12 de fevereiro de 2018

Filme: Um Senhor Estagiário (The Intern)

Esse filme vale a pena ser assistido para reflexão. Ele mostra tudo o que acontece no cenário atual, tanto na vida dos jovens, das mulheres e dos idosos.

Jules (Anne Hathaway) é uma empresária de sucesso num e-commerce de moda feminina. Ela cuida pessoalmente de vários detalhes e conta com uma equipe engajada que se mostra muito fiel a ela.

Junto à vida de empresária, ela tem um casamento moderno, com um marido do lar, que cuida da filha do casal e dos afazeres domésticos.

Nessa loucura, de uma empresa que começou na sala de casa, para uma empresa com 200 funcionários, ela precisa ampliar seu quadro de pessoal e, por uma falha de comunicação, eles promovem um programa de estágio para idosos.

Ben (Robert de Niro) é um viúvo que quer se sentir incluso e vê no anúncio uma oportunidade para voltar ao mercado de trabalho. Ex-executivo, foi um dos selecionados e descobre que o mundo corporativo mudou, principalmente no quesito tecnologia.

O filme mostra esse mix de jovens da geração 100% digital, com seus iGadgets, e um senhor que viu seu negócio de listas telefônicas morrer, trocando experiências. Ele aprendendo com os jovens como mexer num computador e os jovens aprendendo regras de convivência social no mundo real.

Também mostra a resistência do mercado em aceitar os idosos como valiosos, só porque não entendem de tecnologia, quando eles têm muito a ensinar pela vivência nesse mundo presencial.

Problemas de relacionamento, os conflitos de interesses entre casamento e carreira, inclusão dos idosos no mercado de trabalho, experiências criativas e de negócios, tudo isso aparece num filme leve e encantador com dois atores sensacionais.

Vale a pena assistir seja por mera diversão ou para reflexão para o mundo moderno dos negócios e seus atores.

5 de fevereiro de 2018

Filme: Box DVD da trilogia de O Senhor dos Anéis (Lord of the Rings)

Na sequência do post do livro, claro, o post dos filmes.

Minha intenção inicial era assistir aos filmes todos de uma vez só, no natal. Quando eu disse para um amigo, ele só comentou que eu deveria lembrar de me alimentar durante o filme para não morrer seca e eu não tinha entendido. Ao terminar o primeiro filme eu entendi e parei a tentativa de assistir tudo de uma vez só, até porque ainda não tinha terminado de ler a saga completa.

Os 2 primeiros duram um pouco menos que 3 horas e o último passa um pouco das 3 horas de filme. É bastante tempo, mas ainda assim fica a sensação de que faltou alguma coisa.

Não, eu não sou do tipo puritana, que afirma que livro é melhor do que filme, porque acho que são coisas diferentes, ainda que o filme seja baseado num livro. Senhor dos Anéis, com todos os mínimos detalhes do livro seriam um filme de 1 mês e não 3 horas cada! rs

De novo, recomendo fortemente que você leia o livro antes de assistir ao filme, porque muitos detalhes que eu acho importantes foram cortados do filme e deixam algumas passagens sem sentido. Na verdade, quem assiste sem ler talvez nem se dê conta do "buraco" que ficou na história, mas eu acho que algumas coisas, simplesmente, não fariam sentido sem algumas informações que você só consegue no livro.

Para quem ler primeiro, fica a maravilha de ver os cenários lindos e outros perfeitamente horrendos, como descritos no livro.

Alguns personagens eu tinha imaginado bem diferentes do que vi no filme, por exemplo, os pés dos hobbits me pareciam bem mais rústicos no livro do que são no filme. Os elfos que eu não tinha visualizado do mesmo tamanho que os homens grandes e com uma aparência mais de fadas, tipo Sininho (por favor, fãs de LOTR, não fiquem bravos, eu só estou tentando descrever o que eu imaginava). E os ents que eu pensava que eram muito maiores e robustos.

Em poucas palavras, eu descreveria o primeiro filme como "a história do livro sem lenga lenga", mas do segundo em diante eu achei que eles cortaram detalhes importantes, apesar de manterem um ótimo ritmo para o filme.

Senti falta da parte final do Condado, que na minha modesta e humilde opinião, dava um brilho especial para o encerramento da história, e não entendi porque fizeram uma mudança estranha para o fechamento do filme.

Destaque especial para o Legolas, o personagem mais bonito. Não estou falando do ator, que eu nem acho tudo isso. Estou falando do personagem mesmo. O elfo, de pele muito clara, cabelos longos dourados, com cara de anjo e uma paz na feição que me encantou, sem contar o tom de voz de um mensageiro de paz.

Não posso dar mais detalhes do que eu achei sem spoiler, então eu paro por aqui.

Fica a recomendação para assistir ao filme, com certeza! Uma super produção que mereceu todo o alvoroço da época e que merece ser apreciada, ainda que seja um teste de resistência para ficar no sofá.

29 de janeiro de 2018

Livro: O Senhor dos Anéis - volume único, de J. R. R. Tolkien

Missão cumprida!

Não tem outro jeito de começar esse post, já que é uma missão ler O Senhor dos Anéis em volume único!

Minha "missão" começou quando, conversando com umas amigas sobre aventuras, elas insistiram que eu lesse o livro, porque acreditavam que eu gostaria da saga.

Decidi arriscar, porque a quantidade de páginas nem era das mais assustadoras (se considerar, por exemplo, que Harry Potter, do 1 ao 7 tem, aproximadamente, 3.283 páginas), tendo 1.228.

Comecei no final do ano passado e consegui encerrar a saga na segunda semana de 2018. Nada mal para quem estava quase sem tempo para ler e com o sono atrasado.

A vontade de terminar logo a leitura tinha muito a ver com o fato de que eu havia decidido ler primeiro e assistir ao filme depois, já que ao final da leitura de "Sociedade do Anel", eu assisti o primeiro dos 3 filmes e descobri que sem o livro, várias partes ficam sem sentido ou incompletos.

O livro começa no Condado onde vivem os hobbits, serem pequenos, menores que anões, e que levam a vida mais pacata de qualquer outra região. São praticamente desconhecidos, porque são pequenos e vivem escondidos em tocas, aquelas coisas fofas que todo mundo já deve ter visto, nem que seja no cartaz do filme, com portas redondas e rodeadas por jardins floridos.

O foco da história está em um anel, O um anel, que teria o poder de dominar a tudo e a todos. Um anel com vontade própria e que contamina quem o detém. Mas agora, a Sociedade do Anel tem uma certeza, ele deve ser destruído, como deveria ter acontecido na última grande batalha, mas que por culpa da ganância de um homem, não foi e a maldição do anel voltava a afetar a paz da Terra-Média.

O livro passa em cenários descritos em detalhes que só botânicos conseguiriam visualizar (tem nome de cada árvore que eu nunca ouvi na vida, que só buscando no Google para saber o que Tolkien dizia) e parte do princípio que o leitor tem uma noção absurda de direção. É um tal de viraram a direita na árvore tal, depois rumaram ao norte, depois viraram para o leste... gente, eu não sei dizer nem para que lado estou virada quando estou na rua, imagina num mundo descrito?

Mas muita calma, antes que fãs incondicionais de Tolkien que, eventualmente, possam estar lendo isso, eu não disse que a história é ruim. Muito pelo contrário. Tolkien que cansa quando começa a enrolar muito com descrições de caminhos incompreensíveis para a maioria (me incluo nesse grupo), faz descrições deslumbrantes de passagens históricas e personagens como poucos autores fazem. O cuidado em explicar a ligação entre as pessoas, os reinos, o passado e o presente da história, são de deixar qualquer leitor apaixonado.

Uma parte que minhas amigas disseram ter achado enfadonho era a festa de Bilbo, logo no começo da história, mas eu adorei! Saber como eram os costumes dos hobbits, como foi a festa, as picuinhas de parentes e conhecidos, e até os bicos, show de bola!

E a cada novo reino visitado, novos personagens conhecidos, você se encanta. Eu só queria que ele tivesse economizado no "vira a direita, ruma para o norte depois que passa um lugar, ruma para leste depois do tal ponto", porque eu não consigo visualizar pontos cardeais. Só não me senti só nessa sensação, porque quando contei para uns amigos sobre isso, eles concordaram que era desnecessário ficar indicando direção.

Enfim, eu gostei, mas para ser muito sincera (por favor, isso é só uma questão de preferência que, eu sei, muitos descordam) eu ainda prefiro Harry Potter e até Percy Jackson.

Recomendo a leitura antes do filme, fortemente, porque sem as informações do livro, algumas passagens do filme podem ficar sem sentido ou faltando um sentido e, não leiam o livro achando que cada parte é independente, porque não é. O ideal é que você leia em volume único para não ficar como eu fiquei ao final da última página da primeira parte, com cara de "WTF?". rs

E se for comprar o livro é bom fazer uma boa pesquisa. Eu comprei o volume único por menos da metade do preço que se vê por aí, porque aproveitei uma promoção de momento da Livraria Saraiva e nem era Black Friday.

Boa Leitura!

ps: mais alguém acha que Sam é o verdadeiro herói?

22 de janeiro de 2018

App Review: NTC - Nike Training Club - Treinos e Exercícios Fitness

Resoluções de ano novo, lá vamos nós!!!

Neste ano, nada de promessa de que vou voltar para a academia, porque eu sei que não vou. Mas sei que consigo me exercitar em casa, diariamente, porque isso não exige deslocamento.

Mas como fazer isso sem ter equipamentos? Simples, com um app apropriado!

Como escolher um app em meio a tantos?
Eu fui pela marca! E até o momento não me arrependi.

A Nike tem feito vários apps por tipo, mas esse do Nike Training Club tem todas as modalidades e para todos os níveis, além de considerar o fato de você ter ou não acesso a equipamentos.

A divulgação desse app ganhou força durante as Olimpíadas, porque eles usaram diversos atletas de destaque para montar treinos mais avançados para o app.

Como estou começando do zero (depois de tanto tempo eu e um sedentário estamos no mesmo nível), escolhi um treino sem aparelhos e para iniciante. ADOREI!

Ele monta um treino baseado no que você diz que pode fazer e o quanto pode fazer. Você pode ir adaptando os dias dos treinos e o nível do seu treino.

O app conta com vídeos explicativos e com treino guiado por uma voz que vai explicando o que você precisa fazer, assim, num treino de yoga, você pode ir se movimentando sem ter que ficar olhando para a tela.

Ele também te dá a opção de ligar sua playlist durante os treinos e o volume da música abaixa automático nas partes em que a voz do app aparece para explicar um exercício.

Ao final de cada treino ele pergunta como você avalia o esforço realizado e o local do seu treino para ter informações para montar seu próximo treino. Isso eu ainda não tenho como dizer se funciona, mas até o momento estou bem satisfeita com a variedade de exercícios e o ritmo que ele adota.

Se você tem entre suas resoluções voltar ou começar a se mexer, esse app simples de usar pode te ajudar. O melhor, é de graça!