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16 de maio de 2016

Filme: Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War)

Eu queria ter escrito esse post antes, já que eu assisti o filme na semana de estreia, mas tive uns contratempos com minha saúde que me fizeram ficar longe do "planeta" por uns dias. Mas antes tarde do que nunca.

O filme Capitão América: Guerra Civil pode ser resumido em uma palavra: inovação. Vou me explicar melhor.

Não que tenham efeitos especiais que nunca se tenha visto antes, mas está cheio deles.

Não estou dando somente destaque ao fato de termos um monte de heróis juntos, brigando em lados opostos, ainda que isso aconteça nesse filme.

O que faz ele ser diferente para mim, em relação aos outros filmes é a carga emocional.

O filme traz questões políticas apresentadas de uma forma mais humana, ainda que se usem pessoas com poderes não humanos. Você vai se pegar pensando durante o filme todo: de que lado eu ficaria? Quem está certo? Quem está errado? O que é mais ético?

Existe uma sensibilidade por trás da história, que pode fazer até aquelas garotas que não curtem filmes de ação, curtirem esse filme. Não é o meu caso, porque eu gosto mesmo é de filme que explodem muitas coisas!

Claro que se você quiser convencer sua namorada a acompanhá-lo, basta mencionar os gatinhos que estão no filme. Quem não quer ver o Chris Evans ou Jeremy Renner na telona? Tem para todos os gostos. rs

A parte que eu achei mais legal no filme é a batalha entre os dois lados, com alguns heróis que nem aparecem no cartaz (coitados), mas fazem a parte comédia da história, o Homem Aranha, que está mais para Moleque Aranha no filme, e o Homem Formiga que, eu tenho que admitir, combina muito com o ator Paul Rudd. Na minha mente ele será eternamente um dos maridos engraçados da Phoebe Buffay, de Friends.

O final é surpreendente e já deixou gostinho de quero muito mais sequências, por favor!!!

Aviso (sem spoiler): não saia da sala até o final, do final, do último suspiro dos créditos, porque tem cenas extras depois que corre todo o letreiro da tela preta. Quem avisa, amigo é.

7 de setembro de 2015

Cinema: Missão: Impossível - Nação Secreta (Mission: Impossible - Rogue Nation)

A fórmula de Missão: Impossível segue se mostrando muito boa, atual e emocionante, além do show de colírios. Sinceramente, eu sairia de casa só para ver Tom Cruise e Jeremy Renner em quase qualquer tipo de filme.

Ok, isso acaba de tirar todo o crédito do meu comentário, mas eles estão ótimos na telona, pela aparência e atuação.

A nova trama mostra o "sindicato" perseguindo nosso herói, que é visto como inimigo do estado, mas sempre contando com o apoio dos amigos fieis que, mesmo entrando em enrascadas, não deixam Ethan Hunt na mão.

As cenas de ação seguem sendo de tirar o fôlego e as fugas de carros só não foram mais espetaculares, porque não usaram os mesmos carrões da última missão.

A sequência de moto é demais e por alguns instantes você fica sem saber quem está do lado de quem.

Tem umas pitadinhas de comédia, no começo e no final, e a participação especial do Alec Baldwin, que me soou estranha nos créditos iniciais, ficou muito boa. Ele combina com o papel de burocrata, apesar de eu gostar dele na comédia.

Vale a pena assistir na tela maior com som mais alto, do tipo XD, mas se você não conseguir uma sessão dessas, vale a pena assistir no cinema de qualquer jeito.

Filme assim, não tem o mesmo efeito na televisão de casa, a não ser que você tenha uma daquelas 60" de 4K ultra HD, com um sistema de som surround de derrubar as paredes.

18 de fevereiro de 2013

Cinema: Os Miseráveis
Cinema: João e Maria: Caçadores de Bruxas
Evento: XIX Concurso de Karaoke do Estado de São Paulo - Paulistão 2013

Os Miseráveis (Les Misérables) é um famoso musical da Broadway, inspirado na obra de Victor Hugo e que agora foi adaptado para a telona.

Uma curiosidade sobre o filme é que os atores não gravaram as músicas em estúdio para depois encenar, como acontece normalmente em filmes musicais. O diretor achou que seria mais interessante que os atores cantassem enquanto atuavam. O resultado é bem interessante e intenso.

Outro detalhe é que, apesar dos nomes principais serem atores já conhecidos, todos eles passaram por audições exaustivas para serem escolhidos para seu papel. O próprio Hugh passou por 3 dias de testes antes de ter direito a fazer o protagonista do filme.

As atuações estão muito boas, os vocais são impressionantes, a história é comovente, principalmente por se tratar de uma história de amor no meio do cenário de guerra da Revolução Francesa, mas o filme como um todo é meio chato.

Tem uma ou outra parte que valem a pena ver, mas o filme poderia ter 1 hora a menos: manteria o impacto e cansaria menos.

Eu havia lido um comentário na Folha que dizia "miseráveis são os expectadores" e eu quase posso concordar com ele. Aliás, tem 2 casais que concordaram 100%. Um deles saiu do filme pouco depois de Anne cantar "I dreamed a dream". O outro ficou mais um pouco, mas saiu na metade do filme, no máximo.

Eu não fui assistir porque eu estava louca para ver, fui só para fazer companhia.

Se me perguntarem se vale a pena, eu diria para esperar sair em DVD ou se sair alguma sessão promocional para pagar mais baratinho. O ingresso inteiro não vale.
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Esse é o tipo de filme que eu sairia de casa para assistir por uma única razão: Jeremy Renner. Acho que já mencionei isso antes, mas eu sou apaixonada por esse olhar matador angelical que ele tem.

Mas eu garanto que se você for assistir, seja homem, seja mulher, vai adorar o filme, porque tem sangue para todos os lados. Não se deixe enganar pelo fato de João e Maria: Caçadores de Bruxas (Hansel and Gretel: Witch Hunters) ser baseado num conto de fadas, porque de contos de fadas só parte do nome mesmo, de resto, é ação e muita violência.

Eu assisti numa sala XD, que tem a tela grande e o som amplificado, mas assistir em 3D deve ser muito louco. Não tenho um filme para fazer comparação, porque eu assisto filmes mais light, mas é quase um Walking Dead (algumas das bruxas parecem zumbis na aparência), sem cenas de cérebros comidos, mas tem muita gente virando pedaços ou com as cabeças explodidas com pisadas e apertos de mão.

Ao contrário da porcaria do filme citado acima, este vale muuuito assistir no telão, porque parte do impacto vem do tamanho da tela e do volume do som.

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Neste final de semana acontece, na cidade de Campinas, interior de São Paulo, o XIX Concurso de Karaoke do Estado de São Paulo - Paulistão 2013, organizado pela União Paulista de Karaoke - UPK, e este ano realizado pela regional Liga Centro.

Trata-se do maior evento de karaoke da comunidade nipo-brasileira do estado e que conta com alguns dos maiores nomes dentro da colônia. O concurso, junto com o Brasileirão, organizado pela ABRAC, já revelaram alguns nomes que se tornaram profissionais aqui e no Japão.

São 3 dias de muita música japonesa e confraternização entre os amantes do karaoke, que tem a oportunidade rara de encontrar e conhecer pessoas de diferentes partes do estado.

No sábado, dia da cerimônia de abertura oficial, haverá apresentações de dança e tambores japoneses, além de um lindo desfile de belos trajes típicos japoneses apesar do calor dessa época do ano.

Aproveite para comer uma comidinha caseira japonesa e fazer comprinhas de artigos diversos no bazar.

Data: 22 a 24 de fevereiro de 2013 - sexta a domingo
Horários: 22 de fevereiro de 2013, sexta-feira – a partir das 12h
23 e 24 de fevereiro de 2013, sábado e domingo – a partir das 8h
Local: Instituto Cultural Nipo-Brasileiro de Campinas - Rua Camargo Paes, 118 - Campinas/SP
Mais informações em www.upk.org.br, no twitter.com/upk2010
Convide os amigos para o evento no Facebook

24 de setembro de 2012

Cinema: O Legado Bourne

Eu preciso admitir que a escolha do filme foi mais pelo protagonista do que pelo enredo, que eu nem conhecia direito, mas o Jeremy Renner vale o ingresso. rs

Falando sério agora, O Legado Bourne (The Bourne Legacy) não se trata da continuação da trilogia anterior, estrelada por Matt Damon, mas carrega a história de uma agência ultra-secreta que tem agentes super treinados ao redor do mundo. Eles fazem um link, mencionam Jason Bourne, mas ele não aparece no filme.

Jeremy Renner, a razão da escolha do filme, ganhou destaque no último filme da série Missão Impossível - Protocolo Fantasma e faz parte do grupo de Os Vingadores, como o Gavião Arqueiro.

Ele aparece no começo do filme parecendo um homem das cavernas, barbudo, mas lá pelo meio fica do jeito que a gente conhece, lindo!

O filme tem muita ação, muitas mortes, um bocado de cenas cheias de emoção e, claramente, haverá a continuação, porque o filme termina num ponto que ninguém sabia se levantava ou não, até ver os funcionários do cinema abrindo a porta de saída.

Não sei se eu teria gostado tanto se não fosse o Jeremy Renner, mas eu não morri de amores pelo "Identidade Bourne", então não sirvo de referência. Pretendo assistir a continuação caso seja com o Jeremy Renner, até para ver se, completando as reticências desse filme, gosto mais da história.

Obs: esse filme está disponível em 4D, em São Paulo (não tem 3D nem XD, mas também tem em Imax).

7 de maio de 2012

Cinema: Os Vingadores

Esse é um filme que me gerou altas expectativas, porque haviam muitos comentários sobre o filme e meus amigos que foram na semana de estreia voltaram todos cheios dos elogios.

Como eu não sou fã de muvuca, peguei a sessão matinal do domingo para assistir tranquila, acompanhada de 2 amigos que sabem tanto quanto eu sobre os personagens da Marvel. rs

Uma recomendação que eu faria para quem, como eu, não conhece o histórico dos personagens, dar uma procurada na internet.

Dos filmes anteriores dos personagens individualmente, eu só assisti ao Hulk (partes do filme e na TV) e Iron Man 1 e 2. Sendo assim ficaram faltando umas informações, como o que é Tesseract (um cubo de
energia, que depois eu fui descobrir, foi apresentado aos desinformados no filme Thor), quem é Loki (durante o filme eles acabam contando quem é ele e sua relação de parentesco com o Thor), de onde apareceu a Viúva Negra (que no começo da história eu nem sabia que era uma personagem rs), como é que o Capitão América tinha virado um picolé humano (sem querer, na saída, eu fui numa loja procurar uma TV nova e estava passando a parte final do filme do Capitão América) e por que o Gavião Arqueiro parece ter alguma coisa a ver com a Viúva Negra (essa informação só encontrei na internet, porque no filme não fica muito claro).

No começo o filme é uma verdeira batalha de egos, com um achando que é mais sabido e poderoso que o outro. Trabalhar em conjunto, nem pensar! De repente, numa reviravolta, eles começam a se entender, tudo pelo bem comum. Acho que é aquela coisa do herói querer o bem da humanidade acima de tudo.

Também achei o personagem do Capitão América muito patrioticamente caricato. Só podia ser coisa de americano mesmo. Não que isso seja ruim, mas tem uma hora que me soou esquisito (não vou falar o que, exatamente, porque pode estragar o filme pra quem não viu e não conhece a história dos Vingadores).

Segundo meus amigos, o interesse deles no filme era a Scarlett Johansson, mas as mulheres estão muito melhor servidas, eu garanto!

Desde o último Missão Impossível que deixou de ser impossível notar a presença do ator Jeremy Renner, que faz o Gavião Arqueiro. Ainda bem que não usaram o uniforme do personagem dos quadrinhos para que se possa apreciar melhor aquele rosto lindo, cara de homem (porque tem aqueles que tem cara de menininho) e aquele par de bíceps de outro mundo. hehe

Daí vão me perguntar, mas além da beleza dos atores tem mais alguma coisa no filme?

Claro que tem. Muita ação, muitas explosões e para quem encara, acredito que seja um filme incrível para assistir em 3D. Eu não encaro, porque em alguma cenas eu teria que ter tirado o óculos ou fechado os olhos.

Se você gostou dos filmes anteriores, vai curtir esse com certeza.

Uma coisa interessante que eu encontrei nas minhas buscas por alguma informação complementar depois de ter visto o filme me levou ao site da Marvel onde existe um link dedicado aos aplicativos para celulares e tablets. Não sei exatamente o que fazem, mas achei oportuno deixar colocado o link aqui.

Também encontrei um link onde estão disponíveis "Free Digital Comics" ou seja, as histórias em quadrinhos de diversos personagens para leitura on line (é um pouco pesado, então se não tiver uma boa conexão, acho que vai precisar de um bocado de paciência) e de graça. Claro, tudo em inglês.

E se ainda não viu, aí vão os traillers oficiais do filme.

Trailer Oficial
 Trailer Oficial 2

9 de janeiro de 2012

Começando o ano com o pé direito e um cinema para variar: Missão Impossível - Protocolo Fantasma

A primeira semana do meu ano até teve alguns imprevistos não muito agradáveis, mas foi muito mais recheado de coisas boas que de coisas não boas (nada nessa semana pode ser classificado como ruim).

No primeiro dia útil recebi uma super boa notícia: uma oportunidade de trabalho e um encontro com alguns amigos queridos que renderam altos papos, alguns desabafos e muitas risadas para começar o ano em alto astral!

A coisa ruim do encontro? A comida!!! Fomos ao Musashi que fica na R. dos Estudantes. Eu já o havia apelidado de "defumado" após minha única visita ao local, porque você sai de lá cheirando a óleo.

Quem não sabe, o Musashi funciona da seguinte maneira: no térreo tem um caixa, onde você escolhe o que quer, paga e deixa seu nome. No mesanino tem as mesas, onde a gente tenta se acomodar (só tenta, porque é super desconfortável e apertado) e aguarda pelo garçom que grita pelo seu nome e leva o seu pedido na mesa.

O que impressionou (no mal sentido) nesta ocasião foi a demora para o preparo da comida que, no meu caso, chegou parcialmente crua, e o fato de só ter 1 atendente para um salão lotado. Mas era 8 ou 80, porque o que o meu okonomiyaki veio cru, os takoyakis que meu amigo pediu estavam para lá de ultra passados.

Para terminar bem o nosso encontro fomos ao Frans Café da Aclimação, que continua super povoado por orientais de todas as raças, para tomar um café e comer um doce.

No meio da semana, após o caminho da roça, fui ao cinema para assistir ao Missão Impossível IV - Protocolo Fantasma (M:I - IV - Ghost Protocol), que retornou sua sequência após 5 anos do último filme da franquia.

Estava dividida entre acreditar na boa crítica da Revista Veja, o que não é comum, os comentários de um amigo sobre o filme, e a incerteza de que o Tom Cruise ainda servia para o papel.

Vamos começar pelo Tom. Gente, ele continua lindo na telona. Aquele mesmo corpo atlético das franquias anteriores está lá, para o nosso deleite.

Outro colírio (eu gostei) é o agente Brandt, interpretado por Jeremy Renner. Eu não faço ideia de quais outros papéis ele fez na vida, mas aquela carinha de inocente mesclado com o jeito másculo do personagem me deixaram encantadas.

Para quem não está interessado no Tom, nem no Jeremy, eles escolheram uma morena muito bonita, Paula Patton, para contracenar e fazer as vezes de uma nova agente. E, para quem prefere loiras, tem a Léa Seydoux, que faz uma agente do mal russa.

Quer mais? As paisagens do filme são de tirar o fôlego e se tiver uma sessão 3D, deve ser muito show, principalmente nas cenas de Dubai. Tem carros, que aparecem pouco, mas impressionam na tela. O modelo do carrão, um BMW futurístico, está na última edição da Revista 4Rodas.

Resumindo, vale o ingresso e se você se interessou vai ter que correr, porque já são poucos os horários e salas disponíveis, o que indica que vai sair de cartaz em breve.