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8 de janeiro de 2024

Balanço das leituras de 2023 e o que eu pretendo ler em 2024!

 

Eu estou passada de descobrir que, apesar de ter conseguido bater a meta de 12 livros no ano, triplicado ela até o fim de 2023 e ainda ter conseguido ler mais um tiquinho, totalizando 38 livros, eu só fiz 5 postagens sobre os livros lidos.

Claro que nem tudo o que a gente lê merece uma postagem, mas 5 de 38 é um pouco esquisito, certo?

Aliás, não só eu li 38 como ouvi 8 audio books.

Ao longo do ano de 2024 eu espero comentar sobre minhas leituras, mas também vou pensar em comentar alguns livros lidos ano passado que eu acredito, possam ser úteis para pessoas que estão sofrendo com os efeitos da pandemia até hoje, no sentido de saúde mental.

Um dos livros que me marcaram e devem ter marcado muitos fãs da série de TV, Friends, foi o livro de Matthew Perry, o ator que deu vida ao tímido e sarcástico Chandler Bing.

Que a fama não faz as pessoas mais felizes, nós já sabemos, mas a que ponto pode levar a perturbação da fama, combinado aos vícios facilmente alimentados com ela, ninguém sabe ou pode prever.

No caso de Matt, apesar dele estar num momento, aparentemente bom da vida, estável, longe dos vícios, cercado de carinho por fãs e amigos, ele se foi.

Se você passa por algo parecido. Leia! Use a experiência dele para saber por onde começar, como começar seu processo de resgate.

Se você nunca teve esse tipo de problema e conhece ou desconfia que conhece alguém com problemas com vícios ou depressão, LEIA MUITO. Julgar na resolve, não ajuda e pode matar.

Vamos ler mais, coisas com qualidade, relatos, contos de fadas, distopias, ficção, ciência, história, culturas... e que venha a Bienal do Livro 2024!!!

26 de dezembro de 2022

Bienal do Livro e Festa do Livro da USP

Primeiro era para ter escrito um post sobre a Festa do Livro da USP antes dela ter começado e, pelo menos, antes dela ter terminado.

Como os 2 momentos foram esquecidos no furor da Festa, eu tinha pensado em escrever um depois da Festa para contar como foi.

Já que faz tempo que a Festa aconteceu, decidi que, antes de terminar 2022, eu precisava ao menos comentar como foi e decidi complementar contando qual os prós e contras de ir em cada uma delas para você se programar para as próximas.

Essa postagem se deve ao fato de eu fazer uns cursos EaD com encontros ao vivo por Zoom, Teams, Meet ou qualquer coisa parecida com isso, além de ter participado de algumas reuniões e, no geral, o faço do meu espaço de estudos, que inclui uma parte dos meus livros, organizados em estantes que aparecem no fundo das videoconferências.

E isso gerou um monte de perguntas e comentários do tipo "você mora numa biblioteca?"

Por um tempo, eu ainda estava com as pilhas de livros no fundo e eu explicava o porquê da bagunça: Bienal do Livro ou Festa do Livro da USP.

A Bienal é um evento literário com diversas atividades, shows, palestras, apresentações, sessões de autógrafos, estandes decorados, muitos espaços para seflies, uma praça de alimentação variada (e cara) e uma estrutura de evento de grande porte.

A maioria das editoras, principalmente aquelas que vendem os best sellers internacionais e nacionais, estão presentes, com estandes temáticos com suas principais obras e a eventual presença dos principais autores publicados por elas. Isso inclui presenças internacionais, com filas gigantescas para sessão de autógrafos que, claro, rendem uma boa venda para essas editoras, já que só com a compra do livro no estande você terá direito a ficar na fila do autógrafo.

O evento vale a pena para quem curte palestras, também. Entre autores conhecidos do grande público e aqueles que são conhecidos somente pela classe acadêmica de cada área de conhecimento, muitos vêm lá apresentar seus trabalhos, suas histórias.

Eu diria que um dos contras são os preços da entrada, o do estacionamento (para quem vai de carro, é claro), a fila para quem não acorda cedo ou não aguenta ficar até mais tarde e o fato da maioria dos livros ser vendido sem qualquer desconto, o que acaba fazendo a compra pela internet ser mais vantajosa.

A grande vantagem é que muitas editoras menores ou autores independentes estão lá e você pode conhecer obras que não estão nas livrarias ou que você não sabem que existe, então não buscaria na internet para comprar.

Por sua vez, a Festa da USP acontece dentro da Cidade Universitária, numa estrutura bem simples, que lembra um barracão montado com lonas, com ventilação feita pelas aberturas em alguns pontos do enorme corredor, que no calor fica um verdadeiro forno e na chuva, pode ter goteiras. Não há estandes propriamente ditos. São mesas com as obras colocadas em cima. Uns mais arrumadinhos, outros, o caos!

Mas esse caos atrai uma multidão de loucos por livros, porque a condição para qualquer editora participar da Festa do Livro da USP é levar as obras com, no mínimo 50% de desconto, o que em alguns casos você não vai encontrar em site algum e muitas vezes sai mais barato do que comprar usado no sebo.

Obras acadêmicas, valem muito a pena! Uma coleção de dicionários de Libras que eu procurava custa R$300 na internet e eu vi usado por uns R$200, sendo que lá saiu por R$150 (um pouco menos, mas estou arredondando, porque não lembro 140 e quanto era o preço exato).

Mas não são só as obras acadêmicas que valem a pena. Em muitos casos, mesmo livros de literatura, como da Companhia das Letras, uma das mais, se não for a mais disputadas das editoras, valem a pena. No caso específico da Companhia, tem todo um esquema especial para a compra. Eles te entregam uma lista com todos os livros disponíveis na Festa (em 2022 eles levaram tudo, mas tem anos que só vai uma parte) e os respectivos preços. Você marca um X em todos os livros que você quer, entrega a lista com seu nome para um atendente, ele vai separar para você e seu nome será chamado no caixa na ordem que os atendentes vão terminando de separar as listas. É uma bagunça razoavelmente organizada.

Só não vale se estressar. Tem que ir com tempo, muita disposição e uma mala de rodinhas! rs

Você não paga para entrar, se for de carro tem bastante lugar para estacionar e não paga para estacionar (não tem nem flanelinha, porque dentro da USP tem seguranças da própria universidade), mas o banheiro é montado (não é químico, ufa!), tem uma pracinha de alimentação quebra-galho e uns vendedores ambulantes de comes, bebes e artesanato na porta.

Aliás, apesar de ter um setor destinado a editoras com publicações infantis, se tem um lugar que não é muito legal levar criança, deve ser na USP, porque não tem atrativos visuais e as crianças ficam entediadas e os adultos acabam não conseguindo comprar direito, porque é uma montoeira de gente em filas, em volta de mesas enormes. Ah, e não tem onde sentar.

Qual é melhor?

Aí depende do seu foco.

Você só quer comprar livros em conta? USP com certeza.
Você quer uma experiência literária para todas as idades? Bienal do Livro sem dúvida.
Você quer tudo? Vai nos dois e seja feliz!!!

11 de julho de 2022

Bienal Internacional do Livro de São Paulo - Edição 2022

Depois de 4 anos aguardando, enfim, a Bienal do Livro de São Paulo voltou a acontecer!!!

Um misto de ansiedade, receios e alegrias afloravam conforme a data se aproximava e chegou o dia de ir ao novo local, que havia sido anunciado ao final da última edição, em 2018, para ver como seria estar num lugar que eu chamo de "a Disney dos amantes de livros".

O Expo Center Norte, fica, como sugere o nome, na zona norte da cidade de São Paulo, na ponta oposta de onde eu resido (eu moro nos fundos da zona sul), mas tem o acesso facilitado por ampla opções de transporte e não difere a estação de metrô onde sempre acessamos o ônibus que faz o traslado gratuito entre estação e local da Bienal.

Para quem não conhece a cidade, o Anhembi, onde era feito até então, fica equidistante da estação do metrô Tietê, porém para o lado contrário de onde está o Expo Center Norte (se tiver muita curiosidade, coloque no Google Maps o metrô Tietê e veja que a esquerda do mapa estará o Anhembi e a direita, o Expo).

A Bienal no Expo Center Norte ficou com uma configuração esquisita e muita gente (eu principalmente) ficava perdido e girando o mapa para tentar identificar onde estava e onde queria ir. Eu só fui entender o que causava a confusão no meu 2° dia de visita (eu tenho acesso gratuito por ser professora), pela primeira vez, a praça de alimentação estava bem no meio da Bienal, e não no fundo como de costume.

Além disso, só havia a sinalização de teto com as letras dos corredores na entrada, o que não ajudava depois que você já estava no meio do "labirinto".

Não sei se essa impressão foi geral, mas a Bienal diminuiu de tamanho e várias editoras grandes e habituais não estiveram presentes. As que eu senti mais falta foram a Martin Claret, que publica obras clássicas com ótimas traduções, em versões pocket, simples e luxo, além da editora da Folha, que sempre trazia as suas coleções com preços promocionais entre outras tantas publicações ótimas.

Uma coisa bacana que fizeram são os pontos de informação, espalhados em vários cantos da Bienal, o que ajudava os perdidos a se encontrarem ou descobrirem que uma editora não estava lá.

O uso das máscaras era opcional, mas muita gente estava usando a máscara e haviam lugares com totens de álcool gel para higienização.

Eu fui somente durante a semana e ainda assim estava bem cheio, muito por ser época de férias escolares, mas quem foi no primeiro fim de semana disse que estava impossível de cheio, já que os ingressos são vendidos pela internet e na porta. No fim de semana de encerramento havia um aviso nas redes sociais e no site da Bienal dizendo que não haveria mais venda de ingressos por canal algum por estarem esgotados.

Foi a primeira vez que isso aconteceu e deve ser por causa da muvuca da semana anterior, para não se tornar ponto de disseminação maciça de Covid. rs

Com a muvuca, com o risco de Covid no ar, calor e editoras faltantes, quem gosta desse ambiente não pode reclamar.

A Bienal estava bonita e lotada, o que prova, mais uma vez que o livro de papel não vai acabar, não vai morrer e não está obsoleto.

Era de deixar o coração quentinho ver a quantidade de crianças e jovens atrás de livros, com sacolas cheias, pais incentivando a leitura e gente encarando filas quilométricas nos caixas para levar as obras desejadas, algumas com ótimos descontos, outras porque depois não acha.

Com muito livro ou pouco livro, usando máscara e álcool gel (eu não sei nem quando vou deixar de usar esse combo na rua), confesso que foi muito bom estar de volta à Bienal do Livro.

Até 2024!!!

27 de agosto de 2018

Livros: MMMMM de Manuel Filho, Maurício de Souza e Ziraldo e O Pequeno Príncipe - a história do filme

Depois da jacada da Bienal, está na hora de comentar sobre o que eu já li. Os próximos posts devem demorar muito mais, mas eu comecei pelo que era mais rapidinho.

Para esse post vou comentar 2 livros infantis que eu comprei pra mim, porque livro infantil não precisa ser só para menores de 12 anos, pode muito bem ser para uma balzaquiana adoradora de livros! rs

Pensa num livro fofo. Pensou?

Junte os personagens mais amados. Juntou?

Imagina uma parceria mágica, entre 2 ilustradores e criadores de histórias infantis amadas por todos. Imaginou?

Deu liga! A Melhoramentos uniu dois grandes autores infantis numa história sobre amizade, com ilustrações lindas e lançou na Bienal do Livro de São Paulo a obra MMMMM - Mônica e Menino Maluquinho na Montanha Mágica, escrito por Manuel Filho em parceria com Maurício de Souza e Ziraldo.

Não sei vocês, mas a minha infância remete ao menino que andava com uma panela na cabeça e tinha macacos no sótão, e a garota do vestido vermelho que não aceitava desaforo e descia o coelho em quem ousasse mexer com ela.

Esse livro junta o melhor das duas turmas numa história de encher o coração de alegria e que te faz lembrar como é bom ser criança e conseguir ver a beleza das pequenas coisas.

O outro livro é bem mais infantil, mas a história me fez ficar com vontade de assistir ao filme: O Pequeno Príncipe - a história do filme, de Vanessa Rubio-Barreau, cuja história começa com uma garota que se muda para a casa vizinha de um senhor  solitário que conta como conheceu o Pequeno Príncipe e suas aventuras, numa amizade que faz a pequena garota enxergar além do quadro de horários que sua rigorosa mãe impõe.

Quem não gostaria de ouvir histórias de um velho aviador que conheceu o Pequeno Príncipe?

Se você tiver crianças pequenas em casa, vale muito a pena comprar esses livros, porque as histórias são fofas e as ilustrações são de encher os olhos da grande aqui, imagina dos pequenos?!

Boa leitura!

6 de agosto de 2018

Bienal do Livro de São Paulo 2018

O evento mais lindo e emocionante para os amantes de livros acontece, em São Paulo, entre os dias 03 e 12 de agosto de 2018.

Com um pouco menos de autores do que em edições anteriores, os destaques são os autores internacionais e o espaço da Microsoft, que conta com diversos workshops, palestras, além de demonstrações do que o futuro da educação pode esperar no que depender da empresa.

Neste ano, no lugar do tradicional post pré-evento, vou fazer um durante, já com umas dicas de editoras e de atrações.

Ingresso

Na última edição eu consegui me divertir muito por conta de ter direito à entrada gratuita por ser professora, mas muitas outras categorias são contempladas com a gratuidade, entre eles: os idosos com mais de 60 anos, os menores de 12 anos, os profissionais do setor (é obrigatório fazer o credenciamento).

Neste ano a novidade é a gratuidade para o titular de credencial plena do SESC, que dá direito a uma entrada por dia de evento. Basta levar sua carteirinha válida, acompanhada de documento oficial com foto para poder entrar de graça!

Para os demais, o valor do ingresso é de:
R$20,00 de segunda a quinta; e
R$25,00 de sexta a domingo

Como Chegar

Claro que isso depende muito, mas o melhor meio é utilizando o transporte público, ainda que você resida muito longe.

Se você vai na Bienal só 1 dia, como a maioria das pessoas, procure lotar o carro e chegue antes da abertura dos portões para fazer valer a pena o valor do estacionamento de R$40,00 e evitar o trânsito local, além das filas para estacionar.

Se você vai vários dias, melhor não usar o estacionamento do Anhembi, já que o valor da diária multiplicado por vários dias, vai doer muito no bolso. E quem vai na Bienal quer gastar dinheiro com livros e não com o estacionamento (pensa quantos livros dá para comprar se pegar aquelas promos muito loucas de editoras mega enlouquecedoras???).

A Bienal disponibiliza ônibus que saem da estação Portuguesa-Tietê (todos os dias do evento, com início 1 hora antes da abertura e encerramento 1 hora depois do fechamento) e Barra Funda (somente aos fins de semana, nos mesmos horários), são bem organizados, confortáveis e de graça. É só entrar na fila e aguardar.

Uma dica: nos fins de semana a fila fica gigantesca, então use suas pernas saudáveis para caminhar até o local. Não é tão longe da estação Tietê (segundo meu aplicativo, tem 1,8km), leva menos tempo e cansa menos do que ficar em pé na fila que se forma. Andando calmamente, podendo observar a praça 14 Bis e o aeromodelo que está na rotatória, com direito a selfie na passarela de travessia de pedestres, você não vai gastar mais do que 20 minutos.

O Que Levar

Talvez aqui fique uma das dicas mais importantes para sobreviver na selva de livros.

Meu kit de sobrevivência tem:
1 - carteira pequena com documento, dinheiro, cartões de crédito e débito
2 - mochila grande
3 - bolsinha tiracolo para carregar carteira e o celular (pode ser uma pochete)
4 - álcool gel
5 - garrafa de água
6 - lanchinho: sucos em caixinha, frutas, barrinhas de cereal, bolachinhas
7 - remédios básicos
8 - bala e chiclete

Agora eu explico o porquê dos itens acima.
1 - acho que dispensa explicações
2 - mochila grande com alças bem confortáveis e a menor quantidade de coisas dentro possível para carregar os livros comprados. Se você for como eu, não vai aguentar carregar as sacolas nos braços e pendurar nos pulsos tem o mesmo efeito de um suicídio. Não sou adepta da mala de rodinhas, porque no dia da muvuca é bem complicado conseguir sequer entrar em alguns estandes com esse acessório.
3 - a bolsinha mantém seus pertences mais à mão, o que facilita na hora do pagamento e ainda te dá a segurança de não ter sua carteira ou celular subtraídos da mochila, que está nas costas.
4 - o álcool é um TOC meu, mas depois de enfiar a mão num livro que todo mundo enfiou a mão ou depois de ter pago por sua comida, eu acho prudente dar uma higienizada. E não dá para ir toda hora no banheiro, já que ficam longe, porque tudo é longe dentro do pavilhão do Anhembi.
5 - considerando o preço da água (R$6,00), leve uma garrafa vazia e abasteça nos bebedouros disponíveis no pavilhão. Tem horas que faz uma fila, mas acho que vale a pena.
6 - acho essencial deixar levado lanchinhos, primeiro porque a fila na hora do almoço, que vai das 11h30 às 14h, é insana e o preço de qualquer coisa é caro. Se você levar crianças, o lanchinho será ainda mais necessário, porque criança com fome ou sede fica muito chata (eu fico muito chata com fome, imagina se for criança! rs).
7 - ainda que um evento para um público deste tamanho seja obrigado a ter ambulatório, não dispenso uns remédios emergenciais.
8 - bala e chiclete são itens básicos em toda bolsa/mochila, não?

Além desses itens, convém conferir a previsão do tempo e, se for o caso, levar uma blusa (esses dias, 2), porque lá fica bem gelado à noite, e um guarda-chuvas, porque é São Paulo.

Aplicativo para celular

Tem um app bem útil, com a lista de todas as editoras e a programação. Dá para montar sua lista pessoal de editoras favoritas e ser informado das atrações especiais de cada uma, por data e horário, além da localização do stand que dá destaque para aquelas que você favoritou.











Acredito que com essas dicas básicas, dá para aproveitar muito e se divertir à beça no que eu chamo de a "Disney" dos amantes de livros.

Todas as informações necessárias você encontra em www.bienaldolivrosp.com.br

22 de agosto de 2016

Bienal do Livro de São Paulo 2016

Eu adoro livros e não consigo entender muito bem o que leva uma pessoa a não gostar de livros, sejam eles na versão tradicional ou digital, já que a variedade de temas e estilos são incontáveis, o que me faz acreditar que existe livro para todos os gostos.

Para os que, como eu, adoram um livro novo de papel, aquele cheirinho único de livro novo ou mesmo velho, se sente no paraíso quando entra numa livraria, a Bienal é sempre um evento empolgante, desses que a gente nem liga de ficar por horas na fila.

É um parque de diversões com todas as editoras e livrarias juntas num mesmo espaço, um sonho, não é mesmo!

E lá vamos nós para mais uma edição da Bienal do Livro, que em São Paulo acontece nos anos pares (nos anos ímpares a Bienal é no Rio de Janeiro).

Quando eu vou, me concentro nas editoras menores, porque as grandes, que vendem best sellers, normalmente não vendem mais barato do que você pode comprar na internet. As menores ou independentes têm livros que você pode não encontrar muito fácil por aí ou têm promoções muito boas. Algumas fazem promoções especiais para o evento e outras estão em busca de autores.

Para quem é fã de alguns autores renomados pode ter a oportunidade de encontrá-los ao vivo para uma selfie e um autógrafo. Eu não sou chegada nessas filas, mas se você curte, não esqueça de conferir os dias e horários que eles estarão no local e chegue cedo para entrar na fila ou pegar sua senha.

Outra dica importante, vá com roupas e calçados extremamente confortáveis, porque você vai andar bastante e ficar muito tempo em pé. Além disso, se você sabe que pode acabar comprando muito livros, recomendo levar uma mala ou sacola de rodinhas. Num ano eu acabei deixando de comprar uns livros, simplesmente porque não aguentava mais carregar livros. Uma outra amiga usou a tática da mochila, exatamente para não exagerar nas compras.

Mais informações sobre horários, ingressos, autores, editoras e outros detalhes veja o site da Bienal do Livro de São Paulo.

Bienal do Livro 2016
Data: de 26 de agosto a 04 de setembro de 2016
Horário: seg a sex das 9 às 22h, sáb e dom das 10 às 22h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Ingresso: 2ª a 5ª - R$20,00, 6ª a domingo - R$25,00 (existem opções de pacotes de ingresso)
Estacionamento: de R$30,00 a R$70,00 (os valores podem ser alterados sem aviso prévio)
Ônibus gratuito e direto do metrô Tietê ao local do evento

25 de julho de 2016

Aplicativo: Bienal do Livro de São Paulo 2016

Há 1 mês da Bienal do Livro de São Paulo, edição 2016, nada melhor do que se preparar para o grande evento para os amantes de leitura e cheirinho de livro novo, com títulos para TODOS os gostos.

A sequência de posts de hoje até a semana que terá início a Bienal, eu vou colocar coisas relacionadas ao mundo dos livros e espero que seja útil para mais alguém. =)

O de hoje é sobre o app que a Bienal do Livro lançou em todas as últimas edições do evento e que é bem bacana ter no celular.

Uma das funções que eu acho mais importante é o mapa da Bienal, para saber exatamente onde estão posicionados os stands de cada editora, assim você fica menos perdido naquele mundão de stands que disputam sua atenção e trazem os títulos mais variados.

Nesse mapa você também descobre onde estão os banheiros, praça de alimentação, guarda volumes, entrada e saída.

Com ele você fica por dentro da programação do dia da sua visita, para saber quais autores estarão presentes dando autógrafos, onde e quando acontecem as palestras, debates e outras apresentações.

Essa são as funcionalidades do app (segundo descritivo da própria página do app):
- Visualizar as informações dos expositores;
- Acompanhar os horários e localizações das atrações do evento;
- Organizar sua visita, selecionando expositores como Favoritos e Visitados;
- Criar anotações relacionadas a um expositor;
- Traçar rotas entre stands ou localizar serviços no mapa interativo;
- Acessar facilmente todas as informações sobre o evento

18 de agosto de 2014

Livros, livros e mais livros: Bienal do Livro 2014!

A partir da sexta começa o maior evento para amantes dos livros, a Bienal do Livro em São Paulo, ou como eu defini para uma amiga louca por livros, a Disney dos livros! rs

A Bienal cresceu muito em todos estes anos de existência e eu ainda lembro da minha alegria quando era no prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera. Esse era o único lugar do mundo que meu pai deixava a gente pedir pra comprar tudo. Ele sempre incentivou muito a leitura em casa, não importava o gênero. Se era de ler, ele comprava.

Este ano, o evento acontece novamente no Anhembi, que eu não gosto muito, porque acho um lugar complicado de chegar, e nem adianta dizer pra ir de transporte público, porque eu sempre me empolgo e não conseguiria arrastar a quantidade de livros que eu compro, no busão.

A Bienal deixou de ser um lugar somente para reunir todas as editoras e se converteu numa lugar de experiências diversas para quem gosta de livros, como palestras, espaços temáticos e muitas estrelas internacionais em sessões disputadíssimas de autógrafos.

Pra mim, a Bienal é uma grande oportunidade de conhecer editoras menores ou editoras de universidades, cujos livros não são destaques nas livrarias e, às vezes, só é possível conseguir por encomenda.

Também vale pelas promoções especiais que as editoras fazem para alguns livros muito interessantes. Lembro que na última vez aproveitei para comprar ótimos dicionários, livros jurídicos e outros sobre temas diversos, até culinária, que eu curto, mas não sou boa, por valores que fizeram valer a maratona que é encarar todos aqueles corredores e tantos livros, além do trânsito e o cansaço físico que é comprar e carregar muitos livros.

Dica: se você pensa em se liberar na Bienal, leve uma mala ou sacola de rodinhas para carregar suas compras, e vá cedo, porque chegar depois do almoço vai fazer você andar por corredores estreitos e trombando com todo mundo, além de perder diversas promoções por ter esgotado aquele livro que você queria.

Mais informações e ingressos antecipados no site www.bienaldolivrosp.com.br

6 de agosto de 2012

Bienal do Livro de São Paulo e
Hanami no Bunkyo

Quem gosta de livros levanta a mão!!!

Entre os dias 09 e 19 de agosto de 2012, acontece a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anhembi, aberto das 10 às 22h, exceto no primeiro dia, que é fechado para os profissionais do livro e o último que encerra às 20h.

A Bienal do Livro, como já diz o nome, acontece a cada dois anos e sua realização é intercalada, nos anos pares é em São Paulo e nos anos ímpares, no Rio de Janeiro.

Desde que eu era pequena, uma coisa que meu pai nunca deixou de comprar, em hipótese alguma, eram materiais de leitura. Podia ser um gibi, um jornalzinho, uma revista, um livro. Para ele, o importante era alimentar esse gosto pela leitura, fosse ele por literatura ou quadrinhos.

E desde que eu me conheço por gente, ou pelo menos desde que eu aprendi a ler as primeiras letras, ele carregava a gente pra Bienal, que, antigamente, era na Bienal, dentro do Parque do Ibirapuera. Era um dia inteiro caminhando pelas rampas e andares do prédio, desbravando todas as editoras existentes.

Quando ficamos um pouco maiores, meu pai levava a gente até a portaria, dava o dinheiro e a gente podia gastar quanto quisesse, desde que fosse em material de leitura.

A mudança de local não me agradou muito e fiquei uns bons anos sem ir na maior feira de livros, mas depois que você aprende a dirigir nem é tão ruim ir até o Anhembi, com exceção dos R$30,00 de estacionamento que se paga por dia (motos pagam R$20,00).

A entrada é gratuita para menores de 12 e maiores de 65 anos, além de profissionais do setor devidamente identificados, mas se for como nos anos anteriores, o valor da entrada (R$acaba sendo convertido em desconto em muitas editoras, o que no final das contas faz com que a entrada seja, na verdade, gratuita.

Este ano a Bienal inovou em tecnologia. No site existe um aplicativo que permite você criar sua programação, além de um mapa interativo. E eu encontrei no Play (o antigo Android Market) um app para baixar, que tem mapas e todas as informações sobre a Bienal.

O desenho são iguais, mas este da direita é o ícone do app.

Aproveito pra deixar minhas dicas para quem vai à Bienal do Livro.

1 - chegue cedo: se quiser aproveitar bem, é melhor chegar bem cedo para ter tempo de ver, pesquisar e comprar tudo o que quiser e encontrar de legal. Muitas editoras pequenas tem livros difíceis de encontrar nas livrarias e valem mais a pena do que ficar fuçando o stand de um Saraiva que tem preços mais altos que no site.

2 - leve um carrinho ou mala de rodas: se você sabe que vai para comprar, leve uma mala ou sacola de rodinhas, ou ainda, um desses carrinhos de carregar processos. Eu morri de inveja de um senhor que passou por um dos stands que eu visitei, carregando uma dessas malas de viagem, tamanho médio. Primeiro pensei "que exagero" e no final da Bienal pensava "por que raios eu não trouxe a minha mala?".

3 - opções para pagamento: leve de tudo um pouco, cartão, dinheiro e até cheque. Pode ser que nas editoras menos badaladas você encontre alguma vantagem em comprar com outros meios que não o cartão de plástico. Isso sem contar para a comida e o estacionamento, que salvo engano, só aceita dinheiro e na entrada.

4 - roupas confortáveis: esqueça seu lindo salto meia pata de 15 cm em casa. Também deixe aquela saia curtíssima e/ou justíssima para usar na praia ou na balada. O piso do Anhembi, ainda que forrado, é super irregular. O traje ideal inclui um par de tênis, calça comprida e, dependendo do clima, uma blusinha para a saída. Mochilas enormes ou bolsas grandes também serão um belo desconforto, a não ser que você esteja disposto a gastar com o guarda-volumes (pago a parte, valor não informado no site).

5 - kit Bienal: eu não acredito que eles deixem você entrar com kit farofa na bolsa, mas se puder, leve balas, chicletes e até uma garrafinha de água para não ter que entrar nas filas enormes que se formam da hora do almoço até o final do dia nos quiosques para alimentação. Aparentemente, eles aumentaram a área de alimentação, mas pelo volume de público que frequenta a Bienal nos finais de semana, ir munido de paciência é uma boa ideia.

Data: 9 a 19 de Agosto de 2012
Horário: 9 a 18 de agosto, das 10h às 22h e 19 de agosto, das 10h ás 20h, com entrada até às 18h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209
Entrada: R$12,00 (inteira)
Estacionamento: R$30,00 carros/van e R$20,00 motos
Ônibus circular gratuito saindo do metrô Tietê
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Hanami, momento de festejar as cerejeiras em flor

O Bunkyo de São Paulo fará um Hanami, uma espécie de celebração à florada do Sakura, a flor de cerejeira japonesa, que no Japão atrai multidões que acampam nos enormes parques e jardins que tem corredores com a árvore que floresce por alguns dias por ano, indicando a chegada da primavera.

Com a bagunça climática, as cerejeiras tem florescido aos poucos e cada região está fazendo sua Hanami em semanas diferentes em todo o Brasil. Desde a primeira florada que eu vi, já estamos na 5ª semana de floradas (a primeira que eu vi foi no Paraná).

A festa do Bunkyo terá adesão de R$15,00 e dá direito a otsumami (aperitivo), coquetel de licor de ume (a cereja do sakura curtida) e chá de sakura ou participação na Demonstração da Cerimônia do Chá (que acontecerá às 19h e às 19h30).

Data: 11 de agosto de 2012, sábado
Horário: das 18 às 22h - Cerimônia do Chá: às 19h e às 19h30
Local: Jardim do Bunkyo/SP - Rua São Joaquim, 381 (próximo do metrô São Joaquim)
Adesão: R$15,00