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30 de dezembro de 2013

Viagem: Tour rápido por Curitiba - PR

Nos últimos 12 meses eu devo ter ido 4 vezes para a cidade, que é toda bonitinha vista pelos olhos de uma paulistana.

Ok, eu só conheço a parte turística da cidade, mas comparada as áreas turísticas da cidade de São Paulo, com certeza Curitiba é mais limpa, florida e organizada.

Aliás, a razão das minhas constantes idas é a mudança de residência de uma amiga de infância que foi parar lá, após mudar de emprego. Isso faz com que eu tenha com quem passar o tempo, sem contar a ausência da despesa de hospedagem.

Com isso eu já tenho uns lugares favoritos na cidade e vou compartilhar com quem se interessar.

Para passear, nós sempre vamos ao Jardim Botânico. Pouco antes de começar a primavera o lugar fica lindo com a florada das árvores de cerejeira, árvore símbolo do Japão. É um corredor de árvores, como existem em parques no Japão. Vale a visita. Mas o local é lindo o ano todo. No natal, por exemplo, eles decoram um canteiro central com flores formando o desenho de árvores de natal.

Não deixe de visitar uma área que fica mais para o fim do Jardim, onde estão mudas de várias plantas, ervas e afins. Eu adoro associar as imagens aos nomes. Quantas plantas você já viu em saquinhos de chá, mas não sabe que cara tem?

Outro lugar agradável é a Opera de Arame. Adoro olhar para a água que corre embaixo da ponte, onde nadam carpas gigantes e tartarugas. Lá tem um teatro e um café que vende bebidas feitas com grãos variados, inclusive aquele que é feito com um processo curioso e resulta na semente "fermentada" no estômago de um pássaro e o que sai é lavado, torrado, moído e vira uma bebida caríssima. rs

Na frente da Opera tem uma lojinha com decoração diferenciada onde você pode degustar uns vinhos, licores e suco de uva de fabricação local. Eu sempre compro o suco e um cooler bem suave. A embalagem pode ser trazida como bagagem de mão em voos nacionais.

Da última vez que eu estive, visitamos o Bosque do Alemão que tem esse portal lindo e florido, exatamente como está na foto. Não só parece cenário de conto de fadas, mas trata-se do local onde está a trilha de João e Maria, aquele do conto de fadas. Ao longo da trilha que fica dentro de um verdadeiro bosque existem painéis que contam a história de João e Maria, com direito a casa da Bruxa no meio do caminho. É um lugar lúdico para ir com os pequenos.

Outro lugar que a gente vai toda vez é na feira de artesanato que acontece no chamado Setor Histórico (está identificado assim no site). Lá tem todo tipo de coisa que você puder imaginar e é um ótimo lugar para comprar lembrancinhas, comidinhas e cacarecos em geral. Tem uma barraca que vende um melado de cana gostoso. Eu consegui trazer isso dentro da mala despachada da outra vez e chegou inteiro em casa.

Na região você tem opções de bares e restaurantes para comer com mais tranquilidade e até uma sinagoga linda para visitar. Vá de tênis, porque parte do caminho é de paralelepípedo e outra de mosaico português. E cuidado com os pequenos, porque o lugar é cheio de gente.

Se você curte algo mais indoor, visite o Museu Oscar Niemeyer, também conhecido como Museu do Olho pelo formato de olho enorme. Dentro, um histórico do arquiteto, com fotos, esboços, maquetes e muito mais, além de exposições diversas é uma atração para ficar perdido por horas.

Para comer sempre vamos até Santa Felicidade comer no restaurante que tem seu nome no Guinness como o maior restaurante das Américas, com capacidade para mais de 4 mil pessoas, o Restaurante Madalosso.

Adoro a lasanha, as asinhas de frango frito com alho, o risoto e a polenta frita, acompanhados pelo suco de uva de fabricação própria. Funciona no sistema rodízio, então você come até sair rolando.

A boa novidade foi encontrar a sorveteria que eu adoro, recém aberta ao lado do restaurante, a Paleteria Mexicana. Os sorvetes da casa são picolés de fabricação artesanal e com os itens inteiros no palito. O de Oreo, vem com a bolacha inteira dentro. Os de frutas parecem salada de fruta congelada de tantos pedaços de fruta que vão neles. O melhor de todos é o de morango cremoso, mas o de tequila com morango não deixou nada a desejar... talvez o teor alcoólico, mas ainda assim só é vendido para maiores de 18 anos.

Outro lugar que gostamos de ir comer chama-se, coincidentemente, Restaurante Madalozo (com Z) e fica em Morretes, uma cidadezinha perto de Curitiba, que tem tudo feito com bananas. Lá também é "coma até morrer" e o prato chefe da região é o Barreado, com direito a demonstração de como se monta o prato. Nesse restaurante, você pode degustar como cortesia licor de banana.

Morretes também tem feirinha e lojinhas de presentes e pedras. Gosto de comprar o doce de banana e os chips de bananas doce e salgada. Em dias quentes, é possível passear de bote pelo canal que passa atrás dos restaurantes. E foi aqui que conhecemos a Paleteria, que fica numa travessa menos movimentada.

E como paulistano não vive sem um shopping, nós sempre passamos no Parque Barigui, da mesma administradora do shopping Morumbi e Anália Franco em São Paulo. O shopping é bonito, tem cinema e uma boa praça de alimentação. Nos dias de muito frio e chuva é a solução.

Tem muito mais, é claro, mas esses eu considero os imperdíveis para uma visita rápida.

Antes de ir, dê uma olhada no site oficial de turismo da cidade. Lá tem informações mais completas sobre os pontos turísticos, com horários de abertura e fechamento, e outras informações importantes.

A foto do aeroporto foi extraída do site da Infraero e as demais foram extraídas do site oficial de turismo da cidade de Curitiba. As fotos dos restaurantes foram tiradas dos sites dos próprios estabelecimentos.

7 de janeiro de 2013

Destino: Morretes/PR
Filme: Homens de Preto 3

Eu fiz essa viagem em novembro de 2012, mas só agora lembrei de escrever algo sobre ela.

Morretes é uma cidade pequena, no estado do Paraná, onde o forte é o ecoturismo e um prato chamado Barreado.

Para chegar a Morretes você pode escolher a estrada convencional, uma estrada aberta no meio da serra, feita com paralelepípedos e muitas hortênsias no entorno, ou de trem.

Nossa ida foi pela estrada da Graciosa, o caminho que corta a serra e que exige muito cuidado do motorista, por ser muito sinuosa, além de ser uma via de mão dupla extremamente estreita. Diferente no visual, vale a pena a passagem por lá.

Ao longo da estrada existem pontos de parada com mirantes, o problema é que a região é muito úmida e a neblina é constante, o que tira a visão da paisagem natural.

Chegando em Morretes, vá direto a um dos inúmeros restaurantes que ladeiam a praça principal. Nós fomos num que chama Madalozo e tem vista para um riacho de águas claras e limpas, onde se pode fazer um passeio de caiaque.

O barreado, prato típico da cidade, é apresentado pelo garçom, que prepara uma porção como demonstração para quem não conhece.

Pode ser descrito como uma carne louca, com muito caldo, misturado com farinha de mandioca, servido junto com arroz branco e banana nanica picada crua.

A versão rodízio ainda acompanha camarões fritos, à milanesa e no bafo, filé de linguado, mariscos e banana frita a vontade.

Depois da refeição, aproveite para dar uma volta na praça, onde você encontra uma feirinha de artesanato, doces e bebidas típicas. Se você gosta de banana vai se esbaldar, porque tem doce de banana de todas as qualidades e a cachaça de banana.

Também não deixe de conhecer uma sorveteria chamada Paleteria, uma sorveteria de picolés super diferentes: os de fruta vem com pedaços da fruta e tem uns com biscoito ou sementes inteiras. São muito gostosos.

Outra atração do local são os passeios nas quedas d'água ou na serra. Tem passeios de bicicletas, rafting e o boiacross, que eu não pude ir por problemas físicos, mas que meus amigos foram, se divertiram e se arrebentaram literalmente!

O valor é convidativo, a segurança é duvidosa desde o começo, o percurso dura 2 horas (esse é o tempo que se fica dentro da água sobre a boia, sem contar o tempo de subida até o ponto inicial) e o resultado é, segundo meus amigos, diversão com um monte de contusões.

Se ainda assim você quiser arriscar, seguem as dicas: leve roupas para trocar, um tênis velho para molhar e outro para ir embora (chinelo não, porque você vai perder ele no caminho. Não recomendo nem o Crocs), toalha, se possível use mangas compridas e calças compridas, e leve um kit de curativos caso acabe batendo ou se ralando em alguma pedra.

E quem vai ficar só sentado nas margens do rio para esperar os aventureiros, leve repelente e dê preferência para sua calça jeans mais grossa, porque os insetos são impetuosos.

Fica a dica para ir com a família ou com os amigos.
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Homens de Preto é um desses filmes que fizeram parte da minha adolescência. A música tema tocava em todas as baladas e todo mundo dançava a coreografia do clipe final do filme.

Depois de tantos anos, eles fazem ressuscitar o Will Smith, que parece não envelhecer, e o Tommy Lee Jones, que... bem, na cara dele vemos que os anos passaram mesmo. rs

Eu acabei não assistindo no cinema, porque não me convenci pelos traillers que o filme valia a pena e porque sairam muitos filmes mais interessantes na mesma época.

Mas como eu gosto de passar na locadora vez ou outra, e vez ou outra não encontro nada, acabo pegando qualquer coisa que eu tenha pensado em ir no cinema e não fui.

O filme mostra o agente K (Jones) desaparecendo da memória de todo mundo depois que ele decide voltar no tempo e, aparentemente, tendo morrido por lá. Quando J (Smith) descobre o que aconteceu, procura um meio de voltar no tempo e salvar seu parceiro no passado para que ele exista no futuro.

A volta ao tempo mostra a evolução da agência, os gadgets e coisas do passado onde a vida de J e K se cruzam.

A atuação de Josh Brolin na versão jovem do agente K está bem convincente e até parece a mesma pessoa fazendo o personagem.

Rende umas boas risadas e não teria sido ruim assistir no cinema, apesar de não ser o melhor MIB.