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3 de fevereiro de 2014

World Bike Tour 2014 no (que era para ser o)
Aniversário da Cidade de São Paulo

Quando aconteceu a primeira edição, em 2009, eu só fiquei sabendo do sorteio na semana em que aconteceria o passeio ciclistico. Desde então, todos os anos eu tentava conseguir uma inscrição e nunca deu certo.

Ano passado, uma amiga e seu namorado conseguiram, sendo que era a primeira vez que eles tentaram. Inconformada, comentei que eu tentava há anos e nunca tinha conseguido uma inscrição e ela me contou o segredinho: múltiplas inscrições!

Naquele momento desacreditei em mim mesma. Justo eu que sempre leio o regulamento inteiro, não tinha percebido que NÃO existia nada que dissesse expressamente que cada CPF só poderia se inscrever 1x.

Com essa informação em mãos, fiquei aguardando o regulamento para a WBT 2014 sair para ver se as regras continuavam as mesmas e mandar bala nas múltiplas inscrições. Enfim, em setembro foi anunciado o prazo e o regulamento que continuava o mesmo.

Durante 1 semana eu entrava no site em horários alternados e fazia inscrições. Umas 3 por acesso. E não é que funcionou?!

No dia que saiu a primeira lista de números, me deu um desespero, porque eu tinha uma lista enorme de números para conferir, mas nada que um ctrl+f e um copy/paste não resolvessem. Primeiro número, não, segundo número, não... penúltimo número e apareceu um número compatível na tela. Devo ter conferido umas 5 vezes para ver se a sequência era a minha. rs

Pouco tempo depois eles anunciaram no Facebook que os sorteados receberiam o email com as instruções.

Um email foi enviado com congratulações, instruções e o boleto com a taxa que efetivava a inscrição.

Depois de pago o boleto é que vinha a fase frio na barriga, porque você ficava sem notícias da organizadora. Não tem confirmação de que eles receberam o pagamento, não tem uma informação sobre datas, horários nem nada. Você precisava acreditar (haja fé depois de ler tanta gente de outras cidades xingando a (des)organização)!

Enfim, pouco mais de 1 semana antes da data conhecida do evento, que em São Paulo era sempre no dia do aniversário da cidade, 25 de janeiro, veio um email confirmando a data do passeio, datas e horários para a retirada dos kits de participação. Que alívio! Mal sabia que era cedo demais para comemorar.

Eu fui numa quinta-feira retirar meu kit lá no Esporte Clube Pinheiros, um dos apoiadores do evento.

Chegando ao Clube, descobri que o endereço divulgado como da retirada não tinha portão. A porta de acesso ficava na lateral, na Rua Tucumã. Na entrada estavam expostas as bikes dos anos anteriores e o esquema para a retirada foi muito organizado. Na mesa, você entregava o comprovante de pagamento, apresentava seu documento, eles conferiam no sistema, entregavam o kit e passavam as informações sobre a data.

Eis que todos os 8.000 inscritos levaram um susto logo cedo, às vésperas, com um email que anunciava que o passeio seria adiado? Será que íamos levar um golpe como o pessoal de Brasília???

Com o PROCON de São Paulo caindo matando em cima dos portugueses, pelo menos a segunda data foi respeitada... se bem que respeito não se encaixa na situação vivida no domingo, 02 de fevereiro de 2014.

Disseram que às 7h abririam os acessos para a retirada das bikes. Cheguei às 6:45 no local, mas os acessos só foram abertos às 7:45 com os participantes gritando "abre logo" e um calor que começava a incomodar naquela montoeira de gente. Às 8:30 eu consegui pegar uma bike que estava com o freio traseiro travado. Esperei até às 9:15 para conseguir um mecânico para arrumar o freio. Quando comecei a pedalar descubro que a marcha estava quebrada. Parei num ponto com mecânico logo que desce da ponte e consegui trocar a bike (um milagre, haja visto os comentários de pessoas que foram embora sem bike) que também estava com os freios presos. Até que foi "rápido" e às 9:45 eu comecei o meu percurso de verdade. Foram só 13 minutos até o Jockey e eu segui até perto do Butantã onde eu decidi dar meia volta, porque não conseguiria pedalar de volta pra casa de tão longe na minha (falta de) forma física.

Estava tudo desorganizado. Ninguém conferia nada: inscrição, documentos, nada! E quem estava pro final da fila acabou sem bike por isso.

A foto (site Band News) mostra a situação. Eu vi um monte dessas desmontadas e aos pedaços quando estava subindo a ponte para pegar a minha. Elas estavam largadas nos cantos e eu não pensei que os inscritos teriam que ficar com essas coisas. Umas piores podem ser vistas na reportagem do SPTV, com bikes sem banco ou pneus.

Aliás, quando eu terminei meu percurso e parei para beber uma água, comer uma barrinha de cereal e ir no banheiro, ouvi um policial falando com outro que estava na largada, informando que inscritos ainda não tinham saído da ponte e pedindo para que quando acabasse a largada, que um grupo de policiais se dirigisse ao ponto de chegada.

Pensa que isso é tudo? Não, foi pior!!!

No trem (a única parte organizada, porque não fazia parte da WBT), uma operação especial havia sido montada e os ciclistas podiam, excepcionalmente, subir em qualquer vagão com sua bike. Foi super tranquilo voltar pra casa e tinha até ar condicionado.

Eis que eu vi um monte de gente subindo nas estações Berrini e Morumbi, as 2 mais próximas do local de largada, mas não estava entendendo a razão para isso, já que elas ficavam longe do ponto de chegada. Depois eu fui descobrir que essas pessoas nem largaram! Elas pegaram uma bike e deram meia volta, porque já era quase 11h. Nota, o passeio estava programado para terminar às 12h, quando as vias deveriam ser desinterditadas!

Eu e mais 7999 pessoas acreditaram que um evento organizado internacionalmente fosse algo sério, mas quando a bagunça começou, os podres começaram a rolar soltas na internet. Descobriram que além da palhaçada que ocorreu em Brasília, eles já tinham tido problemas na terra natal, Portugal!

Se alguém aceitar meu conselho, fica a dica: NÃO SE INSCREVAM para o WBT 2015 pelo bem dos seus nervos!

Não existe uma organização de verdade, os caras agem como amadores, o pessoal que está no dia vestindo camisetas que diz "staff" não sabem nada e não fazem nada, os seguranças estavam lá só de enfeite (a prova disso é o roubo de muitas bikes por quem não estava inscrito) e não havia filas, nem indicações para nada, por isso a confusão.

Se não acreditam em mim, seguem links para ver notícias publicadas pela imprensa local e a reclamação da galera no Facebook e no Reclame Aqui!

World Bike Tour nunca mais!

26 de março de 2012

Atendimento é bom, eu gosto e eu ligo quando quero elogiar!

Na semana passada uns amigos comentavam sobre problemas de atendimentos, empresas que lhes dão dores de cabeça e quando eu estava colocando que algumas empresas lideram o ranking de reclamações de forma injusta, porque tem empresas que recebem poucas reclamações, mas não resolvem nenhuma delas, e outras que recebem milhares de reclamações, mas resolvem, se não todas, a grande maioria, um amigo comentou que o problema está na premissa básica do marketing: deixe 1 cliente satisfeito e outros 2 ou 3 saberão da notícia, deixe 1 cliente INsatisfeito e tenha sua má reputação conhecida por pelo menos mais 10.

E por conta disso, uma coisa que aprendi a fazer: sempre que eu tenho um atendimento que me agrada ou conheço um produto que cumpre com o prometido/anunciado, faço questão de contar para todas as pessoas que conheço e, sempre que possível, contato o atendimento ao cliente da empresa para fazer os devidos reconhecimentos, porque botar defeitos nos outros é fácil, difícil é reconhecer as qualidades.

A Vivo é uma dessas empresas que vira e mexe me dá uma dorzinha de cabeça, mas quando eu ligo, costumo receber um atendimento simpático e atencioso, que me desarma e me faz escolher por resolver o problema a cancelar o serviço, uma vez que trocar por uma pior não faz parte dos meus planos, e nós sabemos que hoje em dia a concorrência em problemas está forte! A exemplo da Nextel que já está ficando muito famosa por seus desserviços: falta de sinal, desonestidade na hora de cancelar a assinatura e assim segue.

No geral, a Vivo tem uma avaliação que deve ser feita pelo atendimento eletrônico logo depois que o atendente desliga. Sempre que eu sou bem atendida, faço questão de esperar na linha até que eu possa deixar minha nota. Reclamar é meu direito, mas acho que dar um feedback é minha obrigação.

Numa outra ocasião, quando eu fiz minha primeira compra por telefone, fui atendida por um rapaz super paciente, que fez todas as cotações que eu pedi sem preguiça nem tempo ruim. Recebi tudo direitinho e fiquei tão feliz que fiz questão de ligar de volta e pedir para falar com o supervisor do departamento.

Nunca vou me esquecer que todas as pessoas que atenderam minha ligação ficaram apreensivos, porque eles só recebiam ligações para ouvir bronca de cliente, mas eu estava ligando para elogiar o atendente e expliquei que tinha ficado tão satisfeita que me senti na obrigação de informar os superiores daquela pessoa tão atenciosa que, mesmo sem saber se eu ia comprar ou não, não me negou informação alguma e buscou o melhor preço para que eu fechasse o negócio. Isso sim é vendedor. A loja era a Plug & Play.

Outra ocasião foi num restaurante. Os garçons deveriam ser todos simpáticos e atenciosos, mas você sabe quando ele faz isso com vontade e quando ele faz só para não ser mandado embora. Esse, fazia, porque a boa vontade faz parte dele. Me senti tão bem servida que só o fato de ter deixado o valor de serviço não me satisfez. Guardei o nome do garçom, a data e horário em que estive na loja, e enviei um email para a gerência. E aí nota-se a diferença entre gerências e gerências de locais onde os atendentes são bons.

O exemplo tem mesmo que vir de cima. Eles responderam meu email e se notava que era uma mensagem pessoal e não aquelas coisas prontas. Fiquei ainda mais satisfeita e, sim, sempre que posso volto lá. O restaurante: Outback Eldorado.

Serviços de internet também já me renderam maus e bons momentos, e uma boa surpresa aconteceu com a Globo.com. Muitos anos atrás, o serviço da Blogger.com.br, que não tem relação com o Blogger.com, prestado pela Globo.com era gratuito e de acesso ao público em geral, assinante ou não dos serviços da Globo.com. Eu tinha, porque era prático e bem simples de usar. Num belo dia, eu queria entrar para editar meu blog, que eu havia deixado por uns tempos sem movimentação, e a má surpresa, o serviço havia sido bloqueado para não assinantes.

O problema era que o blog continuava ativo, sendo que se você digitasse o endereço do blog, conseguia entrar nele, mas eu não podia atualizá-lo, nem tirá-lo do ar. Tentei entrar em contato, mas como não era assinante, não conseguia contato, pois o serviço em questão era só para assinantes.

Decidi apelar! Fui no site Reclame Aqui e encontrei outra reclamação de igual conteúdo. Como eles trataram direto com o reclamante, tive que postar uma reclamação também para ser atendida. Para minha surpresa, o retorno à reclamação foi super rápida e a solução igualmente rápida, sem burocracia, complicações ou exigências.

Eles me ligaram, me pediram umas confirmações, somente para saber se eu era eu mesma, depois o departamento técnico entrou em contato para saber exatamente quais os conteúdos eu tinha no site para gravarem tudo e me enviarem, e em um par de dias eu tinha recebido um DVD com todo o conteúdo que havia postado ao longo de anos no site, via Sedex, sem nenhum custo para mim, e uns poucos dias após minha confirmação de recebimento do material e um email meu para eles com agradecimentos, o blog foi finalmente tirado do ar.

No Reclame Aqui, a avaliação foi: status = resolvido, e "voltaria a negociar com a empresa". Se sem ser assinante a coisa fluiu, acredito que se eu pagasse pelos serviços deles o tratamento não seria menos do que isso.

Acho que para finalizar este post, não posso deixar de comentar algo que aconteceu comigo e o SAC da Colgate. Eu sou uma pessoa cheia de alergias, como já mencionado na semana passada, e estava buscando alívio para o meu bruxismo, na época recém descoberto. Meu dentista me deu uma amostra de uma pasta nova que a Colgate havia acabado de lançar: o Colgate Sensitive Pró-Alívio.

Voltei pra casa empolgada em usar a tal promessa de fim da sensibilidade. Escovei os dentes antes de dormir e, assim como na propaganda, já senti uma sensação gostosa de anestesia nos dentes. Na manhã seguinte, senti algo estranho, mas escovei os dentes novamente com a tal pasta. Passados uns 30 minutos comecei a sentir como se minha gengiva estivesse rasgada. Eu podia sentir o gosto de sangue, mas não estava sangrando, só estava muito vermelho.

Cheguei no escritório e a primeira providência foi ligar para a Colgate, já que o produto era novidade e ainda não tinha nenhum aviso de reações. Como conheci pessoas da área farmacêutica, sei o quão importante é para eles ter um feedback sobre problemas, sensações e afins, principalmente de novos produtos.

Eles me pediram para interromper o uso (nem precisava, porque eu não conseguiria usar mais a tal pasta), pediram o tubo que estava comigo para testar se era problema de lote (não era, eu é que sou alérgica mesmo ao tal componente mágico que elimina a sensibilidade), me enviaram uns tubos do tipo que eu usava até então e logo depois fui passada para um atendimento médico da própria Colgate que me deu indicações de como proceder para tentar aliviar o incomodo. Prometeram acompanhar meu caso. 1 semana depois, eles ligaram de verdade para saber como eu estava e quanto tempo levou para eu voltar ao normal.

Achei aquilo o máximo! Eles me provaram que se preocupavam de verdade com o uso de seus produtos. Nunca mais olhei para outra marca de pasta de dentes na prateleira e uso o Colgate Total 12 sempre. E, claro, contei isso tudo para o SAC por email, porque eu gostaria que eles soubessem que haviam fidelizado 1 consumidora pela atitude.

E é assim. A gente faz a diferença. Se você não gosta de algo, simplesmente boicote. Se você curte, faça com que eles saibam para que nunca deixem de fazer o que eles fazem de melhor!

Uma palavra amiga não lhe custa nada e pode lhe render muito. =)
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 Nikkei Matsuri 2012
O evento com entrada gratuita é organizado por oito associações nikkeis da Zona Norte de São Paulo, tem muitas atrações e já entrou para o calendário de eventos culturais da colônia japonesa, com shows diversos, praça de alimentação, workshop de origami, kirigami, artesanato, venda de produtos e taikô.

Data: 31 de março e 01 de abril de 2012 - sábado e domingo
Horário: 10 às 20h 
Local: Clube Escola Jardim São Paulo - Rua Viri, 425 (metrô Jardim São Paulo)
Infos: yoshioimaizumi@gmail.com / (11) 9553-5753
Entrada Franca