Numa sexta, chovendo hora sim outra também, eu resolvi que ia no teatro dar umas risadas e escolhi a peça Irmã Selma e o seu Terço Insano, com o ator Octávio Mendes, que criou os personagens da peça no Terça Insana, um show de humor que acontecia todas as terças aqui em São Paulo.
A peça começa com outros personagens e termina com a Irmã Selma, a melhor parte do show.
O começo é meio morno, mas depois fica bem legal. Chato mesmo são os pentelhos da plateia que insistem em ficar ligando a tela do celular.
O que estava do meu lado, quando ia começar a peça e todas as luzes já apagadas, ainda ficou lá no zapzap. O acompanhante dele tentou fazê-lo parar de usar a tranqueira, colocando a mão sobre a tela, mas o semancol dele deve ter ficado em casa. Então eu falei para ele desligar e ele ainda teve a coragem de dizer que a peça ainda não tinha começado.
Educação não dá para ensinar, mas a minha vontade era catar a meleca do celular dele e atirar lá no palco pra mostrar pra ele que luz de teatro apagada é para dar o clima do início da peça c@#%&*@!
Enfim, passado o estresse de ter um nó cego desses do lado, eu me diverti. Não mais que uma senhora sentada na fileira de trás, da qual a gente ria também.
E se você curte uma comédia, corra, porque a peça só fica no Teatro Gazeta até o final do mês de setembro.
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14 de setembro de 2015
17 de fevereiro de 2014
Teatro: Jocasta
Teatro: Aípod
Quando eu invento de ir, vou dias seguidos no teatro ou cinema, e na última semana decidi tirar o atraso das minhas idas ao teatro.
Numa quinta à noite, com manifestação na Av. Paulista e chuva, me peguei pensando se valia a pena tentar chegar no Conjunto Nacional, mas decidi arriscar e valeu a pena.
Jocasta é um monólogo, que conta uma daquelas tragédias gregas, com deuses criando situações desafiadoras para os mortais. Ela, foi rainha, ficou viúva e acabou virando mulher de seu próprio filho e procriando filhos que seriam seus netos.
O drama, muito bem encenado por Debora Duboc, impressiona pelo misto de drama e musical, na voz doce da atriz, que prende sua atenção e tira a respiração em algumas passagens.
A peça estará em cartaz por mais umas poucas sessões, então corra. Não há necessidade de comprar o ingresso antecipado e você consegue fazê-lo rapidamente, porque a bilheteria sempre está tranquila.
Lembrando que o Teatro Eva Herz fica dentro da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, no final da Av. Paulista.
A peça é apresentada todas quartas e quintas, às 21h, com duração de 1 hora e o ingresso custa R$40,00.
No sábado, eu consegui, finalmente, ingressos promocionais para a peça AíPod, que está em cartaz desde o segundo semestre de 2013 no MUBE - Museu Brasileiro de Escultura, localizado no Jardim Europa (o bairro que tem as ruas e avenidas com nomes de países europeus).
Sobre a peça, o que eu posso dizer é que se trata de diversão garantida! Além das boas combinações de músicas, bem coordenadas, com músicos em sintonia e 2 atores que cantam muito bem, a peça emociona e tira boas risadas.
Essa é daquelas que valem a pena assistir mais de uma vez. Se você vai assistir à sessão de sábado, que começa às 21h30, saiba que a peça dura quase 2h (oficialmente, 90 minutos), ou seja, termina tarde. Digo isso, porque vi um casal com 3 crianças, sendo que uma delas, de uns 9 anos, estava dormindo no colo da mãe.
A peça só fica em cartaz até dia 02 de março e o ingresso custa R$50,00.
Sobre o teatro. Essa foi a primeira vez que eu fui ao teatro MUBE, que é um centro cultural e abriga exposições, recitais de piano e de dança durante o ano todo.
O teatro é novo, as instalações são boas, o som é bom, as cadeiras são confortáveis e as fileiras bem espaçadas, o que ajuda os mais altos. Tem um café na entrada e mesinhas para quem chega mais cedo. Como parâmetro, paguei R$7,00 por um pão de queijo e um espresso.
Um problema é que não tem estacionamento dentro do MUBE, ainda que exista um serviço de manobrista na porta (não sei onde é que eles guardam esses carros), além dos flanelinhas. Tente estacionar na Rua Áustria, porque os flanelinhas pentelhos estão só na Alemanha, onde fica a porta de acesso para o teatro.
Numa quinta à noite, com manifestação na Av. Paulista e chuva, me peguei pensando se valia a pena tentar chegar no Conjunto Nacional, mas decidi arriscar e valeu a pena.
Jocasta é um monólogo, que conta uma daquelas tragédias gregas, com deuses criando situações desafiadoras para os mortais. Ela, foi rainha, ficou viúva e acabou virando mulher de seu próprio filho e procriando filhos que seriam seus netos.
O drama, muito bem encenado por Debora Duboc, impressiona pelo misto de drama e musical, na voz doce da atriz, que prende sua atenção e tira a respiração em algumas passagens.
A peça estará em cartaz por mais umas poucas sessões, então corra. Não há necessidade de comprar o ingresso antecipado e você consegue fazê-lo rapidamente, porque a bilheteria sempre está tranquila.
Lembrando que o Teatro Eva Herz fica dentro da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, no final da Av. Paulista.
A peça é apresentada todas quartas e quintas, às 21h, com duração de 1 hora e o ingresso custa R$40,00.
No sábado, eu consegui, finalmente, ingressos promocionais para a peça AíPod, que está em cartaz desde o segundo semestre de 2013 no MUBE - Museu Brasileiro de Escultura, localizado no Jardim Europa (o bairro que tem as ruas e avenidas com nomes de países europeus).
Sobre a peça, o que eu posso dizer é que se trata de diversão garantida! Além das boas combinações de músicas, bem coordenadas, com músicos em sintonia e 2 atores que cantam muito bem, a peça emociona e tira boas risadas.
Essa é daquelas que valem a pena assistir mais de uma vez. Se você vai assistir à sessão de sábado, que começa às 21h30, saiba que a peça dura quase 2h (oficialmente, 90 minutos), ou seja, termina tarde. Digo isso, porque vi um casal com 3 crianças, sendo que uma delas, de uns 9 anos, estava dormindo no colo da mãe.
A peça só fica em cartaz até dia 02 de março e o ingresso custa R$50,00.
Sobre o teatro. Essa foi a primeira vez que eu fui ao teatro MUBE, que é um centro cultural e abriga exposições, recitais de piano e de dança durante o ano todo.
O teatro é novo, as instalações são boas, o som é bom, as cadeiras são confortáveis e as fileiras bem espaçadas, o que ajuda os mais altos. Tem um café na entrada e mesinhas para quem chega mais cedo. Como parâmetro, paguei R$7,00 por um pão de queijo e um espresso.
Um problema é que não tem estacionamento dentro do MUBE, ainda que exista um serviço de manobrista na porta (não sei onde é que eles guardam esses carros), além dos flanelinhas. Tente estacionar na Rua Áustria, porque os flanelinhas pentelhos estão só na Alemanha, onde fica a porta de acesso para o teatro.
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