Não é a primeira vez que eu fui na casa, mas como eu nunca postei nada sobre ele, está mais do que na hora de comentar sobre essa lanchonete, que está localizada numa avenida importante de São Paulo, a JK, no Itaim, e tem um ótimo custo x benefício.
O Pibus está no mesmo endereço desde que eu o conheci há muitos anos atrás, mas foi reformado para ficar com uma aparência mais moderna, se bem que eu gostava da cara de lanchonete de estrada americana que ele tinha no passado.
Quando você pega o cardápio vai encontrar preços semelhantes às lanchonetes da região, a diferença é que os lanches, pratos e sobremesas do Pibus são muito generosos. Deve ser o único lugar que você olha a foto do cardápio, pensa que é pequeno, e leva um susto quando o seu pedido chega na mesa.
As novidades são os sanduíches "trem bão", que usam pão de queijo em formato de pão de hamburguer e é uma delícia. Eu fiquei com receio que fosse enjoativo, já que ele é bem denso, mas é na medida.
Se você encara, os milk shakes de lá são muito bem feitos e gostosos, mas insisto, são muito grandes!
E de sobremesa, se você for dividir, pode pedir o Pibus Big Ice, mas já aviso, depois de comer tudo o que você vai comer, esse sorvete dá para umas 4 pessoas!
Sozinho, eu recomendo o Waffle Quarter Piccolo (foto), que de pequeno, só o nome. A descrição dele é "waffle (P), meia bola de sorvete, calda quente de chocolate, chantili, farofa e cereja", mas não acredite. O Waffle até é tamanho P, mas a meia bola de sorvete equivale a 2 conchas de sorvete e não vem assim, mirradinho igual a foto. Tem no mínimo o dobro de chantilly, muita calda e farofa sem essa miséria. A única coisa que bate é que só tem mesmo 1 cereja.
Recomendo muito a casa, que é 24 horas, o atendimento sempre simpático e os itens do cardápio que nunca decepcionam.
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2 de junho de 2014
21 de janeiro de 2013
Teatro: As Mentiras que os Homens Contam e
Filme: Histórias Cruzadas
Na verdade eu não sou muito de ir ao teatro. Não é por não gostar, acho que é mais por preguiça, já que é muito mais cômodo ir ao cinema, que fica dentro do shopping e me permite fazer várias coisas antes e depois de uma sessão.
Voltando ao teatro, a peça está em cartaz no teatro Juca Chaves, localizado dentro do Extra Itaim Bibi, na Rua João Cachoeira, no final do corredor do 2° piso.
As instalações são confortáveis, mas eu não sei se quem senta além da 3ª fileira consegue ouvir as falas, já que não há microfone para os atores. É tudo no gogó! Por sorte, eu ganhei ingressos para a 1ª fila. E duplamente sorte, porque se eu tivesse pago estaria morrendo de raiva até agora.
Quem leu o livro, sabe que se trata de uma boa coletânea de crônicas sobre as histórias que os homens contam, seja para se proteger ou proteger seus interlocutores, e que pode fazer o leitor passar vergonha em público por causar risos espontâneos.
A peça, ao contrário, custa a tirar uma risadinha da plateia. Sim, não chega aos pés da introdução do livro.
Antes do início da peça, durante os avisos, acho que rimos mais do que durante a peça toda. O elenco parecia estar num ensaio de seleção. Acho que só 2 deles podem ser chamados de atores, os demais, só de amadores.
O comentário de uma moça que estava sentada atrás de mim ao final da peça foi "eu preciso mesmo aplaudir isso?". Juro que não estou inventando, nem aumentando. Foi quase essa a sensação. Foi a primeira peça que eu fui na qual a plateia só aplaudiu e sentada, porque as luzes ascenderam e o elenco apareceu vestido nos trajes da abertura, o que nos deu a dica de que a peça terminou.
A única coisa boa é que o estacionamento, que sairia por pelo menos R$20,00, sai na faixa por 3 horas para quem apresenta o ingresso no caixa do estacionamento.
__________________________________
O filme Histórias Cruzadas (The Help) foi indicado ao Oscar em 3 categorias diferentes e levou 1 estatueta na categoria Melhor Atriz Coadjuvante.
Na época, mesmo sem ter assistido o filme, pela quantidade de comentários já achava que a Viola Davis merecia ter levado o Oscar de Melhor Atriz, mas infelizmente quem levou pela enézima vez o prêmio foi a Meryl Strip. Não que eu ache que Meryl não seja merecedora do prêmio, o detalhe é que as chances da Viola conseguir um outro papel que possa lhe render a indicação é bem menos provável do que a veterana Meryl que já havia ganho as honras em outras ocasiões.
Premiações a parte, o filme é muito intenso e retrata como foi parte da história dos negros nos Estados Unidos. Preconceito que até hoje permanece, em menor intensidade, é claro, mas que causa sensações de repulsa aos brancos americanos.
Emma Stone, que me surpreende em cada atuação, faz o papel de Skeeter, uma branca interessada na causa das negras e que não compreende como podem existir pessoas que tratam com tamanho desprezo pessoas que cuidam de seus filhos, ou que por vezes foram criados por elas e se voltam contra as mesmas quando crescem.
Viola Davis faz o papel de uma das domésticas, única profissão que as negras conseguem ter naquela época, quase como uma sina.
Tudo roda em torno da vontade de Skeeter ajudar os outros a conhecerem a vida das domésticas da pequena Jackson, uma cidadezinha do interior que se mantinha preconceituoza, enquanto cidades maiores já começavam a reconhecer os direitos dos negros.
Ao começar a fazer as entrevistas com 2 domésticas, ela descobre a dor, o sofrimento e toda a sorte de preconceitos que elas tinham que enfrentar, além dos trabalhos pesados, em jornadas pesadas e com valores irrisórios pagos pela hora trabalhada.
Vale a pena assistir para refletir e continuar sem compreender como, por tantos anos, seres humanos viam outros seres humanos como outra espécie de criaturas.
2 de fevereiro de 2009
Lanchonete: PJ Clarks
No sábado à noite, entre 3 opções, fomos parar no PJ Clarks, uma lanchonete nova, aberta no final de 2007, na região do Itaim, numa rua absurdamente bagunçada.
Uma casa pequena, quase no final da Mario Ferraz, abriga essa lanchonete que não tem uma personalidade muito definida , apesar de ter sido anunciada como restaurante no estilo americano. Exceto pelas fotos e uma frase de Benjamin Franklin que diz "Beer is proof that God loves us and wants us to be happy" (cerveja é a prova de que Deus nos ama e quer que sejamos felizes), poderia passar por um pub ou uma cantina.
A espera é pequena e a área de fumante e não fumante é separada por uma parede, o que torna o ambiente para os não fumantes agradável, longe do incômodo cheirinho de fumaça.
O atendimento é cordial e rápido, mas o cardápio, definitivamente, não impressiona. Só me chamou a atenção a frase no alto do cardápio das bebidas, de Frank Sinatra, "I feel sorry for people who do not drink. When they wake up in the morning it is as good as they are going to feel all day", algo como "Sinto pena daqueles que não bebem. Quando eles acordam de manhã é o melhor que eles se sentiram o dia todo".
O sanduíche em destaque na foto chama-se Brazilian Crab Sanduich e tem de diferente a carne que lembra uma enorme casquinha de siri. Ao fundo o meu sanduíche, chamado The Caddilac que veio com um hamburger enorme e muito suculento, e o pratinho vazio usado para comer as "PJ home fries", batatas em cubos, cozidas e depois douradas com cebola, cheiro verde e muito óleo. O excesso de óleo que acompanhava as batatas me deixaram com azia o resto da noite.
Para beber, além da coca zero (não sou hipócrita. Eu tomo coca zero ou light porque gosto do sabor e não pela redução de calorias), um chopp Stella Artois, com pouco colarinho, como eu gosto.
E para finalizar, uma sobremesa tipicamente americana: NY cheesecake, com o creme um pouco mais firme do que eu gostaria, mas com uma calda de frutas vermelhas e algumas frutinhas para decorar muito boa mesmo.
Avaliação final? Tirando as variações de pratos a base de siri e alguns outros com outros frutos do mar, nada impressiona muito, a não ser os preços.
Tem estacionamento do lado, conveniado, que oferece desconto para clientes do PJ... acredite, com desconto são R$15,00 por 4 horas! Sem desconto seriam R$25,00... ou seja, um encontro com amigos por tempo prolongado pode sair um pouco mais caro do que se imagina.
Uma casa pequena, quase no final da Mario Ferraz, abriga essa lanchonete que não tem uma personalidade muito definida , apesar de ter sido anunciada como restaurante no estilo americano. Exceto pelas fotos e uma frase de Benjamin Franklin que diz "Beer is proof that God loves us and wants us to be happy" (cerveja é a prova de que Deus nos ama e quer que sejamos felizes), poderia passar por um pub ou uma cantina.
A espera é pequena e a área de fumante e não fumante é separada por uma parede, o que torna o ambiente para os não fumantes agradável, longe do incômodo cheirinho de fumaça.
O atendimento é cordial e rápido, mas o cardápio, definitivamente, não impressiona. Só me chamou a atenção a frase no alto do cardápio das bebidas, de Frank Sinatra, "I feel sorry for people who do not drink. When they wake up in the morning it is as good as they are going to feel all day", algo como "Sinto pena daqueles que não bebem. Quando eles acordam de manhã é o melhor que eles se sentiram o dia todo".
O sanduíche em destaque na foto chama-se Brazilian Crab Sanduich e tem de diferente a carne que lembra uma enorme casquinha de siri. Ao fundo o meu sanduíche, chamado The Caddilac que veio com um hamburger enorme e muito suculento, e o pratinho vazio usado para comer as "PJ home fries", batatas em cubos, cozidas e depois douradas com cebola, cheiro verde e muito óleo. O excesso de óleo que acompanhava as batatas me deixaram com azia o resto da noite.
Para beber, além da coca zero (não sou hipócrita. Eu tomo coca zero ou light porque gosto do sabor e não pela redução de calorias), um chopp Stella Artois, com pouco colarinho, como eu gosto.
E para finalizar, uma sobremesa tipicamente americana: NY cheesecake, com o creme um pouco mais firme do que eu gostaria, mas com uma calda de frutas vermelhas e algumas frutinhas para decorar muito boa mesmo.
Avaliação final? Tirando as variações de pratos a base de siri e alguns outros com outros frutos do mar, nada impressiona muito, a não ser os preços.
Tem estacionamento do lado, conveniado, que oferece desconto para clientes do PJ... acredite, com desconto são R$15,00 por 4 horas! Sem desconto seriam R$25,00... ou seja, um encontro com amigos por tempo prolongado pode sair um pouco mais caro do que se imagina.
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