Eu estou escrevendo sobre esse filme tardiamente, porque eu fui assistir quase 1 mês após a estreia.
Devo ter sido a única pessoa na face da Terra que pedia para todos que foram assistir nos primeiros dias, por spoilers. Todos os spoilers possíveis.
Por quê? Porque eu queria saber se valia a pena assistir, se ia chorar muito, se eu sairia satisfeita com o desfecho, uma vez que eu sai triste da primeira parte dessa história.
Eu acho que vale a pena assistir, porque o filme ficou bem legal. Diferente dos demais, porque ele precisava explicar várias coisas durante as 3 horas que, diga-se de passagem, você nem nota passar.
Por incrível que pareça eu não chorei. Um amigo disse que eu sou insensível! rs Não é que não dê aquele nó na garganta, que você não tenha que segurar o choro, mas eu não deixei as lágrimas escorrerem.
O desfecho foi ótimo, mas ainda estou furiosa com a morte de uma de nossas heroínas (eu acho que não faz diferença dizer quem a essas alturas, mas não vou escrever o nome). Uma pessoa, quando estava me contando sobre o filme, disse que ela teve uma morte digna. Que se foda a dignidade!!! Eu queria que ela seguisse viva e ponto! Já temos tão poucas heroínas e de repente matam 1. Quem devia ter morrido era ele (o outro na mesma cena, que eu também não vou dizer quem é).
SPOILER ALERT (se for necessário, fica o aviso para não reclamar depois)!!!
A cena que eu mais amei de todas no filme todo foi durante a batalha, quando a Capitã Marvel entra em cena, o Menino Aranha (não dá para chamar aquele cara de fraldinha de Homem rs) está com a luva na mão e foi arremessado contra uma pedra, ela pega a luva e o menino diz "eu não sei como você vai passar" (ou algo parecido com isso, porque eu sou péssima para lembrar falas) e de repente aparecem todas as personagens femininas dizendo que elas irão ajudar. GIRL POWER!!!
Achei isso uma homenagem linda às mulheres, batalhadoras, lutadoras, sofredoras, mas, acima de tudo, irmãs, companheiras, parceiras. Sexo frágil o caramba.
E, claro, a cena final do filme, com o capitão Rogers velhinho, falando de amor, num dos casais que todo mundo "shipa", é fofo. De encher o coração.
Se você não assistiu, mas curte o universo Marvel, demorou. Vai na fé, porque o filme está demais. Marvel e Disney não decepcionam. Lembre-se, muita pipoca e nada de líquidos para não ter que sair toda hora para ir ao banheiro.
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17 de junho de 2019
25 de março de 2019
Filme: Capitã Marvel (Captain Marvel)
Esse filme merece interromper a sequência das minhas crônicas.
Eu não sei se já comentei antes, mas não curto quadrinhos de heróis de nenhuma das editoras. Já os filmes de ação são totalmente meu tipo de filme, que me fazem sair de casa e pagar ingresso no cinema.
Não sei até onde é ou não fiel aos quadrinhos e isso não me importa, eu sei que estou apaixonada pela história da Capitã Marvel que foi apresentada no cinema.
O filme começa num ritmo absolutamente diferente dos demais filmes da franquia Marvel e Avengers, com mais humanidade do que os filmes com heróis masculinos, explicando a trajetória da Carol para a recruta Kree.
Uma história sobre superação feminina num mundo masculino, as limitações impostas pelos pais com aquele velho papo de "isso é coisa de menino", uma garota destemida e que sabe cair e levantar.
Ex-piloto de aviões da força aérea norte americana, que não se recorda de sua vida na Terra, se vê enfrentando fantasmas de um passado obscuro, em treinamento no exército dos Kree e lutando contra os Skrull, quando acaba caindo na Terra e precisa descobrir seu passado para seguir sua vida.
O filme rende risadas quando mostra as tecnologias da época como internet discada, PC com suas super capacidades de processamento com telas de tubo e o velho pager/bip, além de uma famosa rede de locadora de fitas de vídeo cassete!
Ah, e aqui o Coulson é um novato, além do Fury ainda ter os 2 olhos.
Eu sei que talvez seja considerado spoiler (já estou avisando, se continuar lendo é por sua conta e risco, sem direito a reclamação!!!), na abertura do filme, a Marvel fez uma linda homenagem ao criador de todo esse universo que tem encantado o mundo e transformou os Avengers numa grande sensação e referência de filmes de super heróis, Stan Lee, com imagens das participações dele nos filmes anteriores.
Por favor, assistam!!!
Se Mulher Maravilha (eu sei que ela é da DC) já foi sobre a força da mulher, esse filme mostra o lado das mulheres reais, que estão no nosso mundo, buscando seu lugar ao sol, quebrando barreiras nas profissões e que pararam de permitir que homens digam onde é nosso lugar, com a melhor versão de "lugar de mulher é onde ela quiser"!
Obrigada Marvel. Obrigada Stan Lee.
Eu não sei se já comentei antes, mas não curto quadrinhos de heróis de nenhuma das editoras. Já os filmes de ação são totalmente meu tipo de filme, que me fazem sair de casa e pagar ingresso no cinema.
Não sei até onde é ou não fiel aos quadrinhos e isso não me importa, eu sei que estou apaixonada pela história da Capitã Marvel que foi apresentada no cinema.
O filme começa num ritmo absolutamente diferente dos demais filmes da franquia Marvel e Avengers, com mais humanidade do que os filmes com heróis masculinos, explicando a trajetória da Carol para a recruta Kree.
Uma história sobre superação feminina num mundo masculino, as limitações impostas pelos pais com aquele velho papo de "isso é coisa de menino", uma garota destemida e que sabe cair e levantar.
Ex-piloto de aviões da força aérea norte americana, que não se recorda de sua vida na Terra, se vê enfrentando fantasmas de um passado obscuro, em treinamento no exército dos Kree e lutando contra os Skrull, quando acaba caindo na Terra e precisa descobrir seu passado para seguir sua vida.
O filme rende risadas quando mostra as tecnologias da época como internet discada, PC com suas super capacidades de processamento com telas de tubo e o velho pager/bip, além de uma famosa rede de locadora de fitas de vídeo cassete!
Ah, e aqui o Coulson é um novato, além do Fury ainda ter os 2 olhos.
Eu sei que talvez seja considerado spoiler (já estou avisando, se continuar lendo é por sua conta e risco, sem direito a reclamação!!!), na abertura do filme, a Marvel fez uma linda homenagem ao criador de todo esse universo que tem encantado o mundo e transformou os Avengers numa grande sensação e referência de filmes de super heróis, Stan Lee, com imagens das participações dele nos filmes anteriores.
Por favor, assistam!!!
Se Mulher Maravilha (eu sei que ela é da DC) já foi sobre a força da mulher, esse filme mostra o lado das mulheres reais, que estão no nosso mundo, buscando seu lugar ao sol, quebrando barreiras nas profissões e que pararam de permitir que homens digam onde é nosso lugar, com a melhor versão de "lugar de mulher é onde ela quiser"!
Obrigada Marvel. Obrigada Stan Lee.
6 de novembro de 2017
Filme: O Quarto de Jack (Room)
Esse filme é daqueles que você assiste com uma caixa de lencinhos e o coração na mão, porque é um filme baseado em milhares, senão milhões, de histórias de abusos e sequestros ao redor do mundo.
Por esse filme, a atriz Brie Larson ganhou muitos prêmios, entre eles o Oscar de melhor atriz e o pequeno Jacob Tremblay, uma indicação.
Eu assisti ao filme num dos dias do feriado prolongado passado, que eu decidi, ia ficar só na preguiça depois de semanas trabalhando de domingo a domingo.
Zapeando os canais, descobri que estava passando esse filme, mas perdi o começo, então não sei bem como foi que Joy, a protagonista, foi parar no cativeiro e muito menos em que momento ela engravida ou onde foi o parto de Jack, que nasceu e sempre viveu dentro daquele quarto.
Mas sei que o filme mostra o dia a dia de Joy, que foi sequestrada e precisa manter suas esperanças para seguir viva e tentar tirar ao menos Jack de lá.
O pequeno Jack cresce conhecendo somente o mundo entre aquelas quatro paredes e o amor de sua mãe, mas ela sonha em mostrar o mundo que existe para ele. Ele acredita que o mundo que ele vê através de uma TV é só ficção, já que ele nunca viu uma árvore ou um gramado de verdade.
Então elaboram um plano para enganar Nick, o homem que os mantém presos, para que pelo menos Jack possa fugir e conhecer o mundo fora do quarto.
Uma história que mostra a maldade que pode existir nas pessoas, a diferença que pode fazer a manifestação de alguém que suspeita de alguma situação atípica e a necessidade de amor ao próximo.
Por esse filme, a atriz Brie Larson ganhou muitos prêmios, entre eles o Oscar de melhor atriz e o pequeno Jacob Tremblay, uma indicação.
Eu assisti ao filme num dos dias do feriado prolongado passado, que eu decidi, ia ficar só na preguiça depois de semanas trabalhando de domingo a domingo.
Zapeando os canais, descobri que estava passando esse filme, mas perdi o começo, então não sei bem como foi que Joy, a protagonista, foi parar no cativeiro e muito menos em que momento ela engravida ou onde foi o parto de Jack, que nasceu e sempre viveu dentro daquele quarto.
Mas sei que o filme mostra o dia a dia de Joy, que foi sequestrada e precisa manter suas esperanças para seguir viva e tentar tirar ao menos Jack de lá.
O pequeno Jack cresce conhecendo somente o mundo entre aquelas quatro paredes e o amor de sua mãe, mas ela sonha em mostrar o mundo que existe para ele. Ele acredita que o mundo que ele vê através de uma TV é só ficção, já que ele nunca viu uma árvore ou um gramado de verdade.
Então elaboram um plano para enganar Nick, o homem que os mantém presos, para que pelo menos Jack possa fugir e conhecer o mundo fora do quarto.
Uma história que mostra a maldade que pode existir nas pessoas, a diferença que pode fazer a manifestação de alguém que suspeita de alguma situação atípica e a necessidade de amor ao próximo.
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