4 de setembro de 2017

Série: Thirteen Reasons Why (Os Treze Porquês)

A série adolescente mais polêmica dos últimos tempos estreou no começo do ano na Netflix, mas eu só consegui assistir agora.

Mas pra que você queria assistir a uma série adolescente??? devem estar perguntando alguns.

Porque o tema me interessa e se você tem filhos ou lida com adolescentes, deveria assistir e/ou ler o livro também.

Baseado num livro homônimo, de Jay Asher, conta a história de uma adolescente que decide se suicidar e, como despedida, deixa àqueles que considera as causas de seu final trágico uma sequência de fitas K7 gravadas, contando qual o papel de cada um na vida dela.

Apesar de muitos dizerem que a história instiga os jovens ao suicídio, eu discordo e acho salutar que os mesmos leiam (eu comecei a ler, só não terminei o livro ainda, porque tive que interromper para ler outros livros mais urgentes) e assistam à série, para saber como e onde podem buscar ajuda, ainda que na trama os adultos que deveriam ter ajudado, no geral, mais atrapalharam do que ajudaram.

A história é sobre Hannah, uma garota de classe média, filha de empresários de uma pequena loja de bairro, cuja vida parecia como a de qualquer outro adolescente, exceto por sua decisão, aos 17 anos, de tirar a própria vida.

Clay, outro aluno da mesma escola, garoto tímido, da turma dos nerds, conhece Hannah por conta de seu trabalho num cinema local e o contato diário acaba os aproximando, porque Clay não vê as mulheres como pedaços de carne, tal qual seus colegas, e Hannah percebe esse respeito e se encanta por ele, mas como muitas mulheres, não se acha merecedora de alguém tão bom.

Numa tarde, ele recebe uma caixa com as fitas e um mapa.

O interessante das fitas é que a trama se passa por agora, em 201x, com iphones, internet e mp3, e ainda assim eles usam walkman e um aparelho que toca-fitas K7.

Agora, ele recebeu a "missão" de ouvi-las e passar para a frente. São 7 fitas e 13 lados gravados.

No desenrolar dos 13 capítulos, o pobre Clay se vê envolvido numa história da qual nem sabia que fazia parte e fica sem saber ao certo como seguir e o que fazer, já que Hannah está morta e nada que ele fizer agora poderá trazê-la de volta.

Ela mostra o lado mais obscuro da depressão: aquele que as pessoas não veem, porque é invisível. Dificilmente, alguém admite ter o problema e quando procura ajuda, muitas vezes é tratada como dramática ("drama queen" é uma expressão usada algumas vezes pelos colegas) ou simplesmente ignorada.

Mais além da depressão, a trama ainda trata do machismo, da falta de respeito, dos efeitos dos boatos e fofocas, da dor causada por festanças irresponsáveis regadas a drogas e álcool, de pais ausentes, da falta de caráter, das amizades de fachada e tantos outros problemas tão comuns no mundo real.

De fato, numa coisa os adultos da história tem razão, muitos jovens fazem mimimi e daí a dificuldade de identificar quando é só mimimi e quando o problema é mais profundo. Como saber e o que fazer, nem a vida, nem a série conseguem explicar, mas uma dica fica: precisamos de mais amor e mais empatia pelo próximo.

Essa não é mais uma série sobre a turma dos populares, das patricinhas, dos nerds e dos excluídos. É uma série para pensar sobre as consequências de atos e omissões.

Recomendo!

28 de agosto de 2017

Wadaiko Sho 15 Anos – show de aniversário

O grupo de taiko Wadaiko Sho comemora 15 anos de existência neste ano e para celebrar farão 3 apresentações em São Paulo, com músicas novas e antigas de seu repertório.

Criado em 2002, após a dissolução do grupo Sampa Hakkyoza, o Wadaiko Sho é o maior nome do taiko brasileiro da atualidade.

A tradução para o nome do grupo é "viver tendo como base a arte dos tambores japoneses" e é com esse espírito que Setsuo Kinoshita e Mitsue Iwamoto lideram o grupo de tocadores, que ainda contam com Layla Ueda, Marcelo Tsutsui, Daniel Pardal e Fernando Su.

Misturando o tradicional com o moderno, o Japão com o Brasil, os shows do Wadaiko Sho sempre são animados e impressionam pela técnica e harmonia.

Datas: 02 e 03 de setembro de 2017 - sábado e domingo
Horários: sábado às 17h e às 19h15, domingo às 14h.
Local: Teatro Sérgio Cardoso - Rua Rui Barbosa, 153
Ingressos: R$30,00 - valor promocional até 27/08, no dia R$60,00 (inteira)
Infos: www.taiko.com.br

21 de agosto de 2017

Mc Dia Feliz 2017

Eu ando de mal com o Mc Donalds, porque cansei de pagar caro por um atendimento mal educado, lojas sujas e sanduíches bem mal feitos, mas o Mc Dia Feliz me dobra ao meio, porque, apesar de tudo, é uma ação bacana da rede, que além de doar a arrecadação líquida das vendas, ainda mobiliza uma porção de voluntários, entre famosos e anônimos, crianças, jovens e adultos, em prol de uma causa: fazer o bem.

Na unidade que eu costumo ir, um colégio particular da região reúne seus alunos e familiares para trabalharem durante todo o dia, animando, incentivando e vendendo outros itens que ajudam a arrecadar um dinheiro a mais para a campanha.

Como não se sensibilizar com isso?

A imagem acima, é a lâmina de bandeja, criada pelo ilustrador Hiro, o cara que cria essas folhas que cobrem as bandejas do Mc Donalds desde... sei lá quando! rs Ele publicou em seu Facebook, dia 14/08/2017, a arte criada para o evento e já deu a dica de que tem 2 assinaturas dele escondidas no desenho*.

Então, anote na sua agenda para ir no sábado, comer com a família inteira e os amigos, aquele Big Mac. Em outros tempos, eu e meus amigos já fizemos reuniões na cada de alguém, pedíamos para viagem tantos quantos cada um aguentasse comer e aproveitávamos para passar o dia juntos, conversando e nos divertindo.

Dia do Big Mac: 26 de agosto de 2017 - sábado
Local: todas as lojas do Mc Donalds (mas só vale comer Big Mac, ok!)
Horário: da abertura da loja (00h para as lojas 24 horas) até às 23h59 do sábado

ps: nesse dia o Big Mac não engorda. =)

* para quem não sabe, o Hiro sempre esconde sua assinatura nos traços dos desenhos da bandeja. O normal é que tenha somente 1 assinatura, mas às vezes ele se empolga e coloca mais. Eu sou daquelas que tira tudo da bandeja e coloca na mesa, para ficar com a lâmina inteira à vista e não levanto da mesa até encontrar as ditas.

14 de agosto de 2017

Livro: TED Talks - o guia oficial do TED para falar em público de Chris Anderson

Eu sigo o seguinte pensamento: quando você quer fazer algo, você precisa estudar, pesquisar, buscar exemplos, modelos, quem saiba mais ou algo diferente de você sobre o assunto, e nunca se deve achar que você já sabe o bastante, porque isso faz regredir em qualquer área.

Um dos meus hobbies é apresentar eventos, então eu sigo perfis nas redes sociais, assisto, ao vivo e em vídeo, muitas aulas e palestras de pessoas que eu tenho como referência.

E quando eu encontro algo ruim, presto tanta atenção quanto nos bons exemplos, porque sempre podemos aprender como não se faz algo vendo alguém fazer errado.

Mas o review de hoje não é sobre algo ruim, ainda que ele traga os exemplos que não se deve seguir.

O TED Talks é um ciclo de palestras muito conhecido por trazer pessoas destacadas em suas áreas para falar a um público, muitas vezes leiga no assunto, em um curtíssimo espaço de tempo, mais precisamente 18 minutos.

No livro, o atual presidente do TED conta casos de insucessos, os de sucesso e traz muitas dicas de como fazer uma palestra atraente nos moldes do TED, usando ou não recursos visuais, usando ou não grandes espaços, tendo ou não plateia presente e contando dicas que alguns de seus mais notáveis e destacados palestrantes deixaram ao longo de tantos anos, além de experiências pessoais adquiridas a frente do TED.

O livro aborda numa linguagem direta e muito clara os percalços de se falar em público e como conseguir se sair bem, mesmo que você seja um iniciante no assunto ou tenha pavor de fazê-lo.

A parte que eu mais gostei foram os exemplos do que não funciona nesse tipo de palestra e que qualquer um pode aplicar a diversas áreas quando o assunto for falar em público.

Se você é um mestre de cerimônias ou um aluno tentando impressionar a turma e o professor com seu seminário, leia esse livro e suas dicas que eu tenho certeza, vão te ajudar.

E para quem quer ver os vídeos das palestras destacadas no livro, acesse www.ted.com/tedtalksbook/playlist

7 de agosto de 2017

Show Internacional: Mizumori Kaori grand concert in Brazil

Grande destaque entre os cantores enka da atualidade, vem para 2 apresentações em São Paulo, a cantora Mizumori Kaori.

Apesar de já ter 20 anos de carreira, faz uns poucos anos que ela ganhou destaque no mundo quando conseguiu uma das vagas para se apresentar no tradicional programa musical de encerramento do ano, do canal de TV estatal japonês, NHK, chamado Kouhaku Utagasen.

Neste programa haviam 2 cantores, 1 da equipe masculina e 1 da equipe feminina, extremamente famosos por suas apresentações inusitadas e vestes que exigiam todo uma equipe de técnicos e engenheiros. Com a saída dos dois por motivos políticos, uma vez que no Japão questões de cunho ético e moral são muito relevantes, o show tinha perdido um de seus atrativos.

No ano retrasado, Mizumori Kaori já havia dado sinais de que estava disposta a investir no seu figurino para dar mais destaque à sua apresentação e no ano passado já mostrou que pode ser a próxima "Kobayashi Satiko" do Kouhaku.

Com uma bela voz e boas músicas, a cantora é muito aguardada pela comunidade de karaoke e amantes da música japonesa.

Para os mais jovens, a participação do trio Hayabusa e da ex-integrante do AKB48, Iwasa Misaki, são os destaques.

Data: 12 de agosto de 2017 - sábado
Horário: 1ª sessão às 15h, 2ª sessão às 19h
Local: Auditório Celso Furtado no Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1209 - São Paulo
Infos: www.mizumorikaori.com.br ou www.facebook.com/mizumorikaoribr

31 de julho de 2017

Review: Unboxing Samsung Gear Fit 2

Eu tinha um lindo Moto 360 Sports, da Motorola, mas acabei ficando sem ele depois de enviá-lo para a assistência técnica, na tentativa de conseguir a substituição do produto, uma vez que já é sabido que não há reparos pela assistência técnica brasileira, e descobrir que o produto foi descontinuado no Brasil, bem provavelmente em função dos problemas que ele apresenta e do nosso código de defesa do consumidor.

Na busca por uma alternativa e sendo usuária de um smartphone da Samsung, decidi comprar um Gear Fit 2, influenciada pelo mostruário que estava numa Saraiva Mega Store, que me permitiu dar uma fuçadinha no aparelho e ficar maravilhada com sua aparência.

O Gear Fit 2 não é considerado um smartwatch, mas uma sportband. Na prática a diferença é que algumas funções que não estão associadas à prática esportiva, não funcionam, mas as que eu uso, aparentemente, estão todas nele, sendo assim, a escolha depende muito do quanto você está disposto a desembolsar pelo produto e de qual uso você fará do gadget.

O unboxing dele só me deixou decepcionada pelo fato de não ter o adaptador que liga o carregador na tomada.

A caixa vem com o relógio, a base carregador que tem um fio com a ponta para conectar numa entrada USB e só! Sim, achei isso um pecado, mas vou relevar, porque eu tenho o que veio junto com meu celular e consegui comprar por bem menos do que está no site da Samgung¹. O jeito vai ser revezar.

Outro probleminha é que eu tive que comprar a pulseira grande, porque existe um mito de que mulher gosta de rosinha e a pulseira pequena você só encontra na cor rosa. Eu ajusto no último buraco da pulseira e acho até mais confortável de usar, mas para usar o monitor, eu preciso subir o relógio para que ele fique firme no braço para fazer uma medição mais adequada, que, diga-se de passagem, é bem apurada.

Uma coisa que eu achei bem legal é que ele te avisa se você estiver muito tempo parada. Como eu trabalho sentada, isso ajuda a lembrar que eu tenho que dar uma esticadinha. A cada 50 minutos sem movimento e ele te propõe levantar e fazer 5 repetições de torção de tronco, que ele conta.

Os testes de duração da bateria também são bem satisfatórios. Agora, já tem 1 mês de uso e eu consigo usar por até 2 dias. No geral, eu carrego numa noite, durante o tempo de eu jantar, tomar banho e me preparar para dormir. Ele só volta para o carregador na 2ª noite.

Claro que a duração da bateria depende do seu uso. Se usar todo dia para monitorar longas corridas, por exemplo, melhor carregar todo dia (ou noite).


Monitorar o sono é, no mínimo, interessante. Sabe aquele dia que você acorda e pensa "mas eu fui dormir cedo" e ainda assim está moído? Pois bem, usando o monitor eu descobri que uma das noites que eu acordei muito acabada, aparecia como seu estivesse acordada por 1 hora, a cada 1 hora de sono meia boca. Ou seja, eu acordei cansada, porque não dormi de verdade. Isso não substitui uma análise feita em uma clínica médica, mas já ajuda a observar quais são seus padrões de sono, como você se sente no dia seguinte e o que você fez ou deixou de fazer que pode ter resultado no sono ruim ou bom.

Problemas e as soluções

Quando você vai configurar um aparelho novo, sempre dá alguma coisa errada para a qual você fica pastando para encontrar na internet. A minha sorte é saber inglês, porque é mais difícil encontrar as soluções em português, mesmo quando o equipamento não é lançamento no mercado.
  • Caso 1: primeira carga
Eu coloquei o meu carregador na tomada, encaixei meu relógio e deixei, crente de que estava carregando. Depois de 2 horas, decidi tirar ele do carregador e tentar ligar... e nada! Era óbvio que eu fiz algo errado, mas o que?

Tirei o carregador da tomada, recoloquei e reposicionei o relógio, e depois de um tempo apareceu na tela o símbolo do raio, que indica carregando. O legal é que no manual (versão guia rápido ou completo que pode ser baixado no site da Samsung) não diz como fica a tela quando você está carregando. Eu sei que parece óbvio, mas poderiam ter desenhado como identificar se o relógio está ou não carregando.
  • Caso 2: ativar aplicativos de terceiros
Claro que a gama de aplicativos de terceiros que funcionam no Gear Fit 2 são limitados, porque ele tem sistema próprio, o Tizen, e você pode confirmar quais são na página de aplicativos no Galaxy Apps, loja de aplicativos da Samsung, que tem uma sessão exclusiva para o Gear (qualquer modelo).

Os apps de terceiros devem estar instalados no seu smartphone e ter uma espécie de plugin instalados no Gear. Aí que vem a pegadinha.

Eu já tinha o Endomondo (meu app de atividade física favorito) e o Map my run instalados no meu smartphone, então instalei direto o app para o Gear e fui tentar ativar.

Eis que ele deu o erro "Sem conexão bluetooth" e um botão abaixo indicando "Tente novamente".

Lá fui eu caçar a resposta, primeiro em português (sem sucesso) e depois em inglês, onde encontrei uma resposta de um cara que dizia "poxa, deveria ter tentando fazer isso antes de incomodar aqui" para a pessoa que respondeu. Ainda bem que ele escreveu a pergunta, assim eu não precisei perguntar. rs

A solução apresentada é bem simples: primeiro instale o app no Gear, desinstale os aplicativos do smartphone, reinstale os aplicativos no smartphone, faça o login na sua conta no smartphone. Entre no app no relógio (não precisa desinstalar e reinstalar aqui), abra e peça para iniciar que ele vai entrar normalmente. Já testei e foi simples assim.

Sobre o Endomondo, especificamente, todo usuário de Samsung, quando faz seu cadastro, ganha 1 ano de assinatura Premium, tanto no Endomondo, quanto no Map My Run, que são da mesma empresa, a Under Armour. Na assinatura premium, você tem acesso aos planos de treino que são bem bacanas, MAS, em consulta feita ao suporte do Endomondo, sobre o plano de treino, eles confirmaram que NÃO é possível carregar o plano no Gear.

Como os apps do celular e do relógio funcionam independentes, ainda que sincronizem na mesma conta, a sugestão do suporte é para que eu use o app do relógio só para visualizar os dados básicos, e siga os comandos de voz do treino pelo smartphone. Para não bagunçar, prefiro usar no pulso os dados do SHealth e no celular o treino do Endomondo. Assim não corro o risco de ter os registros de treinos bagunçados.
  • Caso 3: Apps de mensagens
Tem uma coisa que eu achei bem legal com relação aos apps de mensagens. Você pode receber os avisos de que entraram mensagens no Gear e pode deixar respostas rápidas programadas para enviar direto por ele, como um "ok" ou "estou ocupada". Não é possível digitar essas respostas na tela do Gear, você precisa fazer uma lista de respostas rápidas pelo smartphone, no app do Gear, e quando bastar um ok, você nem precisa sacar o celular para responder.

¹ Antes que você pergunte onde eu comprei, não foi no Aliexpress ou Ebay, porque depois de tantos problemas com smart"things" eu faço questão de pagar mais caro para ter a nota fiscal do produto e a garantia de 1 ano no Brasil. Eu comprei no site das Lojas Americanas, onde o preço era mais em conta na ocasião, o frete era grátis para essa compra e tinha desconto cumulativo para pagamento com o cartão da loja, que eu só tenho para aproveitar promoções. Pesquise bastante, porque o valor, quando eu comprei, variava entre 1.200,00 e os 890,00 que eu paguei.

24 de julho de 2017

Evento: 39ª Festa da Azaleia

A Festa da Azaleia que já está em sua 39ª edição é mais um evento para curtir com toda a família.

Com entrada gratuita, o visitante terá acesso as barracas de comidinhas gostosas, artigos de artesanato e presentes, flores e frutas, além de atrações diversas como shows de taiko, dança, música e radio taiso.

Aos que preferem não ir de carro, haverá transporte direto, saindo da Liberdade para o local, em Guarulhos, por apenas R$5,00 por pessoa.

Lembrando que o evento, organizado pelo Enkyo, é beneficente para o Yassuragui Home e Akebono Home, 2 das instituições beneficentes assistenciais da comunidade nikkei de São Paulo.

Data: 30 de julho de 2017
Horário: das 9 às 17h
Local: Rua Anézio Ruivo, 377, Sítio São Francisco, Guarulhos, SP
Infos: enkyo.org.br/evento/39-festa-da-azaleia-a70d/
Entrada e Estacionamento Gratuitos

Transporte: ônibus saindo da R. da Gloria, 400, das 9 às 10h, R$5,00 por pessoa.

17 de julho de 2017

Evento: 34° Festival do Kodomo no Sono - Que tal juntos?

O evento que ganhou o slogan "Que tal juntos?", da entidade assistencial sem fins lucrativos, Kodomo no Sono, que cuida há 60 anos de pessoas com deficiência intelectual, cujas famílias não têm condições de pagar pelos cuidados tão específicos, acontece no próximo fim de semana, repleto de atividades, atrações e comidinhas.

O evento conta com um batalhão de voluntários (eu sou uma delas =)) para organizar e fazer acontecer. São estandes de vendas de produtos diversos, como artesanato, moda, brinquedos, presentes, produtos alimentícios, nacionais e importados, um sacolão com frutas, legumes e verduras frescos, comidinhas típicas da culinária japonesa e outras comidinhas, como churrasco, batata frita, sanduíches, sonho e outras coisas muito gostosas, feitas com carinho.

Também acontecem shows diversos durante todos os dias do evento, com uma variedade que vai de apresentações de taiko e dança tradicional, até dança do ventre e folclóricas de outros países amigos, além de muita música, arte e presença de artistas.

Um evento super família, para toda a família se divertir, num ambiente acolhedor e cheio de amor.

Vá conhecer o trabalho da entidade e saber um pouco mais sobre a vida desses internos, se divertindo e contribuindo com uma entidade séria e de respeito, dentro e fora da comunidade nikkei.

Datas: 22 e 23 de julho de 2017 - sábado e domingo
Horário: sábado das 11 às 17h, domingo das 09 às 17h
Local: Sede do Kodomo no Sono - Rua Professor Hasegawa, 1198 - Itaquera
Infos: www.kodomonosono.org.br ou (11)3208-3949
Transporte gratuito saindo do metrô

10 de julho de 2017

Filme: Mulher-Maravilha (Wonder Woman - Rise of the Warrior)

Eu estava receosa, porque fui com as mais altas expectativas assistir ao filme Mulher-Maravilha, mas ele superou todas elas. Aliás, a DC Comics acaba de ganhar meu respeito, por transformar essa personagem tão importante, em algo menos sexista e muito mais empoderador.

O filme conta a história, baseada nos quadrinhos da DC, que já foi um famoso seriado de TV no passado e que agora foi adaptado para o cinema.

A Mulher-Maravilha é Diana, uma amazona, semi-deusa, filha de uma rainha amazona e Zeus, o deus grego. Nesta parte (o título em inglês menciona o "surgimento da guerreira"), eles mostram o crescimento e o treinamento de Diana até o dia em que um piloto americano cai próximo a ilha Themyscira. Ao resgatá-lo, ela descobre que existe uma guerra acontecendo e vai atrás de quem ela sabe ser a causa dessa guerra, Ares.

Nesta jornada, ela conhece a maldade dos homens (e neste caso dá para culpar só 1 gênero, já que não existia a participação das mulheres em nada relacionado a política naquela época), a crueldade, mas também descobre a amizade e que o amor pode ser a solução para os males da humanidade.

O filme, também trata, claramente, da questão do feminismo quando mostra uma mulher que pode, sim, ser admirada por sua beleza estonteante, mas que vai além. Ela é uma guerreira destemida, inteligente, com sentimento ético, moral e social, que luta pelo que acredita e não se deixa intimidar por questões sexistas, que dizem que isso "não é coisa de mulher", até porque ela não conhece nada que não possa ser feito por mulheres, uma vez que na ilha só existem mulheres.

Mas o filme não se limitou a tratar de feminismo. Também fala de preconceito, fala de moral, de índole, de justiça, da relação dos humanos com o mundo em que vivem e o trato com outros humanos. Um filme e tanto!

Para completar, tem uma boa dose de humor e romance, cenas para segurar o choro e aquelas em que você fica torcendo para ela quebrar todos os malvados, afinal, é um filme de ação com uma super heroína.

Não sei quais eram as outras candidatas ao personagem, mas Gal Gadot ficou perfeita como Mulher-Maravilha e provou que mulheres grávidas, podem fazer tudo, inclusive atuar num filme de ação. Para quem não sabe, a atriz estava grávida durante as filmagens e foram usados efeitos de CGI para esconder o barrigão. Ela conta como foram feitas as filmagens para esconder a gravidez numa entrevista no programa do apresentador Jimmy Fallon (você encontra no youtube).

Se você é mulher, não pode deixar de assistir. Se você é homem, você deve assistir.


3 de julho de 2017

Review: Moto Sport 360 - não compre isso!!!

Eu já fiz um post quando comprei o smartwatch Moto 360 1ª geração (link para o post aqui), mas com o desfecho da história do meu Moto Sport 360 2ª geração, não posso deixar de postar o ocorrido para alertar os desavisados que buscam por informações: NÃO COMPRE ISSO!!!

A novela começa em 12/03/2016. Não errei o ano.

No final de 2015, comprei, toda feliz, meu smartwatch da 1ª geração, acreditando na marca, Motorola.

Entrei num grupo que fala do relógio inteligente no Facebook e comecei a acompanhar os problemas que muitos tinham: o vidro traseiro da 1ª geração trincava, o que poderia gerar problemas na vedação da máquina.

Cada um fazia seu relato, mas aos poucos, todo mundo teve que trocar seu relógio na assistência, porque não existe conserto, pelo menos por aqui.

Eis que em 03/2016 o vidro traseiro do meu trincou também. Como estava na garantia, lá fui fazer a troca do aparelho. Deixei na assistência e depois de reclamar via Reclame Aqui, consegui que entregassem meu relógio em 05/2016. Na época, o da 1ª geração já havia sido retirado de linha, então eles substituíam pela versão Sport que já era da 2ª geração.

Quando ele chegou, lindo, mesmo não tendo pulseira de aço como o meu anterior, fiquei toda empolgada, pensando que os problemas haviam terminado, porque esse não tinha o vidro traseiro. Eis que 10 meses de uso, sem tomar banho com ele, sem molhar muito (só suor das atividades físicas), a tela do relógio simplesmente começou a dar pau, igual TV velha.

Lá fui eu, em 28/03/2017, levar ele na assistência de novo.

Ao chegar lá, o atendente já avisou "isso aqui eles não arrumam, eles trocam, então é só esperar o prazo para substituição".

Eis que 1 mês depois, eu entro no site Moto Care, que é o site de acompanhamento dos processos de assistência da Motorola, para descobrir que constava a data de entrada do aparelho como data de solução do mesmo.

Entrei em contato com a assistência para perguntar por que não dava para acompanhar o processo pelo Moto Care e eles me disseram que no controle deles constava que 1 semana depois da data que eu deixei o aparelho, a Motorola havia retirado, mas que ainda não havia retorno de nada.

Então tentei entrar em contato com a Motorola para saber em que pé estava o processo. O problema é que é quase impossível conseguir falar com eles, a não ser que você não tenha mais nada para fazer da sua vida. Tanto por telefone, quanto pelo chat. É um tal de "vou te repassar para o departamento responsável" que nunca é o correto, que eu desisti.

Tentei pelo Facebook, mas eles ficam de passar para os responsáveis, que nunca entram em contato com você, apesar de eles jurarem que estão acompanhando o caso.

Enfim, tive que apelar novamente para o Reclame Aqui e pouco tempo depois tive resposta, por mensagem da parte deles.

Me pediram detalhes do caso e tal, me ofereceram um celular e quando eu recusei, porque não quero celular, eles disseram que então só podem fazer o reembolso!

Consultando o site da Motorola saquei o porquê: não tem mais o smartwatch no site, então eles descontinuaram o produto. Muitos sites ainda vendem, mas devem ser as peças que sobraram no estoque. Como eles não querem dar garantia em algo que eles nem vendem mais, o jeito é oferecer celular ou o dinheiro de volta.

O desfecho da minha história não é o que eu gostaria, porque, apesar de tudo, preferiria ter meu relógio funcionando de volta, mas na ausência dessa possibilidade, aceitei o dinheiro (que será devolvido com base no valor do relógio original que eu comprei e não do que eu entreguei agora) e vou comprar um smartwatch (já comprei, estou testando e em breve faço um review para dizer o que achei) de outra marca com o valor que eles vão me devolver (ainda não recebi o reembolso).

Se você está pensando em comprar o Moto Sport 360, que ainda está caro para a compra, mude de ideia, a não ser que para você esteja de bom tamanho ter um aparelho que vai durar uns 10 meses (se comprado novo, lacrado na caixa), vai para a assistência e vai virar reembolso ou um celular novo uns 2 meses depois que você deixar na assistência técnica e fizer reclamação em meios externos de reclamação.

E SE for comprar, compre com nota fiscal e garantia de 1 ano para não morrer no prejuízo total.

ps: peço desculpas para quem está tentando revender o seu usado ou tem algum lote para vender sem nota, mas acho que cabe a mim contar minha experiência negativa com o produto, assim como eu gostaria de ter acesso a essas informações caso estivesse pesquisando para comprar o produto. Lembrando que ninguém é obrigado a acatar minhas informações como verdades absolutas. Esse é o relato do meu caso e como o resolvi. Se quiser mais informações, busque em fóruns e grupos nas redes sociais.

26 de junho de 2017

Filme: Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures)

O filme, que teve seu título traduzido como Estrelas Além do Tempo, quando o título original significa algo como "figuras ocultas", traz como protagonistas as lindas e talentosíssimas Taraji P. Henson, de Person of Interest, como Katherine Johnson, Octavia Spencer, de Histórias Cruzadas, como Dorothy Vaughn e Janelle Monáe, cantora americana, como Mary Jackson.

A história é baseado em fatos reais, ocorridos dentro da agência espacial americana, NASA, nos anos 60, quando os Estados Unidos vivia aquela coisa horrorosa da segregação racial, onde negros eram vistos como pessoas à margem da sociedade e não podiam frequentar ou usar coisas destinados a pessoas brancas.

Claro que em 2 horas de filme, não dá para o longa abordar com toda a riqueza de informações que seriam necessárias para ilustrar todas as atrocidades que essas mulheres sofreram para chegar lá, muito menos para sobreviver num ambiente tão hostil, mas dá para se ter uma pequena noção de como foi ser negro e mais, mulher, num ambiente que, ainda hoje, é considerado tão masculino, como a área de exatas, num momento em que Rússia e Estados Unidos disputavam uma acirrada "guerra" para ver quem tinha o domínio das tecnologias mais avançadas.

Se bem que, foi essa batalha que abriu espaço para essas corajosas negras com mentes privilegiadas, se destacarem, no meio de um monte de homens brancos, que se sentiram rebaixados duplamente, mas que não conseguiam fazer o mesmo que elas.

Em vários momentos do filme, nós que já vivemos numa sociedade um pouco melhor (longe de estarmos num mundo ideal, mas melhor do que naquela época), ficamos chocados com a ideia das pessoas brancas não suportarem a ideia de sentar num banco onde esteve sentando um negro, ou que banheiros tenham placas de "para pessoas de cor", entre tantas outras aberrações. Bem como é gratificante ver o personagem de Kevin Costner, Al Harrison, marretando uma dessas placas de "colored" e dizendo "nós mijamos todos da mesma cor"!

Aliás, no site da NASA (em inglês) tem um Q&A sobre a participação da NASA e a história por trás do longa, intitulado "Modern Figures", bem interessante.

Se você não assistiu, assista. O filme mostra que precisamos nos libertar das amarras do preconceito, seja ele de qual natureza for, para evoluirmos como sociedade. Mostra que quando unimos forças, podemos ser e fazer melhor em prol do coletivo.

31 de maio de 2017

31 de maio, Dia Internacional sem Tabaco

Que o cigarro faz mal, causa diversas doenças e pode matar, todo mundo sabe. Qualquer criança sabe. Então porquê insistir nesse discurso?

Calma, não estou dizendo que não devem fazer campanhas de combate ao fumo, doença que mata tantos e adoece muitos outros com câncer de pulmão, boca e outras partes do corpo, só digo que a frase "cigarro mata" não é eficiente. Se fosse, ninguém nem começava.

No dia internacional sem tabaco, que tenta convencer os fumantes de parar, precisamos chamar a atenção para o que leva alguém a começar com esse vício maldito.

No geral, a história começa na adolescência quando, com vontade de fazer parte de um grupo e parecer "descolado" ou "rebelde", o jovem começa a fumar sob o argumento "a hora que eu quiser, eu paro". O problema que esse "querer" nunca acontece logo e o que era somente um "charminho" acaba se convertendo em vício, sem que o viciado perceba.

Começar a fumar é muito fácil, ainda que não devesse. Com exceção de estabelecimentos sérios, você já viu um comerciante não vender cigarros ou bebidas para alguém que chegue com dinheiro no balcão?

E por que é tão difícil deixar de fumar?

Várias razões, entre elas as mesmas que constataram o aumento de pessoas acometidas pela depressão: a nossa vida moderna, cheia de pressões e pressa.

E o que fazer, então?

O primeiro passo é não perturbar o fumante com os velhos discursos, mas deixar um canal aberto quando ele/a decidir que quer parar e pedir ajudar.

O velho papo de "cigarro vai te matar" não comove fumante. Ele sabe dos males, mas o vício e o prazer momentâneo que ele sente durante as baforadas são muito maiores do que imaginar que a longo prazo ele pode morrer, afinal, todo mundo vai morrer mesmo, não é?

E se sou fumante e quiser parar, o que devo fazer?

Essa decisão é o primeiro passo para tudo, porque o desejo de parar tem que partir de dentro de você, porque vai exigir comprometimento, mais do que para manter a dieta ou a promessa de fazer atividade física todo dia.

Aliás, esqueça essa de que se começar uma atividade física vai parar de fumar, porque não é verdade. Pode te dar motivação, mas se você não quiser parar de fumar, não vai ser isso que vai fazer você parar.

No geral, você vai sentir um desespero na 3ª semana e durante os 3 primeiros meses, mas o importante é você sempre se lembrar "já faz 2 semanas, não vou estragar tudo agora", "já faz 1 mês, não vou estragar tudo agora" e siga recitando esse mantra, que ajuda a lembrar do duro que você já deu e que você não vai querer perder.

Durante esse período, evite sair de casa para socializar, porque sempre vai ter alguém fumando e ter uma recaída é fácil. Diferente da dieta que você pode ter 1 dia para chutar o pau da barraca, qualquer 1 dia que você fumar e seu esforço vai por água abaixo.

Deixe de lado todos os hábitos que levam você a fumar como tomar café, beber cerveja, tomar coca-cola. E beba muita água para tirar o excesso de catarro, que vai incomodar muito no começo, mas é seu organismo limpando seu pulmão. Depois vai ficar melhor.

Ocupe os dedos e a boca, já que parte do vício, vem do hábito de colocar algo na boca. Esqueça o cigarro de vapor, porque ele prejudica seu pulmão e vias respiratórias também. Morda canetas (é sério), aprenda a rodar entre os dedos uma Bic (você já deve ter visto um amigo oriental fazendo isso), masque chicletes sem açúcar e até de nicotina se precisar muito baixar a fissura. Com o tempo, mesmo o chiclete de nicotina passará a ser desnecessário e você vai poder ficar num Trident tranquilamente.

Ocupe seu tempo com atividades. Qualquer atividade que não seja ocioso, como assistir TV, porque ficar parado dá fome ou vontade de fumar. Vá andar, preferencialmente, em locais fechados, onde ninguém pode fumar, ou fazer alguma coisa que necessite das mãos ou muita concentração. Isso distrai da vontade de fumar.

E se precisar, não existe em pedir ajuda a profissionais de saúde. Também vale pedir ajudar espiritual ou religiosa, dependendo que você acredita. Homeopatia, Florais, Aromaterapia, entre outras terapias alternativas podem ajudar também.

Enfim, se você quer muito parar de fumar, é só acreditar, decidir e seguir firme num plano bem traçado para nunca mais voltar ao vício.

Te garanto, é possível. Como eu sei? Sou ex-fumante há 9 anos e, estranhamente, tenho nojinho de cigarro. Estranho porque fumei por uns 15 anos. Tentei voltar a fumar (sim, um absurdo), mas não consigo nem colocar o cigarro entre os lábios. O que eu fiz? Na verdade não foi planejado. Fiz um tratamento com Florais (por isso eu digo com convicção, faça o que você acredita que pode te ajudar) para ansiedade, continuo ansiosa, mas a vontade de fumar desapareceu e eu "tive" que parar de fumar. Nos primeiros 3 meses, tinha vezes que eu queria muito voltar, mas resisti bravamente e o resultado foi gratificante. Fiz uso de chiclete com nicotina, mas não precisei mais do que 2 caixinhas até largar o vício.

Eu consegui, você consegue!

Boa sorte e muita saúde! =)

22 de maio de 2017

XXII Exame de Ordem Unificado: dicas, sugestões e lista do que não pode deixar de levar!

Como já tem 3 anos desde o último post, vamos atualizar e complementar as informações.

Neste post, eu deixo algumas dicas e sugestões para o dia e véspera, além de uma listinha de itens que não podem ser esquecidos, a não ser que você esteja tentando se sabotar.

Domingo, 28/05/2017, será a prova da 2ª fase do XXII Exame de Ordem Unificado, sem muitas novidades no edital.

Primeira recomendação é que você confirme o seu local de prova no site da FGV. Apesar dos locais de provas serem quase sempre os mesmos, você não vai querer ter uma surpresa e bater na porta errada, num domingo tão importante.

Em São Paulo, o local da 2ª fase será o prédio da Uninove Vergueiro, ou seja, o endereço é diferente da 1ª fase. Muita atenção a isso! Parece brincadeira, mas a gente cansa de ver candidatos correndo feito loucos nos últimos minutos para passar pelo portão, porque erraram o endereço, já que a Rua Vergueiro tem muitas faculdades e quase sempre estão tendo outras provas no mesmo dia.

Uma dica importantíssima para o pessoal de São Paulo, NÃO VÁ DE CARRO!!!

Pelo bem da sua sanidade mental (para que passar nervoso, preso no trânsito, se existem outras opções?), deixe o carro bem longe ou vá de carona. Vou tentar ilustrar o problema.

A Vergueiro, nesse trecho, que começa quase no metrô Paraíso, é estreita. Tem apenas 2 faixas, que vira quase 1 só nas proximidades do prédio, por conta do volume de pessoas e tendas dos cursinhos.

A Rua Siqueira Campos, rua lateral ao quarteirão da Uninove, está sempre parada e só vai ter lugar para estacionar se você chegar lá pelas 5 horas da manhã.

Para quem vem pelo corredor norte-sul, independente do lado, precisa acessar o viaduto Pedroso, cujo acesso costuma parar longe na avenida 23 de maio e o semáforo de acesso ao viaduto, somado ao da Rua Vergueiro, fazem o relógio correr solto e o nervoso acelerar.

Não há estacionamentos nas proximidades e as ruas estreitas estão sempre lotadas.

Acho que já deu para entender como é a situação, certo?

A parte boa é que esta unidade da Uninove fica perto do metrô São Joaquim, coisa de 2 quarteirões. Se você mora longe do metrô, pare seu carro próximo de alguma estação, bem longe da região central, e pegue o metrô. Vai valer a pena, você vai ver.

Minhas sugestões são: para quem vem da zona sul e vai usar carro, pare ele próximo da Santa Cruz e siga de metrô. Se você vem da zona leste, deixe seu carro no Tatuapé. Das zonas norte e oeste eu não sei bem onde tem um shopping próximo de metrô, mas não precisa ser shopping, qualquer lugar serve, desde que você não tente chegar perto do local com o carro.

Com convicção, digo para não chegar perto da Liberdade de carro, já que domingo é dia de feira e até a praça da Sé fica com o trânsito alterado. Lembrando que a Paulista é inteiramente fechada para os carros depois das 10h, o que complica ainda mais o trânsito a partir da região do Paraiso e existe uma ciclovia junto ao canteiro central, somado à ciclofaixa de lazer dos domingos.

Agora vamos para a lista de itens que já devem estar na mochila/bolsa/sacola que você pretende levar no domingo.

1 - Documento de identidade: parece besteira, mas cansei de ver gente sendo convidada a ir embora sem fazer a prova, por falta de documento oficial com foto atual. Não adianta levar a carteirinha de estudante ou a identificação da empresa, ainda que seja de funcionário público. Sem documento, sem prova!

2 - Caneta esferográfica de corpo transparente de tinta preta: não adianta inventar moda, se a caneta não for assim, não vai poder usar e eles não permitem o empréstimo de material, por razões óbvias. Até os ambulantes que ficam na prova sabem disso e só vendem Bic Crystal de tinta preta. Você pode até usar de outra marca, mas não esqueça do detalhe importante, o corpo tem que ser transparente e a tinta preta. E não leve estojo, só as canetas.

3 - Tire os rótulos das garrafas: se você não quer ficar na porta, todo enrolado, já traga tudo pronto. E evite o squeeze se não quer que fiquem de olho em você à toa. Parece bobagem de edital, mas os fiscais juram que já pegaram cola nas garrafas.

4 - A farofa: a prova é longa e você vai sentir fome (eu sinto fome), então vá preparado, mas saiba escolher os itens, porque você não vai querer entregar a folha de prova suja de chocolate ou outro alimento, e não há substituição de folhas. Na minha época (isso faz parecer tããão velha...) eu levava barrinha de cereal, chocolates, balas e sucos de caixinha.

5 - Vade mecum e Códigos: não insista, não cole nada, não escreva nada. Além dos fiscais da FGV, os examinadores da OAB também passam nas salas e verificam o material. Vai mesmo correr o risco de perder a prova por causa de um Post-it?

Por fim, deixo uma sugestão de programação para a véspera e o dia da prova para os residentes na capital de São Paulo.

Sábado (essa vale para todos os candidatos, de qualquer parte do Brasil):
  • acorde no seu horário normal.
  • verifique se tem todos os itens necessários para a prova: canetas, RG, códigos sem anotações, bebidas, comidinhas, balas, chicletes e mochila para levar tudo.
  • verifique o local de prova, fazendo o percurso de preferência, caso não saiba ao certo como chegar lá (melhor errar o caminho na véspera do que no dia).
  • separe a roupa do dia da prova: calça, camiseta, blusa, meias, calçado, se mulher, elástico ou piranha para prender o cabelo, se usa óculos, não os esqueça (sim, já aconteceu de candidato chegar sem os óculos e não conseguir fazer a prova).
  • passe o dia relaxando, porque o que você tinha para estudar, já estudou.
  • coma coisas seguras, afinal você não vai querer passar mal justo agora. 
Domingo:
  • acorde no seu horário normal.
  • calcule para chegar ao local da prova com, pelo menos, 2 horas de antecedência (em São Paulo, um carro quebrado no caminho e você pode dar com a cara na porta).
  • caso prefira mais tranquilidade, você pode tomar café da manhã nas proximidades.
  • para almoçar lá perto, não faltam opções, seja na Liberdade ou, se preferir algo rápido, perto e barato, o Sukiya, que vende PF no estilo japonês.
  • até 30 minutos antes do horário de fecharem os portões, dirija-se ao local para não ter que viver as emoções de ouvir o pessoal gritando "tá fechando o portão" e ver o portão fechar na cara!
  • entre no prédio, vá ao banheiro antes de ir para a sala e quando der uns 10 minutos para o horário da prova, entre na sala, sente e se acomode.
Verificando esses itens, uma boa noite de sono, um bom almoço e roupas confortáveis, e sua aprovação virá.

Boa prova!

8 de maio de 2017

Corrente do Bem: Baleia Rosa contra a Baleia Azul

A internet segue assustada com um movimento macabro, cuja autoria segue desconhecida, chamada Baleia Azul, que tem chamado a atenção por ser a aparente causa da morte por suicídio de jovens pelo Brasil e com alguns relatos em outros países do mundo.

Na última semana, a Argentina divulgou sua possível primeira vítima. No Brasil, já estamos contando as vítimas na casa das dezenas. =(

Em contrapartida a algo tão triste, um grupo que tem mantido anonimato sob o nome "Baleia Rosa", criou um movimento oposto ao da Baleia Azul, no qual o objetivo maior é levar um sorriso a quem precisa, seguindo as mesmas regras do Baleia Azul, só que em vez de incentivar o ódio e o medo, quer levar carinho e amor.

A página tem servido de canal de apoio e o grupo disse em entrevista a uma canal da mídia que já conta com ajuda de uma psicóloga para casos que são considerados mais graves.

O jogo da Baleia Rosa começou com um post de regras e seguiu, tal qual a Baleia Azul, por 50 desafios. Agora já passaram dos 50, por incentivo dos fãs da página.

Eu já não me encaixo nessa faixa de adolescente (faz tempo... rs), mas tenho amigos que têm filhos pré-adolescentes e conheço muitos adolescentes que poderiam estar passando por alguma situação que os deixasse em situação de vulnerabilidade para serem atraídos pela Baleia Azul, então achei importante ajudar a divulgar a Baleia Rosa, antes que seja tarde.
Infelizmente, nunca se sabe ao certo o que alguém está passando, seja muito novo ou não, e falar e fazer a coisa certa, na hora certa, pode ser a diferença entre a vida e a morte.

Não custa nada aderir à brincadeira e eles já têm até aplicativo para facilitar a seguir os 50 desafios, então faça sua parte e apresente a Baleia Rosa para alguém que você gosta.

Se não conhece ninguém que possa cair na conversa da Baleia Azul (você nunca terá certeza disso), divulgue também. De repente, aquela pessoa do seu lado está precisando de um pouco de cor na vida. =)

Encontre a Baleia Rosa em:
Site - baleiarosa.com.br (em português Brasil, espanhol e inglês)
Facebook - www.facebook.com/eusoubaleiarosa
Instagram - www.instagram.com/eusoubaleiarosa
Twitter - twitter.com/eusoubaleiarosa

1 de maio de 2017

Filme: A Bela e a Fera (live action) com Emma Watson

Como não amar? O filme é uma adaptação de um conto de fadas francês e que foi feito para encantar os fã das histórias no estilo Disney.

O filme segue, na maior parte, a mesma história que foi apresentada pela Disney, numa das mais belas animações do estilo tradicional (que eram feitas quadro a quadro, à mão), lançado em 1991, mas teve algumas adaptações, como a aparição de personagens declarados gays (no desenho o Le Fou é só um bobalhão desengonçado e puxa-saco).

Se você ainda não assistiu, recomendo fortemente levar uns lencinhos, porque a emoção corre solta, seja por nostalgia, seja pelo encantamento causado pelos lindos efeitos e, claro, pela história sobre preconceito e aceitação, temas tão antigos e tão atuais.

Além do preconceito com o que é "feio" e "imperfeito", tem o preconceito contra a mulher, que deveria ser frágil, vaidosa e iletrada, mas tem como protagonista uma mulher decidida, ávida por conhecimento e muito independente.

Li muitas críticas negativas (exceções), mas, sinceramente, quem está criticando o filme não deveria mesmo ter ido assistir.

Gente que não gosta de musical, não pertence ao rol de público alvo da Disney, nesse tipo de filme. Quem não curte musical e ainda assim quer ter algum vínculo com a Disney deve assistir ao Piratas do Caribe ou Os Vingadores.

Quem acha Bela e a Fera infantil, não deveria ter ido assistir também. O filme é baseado no desenho lançado em 1991, esperava o que? Cenas de sexo? Violência no estilo Os Vingadores?

A Disney tem seus fãs, que amam os clássicos, não pela idade, mas só pelo encantamento.

Se você é desses que gostam de emoção inocente, belas músicas, lindos figurinos com muita emoção, vai amar com certeza.

Ah, e ouça a nova música no final, que é cantada pela Celine Dion, voz do clipe original da música tema de 1991 com Peabo Brison, que agora é cantada por Ariana Grande e John Legend.

24 de abril de 2017

Corrida: 2ª Netshoes Fun Race - retornando às origens =)

Eu até li o post da primeira corrida antes de escrever esse, só para ver o que mudou de lá para cá e a parte mais engraçada é ler "Se eu vou ter coragem de ir em outra, não sei...".

A Netshoes Fun Race foi a minha primeira corrida de rua na vida, literalmente. Até aquela data eu nunca tinha cogitado tal possibilidade, nem achava que um dia simpatizaria com a modalidade, já que eu sou péssima em esportes. Sabe aquela que só os amigos escolhiam para o time da escola? Essa sou eu!

A motivação daquela corrida era o brinde, uma sportband que não durou tempo suficiente para ser usado para correr, porque o app de sincronização só dava erro, ainda que tenha testado e descoberto que ele era tão impreciso que não dava para usar para ajudar nos treinos de corrida.

Dessa vez a motivação para me inscrever foi o vínculo emocional e a inscrição na modalidade meia, por conta de eu ser estudante, coisa que não existe em corridas de rua.

Eu nem ia me inscrever, porque eu só me inscrevo em, no máximo, 1 corrida por mês e já estava inscrita em uma que era na primeira semana, muito antes de descobrir que a Netshoes tinha criado a segunda edição, 2 anos depois da primeira.

Na verdade, eu achava que eles tinham desistido dessa vida de corridas, depois da bagunça que foi a primeira. rs

Fazer a inscrição foi um suspense, porque para conseguir a meia de estudante precisava enviar um email para eles, aguardar a resposta, enviar os documentos comprobatórios, aguardar a conferência e um email com o código para a inscrição com desconto. Isso levou mais de 1 semana, sem resposta pelo Facebook, e eu já estava achando que não ia conseguir, o que seria bom, porque eu não ia me inscrever se fosse para pagar o valor cheio.

Quando chegou o código, fiz logo a inscrição e a personalização do brinde da chegada, que era uma camiseta com um dos personagens criados para a corrida. Uma única reclamação é que dos 7 personagens, 3 eram mulheres, e só criaram a versão oriental do masculino. Acabei escolhendo a bonequinha branca com cabelos escuros, fazer o que?

Dias depois da inscrição, mesmo sabendo que quem faz inscrição em condições especiais precisa retirar pessoalmente para apresentar documentos e confirmar sua condição (caso dos idosos e deficientes, que não podem ter seus kits retirados por procuração para evitar fraudes), eu recebi um email com um código de rastreio. Estranhei, mas não questionei. De repente, comecei a ver uma chuva de gente reclamando que recebeu códigos de rastreio inválidos e fui testar o meu, para descobrir que o sistema deles deve ser meio bugado e envia códigos inexistentes para casos em que não há envio.

Enfim, eu já sabia das regras e não ia reclamar de algo que eu sabia que não tinha direito. Na véspera, recebemos um email da organizadora com horários e endereço para retirada dos kits e, adivinha, o endereço do portão era o errado. Já comecei a pensar que isso era mal sinal.

Kit retirado sem problemas, ouvi um monte de gente que foi retirar o kit, porque não recebeu pelos Correios e tendo que assinar uma declaração de que se recebesse o kit, que foi enviado, devolveria o mesmo para a Netshoes.

Uma curiosidade, quanto prejuízo eles levaram nessa brincadeira, por ter que confeccionar mais kits do que os vendidos?

A corrida foi bem tranquila e o percurso foi interessante, já que eu adoro correr no corredor norte-sul, um lugar que costuma ser sinônimo de tudo parado (até é para quem transita de carro na região, no horário da corrida) e vira um lugar livre, para correr na velocidade que eu quiser. Só fiquei com dó de quem mora nos prédios que ficam perto do Clube Ipê, porque a organização colocou uma banda, com bateria e tudo, tocando para animar a gente.

Na chegada, tudo bem organizado, com as medalhas sendo entregues ali no corredor (da outra vez eles fizeram dentro da arena, numa fila que não funcionou e devem ter perdido o controle das entregas), filas por inicial do nome para retirada da camiseta finisher e várias filas para o guarda-volumes. As filas eram enormes, mas isso faz parte.

Foi bom poder voltar onde tudo começou e constatar que, agora, eu gosto mesmo dessa brincadeira!

17 de abril de 2017

Filme: Chico & Rita

Eu queria assistir a algo diferente e acabei escolhendo Chico & Rita, uma animação para o público adulto (por favor, é desenho, mas nem pense em deixar as crianças na sala), com teor político, mostrando uma Cuba pré-revolução e o antigo sonho americano.

Chico é um pianista cubano, que sonha com uma carreira na música e Rita é uma moça bonita que canta em clubes noturnos e, ao que dá a entender no filme, também é um tipo de acompanhante por dinheiro.

A vida dos 2 se cruzam numa noite e, juntando seus talentos, participam de um concurso de rádio que lhes concede um contrato com um hotel para fazer shows.

Numa dessas noites, um produtor americano descobre Rita e acaba a levando para Nova York, para onde Chico também segue separado de seu amor.

Ambos conseguem seguir carreira na música durante suas juventudes, mas diversas reviravoltas acontecem em suas vidas e os mantém separados.

Uma história sobre a vida na antiga Cuba e a relação com os americanos, acompanhado de um drama romântico musical que vale a pena ver e ouvir.

10 de abril de 2017

Livro: Orgulho e Preconceito de Jane Austen

Essa é a capa da edição econômica que eu comprei numa promoção da Saraiva, muito tempo atrás, mas a Martin Claret está relançando seus clássicos em versões capa dura com detalhes dourados que são lindas demais.

Mas como o que importa é o conteúdo, vamos ao que interessa.

É impressionante ler Orgulho e Preconceito (não li as outras histórias do livro), pensar que o texto foi escrito em 1797 e trata de um tema tão atual: o feminismo e o poder de uma mulher com vontade própria.

Se você lembrar que a história foi escrita numa época em que mulheres eram criadas para serem donas de casa e, de preferência, absolutamente submissas e não pensantes, é um choque imaginar que uma mulher daquela época pensou em algo que só viria a acontecer muitos séculos depois, como ter vontade própria, dizer não e impor respeito perante os homens.

A personagem principal, Elisabeth, é uma dessas mulheres que não chamariam a atenção numa sala cheia de beldades, mas que se não era a mulher mais linda do salão, era sem dúvida a com mais personalidade, o que acaba encantando o todo metidinho do Darcy, que foi criado num mundo machista, apesar de ser um cavalheiro tipicamente londrino: educado, mas que achava que lugar de mulher era na cozinha ou coisa parecida, e que não existia mulher inteligente.

Leitura importantíssima para o momento que vivemos, mostrando que as mulheres devem se valorizar e que os homens (claro que não são todos) precisam entender que mulher merece respeito pelo simples fato de ser humana e não só por seu gênero.

Dica, se você for comprar a versão em português, compre as edições da Martin Claret. Eu cheguei a tentar ler de outras 2 outras editoras, mas a tradução da Martin é a mais bonita. A história é a mesma, mas a escolha das palavras faz toda a diferença e dá o tom adequado para o texto da Jane Austen.

3 de abril de 2017

Livro: Diálogos Impossíveis de Luis Fernando Veríssimo

Quem lê um livro de Luis Fernando Veríssimo costuma virar fã por sua linguagem simples e textos bem humorados.

Esse livro é uma coletânea de crônicas, que contam alguns diálogos diferentes e que começa com um texto onde o Drácula e o Batman estão conversando num asilo, passando por outras situações menos fictícias, e outras que até poderiam acontecer na vida real.

É o tipo de livro bom para ler no transporte público, porque são textos curtos e independentes, sendo que a interrupção não fará com que você tenha que voltar 50 páginas, ou pior, para o começo do livro, depois de um tempão sem ler, porque não lembra mais nada. rs

Mas vou alertar que, apesar de curtir muito o autor, alguns textos desta coletânea deixaram a desejar.

Na minha opinião os melhores de todos são "As mentiras que os homens contam" e "Comédias para ler na escola".

27 de março de 2017

Filme: Deadpool

Pensa num filme de heróis que uma criança não deve assistir. Pensa na linguagem mais imprópria possível. Pensa em cenas de nudez e sexo explícitos. Pensa em mortes apresentadas como coisas banais. Pensa num herói que você nem sabe se chama mesmo de herói.

Pensou?

Junta tudo isso e um pouco mais de sarcasmo e humor negro, e você terá Deadpool.

Eu não sou muito de ler quadrinhos de heróis, seja da Marvel ou da DC Comics, mas adoro suas adaptações em séries e filmes, porque não vejo sentido em ler "pow", "bam", "crash", mas adoro ver isso traduzido em imagens de ação.

Nem lembro porquê não fui assistir ao filme nos cinemas, mas quando saiu na TV, decidi dar uma olhada no filme que redimiu Ryan Reynolds como herói, depois do Lanterna Verde (eu não entendo nada, mas eu gostei daquele filme).

A história do Deadpool começa quando Wade Wilson descobre que está com um câncer em estágio terminal e decide se arriscar num tratamento experimental de um laboratório clandestino que acaba transformando-o num ser imortal por acidente.

Com um enorme senso de humor negro e uma sede de vingança pelos caras que tentaram matá-lo depois que o laboratório foi destruído, Deadpool mostra que de herói tem bem pouco, mas que pode ajudar a salvar, à sua moda, o mundo.

Esse filme seria um típico sessão da tarde, não fosse o linguajar inadequado, as cenas de sexo, a nudez, as atitudes do "herói", e a ausência de uma moral em todos os sentidos. Mas é diversão garantida para maiores de 18 (não pelo sexo, mas pelo tom impróprio).

Mal posso esperar pela continuação, prometida para 2018.

20 de março de 2017

Livro: Conversas com um jovem professor de Leandro Karnal

Depois de passar por uma fase em que eu li vários livros que falavam sobre atividades físicas e, principalmente, corridas, por estar iniciando no mundo das corridas, agora estou numa fase de ler tudo o que parece interessante sobre a prática docente, já que em breve começam minhas aulas na pós.

Esse livro estava na minha lista de desejos há algum tempo, mas por causa do preço, a compra havia sido adiada.

Enfim, ganhei um vale compras de presente, e vale compras de livraria, vira festa dos livros pra mim.

Eu preciso admitir que não conhecia Leandro Karnal até pouco tempo, quando ele virou colunista da Radio Band News FM. Ele é historiador e professor de importantes universidades de São Paulo.

Como ele mesmo apresenta, esse livro não tem teorias pedagógicas, nem pretensão de ser tese de nada, somente um testemunho honesto sobre os 30 anos de vivência em salas de aula. Como professor de História, claro, já deu aulas para todas as idades e em todo tipo de escola e relata o dia a dia, as relações com outros professores, coordenadores, diretores, pais, alunos.

Em alguns momentos você ri, porque sabe como a situação é engraçada na realidade ou tem vontade de chorar por saber que alguns problemas, você não passa sozinho e se repetem com frequência nos diferentes níveis escolares e sociais.

Uma coisa interessante são os filmes que ele indica no final de alguns capítulos, com comentários próprios sobre o que é interessante observar no filme e o que é só firula de longa metragem.

Vale a pena a leitura para descontrair um pouco e saber que não se está só nessa batalha diária na vida docente.

13 de março de 2017

Aplicativo: My Asics para plano e instruções de corridas

Eu sou daquelas que adora usar apps que são gratuitos, um pouco por receio de ter meus dados roubados, um pouco (bastante) por questão de economia.

Claro que um app não substitui um bom personal trainer, mas isso é para quem pode pagar por um. Gente como eu ou como você (convenhamos, se você está lendo isso, não está sobrando dinheiro na sua conta para bancar por um bom treinador particular), precisamos agradecer essa generosidade de empresas que se dedicam a partilhar o que podem e tem de melhor.

Eu uso vários aplicativos juntos na hora de registrar atividades físicas, de acordo com o que eles têm de melhor, e nas versões gratuitas nenhum deles atende 100% em nada.

No geral, curto o Endomondo, porque ele registra as estatísticas de forma simples e bonita no site, além de permitir a adição de atividades que foram feitas sem o uso do aparelho e até a edição de atividades que não tiveram, por exemplo, a distância computada, como corridas em esteira. São poucos os recursos indisponíveis para quem não paga pela assinatura Premium, como o plano de treino assistido, que eu testei numa promoção, e achei maravilhoso. Se você quiser escolher um único aplicativo que ajude nas corridas e nos treinos, com certeza, eu recomendo o Endomondo, inclusive se você estiver interessado em pagar pelo plano Premium.

Já para quem vai usar a versão gratuita e quer um app que tenha um plano individualizado, com um "treinador" que lhe diga o que e como fazer durante o treino, baixe já o My Asics.

Um detalhe que pode ser problema para alguns usuários é o fato do app não ter a opção "português" para a voz. Fora isso, é o melhor que eu já testei. O da Nike tem instruções em português, mas as instruções são tão confusas, que num treino de tiros eu fiquei sem saber quando era para correr e quando era a pausa*, o que me deixou mais cansada do que deveria.

Outro detalhe que eu gostei, é o controle de pace. Todo treino tem um pace alvo e ele vai te avisando se seu pace "is too slow" ou "is too fast" (muito devagar ou muito rápido).

O meu teste final com esse app foi na minha primeira corrida depois de 1 ano longe das provas. Eu montei um plano de treino que culminava no dia da prova de 5k. No dia da prova liguei o app e fui sendo avisada quando estava muito devagar ou muito rápido. Eu já sabia que faria uma corrida mais lenta do que o programado, já que não consegui fazer o treino completo, mas não queria ficar muito aquém do programa e deu certo. O objetivo pelo app era de 31'11" e eu consegui fazer em 34'52", tempo mais do que satisfatório para quem tinha se programado terminar a corrida no limite de 45'.

O Asics também tem site e mais recursos, mas eu ainda não tive tempo para testar tudo, já que eu uso o Endomondo para as outras funções, mas eu acredito que quem testar o My Asics vai gostar bastante.

Para todos os efeitos, não custa nada testar! =)

6 de março de 2017

Filme: Para Sempre Alice (Still Alice)

Esse é um daqueles filmes que você precisa de um lençol para usar de lencinho e assistir o filme sem alagar sua casa. Típico filme que eu não assisto numa sala de cinema, para não ficar com a cara roxa de chorar em público.

Destaque para a atuação vencedora do Oscar de melhor atriz, de Julianne Moore, que faz você imergir de cabeça no drama da protagonista, Alice, uma mulher forte, inteligente e independente, que vê sua vida virar de ponta cabeça após um diagnóstico precoce de Alzheimer, doença degenerativa das funções cognitivas da pessoa.

Como o filme retrata, essa doença costuma acometer pessoas de idade avançada, mas em casos raríssimos pode ser herança genética.

Essa notícia muda não só a vida de Alice, mas de toda sua família, pois a doença, que já foi constatada como genética, pode ser detectada via exame e coloca os filhos no dilema de descobrirem precocemente suas chances de terem o mesmo problema ou não.

Com o tempo, fatos, coisas e pessoas começam a não serem lembrados, o que gera problemas, inseguranças e mudanças de planos para os que cercam Alice.

Uma história humana, baseado num romance, que mostra a realidade e as dificuldades que vivem famílias com pessoas acometidas por essa doença e até por quem tem pessoas muito idosas no convívio do seu lar.

Recomendadíssimo, não só pela beleza das interpretações, mas para conhecimento de como são as fases e as dificuldades que passam o paciente e a família.

27 de fevereiro de 2017

Comprando um capacete para moto: dúvidas e respostas!

Essa foi a minha aquisição depois de um monte de dúvidas e buscas para descobrir como se comprava um desses.

Desde muitos anos eu queria aprender a andar de moto. Nem sei dizer direito a razão disso, já que sou medrosa demais para pensar em guiar uma moto pelas avenidas loucas da minha cidade, mas eu acho que pode ser útil um dia, assim como costuma ser útil ter carteira de motorista de carro, mesmo que você não dirija todos os dias. Numa emergência, você pode ser o condutor.

Só que na falta de oportunidade, eu deixei essa vontade guardada lá no fundo da memória.

Num belo sábado, eu fui no Parque do Ibirapuera e decidi passar lá na pista de motos para conversar direto com alguma daquelas moto escolas e encontrei um instrutor muito atencioso, que me explicou como funcionava, o que precisava ser feito e que era recomendado que o aluno providenciasse seu próprio capacete, já que estamos no verão e eles até têm para emprestar, mas... acho que já deu para entender, certo?

Como eu odeio pensar em usar o cecê alheio de um dia de sol, fora os piolhos (rs), achei que era melhor comprar um. Mas como se compra isso?

Essa eu esqueci de perguntar para o instrutor, porque achava que fosse algo do tipo universal.

Primeiro item: o tipo

Pensa que capacete é definido só pela cor ou desenhos? Não! São vários tipos e variam de acordo com o local onde você pretende pilotar sua moto.

Os fechados, como o meu, são uma peça única, completamente fechado, o que garantem mais segurança, já que eles não abrem e dificilmente escapam da cabeça.

Os abertos são capacetes cujo a parte do queixo levanta, assegurando maior conforto para colocar e retirar, além de permitir maior respirabilidade mesmo com o capacete na cabeça, quando na posição aberta. Em escala de segurança, são considerados um pouco menos seguros que os fechados.

Os dois anteriores são os adequados para uso em moto, porém existem modelos como o de casco, muito usado por quem curte aquelas motos do estilo Harley Davidson, que dão mais estilo para o motociclista, mas não asseguram nada além de estilo por não protegerem a cabeça inteira.

Segundo item: o tamanho

Você sabe quantos centímetros tem a circunferência da sua cabeça?

Pois bem, é essa a medida que você precisa saber para comprar o tamanho mais adequado. Além disso, você precisa saber que as bochechas (japas têm bochechas grandes) ficam apertadas dentro do capacete, principalmente, o novo. Mas é assim mesmo. Se você movimentar a cabeça e o capacete chacoalhar, ele está grande. Se você estiver sentindo pressão na região da testa ou a parte alta da cabeça (acima da linha dos olhos), está pequeno.

Ok, e qual o tamanho certo, então?

Pegue uma fita métrica (toda mulher tem uma, então procure sua mãe, irmã, namorada, esposa, vizinha...), vá para a frente de um espelho e passe em volta da cabeça, na altura das suas sobrancelhas. O número que der, é o tamanho do seu capacete. Só para referência, a medida do meu deu 55,5 cm, então o meu tamanho é 56, já que o padrão são números redondos e pares. Na dúvida, consulte seu vendedor e, se possível, compre em loja física para testar o capacete antes de levar.

Terceiro item: os modelos

Não bastasse a existência de vários tipos, tamanho e cores, você ainda vai ter que decidir entre muitos modelos. Claro que o valor que você estiver disposto a gastar num capacete vai ajudar a limitar a variedade, ainda assim, são muitas marcas diferentes.

O modelo mais básico, que sai a partir de R$35,00 (sim, existe, é só procurar na internet), é do tipo fechado, com forro fixo, fechamento por trava no pescoço e viseira transparente.

Existem modelos fechados ou abertos com ventilação. A quantidade de aberturas de ventilação variam bastante e quanto mais ventilação, mais caro.

Os modelos feitos com materiais mais nobres chegam a custar até R$3.000,00

O meu é um fechado com parte do forro removível para facilitar a higienização, e 3 aberturas de ventilação: uma na altura da boca e duas na parte de cima da cabeça. Sinceramente, eu não consigo sentir ventilação alguma com a viseira baixada e fiquei imaginando como é sufocante o inteiro fechado sem ventilação embaixo do sol.

Por fim: os detalhes

O meu, eu comprei no Mercado Livre. Quando chegou, tive a impressão de que o capacete nem entraria na minha cabeça, mas entrou. Depois de colocar, eu preciso ajeitar as bochechas dentro do capacete e fica tudo confortável, exceto pelo calor, mas você acostuma. O fecho do meu parece com um mini cinto de segurança e se solta quando eu puxo a trava. Ele veio com uma capa de couro sintético sobre o fecho, para que o contato com a parte de baixo do queixo seja mais suave. A marca escolhida é um EBF. Não sei qual o conceito dela no mercado, mas sei que é uma marca bem popular. Do modelo mais simples até os mais bonitinhos, você vê muitos deles nas ruas.

Um detalhe muito importante: não esqueça de verificar se o capacete comprado tem o selo do Inmetro! Essa é, pelo menos na teoria, sua garantia de que o capacete atende às especificações básicas exigidas por lei.

20 de fevereiro de 2017

Comida: Rede de fast food japonês, Sukiya

Vamos começar o post ensinando a pronúncia do nome: "su qui iá".

Eu nem sabia que nunca comentei sobre a maior rede de fast food japonesa que desembarcou no Brasil há uns bons anos e já conta com diversas unidades na cidade de São Paulo.

Estava ouvindo a rádio Band News FM e um colunista gringo que fala os lugares que descobriu por São Paulo, comentou sobre a rede, pronunciando do jeito que dói em ouvidos japas, "su quí a" e me ocorreu de corrigir umas coisas que ele falou.

Sim, japa não come sushi e sashimi em seu dia a dia. Isso seria o equivalente a dizer que brasileiro come churrasco ou feijoada todo dia. Mas japa tem opções melhores do que Mc Donalds quando o assunto é comida ligeira, e um dos exemplos é esta rede. O Mathew (nome do colunista da Band) comentou que ficou surpreso ao descobrir que aquilo era fast food japonês e que a rede só tem comida quente, nada de peixe cru.

No Japão, esse não é o único exemplo de comida rápida e mais saudável do que sanduíche. Nas lojas de conveniência você encontra o bento (se lê "ben tô"), que são pratos prontos para comer frio (aqui na Liberdade, em São Paulo, você também encontra várias opções) ou onigiri com ou sem recheio (se lê "ô ni GUI rí", tendo o R som do r em laranja e também vende nas lojas da Liberdade), e em quiosques de rua, o oden (um cozido de legumes variados no shoyu, esse só conhecendo alguma família japa que te convide para comer num dia comum), entre tantas opções rápidas.

O prato chefe do Sukiya é o Gyudon, que custa a partir de R$11,00 e pode ser pedido com o combo de saladinha e refrigerante ou outras opções e acompanhamentos.

Trata-se de uma tigela de arroz branco tipo japonês (é um arroz de grão mais curto e gordinho) coberto com uma porção de carne cortada em fatias finas que são cozidas em molho de shoyu levemente adocicado com cebolas.

Sou suspeita, mas para mim é o melhor PF (prato feito) para comer quando se está com pressa e querendo gastar pouco. Um Gyudon GG* com refrigerante sai mais em conta do que o número 1 do Mc Donalds e alimenta bem melhor.

Tem umas opções que consideramos meio bizarras e só existem no cardápio brasileiro, como molho de tomate e queijo ralado, mas tem gosto para tudo e de repente, você possa gostar mais dessa combinação.

Eles têm o kare raisu (a gente fala "ka rê ra i çú", com todos os Rs sempre pronunciados como r de laranja) ou Curry com Arroz, mas à moda japonesa e não indiana. Ele é bem suave e dá para uma criança comer com tranquilidade, diferente do Kare de uns restaurantes japoneses mais típicos, que tem até grau e são beeem ardidos.

A última novidade do cardápio (mentira, a penúltima) foi o Lamen (que a gente pronuncia "ráá men", sempre com o R de laranja) que não é da mesma qualidade de restaurantes especializados no prato, mas considerando que custa só R$15,00 na versão tradicional, não decepciona e satisfaz bem até demais.

Minhas sugestões são Gyudon com ontama e combo de refrigerante com karaage (traduzindo, uma tigela de arroz com carne e ovo de gema mole + refrigerante e frango frito à moda japonesa), kare com fukujinzuke e o mesmo combo de refri e karaage (arroz com curry e porção de conserva de legumes em shoyu adocicado) ou o Tokyo Shoyu Lamen que tem caldo feito com shoyu.

Não deixe de pegar uma casquinha na saída. É igual a do Mc Donalds, mas não tem a fila que forma no quiosque do Mc**.

* O GG eu nunca pedi. Na verdade, quando eu estou morrendo de fome, eu arrisco um M, mas no geral eu peço um P e quem me conhece sabe que eu como bem.
** Esse comentário é porque, na Liberdade, o Mc é o vizinho de parede do Sukiya. Estranhamente, o quiosque do Mc está sempre lotado e o do Sukiya, dificilmente tem mais de 1 pessoa aguardando. Talvez seja a mania de paulistano gostar de um fila. rs

As imagens são do site oficial da rede Sukiya Brasil

13 de fevereiro de 2017

Filme: A Garota Dinamarquesa (The Danish Girl)

Que história encantadora, cheia de problemas, mas repleta de carinho e amor. E que atuações incríveis, com indicações e prêmios mais que merecidos.

A Garota Dinamarquesa é baseado em uma história real, contado num livro de ficção, de uma pessoa que nasceu Einar Wegener, mas não se sentia homem e conseguiu se submeter a primeira cirurgia de mudança de sexo conhecida no mundo, tornando-se Lili Elbe.

O filme mostra os dilemas vividos, quando já casado, se sentia estranhamente atraído pelos acessórios e trajes femininos. Aos poucos, a mulher dentro dele começou a dominá-lo e com o amor e carinho de sua própria mulher, encontra coragem para buscar o que acredita, lhe fará mais feliz e completa.

Inicialmente, na busca por tratamento para sua aparente infertilidade, encontra uma porção de médicos, que naquela época (por volta de 1930), achavam que ele estava louco ou com algum tipo de transtorno obsessivo, até que ele encontra um médico que acredita na possibilidade de uma pessoa nascer no "corpo errado" e, alertando sobre os riscos, disse que aceitaria fazer a cirurgia, mesmo não podendo assegurar os resultados.

Em uma busca na internet, encontrei algumas críticas sobre a forma que a história foi retratada no filme, que não explica como e se eles haviam se separado, como era a vida depois que Einar se assumiu Lili perante a mulher, ou quais as reais complicações que levaram à morte, Lili.

Independente disso, o filme nos faz pensar quanta coragem Einar teve que ter para, numa época em que homossexuais eram espancados e desprezados pela sociedade, assumir que não era homem, quão mente aberta teve que ser sua esposa (a mesma pesquisa feita diz que ela era, provavelmente, lésbica ou bissexual, haja vista suas pinturas), a sorte que eles tiveram de encontrar um médico que acreditasse na condição de Einar, sem julgá-lo como aberração, como tantos outros médicos fizeram ao longo da vida de Einar e quão importante é ter o apoio de amigos e familiares nesses momentos.

Seja fiel ou não à história real de Einar/Lili, é um filme lindo, emocionante, que mostra por que Eddie Redmayne conquistou Hollywood e Alicia Vikander levou um Oscar.

Não esqueça a caixa de lencinhos.

6 de fevereiro de 2017

Review: Cinta Peitoral de Monitoramento Cardíaco com Bluetooth e ANT+ da Geonaute

Após 2 anos de uso intenso, a cinta ANT+ que eu tinha da Motorola morreu!

Primeiro pensei que fosse a bateria. Troquei por uma nova e nada feito. Achei que o plugin do ANT+ no celular estivesse com problema, quase resetei meu celular (ainda bem que não o fiz) e cheguei a conclusão de que o problema não era o ANT+, mas a cinta.

Eu lembrava de já ter visto os preços antes e comecei a coçar a cabeça, pensando onde comprar um que não fosse os olhos da cara, já que é para durar só 2 anos, então, após visitar o Mercado Livre, vi esse da Geonaute, que é vendido pela Decathlon.

Acredite se quiser, o equivalente sem marca, no Mercado Livre, custa a mesma coisa. A diferença é que na Decathlon tem nota fiscal, a possibilidade de comprar direto na loja e garantia da marca e da loja.

Primeiro ia comprar um só com ANT+ de novo, que saia R$60,00 a menos, mas como alguns aplicativos esportivos não identificam o padrão ANT+, achei que valia investir a diferença e comprar o dupla tecnologia, ou seja, tenho como usá-lo com aparelhos ANT+ ou Bluetooth Smart.

A faixa elástica é muito confortável, arrisco dizer que o elástico desse da Geonaute tem um toque mais agradável que o meu falecido da Motorola, mas a parte de contato é feita em material siliconado, então, se você ficar longas horas como eu fiz num domingo que sai para caminhar e andar de bicicleta e depois fiquei passeando no shopping com ele, pode acabar com a pele queimada.

Claro que para uso normal, você nem sente a existência dele, que se ajusta bem e fica firme no lugar, apesar do fecho ser somente um gancho plástico.

Quando comprei, achei que o fecho pudesse se soltar, mas não. Você encaixa e ele fica direitinho.

O monitor usa a mesma bateria botão CR2032 que todas as cintas que eu conheço, só não tenho como afirmar a durabilidade da bateria, mas se for como os demais, no mínimo 6 meses de uso até ser necessário realizar uma troca, isso considerando que você use todos os dias.

Em termos de sincronismo, pelo menos com meu celular, foi super rápido, apesar do manual alertar que pode demorar minutos.

Para concluir, recomendo a compra, porque é bem mais em conta do que o da Polar, funciona com todos os aplicativos disponíveis no mercado, desde que seu celular tenha os padrões ANT+ e Bluetooth, é confortável e funciona.

30 de janeiro de 2017

Livros: Coleção do Professor Pier

Lá na Bienal de 2008, eu lembro de ter visto os títulos no estande da editora, achado interessante, mas por alguma razão eu não os comprei.

A conversa muda na Bienal de 2016, que eu fui acompanhada por uma amiga que é blogueira literária e fã da editora Aleph. Por causa dela, nós paramos várias vezes no estande da editora e numa delas, quando estava mais vazio, uma atendente do estande me viu folheando os livros e avisou que a edição anterior estava em promoção. Eu, que já tinha interesse na coleção, ouvi a palavra mágica e não pude resistir: comprei logo a coleção completa!

A coleção é composta dos títulos Aprendendo Inteligência, Estimulando Inteligência, Ensinando Inteligência e Inteligência em Concursos.

Todos eles são livros curtos, de leitura rápida, com muitas frases inspiradoras de filósofos, sociólogos, entre outros, além do texto direto e sincero do professor Pier, um italiano de nome bem característico (Pierluigi Piazzi, dá para soar mais italiano? rs), que foi professor a maior parte de sua vida, lecionando para todo tipo de gente, conhecendo todo tipo de aluno e professor, que divide aqui o que sua experiência lhe ensinou e como tirar proveito disso.

O livro 1, Aprendendo Inteligência é direcionado aos estudantes que querem melhorar seu aproveitamento e ensina técnicas para aprender o conteúdo em vez da velha tática da decoreba para passar na prova. Claro que envolve um pouco de dedicação do aluno, mas lendo o livro, o estudante perceberá que pode fazer menos e aprender mais usando a metodologia sugerida pelo professor, do que aquele montão de coisa de última hora.

O livro 2, Estimulando Inteligência é destinado aos pais e responsáveis por estudantes, que precisam saber que só boletim de nota 10 não indica bom aproveitamento escolar e explica aos pais como identificar se seus filhos estão aprendendo o conteúdo ensinado na escola ou se só estão fazendo o mínimo necessário para entregar aquele notão que os pais cobram no final do período de provas.

O livro 3, Ensinando Inteligência é voltado para o corpo docente, que inclui diretores e coordenadores pedagógicos, que precisam, de fato, entender que quando se vende o ensino, como se vende hoje, todo mundo sai perdendo. As experiências citadas no livro são ótimas e vão me ajudar na minha pós em educação, com certeza.

O livro 4, Inteligência em Concursos traz um apanhado de todas as dicas dadas nos outros livros, direcionado ao público que estuda para concursos e vestibulares, porque para esse tipo de prova, a fórmula da decoreba, definitivamente, não funciona! Esse eu recomendaria em especial para os futuros colegas da advocacia, que vão encarar o Exame de Ordem e precisam, muito, aprender a estudar de maneira eficiente, porque o conteúdo da prova é cada vez maior, As dicas para raciocínio mais ágil também podem ajudar muito, já que o tempo é curto.

Recomendadíssimo a leitura da coleção completa, independente de qual seja o seu status, porque todas elas dão uma visão ampla de como anda o nosso sistema educacional e o que você pode fazer para melhorar a sua parte.

ps1: as capas dos meus livros são diferentes, porque essas são as capas novas. Sinceramente, Aleph, eu gosto mais das capas dos meus livros. rs
ps2: todas as imagens foram extraídas do site da editora Aleph, que publica os livros citados.