Na época do lançamento eu nem sei porque não fui assistir, mas não sei bem como levar a sério um personagem cujo nome é formiga. Talvez porque isso me lembre o desenho da Formiga Atômica (Atomic Ant), uma formiga que era mega forte e salvava a cidade de criminosos e ataques de animais gigantes.
Outra coisa que eu achei estranho era a escolha de Paul Rudd como super herói. Ele não faz bem o estilo, como Chris Evans ou o Hemsworth. Mas depois que você vê como é o personagem e a história do Homem-Formiga tudo se encaixa.
Eu fiquei curiosa para ver o filme depois de assistir ao Capitão América - Guerra Civil, onde um dos convocados para o Team Cap foi o Homem-Formiga e ele é todo atrapalhado e engraçado.
Agora que eu assisti ao Homem-Formiga, descobri que faria mais sentido se eu tivesse assistido ele antes do Guerra Civil, mas no final é só ficar juntando as partes de lá e cá. E os filmes fazem sentido sozinhos, ainda que uma introdução ajudasse.
Scott Lang (Paul Rudd) é um daqueles caras que fizeram besteira no passado, foram presos e querem se redimir com o mundo, mas o mundo não ajudar, já que na ficha dele consta que ele é um ex-detento.
De qualquer forma, o crime dele foi querer bancar o Robin Hood no passado e agora um grande cientista está de olho no rapaz que ele acredita ter o perfil desejado para vestir seu uniforme.
Achei que algumas passagens poderiam ter sido mais trabalhadas para explicar a evolução dos acontecimentos, mas como todo filme dos personagens de Stan Lee, traz a parte da ação, da comédia, da emoção.
Não achei um filme 5 estrelas, mas vale pelas risadas e pelo estilo mais leve a engraçado em relação aos outros heróis Marvel que são mais sérios.
27 de junho de 2016
20 de junho de 2016
Livro: O Estranho Caso do Cachorro Morto de Mark Haddon
Eu estava conversando com umas amigas loucas por livros e nem lembro bem o que levou à indicação deste, mas sei que pelo comentário feito a curiosidade falou mais alto e eu tive que pegar esse livro na hora.
O livro é curto e eu sei que em algumas horas de um domingo havia terminado de lê-lo inteiro.
A história é mesmo sobre um cachorro morto, o cachorro da vizinha de Christopher, um garoto de 15 anos, autista, ótimo em matemática e que sonha ser astronauta.
Ele fica encucado com o assassinato do cachorro, animais de que tanto gosta, e decide que vai investigar quem é o culpado.
A narrativa está em primeira pessoa e é interessante ver o relato de como ele enxerga o mundo a sua volta, sua relação com os pais, com as outras pessoas, seus professores e colegas da escola para crianças especiais.
Emocionante, te desafio a não ficar com uma lágrima no cantinho dos olhos nos capítulos finais, porque existem muitas reviravoltas ao longo da história, umas partes que o leitor fica com o coração na mão e outras que dá vontade de dar a mão Christopher somente para dizer "você vai ficar bem".
O livro é curto e eu sei que em algumas horas de um domingo havia terminado de lê-lo inteiro.
A história é mesmo sobre um cachorro morto, o cachorro da vizinha de Christopher, um garoto de 15 anos, autista, ótimo em matemática e que sonha ser astronauta.
Ele fica encucado com o assassinato do cachorro, animais de que tanto gosta, e decide que vai investigar quem é o culpado.
A narrativa está em primeira pessoa e é interessante ver o relato de como ele enxerga o mundo a sua volta, sua relação com os pais, com as outras pessoas, seus professores e colegas da escola para crianças especiais.
Emocionante, te desafio a não ficar com uma lágrima no cantinho dos olhos nos capítulos finais, porque existem muitas reviravoltas ao longo da história, umas partes que o leitor fica com o coração na mão e outras que dá vontade de dar a mão Christopher somente para dizer "você vai ficar bem".
6 de junho de 2016
Filme: A Espiã que sabia de menos (SPY)
Eu lembro de ter visto o trailer desse filme em alguma sessão de cinema na época, mas nem dei muita bola, apesar de parecer bem engraçado.
Nada como um fim de semana chuvoso para prender a gente em casa e ligar a TV. Como entre o que estava passando esse era um filme que eu não tinha assistido antes, fiquei com ele.
Acho que o título não faz juz ao filme, mas o título original, Spy, também não diz muita coisa.
O filme seria só mais um filme de comédia, não estivéssemos discutindo sobre feminismo e ideias machistas que atrasam a vida das mulheres.
A história mostra uma mulher, gorda, que apesar de muito habilidosa, foi convencida que por todas as suas características, ficaria melhor sentada numa mesa de escritório.
Quando um agente da Cia é assassinado e eles precisam de um agente para se infiltrar numa máfia, Susan Cooper (Melissa McMarthy), que passou por treinamento 10 anos atrás e que dava suporte ao agente assassinado, decide se voluntariar para a missão, ao mesmo tempo que um gente durão (Jason Statham) acha impossível que uma mulher que se "parece com a esposa de papai noel" fosse capaz de alguma coisa.
Entre uma trapalhada e outra, ela mostra do que uma mulher é capaz, contando com ajuda de uma chefe mulher que sabe como as mulheres são mesmo convencidas que são inferiores e de uma colega de trabalho que apoia sua amiga seja lá no que ela decida se meter.
É um total girl power! Acho que vale a pena, seja por mera diversão ou para ver essa mensagem indireta que o filme mostra.
Adorei!
Nada como um fim de semana chuvoso para prender a gente em casa e ligar a TV. Como entre o que estava passando esse era um filme que eu não tinha assistido antes, fiquei com ele.
Acho que o título não faz juz ao filme, mas o título original, Spy, também não diz muita coisa.
O filme seria só mais um filme de comédia, não estivéssemos discutindo sobre feminismo e ideias machistas que atrasam a vida das mulheres.
A história mostra uma mulher, gorda, que apesar de muito habilidosa, foi convencida que por todas as suas características, ficaria melhor sentada numa mesa de escritório.
Quando um agente da Cia é assassinado e eles precisam de um agente para se infiltrar numa máfia, Susan Cooper (Melissa McMarthy), que passou por treinamento 10 anos atrás e que dava suporte ao agente assassinado, decide se voluntariar para a missão, ao mesmo tempo que um gente durão (Jason Statham) acha impossível que uma mulher que se "parece com a esposa de papai noel" fosse capaz de alguma coisa.
Entre uma trapalhada e outra, ela mostra do que uma mulher é capaz, contando com ajuda de uma chefe mulher que sabe como as mulheres são mesmo convencidas que são inferiores e de uma colega de trabalho que apoia sua amiga seja lá no que ela decida se meter.
É um total girl power! Acho que vale a pena, seja por mera diversão ou para ver essa mensagem indireta que o filme mostra.
Adorei!
30 de maio de 2016
Livro: Sobre a Escrita de Stephen King
Eu não curto os temas dos livros dele, simplesmente porque não gosto de histórias que dão medo, mas quando vi o título deste livro, fiquei interessada, porque eu imaginei que ele contava como você pode aperfeiçoar sua forma de escrever.
Não estava enganada. Ele começa com dicas bem básicas sobre inspiração, gramática, publicação, mas ao longo do texto ele dá exemplos dos próprios acertos e fracassos na caminhada da escrita.
É engraçado ele se auto nominando autoridade para tratar de fracassos ou erros de produção, considerando o grande autor de best sellers que ele é. Mas lendo, você entende que ele ouviu muito não e pastou bastante antes de conseguir chegar onde chegou.
Ele conta desde quando ele era criança e foi desencorajado por professores a escrever sobre a temática de terror que o consagrou e de onde surgiram várias das inspirações dele, de fatos e situações corriqueiras.
O livro também é uma auto biografia na medida que conta toda a trajetória, da formação em letras, das aulas que deu, das casas por onde passou, da sua amada esposa, que sempre o apoiou e é sua maior crítica, e do acidente que quase o tirou desse mundo antes do término desta obra.
Talvez isso possa ser considerado spoiler, mas eu acho que uma parte interessante está nas páginas finais, onde ele lista os 100 livros mais interessantes que ele leu, no julgamento dele, é claro. Você pode ou não concordar. E depois, segue outra lista com mais 80 livros, que ele adicionou a pedido dos editores, porque a versão original, pelo que eu entendi, já está na 2ª edição.
Se você curte a arte da escrita, vai gostar. Se você é fã do autor, considere esse livro leitura obrigatória.
Não estava enganada. Ele começa com dicas bem básicas sobre inspiração, gramática, publicação, mas ao longo do texto ele dá exemplos dos próprios acertos e fracassos na caminhada da escrita.
É engraçado ele se auto nominando autoridade para tratar de fracassos ou erros de produção, considerando o grande autor de best sellers que ele é. Mas lendo, você entende que ele ouviu muito não e pastou bastante antes de conseguir chegar onde chegou.
Ele conta desde quando ele era criança e foi desencorajado por professores a escrever sobre a temática de terror que o consagrou e de onde surgiram várias das inspirações dele, de fatos e situações corriqueiras.
O livro também é uma auto biografia na medida que conta toda a trajetória, da formação em letras, das aulas que deu, das casas por onde passou, da sua amada esposa, que sempre o apoiou e é sua maior crítica, e do acidente que quase o tirou desse mundo antes do término desta obra.
Talvez isso possa ser considerado spoiler, mas eu acho que uma parte interessante está nas páginas finais, onde ele lista os 100 livros mais interessantes que ele leu, no julgamento dele, é claro. Você pode ou não concordar. E depois, segue outra lista com mais 80 livros, que ele adicionou a pedido dos editores, porque a versão original, pelo que eu entendi, já está na 2ª edição.
Se você curte a arte da escrita, vai gostar. Se você é fã do autor, considere esse livro leitura obrigatória.
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