitos, um pouco por receio de ter meus dados roubados, um pouco (bastante) por questão de economia.

Claro que um app não substitui um bom personal trainer, mas isso é para quem pode pagar por um. Gente como eu ou como você (convenhamos, se você está lendo isso, não está sobrando dinheiro na sua conta para bancar por um bom treinador particular), precisamos agradecer essa generosidade de empresas que se dedicam a partilhar o que podem e tem de melhor.

Eu uso vários aplicativos juntos na hora de registrar atividades físicas, de acordo com o que eles têm de melhor, e nas versões gratuitas nenhum deles atende 100% em nada.

No geral, curto o Endomondo, porque ele registra as estatísticas de forma simples e bonita no site, além de permitir a adição de atividades que foram feitas sem o uso do aparelho e até a edição de atividades que não tiveram, por exemplo, a distância computada, como corridas em esteira. São poucos os recursos indisponíveis para quem não paga pela assinatura Premium, como o plano de treino assistido, que eu testei numa promoção, e achei maravilhoso. Se você quiser escolher um único aplicativo que ajude nas corridas e nos treinos, com certeza, eu recomendo o Endomondo, inclusive se você estiver interessado em pagar pelo plano Premium.

Já para quem vai usar a versão gratuita e quer um app que tenha um plano individualizado, com um "treinador" que lhe diga o que e como fazer durante o treino, baixe já o My Asics.

Um detalhe que pode ser problema para alguns usuários é o fato do app não ter a opção "português" para a voz. Fora isso, é o melhor que eu já testei. O da Nike tem instruções em português, mas as instruções são tão confusas, que num treino de tiros eu fiquei sem saber quando era para correr e quando era a pausa*, o que me deixou mais cansada do que deveria.

Outro detalhe que eu gostei, é o controle de pace. Todo treino tem um pace alvo e ele vai te avisando se seu pace "is too slow" ou "is too fast" (muito devagar ou muito rápido).

O meu teste final com esse app foi na minha primeira corrida depois de 1 ano longe das provas. Eu montei um plano de treino que culminava no dia da prova de 5k. No dia da prova liguei o app e fui sendo avisada quando estava muito devagar ou muito rápido. Eu já sabia que faria uma corrida mais lenta do que o programado, já que não consegui fazer o treino completo, mas não queria ficar muito aquém do programa e deu certo. O objetivo pelo app era de 31'11" e eu consegui fazer em 34'52", tempo mais do que satisfatório para quem tinha se programado terminar a corrida no limite de 45'.

O Asics também tem site e mais recursos, mas eu ainda não tive tempo para testar tudo, já que eu uso o Endomondo para as outras funções, mas eu acredito que quem testar o My Asics vai gostar bastante.

Para todos os efeitos, não custa nada testar! =)

6 de março de 2017

Filme: Para Sempre Alice (Still Alice)

Esse é um daqueles filmes que você precisa de um lençol para usar de lencinho e assistir o filme sem alagar sua casa. Típico filme que eu não assisto numa sala de cinema, para não ficar com a cara roxa de chorar em público.

Destaque para a atuação vencedora do Oscar de melhor atriz, de Julianne Moore, que faz você imergir de cabeça no drama da protagonista, Alice, uma mulher forte, inteligente e independente, que vê sua vida virar de ponta cabeça após um diagnóstico precoce de Alzheimer, doença degenerativa das funções cognitivas da pessoa.

Como o filme retrata, essa doença costuma acometer pessoas de idade avançada, mas em casos raríssimos pode ser herança genética.

Essa notícia muda não só a vida de Alice, mas de toda sua família, pois a doença, que já foi constatada como genética, pode ser detectada via exame e coloca os filhos no dilema de descobrirem precocemente suas chances de terem o mesmo problema ou não.

Com o tempo, fatos, coisas e pessoas começam a não serem lembrados, o que gera problemas, inseguranças e mudanças de planos para os que cercam Alice.

Uma história humana, baseado num romance, que mostra a realidade e as dificuldades que vivem famílias com pessoas acometidas por essa doença e até por quem tem pessoas muito idosas no convívio do seu lar.

Recomendadíssimo, não só pela beleza das interpretações, mas para conhecimento de como são as fases e as dificuldades que passam o paciente e a família.

27 de fevereiro de 2017

Comprando um capacete para moto: dúvidas e respostas!

Essa foi a minha aquisição depois de um monte de dúvidas e buscas para descobrir como se comprava um desses.

Desde muitos anos eu queria aprender a andar de moto. Nem sei dizer direito a razão disso, já que sou medrosa demais para pensar em guiar uma moto pelas avenidas loucas da minha cidade, mas eu acho que pode ser útil um dia, assim como costuma ser útil ter carteira de motorista de carro, mesmo que você não dirija todos os dias. Numa emergência, você pode ser o condutor.

Só que na falta de oportunidade, eu deixei essa vontade guardada lá no fundo da memória.

Num belo sábado, eu fui no Parque do Ibirapuera e decidi passar lá na pista de motos para conversar direto com alguma daquelas moto escolas e encontrei um instrutor muito atencioso, que me explicou como funcionava, o que precisava ser feito e que era recomendado que o aluno providenciasse seu próprio capacete, já que estamos no verão e eles até têm para emprestar, mas... acho que já deu para entender, certo?

Como eu odeio pensar em usar o cecê alheio de um dia de sol, fora os piolhos (rs), achei que era melhor comprar um. Mas como se compra isso?

Essa eu esqueci de perguntar para o instrutor, porque achava que fosse algo do tipo universal.

Primeiro item: o tipo

Pensa que capacete é definido só pela cor ou desenhos? Não! São vários tipos e variam de acordo com o local onde você pretende pilotar sua moto.

Os fechados, como o meu, são uma peça única, completamente fechado, o que garantem mais segurança, já que eles não abrem e dificilmente escapam da cabeça.

Os abertos são capacetes cujo a parte do queixo levanta, assegurando maior conforto para colocar e retirar, além de permitir maior respirabilidade mesmo com o capacete na cabeça, quando na posição aberta. Em escala de segurança, são considerados um pouco menos seguros que os fechados.

Os dois anteriores são os adequados para uso em moto, porém existem modelos como o de casco, muito usado por quem curte aquelas motos do estilo Harley Davidson, que dão mais estilo para o motociclista, mas não asseguram nada além de estilo por não protegerem a cabeça inteira.

Segundo item: o tamanho

Você sabe quantos centímetros tem a circunferência da sua cabeça?

Pois bem, é essa a medida que você precisa saber para comprar o tamanho mais adequado. Além disso, você precisa saber que as bochechas (japas têm bochechas grandes) ficam apertadas dentro do capacete, principalmente, o novo. Mas é assim mesmo. Se você movimentar a cabeça e o capacete chacoalhar, ele está grande. Se você estiver sentindo pressão na região da testa ou a parte alta da cabeça (acima da linha dos olhos), está pequeno.

Ok, e qual o tamanho certo, então?

Pegue uma fita métrica (toda mulher tem uma, então procure sua mãe, irmã, namorada, esposa, vizinha...), vá para a frente de um espelho e passe em volta da cabeça, na altura das suas sobrancelhas. O número que der, é o tamanho do seu capacete. Só para referência, a medida do meu deu 55,5 cm, então o meu tamanho é 56, já que o padrão são números redondos e pares. Na dúvida, consulte seu vendedor e, se possível, compre em loja física para testar o capacete antes de levar.

Terceiro item: os modelos

Não bastasse a existência de vários tipos, tamanho e cores, você ainda vai ter que decidir entre muitos modelos. Claro que o valor que você estiver disposto a gastar num capacete vai ajudar a limitar a variedade, ainda assim, são muitas marcas diferentes.

O modelo mais básico, que sai a partir de R$35,00 (sim, existe, é só procurar na internet), é do tipo fechado, com forro fixo, fechamento por trava no pescoço e viseira transparente.

Existem modelos fechados ou abertos com ventilação. A quantidade de aberturas de ventilação variam bastante e quanto mais ventilação, mais caro.

Os modelos feitos com materiais mais nobres chegam a custar até R$3.000,00

O meu é um fechado com parte do forro removível para facilitar a higienização, e 3 aberturas de ventilação: uma na altura da boca e duas na parte de cima da cabeça. Sinceramente, eu não consigo sentir ventilação alguma com a viseira baixada e fiquei imaginando como é sufocante o inteiro fechado sem ventilação embaixo do sol.

Por fim: os detalhes

O meu, eu comprei no Mercado Livre. Quando chegou, tive a impressão de que o capacete nem entraria na minha cabeça, mas entrou. Depois de colocar, eu preciso ajeitar as bochechas dentro do capacete e fica tudo confortável, exceto pelo calor, mas você acostuma. O fecho do meu parece com um mini cinto de segurança e se solta quando eu puxo a trava. Ele veio com uma capa de couro sintético sobre o fecho, para que o contato com a parte de baixo do queixo seja mais suave. A marca escolhida é um EBF. Não sei qual o conceito dela no mercado, mas sei que é uma marca bem popular. Do modelo mais simples até os mais bonitinhos, você vê muitos deles nas ruas.

Um detalhe muito importante: não esqueça de verificar se o capacete comprado tem o selo do Inmetro! Essa é, pelo menos na teoria, sua garantia de que o capacete atende às especificações básicas exigidas por lei.

20 de fevereiro de 2017

Comida: Rede de fast food japonês, Sukiya

Vamos começar o post ensinando a pronúncia do nome: "su qui iá".

Eu nem sabia que nunca comentei sobre a maior rede de fast food japonesa que desembarcou no Brasil há uns bons anos e já conta com diversas unidades na cidade de São Paulo.

Estava ouvindo a rádio Band News FM e um colunista gringo que fala os lugares que descobriu por São Paulo, comentou sobre a rede, pronunciando do jeito que dói em ouvidos japas, "su quí a" e me ocorreu de corrigir umas coisas que ele falou.

Sim, japa não come sushi e sashimi em seu dia a dia. Isso seria o equivalente a dizer que brasileiro come churrasco ou feijoada todo dia. Mas japa tem opções melhores do que Mc Donalds quando o assunto é comida ligeira, e um dos exemplos é esta rede. O Mathew (nome do colunista da Band) comentou que ficou surpreso ao descobrir que aquilo era fast food japonês e que a rede só tem comida quente, nada de peixe cru.

No Japão, esse não é o único exemplo de comida rápida e mais saudável do que sanduíche. Nas lojas de conveniência você encontra o bento (se lê "ben tô"), que são pratos prontos para comer frio (aqui na Liberdade, em São Paulo, você também encontra várias opções) ou onigiri com ou sem recheio (se lê "ô ni GUI rí", tendo o R som do r em laranja e também vende nas lojas da Liberdade), e em quiosques de rua, o oden (um cozido de legumes variados no shoyu, esse só conhecendo alguma família japa que te convide para comer num dia comum), entre tantas opções rápidas.

O prato chefe do Sukiya é o Gyudon, que custa a partir de R$11,00 e pode ser pedido com o combo de saladinha e refrigerante ou outras opções e acompanhamentos.

Trata-se de uma tigela de arroz branco tipo japonês (é um arroz de grão mais curto e gordinho) coberto com uma porção de carne cortada em fatias finas que são cozidas em molho de shoyu levemente adocicado com cebolas.

Sou suspeita, mas para mim é o melhor PF (prato feito) para comer quando se está com pressa e querendo gastar pouco. Um Gyudon GG* com refrigerante sai mais em conta do que o número 1 do Mc Donalds e alimenta bem melhor.

Tem umas opções que consideramos meio bizarras e só existem no cardápio brasileiro, como molho de tomate e queijo ralado, mas tem gosto para tudo e de repente, você possa gostar mais dessa combinação.

Eles têm o kare raisu (a gente fala "ka rê ra i çú", com todos os Rs sempre pronunciados como r de laranja) ou Curry com Arroz, mas à moda japonesa e não indiana. Ele é bem suave e dá para uma criança comer com tranquilidade, diferente do Kare de uns restaurantes japoneses mais típicos, que tem até grau e são beeem ardidos.

A última novidade do cardápio (mentira, a penúltima) foi o Lamen (que a gente pronuncia "ráá men", sempre com o R de laranja) que não é da mesma qualidade de restaurantes especializados no prato, mas considerando que custa só R$15,00 na versão tradicional, não decepciona e satisfaz bem até demais.

Minhas sugestões são Gyudon com ontama e combo de refrigerante com karaage (traduzindo, uma tigela de arroz com carne e ovo de gema mole + refrigerante e frango frito à moda japonesa), kare com fukujinzuke e o mesmo combo de refri e karaage (arroz com curry e porção de conserva de legumes em shoyu adocicado) ou o Tokyo Shoyu Lamen que tem caldo feito com shoyu.

Não deixe de pegar uma casquinha na saída. É igual a do Mc Donalds, mas não tem a fila que forma no quiosque do Mc**.

* O GG eu nunca pedi. Na verdade, quando eu estou morrendo de fome, eu arrisco um M, mas no geral eu peço um P e quem me conhece sabe que eu como bem.
** Esse comentário é porque, na Liberdade, o Mc é o vizinho de parede do Sukiya. Estranhamente, o quiosque do Mc está sempre lotado e o do Sukiya, dificilmente tem mais de 1 pessoa aguardando. Talvez seja a mania de paulistano gostar de um fila. rs

As imagens são do site oficial da rede Sukiya Brasil

13 de fevereiro de 2017

Filme: A Garota Dinamarquesa (The Danish Girl)

Que história encantadora, cheia de problemas, mas repleta de carinho e amor. E que atuações incríveis, com indicações e prêmios mais que merecidos.

A Garota Dinamarquesa é baseado em uma história real, contado num livro de ficção, de uma pessoa que nasceu Einar Wegener, mas não se sentia homem e conseguiu se submeter a primeira cirurgia de mudança de sexo conhecida no mundo, tornando-se Lili Elbe.

O filme mostra os dilemas vividos, quando já casado, se sentia estranhamente atraído pelos acessórios e trajes femininos. Aos poucos, a mulher dentro dele começou a dominá-lo e com o amor e carinho de sua própria mulher, encontra coragem para buscar o que acredita, lhe fará mais feliz e completa.

Inicialmente, na busca por tratamento para sua aparente infertilidade, encontra uma porção de médicos, que naquela época (por volta de 1930), achavam que ele estava louco ou com algum tipo de transtorno obsessivo, até que ele encontra um médico que acredita na possibilidade de uma pessoa nascer no "corpo errado" e, alertando sobre os riscos, disse que aceitaria fazer a cirurgia, mesmo não podendo assegurar os resultados.

Em uma busca na internet, encontrei algumas críticas sobre a forma que a história foi retratada no filme, que não explica como e se eles haviam se separado, como era a vida depois que Einar se assumiu Lili perante a mulher, ou quais as reais complicações que levaram à morte, Lili.

Independente disso, o filme nos faz pensar quanta coragem Einar teve que ter para, numa época em que homossexuais eram espancados e desprezados pela sociedade, assumir que não era homem, quão mente aberta teve que ser sua esposa (a mesma pesquisa feita diz que ela era, provavelmente, lésbica ou bissexual, haja vista suas pinturas), a sorte que eles tiveram de encontrar um médico que acreditasse na condição de Einar, sem julgá-lo como aberração, como tantos outros médicos fizeram ao longo da vida de Einar e quão importante é ter o apoio de amigos e familiares nesses momentos.

Seja fiel ou não à história real de Einar/Lili, é um filme lindo, emocionante, que mostra por que Eddie Redmayne conquistou Hollywood e Alicia Vikander levou um Oscar.

Não esqueça a caixa de lencinhos.

6 de fevereiro de 2017

Review: Cinta Peitoral de Monitoramento Cardíaco com Bluetooth e ANT+ da Geonaute

Após 2 anos de uso intenso, a cinta ANT+ que eu tinha da Motorola morreu!

Primeiro pensei que fosse a bateria. Troquei por uma nova e nada feito. Achei que o plugin do ANT+ no celular estivesse com problema, quase resetei meu celular (ainda bem que não o fiz) e cheguei a conclusão de que o problema não era o ANT+, mas a cinta.

Eu lembrava de já ter visto os preços antes e comecei a coçar a cabeça, pensando onde comprar um que não fosse os olhos da cara, já que é para durar só 2 anos, então, após visitar o Mercado Livre, vi esse da Geonaute, que é vendido pela Decathlon.

Acredite se quiser, o equivalente sem marca, no Mercado Livre, custa a mesma coisa. A diferença é que na Decathlon tem nota fiscal, a possibilidade de comprar direto na loja e garantia da marca e da loja.

Primeiro ia comprar um só com ANT+ de novo, que saia R$60,00 a menos, mas como alguns aplicativos esportivos não identificam o padrão ANT+, achei que valia investir a diferença e comprar o dupla tecnologia, ou seja, tenho como usá-lo com aparelhos ANT+ ou Bluetooth Smart.

A faixa elástica é muito confortável, arrisco dizer que o elástico desse da Geonaute tem um toque mais agradável que o meu falecido da Motorola, mas a parte de contato é feita em material siliconado, então, se você ficar longas horas como eu fiz num domingo que sai para caminhar e andar de bicicleta e depois fiquei passeando no shopping com ele, pode acabar com a pele queimada.

Claro que para uso normal, você nem sente a existência dele, que se ajusta bem e fica firme no lugar, apesar do fecho ser somente um gancho plástico.

Quando comprei, achei que o fecho pudesse se soltar, mas não. Você encaixa e ele fica direitinho.

O monitor usa a mesma bateria botão CR2032 que todas as cintas que eu conheço, só não tenho como afirmar a durabilidade da bateria, mas se for como os demais, no mínimo 6 meses de uso até ser necessário realizar uma troca, isso considerando que você use todos os dias.

Em termos de sincronismo, pelo menos com meu celular, foi super rápido, apesar do manual alertar que pode demorar minutos.

Para concluir, recomendo a compra, porque é bem mais em conta do que o da Polar, funciona com todos os aplicativos disponíveis no mercado, desde que seu celular tenha os padrões ANT+ e Bluetooth, é confortável e funciona.

30 de janeiro de 2017

Livros: Coleção do Professor Pier

Lá na Bienal de 2008, eu lembro de ter visto os títulos no estande da editora, achado interessante, mas por alguma razão eu não os comprei.

A conversa muda na Bienal de 2016, que eu fui acompanhada por uma amiga que é blogueira literária e fã da editora Aleph. Por causa dela, nós paramos várias vezes no estande da editora e numa delas, quando estava mais vazio, uma atendente do estande me viu folheando os livros e avisou que a edição anterior estava em promoção. Eu, que já tinha interesse na coleção, ouvi a palavra mágica e não pude resistir: comprei logo a coleção completa!

A coleção é composta dos títulos Aprendendo Inteligência, Estimulando Inteligência, Ensinando Inteligência e Inteligência em Concursos.

Todos eles são livros curtos, de leitura rápida, com muitas frases inspiradoras de filósofos, sociólogos, entre outros, além do texto direto e sincero do professor Pier, um italiano de nome bem característico (Pierluigi Piazzi, dá para soar mais italiano? rs), que foi professor a maior parte de sua vida, lecionando para todo tipo de gente, conhecendo todo tipo de aluno e professor, que divide aqui o que sua experiência lhe ensinou e como tirar proveito disso.

O livro 1, Aprendendo Inteligência é direcionado aos estudantes que querem melhorar seu aproveitamento e ensina técnicas para aprender o conteúdo em vez da velha tática da decoreba para passar na prova. Claro que envolve um pouco de dedicação do aluno, mas lendo o livro, o estudante perceberá que pode fazer menos e aprender mais usando a metodologia sugerida pelo professor, do que aquele montão de coisa de última hora.

O livro 2, Estimulando Inteligência é destinado aos pais e responsáveis por estudantes, que precisam saber que só boletim de nota 10 não indica bom aproveitamento escolar e explica aos pais como identificar se seus filhos estão aprendendo o conteúdo ensinado na escola ou se só estão fazendo o mínimo necessário para entregar aquele notão que os pais cobram no final do período de provas.

O livro 3, Ensinando Inteligência é voltado para o corpo docente, que inclui diretores e coordenadores pedagógicos, que precisam, de fato, entender que quando se vende o ensino, como se vende hoje, todo mundo sai perdendo. As experiências citadas no livro são ótimas e vão me ajudar na minha pós em educação, com certeza.

O livro 4, Inteligência em Concursos traz um apanhado de todas as dicas dadas nos outros livros, direcionado ao público que estuda para concursos e vestibulares, porque para esse tipo de prova, a fórmula da decoreba, definitivamente, não funciona! Esse eu recomendaria em especial para os futuros colegas da advocacia, que vão encarar o Exame de Ordem e precisam, muito, aprender a estudar de maneira eficiente, porque o conteúdo da prova é cada vez maior, As dicas para raciocínio mais ágil também podem ajudar muito, já que o tempo é curto.

Recomendadíssimo a leitura da coleção completa, independente de qual seja o seu status, porque todas elas dão uma visão ampla de como anda o nosso sistema educacional e o que você pode fazer para melhorar a sua parte.

ps1: as capas dos meus livros são diferentes, porque essas são as capas novas. Sinceramente, Aleph, eu gosto mais das capas dos meus livros. rs
ps2: todas as imagens foram extraídas do site da editora Aleph, que publica os livros citados.

23 de janeiro de 2017

Review: Multiclimatizador de ar Clean Air CL07F da Eletrolux

A onda de calor infernal para o padrão da cidade de São Paulo me fez pensar em um ar condicionado, mas considerando o fato de eu ser alérgica e não usar o meu aparelho de ar condicionado nem no escritório, achei melhor procurar um climatizador de ar com umidificador e acabei comprando este modelo, da marca Eletrolux.

O aparelho é bem bonito, ocupa menos espaço do que um ventilador grande convencional e tem controle remoto,

Acho que as vantagens terminam por aqui.

Eu gostei dele, mas em comparação ao ventilador de 40 cm da Arno que eu mantenho em meu quarto, para revesar os aparelhos nos fins de semana, para não deixar o ventilador ligado por 60 horas direto entre a noite de sexta e a manhã de segunda, ele é mais barulhento, a luz de ligado não apaga mesmo no modo noturno, que apaga as outras luzes, e só refresca quem estiver na linha direta do aparelho.

O painel do aparelho é lindo, com luzes azuis, mas não dá para dormir com isso aceso. O manual diz que as luzes se apagam no modo dormir, mas a luz que fica em cima do botão ligar permanece aceso enquanto o aparelho estiver ligado, o que não ajuda, porque a luz é forte para o escuro que se espera para a hora do sono. Considerando que eu sou uma pessoa que sofre com insônia, sou obrigada a cobrir com uma toalha o ponto de luz.

Ele tem 3 velocidades e a função umidificador, que eu preciso admitir, faz mesmo diferença na temperatura. Já para efeitos de umidificar o ambiente, ele é fraco, então se você precisa de umidificar o ar do seu ambiente, melhor ter um aparelho para essa função à parte. O problema fica por conta do ruído. Sim, todo ventilador faz barulho, mas o meu Arno faz bem menos barulho na velocidade máxima do que o Eletrolux na velocidade mínima. Depois de um tempo você acostuma e mesmo no primeiro dia, não tive problemas para dormir por causa do barulho, foi a insônia mesmo.

Outro detalhe são as aletas horizontais. Dentro, você vai ver que existem aletas verticais, que se movem ou não, dependendo da programação escolhida, mas as horizontais, essas brancas que se vê do lado de fora, são fixas e você precisa ajustar manualmente na posição desejada. Até eu acertar essa posição, estava achando que o ventilador não estava ventilando. Agora nem mexo mais, que é para não perder a posição perfeita para a altura da minha cama.

A gaveta do compartimento de água cabe 6,6 litros de água, o que é bastante água. Quando está bem cheia você não ouve nada, mas quando ela já está com mais ou menos 1 litro a menos da sua capacidade total, você ouve o barulhinho da água no umidificador. É gostoso ouvir esse barulhinho de água à noite. Mas não esqueça de manter o nível pelo menos na metade da gaveta, porque se acabar no meio da noite (sim, aconteceu comigo), ele vai apitar para avisar que a água acabou e que o umidificador será desligado.

Um par das rodinhas tem trava. Acho que isso serve mais para quem tem bichos ou crianças em casa, mas é um item de segurança.

A parte engraçada é o controle remoto. Ele usa uma bateria tipo botão CR2032, mas a Eletrolux não manda a bateria no kit! Jura? Economizar uma bateria que custa uns R$5,00, num aparelho que custa R$400,00! Claro que eu comprei sabendo disso, porque é um comentário geral em sites de avaliação, mas não custava vir com a bateria. Eu sempre tenho delas em casa, por causa do monitor cardíaco, então pude usar o controle assim que abri a caixa.

Aliás, primeiro pensei que fosse besteira controle remoto para ventilador, mas eu tenho usado sempre! Eu ligo forte e na hora que vou apagar as luzes para dormir eu diminuo a velocidade sem ter que levantar da cama. É uma maravilha!

Enfim, entre prós e contras, não me arrependo da compra, mas gostaria que as luzes se apagassem todas para achar que a aquisição foi perfeita.

16 de janeiro de 2017

Serviço: Conheça São Paulo com a Bike Tour SP

Eu encontrei o Bike Tour SP por acaso e fui dar uma olhada no que se tratava exatamente, porque parecia bom demais para ser verdade.

Inscrição gratuita para fazer roteiros monitorados em pontos turísticos da cidade de São Paulo, com bicicletas emprestadas, em troca de 2 kg de alimento para ser doado para uma entidade que presta assistência a pessoas carentes?

Pois é isso mesmo!

Você entra no site www.biketoursp.com.br para ver todas as informações, escolhe o roteiro, faz um cadastro simples no site Eventbrite, um dos apoiadores do projeto, escolhe uma data e horário disponível para o roteiro desejado e pronto!

No dia, bicicletas que são cedidas como patrocínio pelo grupo Decathlon, estarão à sua disposição, juntamente com capacetes e uma touca descartável para usar por baixo, já que todo mundo usa o mesmo capacete (eu preferiria levar meu capacete, mas faz parte das regras para participação, usar somente os acessórios emprestados, por questão do patrocínio).

Ao longo do percurso, 2 voluntários do projeto acompanham os grupos, que não são muito grandes. Um é responsável por nos guiar pelo percurso e o outro vai atrás e tira as fotos nos pontos em que se para para ouvir o áudio da história daquele lugar.

É tudo bem organizado e muito agradável.

Algumas dicas para participar do passeio:

1 - tenha certeza que você sabe pedalar. Eu fui no do Parque do Ibirapuera e posso dizer que, apesar de ser bem plano e ter muitas paradas, o terreno é bem variado, com algumas subidinhas e várias decidinhas que causaram um pouco de desconforto para uns participantes do dia, além de trechos com pedrinhas. No caso da Faria Lima, o percurso é super plano, mas por ser na ciclofaixa, equilíbrio é muito importante. Na Avenida Paulista a mesma coisa, percurso super plano, mas conhecer as regras de convivência na ciclofaixa é importante. E pais, se levar adolescentes, expliquem que regras foram feitas para serem seguidas, que isso é um passeio e não uma corrida.

2 - lembre-se de que não há guarda volumes no local. Se você não vai de carro e não tem onde deixar sua bolsa, melhor pensar bem no que levar. Bolsas tiracolo e sacolas não são boas opções. Prefira uma mochila pequena, somente com o essencial, para levar nas costas.

3 - eles pedem a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis em troca do passeio. Por favor, NUNCA LEVE SAL! Você já pensou o que uma instituição vai fazer se todo mundo levar só sal? Prefira levar arroz, feijão ou algum tipo de grão que dure bastante. Pense que é para fazer a refeição de pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e, talvez, de desnutrição. Quer melhor do que arroz e feijão? Eu sei que é mais caro do que sal, mas você já não vai pagar nada pelo passeio, não custa gastar uns R$5,00 e, definitivamente, sal não ajuda.

4 - não esqueça de levar uma garrafinha de água. Em dias mais quentes, vai fazer falta e não dá para parar e fazer uma comprinha durante o passeio.

5 - veja os horários e os respeite!!! Você vai ver que existem diversos horários em sequência no site. Pensa, se o primeiro sair atrasado, o que acontece com os seguintes? Lembre-se disso e escolha um horário que seja confortável para você chegar com meia hora de antecedência.

6 - vá preferencialmente de transporte público. No caso do Ibirapuera, existem muitas linhas de ônibus que dão acesso ao parque e o ponto de encontro fica bem próximo da passarela Ciccilo Matarazzo, então fica próximo do ponto de ônibus, esteja você sentido bairro ou centro. Além disso, o parque tem uso obrigatório de cartão zona azul e depois das 9h, achar uma vaga pode ser bem complicado. O percurso da Faria Lima fica próximo do terminal onde está a estação Faria Lima do metrô e o da Avenida Paulista fica do lado do metrô Consolação.

7 - protetor solar e óculos de sol são uma boa pedida. O passeio dura 1 hora, então não tem jeito, vai acabar pegando sol. Se você não quer virar camarão, é uma boa pensar no protetor. Os óculos, seja de sol ou não, eu considero item de segurança quando se pedala, porque no movimento, alguma coisa pode entrar nos seus olhos e prejudicar sua visão.

8 - roupas confortáveis e calçados adequados para o passeio garantem parte da segurança. Não deveria ser nem necessário falar isso, mas saias, sandálias ou, o pior, chinelos, não são adequados para andar de bike.

Acho que com essas dicas básicas, dá para curtir o passeio e ajudar as instituições que são beneficiadas pelo grupo.

9 de janeiro de 2017

Filme: O Bom Dinossauro (The Good Dinosaur)

O Bom Dinossauro (The Good Dinosaur) é uma lançamento das férias de verão de 2016, mas eu só assisti agora, nas festas de final de ano.

A história parte da hipótese de que o asteróide que explodiu a Terra e aniquilou os dinossauros passou reto e com isso inverte os papeis entre humanos e animais, sendo que os seres pensantes e falantes do filme são os dinossauros e os que não falam e vivem por instinto, os seres humanos.

Não tem jeito, a Disney/Pixar sabe mesmo com fisgar seu coração, com humor e emoção, tudo junto, bem amarrado.

A história mostra a relação de pais e filhos, da questão do bullying, do encorajamento, da influência que a família tem no desenvolvimento de uma criança e com isso nós temos Arlo, o dinossauro verde que, junto com sua família, tem uma boa propriedade, onde cultivam o que necessitam para sua subsistência.

Mas desde pequeno Arlo tem problemas por ser o menor e menos hábil dos filhos. Para tentar melhorar isso, seu pai o leva para um passeio que dá errado. Então, o jovem Arlo se vê perdido e na tentativa de voltar para casa, encontra o humano Spot, com quem acaba tendo uma relação de amizade e cumplicidade, vivendo altas aventuras.

É um filme que vai agradar a família inteira e tem um final de encher os olhos de qualquer um com lágrimas.


2 de janeiro de 2017

Calendário Completo de Corridas 2017

[última atualização em 24/05/2017]

Feliz Ano Novo e calendário novo de corridas!

Eu vou juntar aqui todas as corridas de rua da cidade de São Paulo que eu encontrar. Assim eu não me perco e ainda posso ajudar mais gente que curte corrida e tem preguiça de ficar entrando de site em site para ver quando tem corrida.

Sempre que eu receber algum cupom de desconto prometo publicar na barra lateral (à direita) o código para quem quiser usar.

Lembrando que todos as corridas listadas estão linkadas diretamente para a página da corrida ou do organizador. As que estiverem sem link é porque o organizador ainda não criou a página deste ano, apesar de ter divulgado as datas, mas assim que eles criarem a página eu vou linkando.

Para saber até que data está atualizado é só olhar a data que eu vou mudar ao longo do ano no topo do post!

Divirtam-se e boas corridas em 2017!!!

Observações:
Abreviações utilizadas no post: k ou km = quilômetros, mi = milhas
Tabela de equivalência: 15 milhas = 24,14 km, 10 milhas = 16,09 km, 5 milhas = 8,05 km , 2 milhas = 3,22 km

Janeiro
25 - Troféu Cidade de São Paulo no Obelisco - 10k, 6k (caminhada 6k)

Fevereiro
05 - Run the Bridge na Ponte Estaiada - 10k, 5k
05 - Track & Field Run Series Vila Nova Conceição - 10k, 5k
05 - Circuito do Sol no Pacaembu - 10k, 5k
12 - Track & Field Run Series Shopping Villa Lobos - 10k, 5k
12 - SP Run no Shopping SP Market - 8k, 4k (caminhada 4k)
19 - Meia Maratona Internancional de São Paulo no Pacaembu - 21k, 5k
19 - Corrida em Prol da Associação Bênção de Paz na Praça Haroldo Daltro - 10k, 5k (caminhada 3k)

Março
04 - Fantasy Run no Memorial da América Latina - 6k (caminhada 3k)
05 - W Run no Jockey São Paulo - 8k, 4k
05 - Track & Field Run Series Shopping Market Place - 10k, 5k
12 - Disney Princesa Magical Run no Jockey Club - 7k (caminhada 3k)
12 - Circuito das Estações Outono 2017 no Pacaembu - 10k, 5k
19 - Corrida e Caminhada Olga Kos no Pacaembu - 10k, 5k (caminhada 4k)
26 - Bravus Race Speed 1ª Etapa no Jockey Club - 5k com obstáculos
26 - Track & Field Run Series Shopping Center Norte - 10k, 5k

Abril
02 - Circuito Athenas Run Faster na Ponte Transamérica - 12k, 6k
02 - Maratona Internacional de São Paulo no Ibirapuera - 42k, 24k, 8k, 4k
08 - Night Run Etapa Submarine no Sambódromo do Anhembi - 10k, 5k
09 - Maratona Internacional de São Paulo no Ibirapuera - 42k, 21k, 8k, 4k
09 - SP Dog Run no SP Market - 2k
15 - Music Night Run - Etapa Rock no Memorial da America Latina - 5k
23 - Track & Field Run Series Shopping JK Iguatemi - 10k, 5k
23 - Netshoes Fun Race no Ibirapuera - 10k e 6k
23 - Nat Geo Run no Jardim Botânico de São Paulo - 6k (caminhada 3k)
30 - Meia Maratona Eco Tietê no Parque Ecológico do Tietê - 21k, 10k, 5k

Maio
06 - Track & Field Run Series Pompeia no Memorial da América Latina - 7k
13 - Rolling Stones Music Run no Memorial da América Latina - 10k, 5k (caminhada 3k)
14 - Corrida e Caminhada GRAAC no Ibirapuera - 10k (caminhada 3k)
14 - New Balance Mile Challenge no Jockey Club SP
14 - Corrida da Vila no City Lapa - 10k, 5k
21 - Bravus Race Fire 1ª Etapa na Academia do Barro Branco - 5k com obstáculos
21 - ICESP Run - Corrida e Caminhada pela Saúde na Praça Charles Miller - 10k, 5k
21 - Girls on the Route Relay Half Marathon no Obelisco - 21k
21 - Track & Field Run Series no Shopping Villa Lobos - 10k, 5k
27 - Seven Run na USP - 21k, 14k, 7k
28 - Corrida Mulher Maravilha no Centro de São Paulo - 8k, 4k (caminhada 4k)
28 - Corrida 10 Milhas no Pacaembu - 18k, 8k


Junho
03 - Gillette Body Running no Memorial da América Latina - 10k, 5k
03 - The Run 5k no Autódromo de Interlagos - 5k
04 - Asics Golden Run São Paulo - 21k
11 - Série Delta Etapa Estados Unidos no Parque da Independência - 10k, 5k
16 - Circuito Athenas Run Stronger na Ponte Transamérica - 16k, 8k
24 - UP Night Run no Vale do Anhnagabaú - 10k, 5k
25 - Track & Field Run Series no Shopping Cidade Jardim - 10k, 5k
25 - Greenk Cosplay Corrida e Caminhada no Ibirapuera - 10k, 3k (caminhada 3k)
30 - SP City Marathon no Pacaembu - 42k, 21k

Julho
02 - New Balance 15k Series no Shopping Eldorado - 15k, 7,5k
02 - Circuito das Estações Inverno 2017 no Pacaembu - 10k, 5k
02 - Corrida dos Bombeiros no Ipiranga - 10k
15 - Meia Maratona de Revezamento Noturna Eu Atleta na Cidade Universitária - 21k
16 - Santana Pet Run no Santana Parque - 2k
23 - Série Delta Etapa Turquia no Parque da Independência - 10k, 5k

Agosto
06 - Corrida do Centro Histórico no Vale do Anhangabaú - 9k
06 - SP Run no SP Market - 8k, 4k
06 - Cãorrida no Shopping Aricanduva (Y)
12 - Run the Night na USP - 12k, 6k
13 - Move for Cancer no Ibirapuera - 5k (caminhada 5k)

Setembro
03 - Corrida Venus no Jockey São Paulo - 15k, 10k, 5k
17 - Circuito das Estações Primavera 2017 no Pacaembu - 21k, 10k, 5k
24 - Circus Corrida da Alegria no Parque Tietê - 10k, 5k (caminhada 5k)

Outubro
08 - Mc Donald's 5K no Ibirapuera - 5k
08 - 21k Sudamericano - Meia de Sampa no Jockey Club - 21k, 10k, 5k
08 - Maratona de Revezamento Aytron Senna Racing Day no Autódromo de Interlagos
15 - Circuito de Corridas Caixa no Pacaembu - 10k, 5k
22 - W21K na USP - 21k, 10k
28 - Corrida Noturna Halloween Run Brasil (Y)
29 - Pink Run no Jardim Botânico - 6k (caminha da3k)
29 - Corrida Shopping Aricanduva (Y)

Novembro
05 - Corrida Liga da Justiça (Y)
05 - Circuito Athenas Run Longer na Ponte Transamérica - 21k, 10k, 5k
26 - Série Delta Etapa Canadá no Parque da Independência - 10k, 5k

Dezembro
03 - Corrida e Caminhada Olga Kos no Pacaembu - 10k, 5k (caminhada 4k)
17 - Circuito das Estações Verão 2017 no Pacaembu - 10k, 5k
31 - Corrida de São Silvestre na Avenida Paulista - 15k