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20 de fevereiro de 2017

Comida: Rede de fast food japonês, Sukiya

Vamos começar o post ensinando a pronúncia do nome: "su qui iá".

Eu nem sabia que nunca comentei sobre a maior rede de fast food japonesa que desembarcou no Brasil há uns bons anos e já conta com diversas unidades na cidade de São Paulo.

Estava ouvindo a rádio Band News FM e um colunista gringo que fala os lugares que descobriu por São Paulo, comentou sobre a rede, pronunciando do jeito que dói em ouvidos japas, "su quí a" e me ocorreu de corrigir umas coisas que ele falou.

Sim, japa não come sushi e sashimi em seu dia a dia. Isso seria o equivalente a dizer que brasileiro come churrasco ou feijoada todo dia. Mas japa tem opções melhores do que Mc Donalds quando o assunto é comida ligeira, e um dos exemplos é esta rede. O Mathew (nome do colunista da Band) comentou que ficou surpreso ao descobrir que aquilo era fast food japonês e que a rede só tem comida quente, nada de peixe cru.

No Japão, esse não é o único exemplo de comida rápida e mais saudável do que sanduíche. Nas lojas de conveniência você encontra o bento (se lê "ben tô"), que são pratos prontos para comer frio (aqui na Liberdade, em São Paulo, você também encontra várias opções) ou onigiri com ou sem recheio (se lê "ô ni GUI rí", tendo o R som do r em laranja e também vende nas lojas da Liberdade), e em quiosques de rua, o oden (um cozido de legumes variados no shoyu, esse só conhecendo alguma família japa que te convide para comer num dia comum), entre tantas opções rápidas.

O prato chefe do Sukiya é o Gyudon, que custa a partir de R$11,00 e pode ser pedido com o combo de saladinha e refrigerante ou outras opções e acompanhamentos.

Trata-se de uma tigela de arroz branco tipo japonês (é um arroz de grão mais curto e gordinho) coberto com uma porção de carne cortada em fatias finas que são cozidas em molho de shoyu levemente adocicado com cebolas.

Sou suspeita, mas para mim é o melhor PF (prato feito) para comer quando se está com pressa e querendo gastar pouco. Um Gyudon GG* com refrigerante sai mais em conta do que o número 1 do Mc Donalds e alimenta bem melhor.

Tem umas opções que consideramos meio bizarras e só existem no cardápio brasileiro, como molho de tomate e queijo ralado, mas tem gosto para tudo e de repente, você possa gostar mais dessa combinação.

Eles têm o kare raisu (a gente fala "ka rê ra i çú", com todos os Rs sempre pronunciados como r de laranja) ou Curry com Arroz, mas à moda japonesa e não indiana. Ele é bem suave e dá para uma criança comer com tranquilidade, diferente do Kare de uns restaurantes japoneses mais típicos, que tem até grau e são beeem ardidos.

A última novidade do cardápio (mentira, a penúltima) foi o Lamen (que a gente pronuncia "ráá men", sempre com o R de laranja) que não é da mesma qualidade de restaurantes especializados no prato, mas considerando que custa só R$15,00 na versão tradicional, não decepciona e satisfaz bem até demais.

Minhas sugestões são Gyudon com ontama e combo de refrigerante com karaage (traduzindo, uma tigela de arroz com carne e ovo de gema mole + refrigerante e frango frito à moda japonesa), kare com fukujinzuke e o mesmo combo de refri e karaage (arroz com curry e porção de conserva de legumes em shoyu adocicado) ou o Tokyo Shoyu Lamen que tem caldo feito com shoyu.

Não deixe de pegar uma casquinha na saída. É igual a do Mc Donalds, mas não tem a fila que forma no quiosque do Mc**.

* O GG eu nunca pedi. Na verdade, quando eu estou morrendo de fome, eu arrisco um M, mas no geral eu peço um P e quem me conhece sabe que eu como bem.
** Esse comentário é porque, na Liberdade, o Mc é o vizinho de parede do Sukiya. Estranhamente, o quiosque do Mc está sempre lotado e o do Sukiya, dificilmente tem mais de 1 pessoa aguardando. Talvez seja a mania de paulistano gostar de um fila. rs

As imagens são do site oficial da rede Sukiya Brasil

14 de novembro de 2016

Sobremesa: Snow Fall, raspadinha coreana

A Snow Fall inaugurou sua loja no bairro da Liberdade, em São Paulo, pouco antes do feriado de Nossa Senhora aparecida, na Rua dos Estudantes.

A loja é pequena, bonitinha, e bem mal projetada. Num dia de calor, com muitas pessoas querendo pagar o que eles cobram, muita gente vai desistir, porque a fila, necessariamente ficará na rua. E buscar alternativas não é difícil. Uma opção mais ligeira, seriam as paletas mexicanas mais baratinhas que vendem na loja na esquina da frente ou o frozen yogurt por quilo vendido na sorveteria na Praça da Liberdade.

O seu carro-chefe são as raspadinhas à moda coreana, ou seja, gelo raspado coberto com uma porção de coisas gostosas. O meu, da foto, tem leite condensado, azuki (doce de feijão doce), moti (bolinho de arroz na versão doce) e morangos picados.

Eles têm outros itens no cardápio como sorvete tipo italiano, macarons com recheio de sorvete, smoothies com ou sem pobá (um tipo de sagu chinês), além de café, água e chá.

Agora vem o susto (pelo menos eu levei um). O copinho da foto é pequeno e custa R$12,00, se fosse o grande sairia por R$19,00.

Eu vi muita gente ouvindo o preço (que por alguma razão não está no cardápio) e dando meia volta, porque a curiosidade não era tanta como a minha, que levei o susto, mas encarei só porque queria muito saber o que tem de especial.

É gostoso, mas, sinceramente, R$12,00 por um copo com um punhado de raspas de gelo com um punhadinho de doce em cima, não me parece valer tudo isso.

Talvez eu volte lá para tomar um sorvete tipo italiano, que custa R$14,00 o copo de 2 sabores ou um espresso por R$4,50.

2 de junho de 2014

Comida: Lanchonete Pibus

Não é a primeira vez que eu fui na casa, mas como eu nunca postei nada sobre ele, está mais do que na hora de comentar sobre essa lanchonete, que está localizada numa avenida importante de São Paulo, a JK, no Itaim, e tem um ótimo custo x benefício.

O Pibus está no mesmo endereço desde que eu o conheci há muitos anos atrás, mas foi reformado para ficar com uma aparência mais moderna, se bem que eu gostava da cara de lanchonete de estrada americana que ele tinha no passado.

Quando você pega o cardápio vai encontrar preços semelhantes às lanchonetes da região, a diferença é que os lanches, pratos e sobremesas do Pibus são muito generosos. Deve ser o único lugar que você olha a foto do cardápio, pensa que é pequeno, e leva um susto quando o seu pedido chega na mesa.

As novidades são os sanduíches "trem bão", que usam pão de queijo em formato de pão de hamburguer e é uma delícia. Eu fiquei com receio que fosse enjoativo, já que ele é bem denso, mas é na medida.

Se você encara, os milk shakes de lá são muito bem feitos e gostosos, mas insisto, são muito grandes!

E de sobremesa, se você for dividir, pode pedir o Pibus Big Ice, mas já aviso, depois de comer tudo o que você vai comer, esse sorvete dá para umas 4 pessoas!

Sozinho, eu recomendo o Waffle Quarter Piccolo (foto), que de pequeno, só o nome. A descrição dele é "waffle (P), meia bola de sorvete, calda quente de chocolate, chantili, farofa e cereja", mas não acredite. O Waffle até é tamanho P, mas a meia bola de sorvete equivale a 2 conchas de sorvete e não vem assim, mirradinho igual a foto. Tem no mínimo o dobro de chantilly, muita calda e farofa sem essa miséria. A única coisa que bate é que só tem mesmo 1 cereja.

Recomendo muito a casa, que é 24 horas, o atendimento sempre simpático e os itens do cardápio que nunca decepcionam.

7 de janeiro de 2013

Destino: Morretes/PR
Filme: Homens de Preto 3

Eu fiz essa viagem em novembro de 2012, mas só agora lembrei de escrever algo sobre ela.

Morretes é uma cidade pequena, no estado do Paraná, onde o forte é o ecoturismo e um prato chamado Barreado.

Para chegar a Morretes você pode escolher a estrada convencional, uma estrada aberta no meio da serra, feita com paralelepípedos e muitas hortênsias no entorno, ou de trem.

Nossa ida foi pela estrada da Graciosa, o caminho que corta a serra e que exige muito cuidado do motorista, por ser muito sinuosa, além de ser uma via de mão dupla extremamente estreita. Diferente no visual, vale a pena a passagem por lá.

Ao longo da estrada existem pontos de parada com mirantes, o problema é que a região é muito úmida e a neblina é constante, o que tira a visão da paisagem natural.

Chegando em Morretes, vá direto a um dos inúmeros restaurantes que ladeiam a praça principal. Nós fomos num que chama Madalozo e tem vista para um riacho de águas claras e limpas, onde se pode fazer um passeio de caiaque.

O barreado, prato típico da cidade, é apresentado pelo garçom, que prepara uma porção como demonstração para quem não conhece.

Pode ser descrito como uma carne louca, com muito caldo, misturado com farinha de mandioca, servido junto com arroz branco e banana nanica picada crua.

A versão rodízio ainda acompanha camarões fritos, à milanesa e no bafo, filé de linguado, mariscos e banana frita a vontade.

Depois da refeição, aproveite para dar uma volta na praça, onde você encontra uma feirinha de artesanato, doces e bebidas típicas. Se você gosta de banana vai se esbaldar, porque tem doce de banana de todas as qualidades e a cachaça de banana.

Também não deixe de conhecer uma sorveteria chamada Paleteria, uma sorveteria de picolés super diferentes: os de fruta vem com pedaços da fruta e tem uns com biscoito ou sementes inteiras. São muito gostosos.

Outra atração do local são os passeios nas quedas d'água ou na serra. Tem passeios de bicicletas, rafting e o boiacross, que eu não pude ir por problemas físicos, mas que meus amigos foram, se divertiram e se arrebentaram literalmente!

O valor é convidativo, a segurança é duvidosa desde o começo, o percurso dura 2 horas (esse é o tempo que se fica dentro da água sobre a boia, sem contar o tempo de subida até o ponto inicial) e o resultado é, segundo meus amigos, diversão com um monte de contusões.

Se ainda assim você quiser arriscar, seguem as dicas: leve roupas para trocar, um tênis velho para molhar e outro para ir embora (chinelo não, porque você vai perder ele no caminho. Não recomendo nem o Crocs), toalha, se possível use mangas compridas e calças compridas, e leve um kit de curativos caso acabe batendo ou se ralando em alguma pedra.

E quem vai ficar só sentado nas margens do rio para esperar os aventureiros, leve repelente e dê preferência para sua calça jeans mais grossa, porque os insetos são impetuosos.

Fica a dica para ir com a família ou com os amigos.
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Homens de Preto é um desses filmes que fizeram parte da minha adolescência. A música tema tocava em todas as baladas e todo mundo dançava a coreografia do clipe final do filme.

Depois de tantos anos, eles fazem ressuscitar o Will Smith, que parece não envelhecer, e o Tommy Lee Jones, que... bem, na cara dele vemos que os anos passaram mesmo. rs

Eu acabei não assistindo no cinema, porque não me convenci pelos traillers que o filme valia a pena e porque sairam muitos filmes mais interessantes na mesma época.

Mas como eu gosto de passar na locadora vez ou outra, e vez ou outra não encontro nada, acabo pegando qualquer coisa que eu tenha pensado em ir no cinema e não fui.

O filme mostra o agente K (Jones) desaparecendo da memória de todo mundo depois que ele decide voltar no tempo e, aparentemente, tendo morrido por lá. Quando J (Smith) descobre o que aconteceu, procura um meio de voltar no tempo e salvar seu parceiro no passado para que ele exista no futuro.

A volta ao tempo mostra a evolução da agência, os gadgets e coisas do passado onde a vida de J e K se cruzam.

A atuação de Josh Brolin na versão jovem do agente K está bem convincente e até parece a mesma pessoa fazendo o personagem.

Rende umas boas risadas e não teria sido ruim assistir no cinema, apesar de não ser o melhor MIB.

27 de agosto de 2012

Extração do Siso: o que fazer, comer e como sobreviver aos dias que seguem

Para cada um que eu conto, a reação é a mesma: "tirou o dente do siso só agora?". Como assim? Eu achando que era normal, mas já na idade balzaquiana, pelo visto, isso não é esperado.

Enfim, andei pesquisando sem muito sucesso, comentários sobre como sobreviver aos dias que seguem a maldita cirurgia de extração do dente do siso.

Já não é minha primeira experiência e digo que dessa vez, talvez por esperar o pior, foi bem melhor (ou menos pior?).

O primeiro siso que arranquei estava numa posição bem parecida com a do desenho, coberto pela gengiva, descoberto por conta de dores terríveis nos dentes e através da radiografia que confirmou a existência dele.

Da primeira vez eu lembro que o dentista precisou abrir a gengiva, cerrar o dente e tirá-lo em 2 partes, sendo que a raiz foi algo traumático, porque machucou bastante a boca para puxar toda a raiz. Devo ter ficado quase 1 hora no dentista para ele conseguir fazer tudo. Lembro que tomei tanta anestesia, que fui embora cantando pra casa e de carona com meu irmão, que logo me presenteou com um frasco de Novalgina e disse, achando graça, "você vai precisar".

Gente, e como precisei. Foi a anestesia perder o efeito e eu não conseguia me mover. Não lembro nem de ter tomado banho naquela noite. Sei que enchi a cara de Novalgina (na época eu não era alérgica ainda), coloquei um saco de gelo na cara e levantava, a duras penas, somente para cuspir sangue na pia e trocar a gaze suja por uma limpa.

Dessa vez, preciso admitir, foi dolorido, mas bem menos traumático que da outra vez.

O dente estava sem espaço, mordendo a bochecha, mas era possível vê-lo sem a radiografia. Implorei, tentei negociar com a dentista, mas não deu, o veredito final foi: "ele precisa sair"!

Seção marcada, o dente saiu mais rápido do que eu esperava. Saí tranquila, mas quando a anestesia passou... me encostei numa poltrona e peguei um tubo congelado (desses que ajudam a manter a temperatura de caixas de isopor) enrolado numa toalha e fiquei ali. Era só mudar a posição e eu sentia a gengiva latejar. Foi quando tomei meu primeiro comprimido de paracetamol.

Ainda bem que tinha carona de novo, porque eu fui segurando o gelo na cara até em casa e só soltei na hora de tomar banho, porque quando voltei pra cama, lá fui eu ajeitar uma bolsa de gelo entre o travesseiro e minha bochecha. Antes de dormir, mais 1 paracetamol.

A alimentação do dia da cirurgia foi sorvete (do tipo "liso", sem floquinhos ou qualquer coisa que possa ficar na boca e machucar) e pouco, porque se tem uma coisa que desaparece é a fome.

No dia seguinte, segui uma dieta líquida, com açaí na tigela de almoço e uma canja morna batida no liquidificador na janta. A coisa mais sólida que eu consumi foi uma gelatina. Para não morrer de fome, muito mupy (leite de soja com sabores), água e sorvete. Ainda usei gelo, mas não precisei apelar para o analgésico.

Aos poucos a alimentação pode voltar ao normal, ainda que lhe reste um receio quanto a isso e eu sugiro que siga seus instintos, além das recomendações do seu dentista, é claro, e tudo não passará de um pequeno episódio traumático na cadeira do dentista, da qual você se lembrará para o resto da sua vida. rs

MINHAS DICAS

A CIRURGIA: além de se assegurar que o profissional escolhido tenha experiência em cirurgia, tenha em mente que no dia da extração você não vai conseguir voltar ao trabalho. No dia seguinte, você só não vai conseguir trabalhar se for atendente de telemarketing ou pedreiro (força de expressão, é claro. Qualquer profissão que exija muita fala ou muito esforço físico, ou ainda que sejam exercidos embaixo de sol, serão complicadas de cumprir. Avise se este for seu caso ao dentista).

A SEQUÊNCIA:
  • como referência, eu troquei a gaze 6 vezes, num intervalo de 6 horas (nas primeiras horas você troca em intervalos menores). Isso é importante para ajudar a estancar o sangue.
  • no início, se sentir necessidade, faça enxagues com água mineral.
  • como a escovação será meia-boca (não vai ser por preguiça, mas por impossibilidade de abrir a boca para colocar a escova), faça bochechos suaves com enxaguante bucal SEM ÁLCOOL.
  • alimentação líquida fria é importante nas horas que seguem a cirurgia para ajudar a temperatura da boca a se manter baixa e não aumentar o fluxo sanguíneo do local da extração.
  • bolsas de gelo quando o efeito da anestesia começar a passar é bom para ajudar a evitar o inchaço da bochecha. Na falta de gelo, compressas com água fria serão melhores do que nada.
  • tenha por perto o seu analgésico preferido. Ainda que seja resistente à dor, vai precisar de pelo menos 1 comprimido. Outros medicamentos, só se seu dentista achar que você precisa e receitar. Esse papo de infecção só acontece por exceção.
  • nas 12 horas seguintes, procure repousar, sem lavar louça, sem jogar video game, carregar peso, no máximo um livro e alguma televisão.
  • nas 24h seguintes não faça esforços físicos e mantenha a alimentação líquida fria. Se fizer, vai lembrar da recomendação, quando sua gengiva começar a latejar (eu fui obrigada a sair na rua, carregando documentos, embaixo de sol e senti a gengiva queimando).
  • nas 48h seguintes mantenha uma alimentação semi-líquida, podendo acrescentar coisas sólidas moles, como pão de forma ou alimentos que não exijam muita mastigação.
  • nos próximos 5 dias, provavelmente não se sentirá a vontade para comer sólidos, mas o faça com cuidado. Nada de comer coisas muito duras, nem coisas que possam machucar sua boca, como pipoca, coisas em flocos duros ou que possam acabar no "buraco" e gerando a situação para uma infecção.

APÓS A 1ª SEMANA: o inchaço interno já se foi e você mal vai lembrar (vai, mas não vai doer mais) da tortura que passou na cadeira do seu dentista.

Boa sorte!

5 de março de 2012

Festa do Sorvete... e só!

Depois de terminar a semana da folha de pagamento, resta a correria para entregar, até sexta, 09, a RAIS 2011. Amo quem cria esses calendários e pensa que eu tenho uma equipe para dar conta de tudo. Fazer o quê? Correr é o jeito.

Semana que vem eu tento (não vou prometer, porque é feio prometer e não cumprir) escrever um post decente e digno de leitura.

Segue o evento para o final de semana.

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28ª Festa do Sorvete

A Associação Cultural e Esportiva São Judas, realiza  a sua 28ª FESTA DO SORVETE, no Colégio Snata Amália, zona sul da cidade. 

A tradicional festa permite ao visitante consumir sorvete à vontade, pelo valor de R$15,00 (antecipado. Quem deixar para comprar no dia pagará R$20,00). Além do sorvete será vendido à parte variedades de comidas, bebidas e rodadas de bingo.

Como atrações haverá brincadeiras para as crianças, uma balada para os jovens e shows diversos.

Data: 11 de março de 2012 - domingo
Horário:  das 11 às 18h
Local: Colégio Santa Amália - Av. Jabaquara, 1673 (metrô Saúde)
Ingresso: R$15,00 antecipado / R$20,00 na porta - dá direito ao sorteiro de uma TV 40" e um iPad2