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14 de setembro de 2015

Teatro: Irmã Selma e o seu terço insano

Numa sexta, chovendo hora sim outra também, eu resolvi que ia no teatro dar umas risadas e escolhi a peça Irmã Selma e o seu Terço Insano, com o ator Octávio Mendes, que criou os personagens da peça no Terça Insana, um show de humor que acontecia todas as terças aqui em São Paulo.

A peça começa com outros personagens e termina com a Irmã Selma, a melhor parte do show.

O começo é meio morno, mas depois fica bem legal. Chato mesmo são os pentelhos da plateia que insistem em ficar ligando a tela do celular.

O que estava do meu lado, quando ia começar a peça e todas as luzes já apagadas, ainda ficou lá no zapzap. O acompanhante dele tentou fazê-lo parar de usar a tranqueira, colocando a mão sobre a tela, mas o semancol dele deve ter ficado em casa. Então eu falei para ele desligar e ele ainda teve a coragem de dizer que a peça ainda não tinha começado.

Educação não dá para ensinar, mas a minha vontade era catar a meleca do celular dele e atirar lá no palco pra mostrar pra ele que luz de teatro apagada é para dar o clima do início da peça c@#%&*@!

Enfim, passado o estresse de ter um nó cego desses do lado, eu me diverti. Não mais que uma senhora sentada na fileira de trás, da qual a gente ria também.

E se você curte uma comédia, corra, porque a peça só fica no Teatro Gazeta até o final do mês de setembro.

27 de abril de 2015

Teatro: Os Monólogos da Vagina

A peça que tem um nome bem direto, Os Monólogos da Vagina, é uma comédia com fundo político e educativo.

Recomendo de cara que se levem os paqueras, namorados, peguetes, maridos e afins para assistir, porque no quesito educativo, ainda que muito rapidamente, ele pode esclarecer alguns bloqueios que nós, mulheres, temos em relação à nossa genitália.

Aliás, esse é um ponto da peça, que fala sobre os mistérios e os preconceitos que temos sobre ela, a vagina.

Uma curiosidade sobre a peça é que ela é baseada em relatos de mulheres reais sobre sua relação com a vagina, coletada pela autora Eve Ensler, uma ativista que tenta chamar a atenção para questões de violência contra a mulher ao redor do mundo.

São relatos de garotas descobrindo as primeiras transformações do corpo, a primeira menstruação, jovens e adultas com relação a vida sexual e os problemas para ter alguma.

Rende boas risadas, algumas reflexões e com certeza vale assistir.

Só vá preparado para os problemas de áudio, super comuns no Teatro Gazeta. Eu estava na primeira fileira, então consegui ouvir todas as falas mesmo quando o microfone da Adriana Lessa insistia em dar mal contato.

Serviço
Local: Teatro Gazeta - Av. Paulista, 900
Datas: sextas às 23:23 e sábados às 18h, até 30/05/2015
Ingresso: R$50,00

31 de março de 2014

Teatro: No Quarto ao Lado e
Review: Restaurante Il Papavero

Já tem um tempo que eu não saia do teatro com a verdadeira sensação de que precisava contar para os outros sobre uma peça divertida.

No Quarto ao Lado é uma peça de 2 horas, mas é tão engraçada que você não sente que passou tanto tempo. Eu só descobri que tinha ficado 2 horas lá dentro quando fui pagar o estacionamento, porque eu cheguei mais cedo para jantar e acabei ficando 4 horas e meia (estacionamento do teatro Gazeta com o selo de convênio sai 3h por R$15,00 e R$3,00 a hora adicional).

Quando a história começa, parece que teremos um drama sobre as aflições de uma jovem mãe que não tem leite para amamentar, mas o foco da história é o quarto ao lado, ou a sala que fica dentro da casa, onde o marido da jovem faz sua prática médica.

Ele inventou um aparelho revolucionário que visa aliviar as angústias de mulheres e, excepcionalmente, de homens, tratando de problemas psicológicos de causas desconhecidas.

Cheia de metáforas sexuais, essa peça é a adaptação de uma premiada peça da Broadway e que é garantia de boas risadas.

A peça que já esteve em cartaz no Teatro Jaraguá até fevereiro, está no Teatro Gazeta, de sexta a domingo, sempre no último horário. Não sei dizer até quando ficará em cartaz, porque eu esqueci de pegar a revistinha do Boca a Boca da semana, mas já tem sessões à venda, no site, até 06 de abril.

Vale a pena!
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Review: Restaurante Il Papavero

Eu conheci o restaurante durante o Restaurant Week e sinto informar que o valor normal do restaurante é bem mais salgado que o apresentado no evento, mas eu acho que vale a pena para uma ocasião especial, já que nem é tão caro comparado a outros restaurantes localizados naquela região.

O Il Papavero é um restaurante italiano localizado dentro de um hotel executivo da região da Paulista. Ele é vizinho do Shintori, um dos melhores restaurantes japoneses da cidade, e fica próximo ao teatro Gazeta, ou seja, de carro ou de metrô, é um local fácil de chegar.

O atendimento é de restaurante de hotel, super discreto, atencioso, tranquilo e cortez.

Do menu, eu escolhi uma casquinha de siri, muito bem feita, com muita carne e bem suculenta, e o Polpetoni com talharim, que merece um viva.

Eu não sou fã de molho ao sugo, porque costuma ser azedo, mas esse, feito com tomates frescos e pedaços de tomate, me surpreendeu. O polpetoni estava macio e recheado na medida. Eu pagaria os R$50 só pelo prato principal. E de sobremesa, sorvete de creme com calda de frutas vermelhas e crepe com recheio de cupuaçu. Tudo uma delícia!

O suco de maracujá foi feito com a fruta fresca, mas é tão pequeno que se você for do tipo que precisa beber líquidos durante a refeição (não é meu caso), melhor pedir alguma coisa que venha mais líquido. Eu chuto que tinha, no máximo, 200ml no copo que saiu R$7,90.

Uma surpresa foi a garçonete me perguntar se podia incluir o valor do serviço, o que, no geral, não acontece nesse nível de estabelecimento. Quanto mais chique o lugar, mais eles costumam burlar os direitos do consumidor, porque gente muito cheia da grana acha deselegante reclamar seus direitos. Como eu não sou burra e nem cheia da grana, eu reclamo e não pago quando não gosto do serviço prestado, o que não foi o caso. É claro que aqui eu paguei o serviço, porque eles me atenderam super bem, apesar de eu ter entrado num lugar daqueles, com calça jeans sem marca, camiseta e tênis.

Não que as minhas vestes devessem ser razão para um atendimento de menos qualidade, mas eu já cansei de ter atendimento meia boca só porque não estava de salto alto e produção que o estabelecimento está acostumado a ver em suas clientes.

E para quem quiser ver o cardápio normal da casa, tem até os preços no site www.ilpapavero.com.br

24 de fevereiro de 2014

Teatro: Mãe de Dois

Mãe de Dois é baseado num livro homônimo, que surgiu de um blog, cuja autora, uma jornalista, decidiu escrever para ajudar nas finanças na época de sua segunda gravidez.

A peça mostra 2 momentos de uma mesma mulher, a Maria: a primeira gravidez, na adolescência, numa época de muitas dúvidas, e a segunda gravidez, numa fase adulta e com outras dúvidas.

Divertida e diferente, ao longo da peça nos é mostrada a Maria menina, que está prestes a prestar o vestibular e se descobre grávida, doida para pular o carnaval com as amigas e com a família toda engajada nessa gravidez não planejada, mas bem recebida, inclusive pelo namorado e as duas famílias. Na outra metade do palco está a Maria mulher, jornalista autônoma, que acha que uma gravidez aos 31 não era uma boa, mas vai levando e se sentindo sozinha, por estar longe da família.

Bem bolada, a peça conta de forma divertida como se desenrola uma gravidez, seja ela a primeira ou a vigésima e mostra que todas passam pelos mesmos problemas e as mesmas dúvidas.

Lembrando que o Teatro Gazeta tem outras boas comédias em cartaz e que o estacionamento conveniado, com entrada pela São Carlos do Pinhal, (não esquece de pegar o selo na bilheteria para entregar no caixa) sai R$15,00 por 3 horas e R$3,00 a hora adicional. Sem o selinho a 1ª hora sai R$15,00.

30 de setembro de 2013

Cinema: R.I.P.D. - Agentes do Além 3D
Teatro: Adão, Eva e mais uns caras
Teatro: Afrodite já tinha celulite

Depois de algumas roubadas de pré-estreias que eu fui, finalmente um filme divertido e que vale a pena pagar pelo ingresso.

R.I.P.D. - Agentes do Além (R.I.P.D. Rest in Peace Departament) teve estreia em 27 de setembro nos cinemas brasileiros e traz Jeff Bridges, Ryan Reynolds e Kevin Bacon.

Nick Walker (Reynolds) é um policia em Boston que é assassinado em campo e no momento do juízo final é convocado pelo outro lado para atuar como policial para conseguir uma recomendação para ir para o paraíso, já que não foi o cara mais honesto em vida.

Para ensinar o serviço, Roy (Bridges) é escolhido para fazer Nick entender como tudo funciona nessa nova "vida" e vão se meter numa confusão quando o novato vê a oportunidade de investigar seu ex-parceiro em vida.

É muito engraçado, mas se vale um conselho: não coma comida indiana antes da sessão. Aliás, não coma logo antes da sessão por precaução. rs

A opção 3D é interessante. Boa pipoca!
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Estive dois dias seguidos no Teatro Gazeta: sexta para Adão, Eva e mais uns caras, e sábado para Afrodite já tinha celulite.

Ambos são comédias, como a grande maioria das peças que eu assisto, e tem a participação da global Sheron Menezes.

A peça conta a história de um grupo de náufragos que ficam presos numa ilha deserta e após meses presos começam a surtar com a falta de mulheres em número suficiente para satisfazer as necessidades de todos os habitantes temporários desta ilha.

Os efeitos visuais usando iluminação e a cenografia que usa imagens em um telão dão um ar diferente e bem interessante à peça que conta, inclusive, com a participação da plateia num dos esquetes.

Divertido e com boas atuações, Adão, Eva e mais uns caras não decepciona.

Afrodite já tinha celulite tem as atrizes do grupo Mulheres Reais, que fizeram a peça Mulheres de 30. Elas começam explicando o fato de Afrodite já ter celulite e começam a contar a relação entre homem e mulher ao longo dos tempos.

Elas interagem com o público, então, se você tem vergonha de ser abordado recomendo sentar numa posição para lá da 3ª fileira. Casais são "vítimas" inevitáveis, mas é muito engraçado, tanto para o casal quanto para os demais.

Essa é daquelas peças que, brincando, fala umas verdades para mulheres rirem e para os homens aprenderem alguma coisa sobre as mulheres.

Um comentário sobre o estacionamento do Teatro Gazeta, que tem entrada pela São Carlos do Pinhal: durante a semana, você pega o selo na bilheteria e paga R$15,00 por até 3 horas (esqueci o valor do adicional, mas acho que são R$4,00). Já no final de semana não faz diferença pegar o selo, porque o valor é único de R$20,00 por até 6 horas. Fica a dica.

Peça: Adão, Eva e mais uns caras
Sexta às 23h, Sábado às 20h e Domingo às 18h
Ingresso: Sexta e Domingo R$60,00 e Sábado R$70,00

Peça: Afrodite já tinha celulite
Somente aos sábados, às 18h
Ingresso: R$60,00

2 de setembro de 2013

Teatro: Conexão Marilyn Monroe

Depois de uma longa temporada só preocupada com os estudos e uma reforma que ainda me consome os finais de semana para colocar as coisas em ordem, decidi que ia me dar o direito de me divertir.

Eis que, na falta de bons filmes na grade do Cinemark, fui atrás de uma peça de teatro para dar umas boas risadas. Como eu gosto do teatro!

Escolhi a peça Conexão Marilyn Monroe, que está em cartaz no Teatro Gazeta por pouco tempo. É uma comédia leve e que rende risadas boas no final.

Essa comédia fala de política, as maracutaias e as fachadas criadas por alguns para parecerem bons moços e dentro dos padrões que ditam a sociedade, quando na realidade são o oposto de tudo isso.

O nome da peça é uma referência ao tema da festa que acontece, no qual todos os convidados devem estar fantasiados como a diva do cinema e onde vai acontecer uma negociação ilegal por baixo das saias. rs

Divertido, é um ótimo programa para uma sexta à noite, quando você quer mais é relaxar.

Não esqueça de pedir o selo do estacionamento. São R$15,00 pelo período de até 3 horas com ele, contra R$26,00 na tabela normal. O acesso para este estacionamento é pela São Carlos do Pinhal.

Data: até 29 de setembro de 2013
Horário: sexta às 21h, sábado às 22h e domingo às 20h
Local: Teatro Gazeta - Av. Paulista, 900 (estacionamento R. S. Carlos do Pinhal, 303)
Ingresso: sexta e domingo - R$50,00, sábado - R$60,00

25 de junho de 2012

Bebida: Teste dos Energéticos


O Bad Boy Power Drink foi o primeiro energético que eu tomei na vida. Estava numa fase em que café não fazia nem cócegas (continua não fazendo), e eu, apresentando um evento, morrendo de sono, sem saber o que fazer quando um amigo me deu uma latinha. O sabor é bem próximo do Red Bull, mas tem um pouco menos de taurina, o que pode ser uma alternativa para aqueles dias que você precisa de um energético para acordar, mas não precisa da "potência máxima".



Apesar do título, não esperem uma comparação como fariam os degustadores de vinho ou café, porque não sou perita no assunto. Só quis escrever, por ter provado quase todas as marcas e ter uma opinião sobre as que eu provei.

Assim como eu sou de ficar dando busca na opinião alheia sobre produtos que eu quero conhecer, gosto de deixar publicado as minhas impressões, porque pode ajudar alguém. =)

Lembrando que eu sempre tomo energético puro, direto da latinha, diferente do pessoal que usa como aditivo para bebidas alcóolicas, sendo assim, eu não sei a cor, nem o efeito que dá quando se mistura com outras bebidas.

O original, que eu conheço como o primeiro energético do mercado, é o Red Bull. Digam o que quiserem, mas o original sempre é o original (oh que constatação rs).

Se você comparar o quadro de composição do Red Bull com qualquer outro vai descobrir que ele tem a maior quantidade de Taurina e Cafeína em relação aos outros. A versão Sugar Free tem quase o mesmo sabor, mas eu prefiro a versão tradicional.

O Bad Boy também tem uma versão em flaconete, que me lembra Epocler, não pelo sabor, mas pela aparência. O gosto é estranho e não acho que faça efeito, porque é só um concentrado de guaraná. Muito fraquinho. Não vale a pena comprar.

De repente, as prateleiras dos supermercados começaram a ser invadidas por um monte desses energéticos e eu decidi experimentar as variações, até porque o preço varia muito.

Então conheci o Flying Horse, que por um tempo teve como garoto propaganda o Luciano Huck, apresentando o produto como bebida para todos os momentos, como antes da academia. Assim, na minha época de marombeira (isso faz muito tempo, agora eu estou gordinha mesmo) eu tomava uma latinha dessas e ia pra academia logo cedo.

Em nível de taurina é igual ao Bad Boy e é o que eu acho ter o sabor mais próximo do Red Bull, talvez um pouco menos doce. Também tem versão Light, mas se nem na época que eu marombava tomava sem açúcar, quem dirá agora. Para os exagerados, eles vendem latinhas de vários tamanhos e até em garrafa de 1 litro!

A única experiência realmente ruim que eu tive até hoje foi com o Burn, produzido pela Coca Cola. O gosto dentro da boca é ok, mas o cheiro que você sente cada vez que chega perto da lata acaba com qualquer possibilidade de beber aquilo.

Pensa no cheiro de algum xarope muito ruim que você tenha tomado alguma vez na vida. É isso. O cheiro me remetia a farmácia antiga de manipulação, dessas que ainda existem nos arredores da praça da Sé (centro de São Paulo). A lata é a mais bonita, mas eu não quero saber da embalagem e sim do conteúdo.

Flash Power é um desses que eu comprei, porque estava na prateleira e saia mais em conta que o Red Bull. Numa época que eu consumia 1 lata diária, o preço fazia toda diferença.

O sabor é igual aos demais e o preço costuma ser o mais amigável na prateleira (é ele ou o Bad Boy). Eu gosto.

Por um bom tempo ficamos sem novidades nas prateleiras, quando de repente, decidiram criar novas opções.

O Plus Energy eu conheci na versão 1 litro. A garrafa chama atenção, porque foi desenhada para lembrar a pilha Duracell. Eu demorei para comprar, afinal, quem é doido para levar 1 litro de energético pra casa?

Sim, eu comprei, mas não foi para beber sozinha. Eu comprei para dar para um amigo viciado em energético e Coca Cola. No dia que eu entreguei a garrafa, estávamos em umas 4 pessoas e ele decidiu abrir para todo mundo conhecer a bebida junto. Foi assim, sem gelo mesmo. A reação foi unânime: não é Red Bull, mas não é mal, e para quem conhece as variações sabe que apesar da cara de Duracell o efeito é mais fraquinho.
A Itaipava é a responsável pelo TNT, outro energético que não encanta. Acho o gosto sem graça. O efeito dele é fraco e o sabor não me agrada. Eu bebi e fiquei com a sensação de que faltava alguma coisa, um gosto mais marcante.

O Fusion, feito com Guaraná Antártica parecia uma boa pedida. Abri a lata pensando que ia sentir um gosto mais parecido com o guaraná, mas me decepcionei. Não tem nem o gosto típico dos energéticos, tampouco do refrigerante da marca.

Então tem gosto do que? De Ki-Suco de guaraná (existe esse sabor?). Não compraria de novo, até porque não é mais barato do que os meus eleitos e não é gostoso.

O Ionic tem uma embalagem bonita (acho que é a cor azul com as letras arredondadas que me lembram o filme Tron, da Disney). Na lata o aviso: bebida azul. De fato, o líquido é mesmo azul... ok, numa foto que eu tirei ele ficou parecendo verde, mas na lata a cor é bem azul e ao vivo é quase um verde água. Esse tem o gosto parecido com o típico energético, mas é mais fraquinho no gosto e no efeito. Praticamente um refrigerante.

Tem um que eu tomei, comprado numa lojinha da Liberdade, de origem coreana, fabricada pela OKF (a mesma que fabrica os sucos de Aloe Vera, que foram proibidos pelo Minitério da Saúde sob argumentos nada convincentes). O gosto é parecido com a maioria dos nossos conhecidos, mas o efeito é bem fraquinho. A latinha é mais colorida, remetendo a um refrigerante. O perigo é se uma criança cismar com a latinha colorida e quiser comprar um. Se criança já é 220v sem aditivos, imagina tomando um energético? rs

Por fim, o Monster, do qual encontrei 3 versões diferentes nas prateleiras: normal, lo carb (ou versão light) e Khaos, que tem sucos de sabores cítricos na fórmula. Comprei 2 deles, o normal e o Khaos, que me pareceram mais interessantes.

A latinha do Monster tem 500 ml e não tem opções menores (pelo menos onde eu faço compras), então é bom que você goste mesmo de beber energético ou abra para dividir com alguém.

O primeiro que eu provei foi o Khaos. Minha descrição em uma palavra: credo! Ô coisinha ruim. Tem sabor tang aguado de tangerina e eu não senti o efeito do energético.

O normal deixou uma sensação quase parecida com o do Khaos, mas o gosto de tang aguado não é só do Khaos. Eles colocaram alguma coisa diferente que, pro meu paladar, não deu certo. Considerando o preço do Monster em relação aos meus queridinhos, esse já era!

Agora vai do seu gosto (bolso, coragem...) prová-los.

obs: as imagens, na medida do possível, foram extraídas dos sites dos próprios fabricantes.
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29° Bazar Beneficente do Kodomo no Sono

Como todos os anos, a Associação Pró Excepcionais Kodomo No Sono organiza um bazar para ajudar na arrecadação de verbas para sua manutenção.
 
Para comer haverá pratos típicos orientais, como guiozá, yakissoba, tempurá, moti, temaki, além de pastel, churrasco, pernil e a paella, para agradar todos os gostos.

Durante todo o dia estão programados diversos shows e uma área de diversão para as crianças.

O bazar terá itens para presentes, produtos orientais, além da venda de produtos feitos pelos internos da entidade, de roupas novas e semi- novas, de verduras e legumes.

Leve a família para conhecer o belo trabalho da entidade, ajudá-los a dar continuidade nos cuidados dos internos e ter um dia divertido com boa comida num ambiente muito inspirador.

Data: 30 de junho e 1º de julho de 2012
Horário: sábado das 11 às 17h e domingo das 9 às 17h
Local: Associação Pro Excepcionais Kodomo No Sono - Rua Prof. Hasegawa, 1198 - Itaquera
Transporte gratuito desde o Metrô Itaquera
Entrada: R$3,00
Infos: (11)3208-3949 ou 2521-6437
http://kodomonosono.org.br 
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10 anos de Wadaiko Sho

O grupo que foi criado no Brasil pelo percussionista Setsuo Kinoshita, ex-integrante do grupo Yamato Wadaiko do Japão, onde aprendeu toda a técnica que ensina em sua escola hoje, completa 10 anos de existência.

Para comemorar, o grupo que já participou de grandes cerimoniais e é o representante do estilo Wadaiko no Brasil, fará apresentação especial no dia 01 de julho, no Teatro Gazeta.

As entradas podem ser adquirida pela internet ou nas bilheterias do Teatro, localizado na Av. Paulista.

Data: 01 de julho de 2012 - domingo
Horário: 10h45
Local: Teatro Gazeta - Av. Paulista, 900
Infos: 3253-4102
Ingresso: R$30,00 inteiro e R$15,00 meia 

12 de março de 2012

1 ano do episódio de lições do Japão para o Mundo

Há 1 ano, o Japão passava por um dos piores desastres naturais já vivenciados naquele país, que fez tremer quase todo o território japonês e mostrou como a natureza é poderosa e impiedosa.

Mas foi com esse episódio que o Japão mostrou ao mundo como pessoas civilizadas deveriam agir sempre: com muita educação, disciplina e respeito ao próximo.

Em todo esse tempo não aconteceu um roubo a mercados e casas para aproveitar do caos e da vulnerabilidade alheia.

Por parte dos comerciantes não houve aumento abusivo dos preços das mercadorias vendidas, ao contrário, os comerciantes reduziram ao mínimo seus lucros, para colaborar com toda a população.

No momento das compras, ninguém tentou furar a fila, nem causar tumulto. Todos formavam disciplinadas e tranquilas filas para comprar alimentos e itens para suprir suas necessidades. E ninguém tentou comprar tudo por ser o primeiro da fila, compravam somente o necessário, para que todos tivessem a oportunidade de comprar.

Ninguém tentou tirar proveito porque é mais velho ou muito mais novo. Todos aguardavam paciente por sua vez.

Nos abrigos, a comida limitada, era dividida de forma igual. Ninguém tentou dar uma de esperto e levar um "oniguiri" sequer a mais do que todos os outros.

Lojas de eletrônicos, entre outras, disponibilizavam suas tomadas e emprestavam carregadores para aqueles que tinham um celular, mas estavam sem carga para poderem contatar familiares e amigos sobre suas localizações e situações.

Empresas de telefonia criaram descontos de todas as naturezas para possibilitar a comunicação, e os pedidos de que as pessoas só usassem o telefone para o extremamente necessário para descongestionar a rede foi prontamente atendido.

Nós mesmos, deste lado do mundo, paramos de tentar nos comunicar por telefone para deixar as linhas livres para as emergências. A internet foi a salvação para ajudar neste momento. E quando alguém que tinha um familiar de idade, que desconhece o uso da internet queria só avisar que estava bem, colocava uma mensagem na internet e quem conhecia o familiar se encarregava de dar o aviso. Uma verdadeira corrente do bem.

Estudantes de todas as partes se mobilizaram para ajudar os atingidos, saindo, muitas vezes, de cidades seguras, para se arriscarem em áreas devastadas.

Época de início da ida de bolsistas patrocinados pelo governo japonês, que decidiu manter as bolsas mesmo após o desastre, tiveram como recompensa a ida em massa dos selecionados com o espírito colaborativo e de agradecimento pela oportunidade. Quem foi diz que não se arrepende e conta a experiência única de ajudar quem mais precisava naquele momento.

A situação era tão extraordinária para os japoneses que até o imperador fez uma aparição em rede nacional para dizer algumas palavras de apoio. Segundo o protocolo imperial, ele nunca aparece em rede nacional, somente o ministro. Essa imagem é emblemática, primeiro por ser uma aparição inédita e porque já tem um tempo que o imperador está doente, mas o compromisso com seu povo é maior do que ele.

O noticiário japonês também impressionou e mostrou ao mundo como se faz jornalismo informativo e de respeito às pessoas. A NHK, canal estatal japonês, fechou toda a sua programação, local e mundial, para transmitir ao vivo, 24h por dia, para o mundo inteiro, informações para sua população e os descendentes que vivem ao redor do mundo o que acontecia de forma séria e informativa, sem sensacionalismos e dramatizações desnecessárias num momento tão doloroso, incluindo a abertura de canais de live stream.

Na internet, todos nós, que somos descendentes e temos parentes e amigos residindo, acompanhávamos, angustiados o dia-a-dia e tentávamos ajudar a transmitir os avisos de novos alertas de tremores pelo Twitter, Facebook, email, mensagens de texto e ligações quando possível.

A campanha, organizada pelas entidades representativas das províncias no Brasil, o Kenren, arrecadou um total de R$ 3.669.616,56, divulgado no site do Bunkyo/SP, que contou com a colaboração do Banco Itaú (a despeito de muitas reclamações que eu tenho contra o banco como correntista, não posso deixar de reconhecer que a abertura do canal de doações direta ajudou na arrecadação, uma vez que eles não cobraram taxas e tarifas sobre as transações para a conta especial).

Que o mundo não se esqueça do que testemunharam e que tenham aprendido alguma coisa com o sofrimento alheio.
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Exposição de Fotos – Renascimento do Japão: “Obrigado, Brasil!”

A exposição que teve início às vésperas dos cerimoniais em memória às vítimas do grande terremoto, com seu epicentro no mar e criou a grande onda que engoliu parte da costa nordeste do Japão, mostra imagens do reerguimento de um país que, até hoje, sofre com os efeitos de tremores constantes e o medo que atormenta ao mesmo tempo que fortalece toda uma nação em busca da sobrevivência.

A mostra começou no Palácio dos Bandeirantes no dia 2, ficando até 18 para visitas guiadas, e será intinerante nos metrôs de São Paulo, começando pela estação Alto do Ipiranga e seguindo para outras estações (não existe um calendário prévio, mas até o final do mês ficará na mesma estação. Aos interessados, recomendo acompanhar a agenda cultural do site do Metrô).

Data: 2 a 18 março de 2012
Horário: terça a domingo, das 10h às 17h - grupos de até 10 pessoas. Todas as visitas são acompanhadas por educadores.
Local: Palácio dos Bandeirantes - Avenida Morumbi, 4.500
Infos: 2193-8282 - agendamento eletrônico www.acervo.sp.gov.br
Entrada Gratuita

Data: a partir de 10 de março de 2012
Horário: consultar funcionamento das estações
Local: Metrô de São Paulo, iniciando pela estação Alto do Ipiranga
Entrada Gratuita
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Andorinhas Solitárias - 孤独なツバメたち

O documentário Andorinhas Solitárias conta a história de filhos de dekaseguis, que como muitos outros, não seguiram os estudos, cada qual com seus motivos, e agora buscam seu lugar no mundo.

Produzido em conjunto por um professor da Universidade de Hamamatsu e um diretor da NHK World, o documentário será exibido com legendas em português e contará com um debate, logo após a aparesentação, com parte dos personagens, além da presença dos produtores.

A participação no evento é gratuita, mas requer inscrição prévia.

Data: 14 de março de 2012 - quarta-feira
Horário: às 16h
Local: Pequeno Auditório do Bunkyo - Rua São Joaquim, 381 (próximo ao metrô São Joaquim)
Inscrição: contato@ciate.org.br (enviando seu nome completo e telefone, com o assunto “Andorinhas Solitárias”)
Infos: 3207-9014
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Wadaiko Sho e Meninos do Morumbi

Texto extraído do site da Fundação Japão

A Fundação Japão realiza o concerto gratuito “Encontro de Ritmos Japão-Brasil: Wadaiko Sho + Meninos do Morumbi”, no dia 18 de março de 2012, às 11h (domingo), no Teatro Gazeta, em São Paulo. Os ingressos poderão ser retirados a partir de 13 de março (terça-feira) na bilheteria do Teatro Gazeta, entre 14h e 20h, com limite de até 2 ingressos por pessoa.

O evento faz parte da programação do “Mês da Amizade e Solidariedade Japão-Brasil: Um Ano após a Tragédia da Região Leste do Japão”, realizado – durante março – pelo Consulado Geral do Japão em São Paulo com o apoio da Fundação Japão em São Paulo.

O concerto reúne no palco, pela quarta vez, o grupo Wadaiko Sho, conhecido pela filosofia de viver tendo como base a arte dos tambores japoneses (taiko) e liderado pelo músico Setsuo Kinoshita, e o grupo de percussão Meninos do Morumbi, formado por alunos que frequentam as aulas de percussão da entidade brasileira Associação Meninos do Morumbi, capitaneada pelo maestro Flávio Pimenta, que realizou shows no Brasil e no exterior.

“Quando os dois grupos apresentam as músicas de suas raízes, mostram a diversidade cultural que este país possui, mas quando apresentam o samba, mostram o porquê do Brasil acolher diferentes culturas num mesmo espaço”, afirma o músico Setsuo Kinoshita, líder do Wadaiko Sho.

Data: 18 de março de 2012 - domingo
Horário: às 11h
Local: Teatro Gazeta - Av. Paulista, 900 (próximo ao metrô Brigadeiro)
Infos: 3253-4102 ou no site da Fundação Japão
Entrada Franca
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ASEBEX Natsu Matsuri


NATSU MATSURI 2012 Dia 18/03/12, das 11h~17h30 Local: Hokkaido - Associação de Cultura e Assistência Rua Joaquim Távora, 605 - Vila Mariana, São Paulo, SP [fácil acesso com o Metrô Ana Rosa] Estacionamento Próprio e Conveniado Custo: R$ 8,00 [Antecipado] / R$ 10,00 [Porta] **GRATUIDADE para Menores de 5 anos e Idosos maiores de 65 anos mediante apresentação de documento com foto na PORTARIA** Posto de Venda: FANCY GOODS R. Galvão Bueno, 224, Liberdade, São Paulo-SP Contato: (11) 3277-7267 Twitter Oficial: @natsu_matsuri Contatos para a Imprensa e maiores informações: • Nadya Yuu Gushiken – gushi.yuu@gmail.com • Thiago Tane – tanezz@gmail.com • Irina Satie Goya – irinasatie@gmail.com • Karina Hamaguchi – kari.hamaguchi@gmail.com • Satie Goto – satie.goto@gmail.com