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5 de setembro de 2022

Review: Mochila para patins inline Bag Traxart e Patins Oxelo Fit 100 Decathlon

Depois de levar bronca do cardio, do neuro, do psiqui, da psico e, quando eu retornar em outras especialidades, devo levar bronca deles também, impedida por 2 ortopedistas de correr (problema de junta... tudo e joga fora rs) e com vontade de fazer algo mais movimentado do que só caminhada, acabei por retornar a uma modalidade que eu curtia bastante quando jovenzinha: patins!

Eu tinha um par que precisa de peças, então acabei comprando um par novo, desses para iniciantes mesmo, que são mais em conta.

Já na loja constatei um problema... aquela destreza da infância desapareceu. O problema não era ficar em pé, afinal, equilíbrio não é bem um problema pra mim, mas como faz para parar esse negócio???

Eu tentei algumas vezes, mas só consegui parar mesmo com a ajuda da parede. Como eu faria para andar com isso na rua se eu não consigo parar???

Ok, segunda providência: comprar um kit de proteção com joelheiras, cotoveleiras e munhequeiras. Pelo menos se cair, não me arrebento inteira.

Mas ainda assim, eu descobri que quando a gente fica mais velha a gente fica mais medrosa (ou seria isso maturidade e responsabilidade?), então, Google pra que te quero, diga-me onde tem aulas de patins nessa cidade. Não que seja difícil chutar essa resposta, mas eu queria outras alternativas ao parque do Ibirapuera, onde cada pedacinho de chão é extremamente concorrido, principalmente aos fins de semana.

Achei algumas opções em parques, com destaque para o parque do Ibirapuera, onde vários professores dão aula para grupos ou particular. E achei uma, mais pra zona sul, num tal parque Laguna... quem diria, fica perto de Santo Amaro, ao lado da ponte de mesmo nome, que liga um lado a outro da Marginal Pinheiros, na altura do parque Burle Marx e a nova área nobre que fica perto da avenida Santo Amaro.

Mandei uma mensagem e logo consegui um horário para fazer uma aula particular. A professora, muito simpática, me ensinou a cair (importante, já que é inevitável), a levantar (sim, porque você precisa saber como sai do chão sem ter que tirar os patins), a dar uma roladinha... foi divertido. Ainda vou fazer mais aulas, mas acho que é isso. Vamos aprender algo novo.

Só que eu descobri que é complicado carregar os patins, já que eles não cabem embaixo do banco da minha scooter. Lá vou eu procurar uma mochila para patins: achei!

O problema de comprar na internet é que você tem que se basear por fotos, que muitas vezes são montagens, e comentários de gente que não sabe bem como fazer comentários úteis para outros possíveis compradores. 

Eis que estou aqui para tentar fazer os comentários que possam ajudar você a decidir se vai comprar ou não.

Sinceramente, achei meio caro, mas se o produto for durável, terá valido a pena. 

Eu comprei a mochila para patins inline da Traxart de uma loja que comercializa na plataforma do Submarino. De todos os lugares consultados, era a única que estava com desconto da loja e um cupom do Submarino no momento da compra, tinha frete grátis para minha localidade e chegava em 2 dias, ou seja, antes da minha segunda aula.

Ela é feita toda num tecido tipo tela. 

Eu li num comentário no ML que a pessoa achou o material frágil. Eu não achei que o material pareça frágil, ele só não é duro e tão resistente como seria se a mochila inteira fosse feita de lona.

Um ponto positivo que muita gente aponta é o fato dessa tela tornar a mochila respirável, o que significa que depois de você ter andado com seus patins, ter suado seus pés, vai guardá-los na mochila, mas eles estarão "respirando"... se você tiver chulé e for pegar um transporte público lotado vai matar todo mundo. rs

Brincadeiras a parte, a mochila não me parece frágil, tem as divisões em lona, mas todos os compartimentos são assim, em tela, por isso na foto você consegue ver todo o conteúdo, porque é assim que fica.

Na parte do meio, onde você vai colocar seu capacete, o kit proteção e alguns cacarecos, tem um bolsinho com zíper para guardar celular e chaves, talvez umas balas e sua carteira. Sim, cabe tudo isso.

As alças são ok e tem a tira de peito que ajuda a distribuir melhor o peso da mochila. Eu gosto de ter essa tira nas minhas mochilas, porque ajuda muito.

Um detalhe que eu havia lido e acho que vale comentar: o tamanho dos compartimentos onde você guarda os patins. 

Vai um pé de cada lado, assim, como você vê na foto. Aliás, crédito da imagem para a Traxart, porque eu fui tirar uma foto da minha com os patins dentro e... os meus patins são pretos!!! Não dá pra enxergar os patins na foto rs

Não sei se dá pra reparar que eles estão bem justos. Assim, sem o freio. 

Pois é... uma pessoa comentou que teve que tirar o freio para colocar o patins na mochila. Detalhe, a pessoa é um homem, então eu imagino que não calce 34, como eu. Sendo assim, o dele é bem maior que o meu.

As medidas divulgadas da mochila são de 45 cm, sendo assim, os meus deveriam caber com o freio: sim, couberam! 

Mas, de novo, meus patins são 35 (não tem 34 adulto e por recomendação da vendedora eu preferi pegar o adulto), então eles não tem 45 cm mesmo com os freios. Se você tem pés grandes e faz questão de manter os freios, melhor pensar direito, já que os bolsos onde vão os patins não tem 2 zípers, porque se tivesse, seria possível fechar para o lado do freio e deixar o freio para fora, mas não dá para fazer isso.

Enfim, a mochila vai me atender bem, pelo menos por enquanto.

Daqui algum tempo eu venho atualizar o post caso a mochila tenha se desfeito de ficar carregando toda semana para as aulas.

1 de abril de 2019

Crônicas de uma motociclista zero quilometro - capítulo 3: capacete novo

Quando eu fui começar minhas aulas de moto, por sugestão do instrutor, eu comprei meu primeiro capacete.

A escolha envolveu muita pesquisa na época, porque eu tinha muitas dúvidas: que tamanho? que modelo? que cor?

Nas pesquisas sempre a mesma informação, o tamanho ideal deve ficar justo, porque solto ele pode escapar na hora que você mais precisar, mas não pode apertar a cabeça (o certinho vai apertar suas bochechas, mas sua testa estará bem acomodada), sendo o modelo fechado, o mais seguro e cores mais claras mais visíveis.

Nas aulas no Parque do Ibirapuera, mesmo em dias mais quentes, como a gente fica de viseira aberta (é proibido andar de viseira aberta e pode dar multa, ainda que a gente sempre veja todo mundo fazendo isso), o calor é suportável, mas fiquei pensando como faria na rua, no calor do verão asfáltico de São Paulo. Ainda que o modelo aberto seja menos seguro, cheguei a conclusão de que é mais seguro andar com viseira abaixada e queixo aberto, do que com viseira aberta, o que exclui a compra do escamoteável ou robocop (aquele que parece fechado, mas a parte do queixo levanta).

Pesquisa de lá, procura de cá e eu encontrei uns modelos que, além de abertos, ainda vem com uma segunda viseira solar, que substitui a contento o uso do óculos de sol. Para mim, que nasci com "síndrome de morcego" (eu inventei esse nome, não é doença, é uma particularidade) e sou sensível à luz solar, saiu na rua, tem que usar óculos de sol, mas quem já usou, sabe que somente modelos específicos são utilizáveis em conjunto com o capacete, sem machucar.

Em busca de custo x benefício e conforto, acabei optando por esse modelo da Pro Tork, modelo New Atomic Vintage, na cor pink (tem outras cores), que tem o número 788 (não sei o que significa) atrás e uma faixa refletiva prata na testa e na nuca. Entre outros modelos vistos, esse é um que tem a viseira principal mais longa, o que cobre todo o rosto.

O visor solar pode ficar guardado quando não necessário e baixado quando você sai ao sol, tudo usando uma travinha lateral, que aparece na foto acima. O legal é que ele não encosta no seu rosto, então não incomoda nada e você só vai lembrar que está com a viseira solar se entrar em um lugar escuro.

Esse modelo especificamente ainda vem com 2 brindes: o lenço de caveira (o lenço é quadrado e grande, na cor preta, de material sintético e maleável) e um saco para guardar e não riscar sua viseira (bom para quem, como eu, carrega o capacete na mochila).

Muito confortável, fica bem preso pela tira de queixo, com regulagem e um forro em couro ecológico na parte de contato.

Recomendo a compra para usar nos dias quentes. O capacete aberto dá uma sensação bem gostosa quando você está em movimento, permitindo que o ar circule dentro do capacete, mas sem permitir que algo entre nos seus olhos ou boca enquanto você está em movimento, que pode ser muito perigoso, razão pela qual é proibido andar com a viseira aberta.


11 de março de 2019

Crônicas de uma motociclista zero quilometro - capítulo 1: a CNH

Nas próximas semanas, vou comentar sobre minhas aventuras como a mais nova motociclista da cidade e as aquisições realizadas para andar por aí.

Tudo começou em janeiro de 2017, quando eu fui fazer uma passeio ciclístico no Parque do Ibirapuera (de bicicleta mesmo).

Era uma manhã de sábado comum. Eu fui no mais famoso parque da cidade e depois de fazer o passeio de bike (se quiser saber mais sobre o Bike Tour SP, é só clicar para ver o post do dia 16/01/2017), já quase na saída, fui dar uma espiada na pista de moto "só dar uma olhadinha", onde você pode fazer suas aulas de moto escola e que também é a pista oficial para fazer a prova de habilitação.

Chegando lá, perguntei com quem poderia conversar e me indicaram o Cristiano, um cara super atencioso e todo sorridente. Perguntei como funcionava o esquema de aula, quantas aulas eram necessárias, quanto custava tudo e como era a prova. Quando me dei conta, já estava marcando aula.

Para quem não sabe como funciona, pode consultar o site do Detran de sua cidade. Aqui em São Paulo, você pode consultar o site do Detran SP para saber como proceder.

Basicamente, você precisa fazer o exame médico e o psicotécnico para emitir o RENACH que você precisa apresentar na moto escola, que vai emitir uma Licença para que você possa fazer as aulas. Observação importante, aproveite o momento de uma renovação de documento para fazer esse tal RENACH. Eu tinha feito minha renovação de CNH há 1 ano (eu já era habilitada na categoria B, carros) e tive que fazer o exame médico de novo, pagar de novo, fazer o psicotécnico, para então ter meu RENACH.

Licença concedida, comecei as aulas.

Primeira aula: "ah, se você anda de bike, é fácil"
Que mentira da porra!!! (eu falo uns palavrões. Se você se ofende fácil, sinto muito.)
Na bicicleta, você tem o "acelerador" nos pés e eventualmente pode usar os pés de freio. O manete direito freia atrás e o manete esquerdo aciona o freio da frente.
Na moto o freio de trás fica no pé direito, a embreagem está na mão esquerda e o freio da frente é na mão direita!!! Você precisa girar a manopla para você, para acelerar e tem que mudar de neutro para a primeira marcha no toque do pé esquerdo, se quiser sair do lugar. Detalhe, tudo isso numa moto que não dá pé para uma pessoa com 1,58m de altura, pernas curtas e pé tamanho 34!!!

Sentiu a dificuldade da primeira aula?

O engraçado dos primeiros instantes em cima de uma moto, quando você nunca andou numa, é ver como se dá a aula.

Quando você vai para a auto escola, seu instrutor está sentado no banco do passageiro e sua segurança é que ele tem os pedais de segurança, tanto da embreagem quanto do freio. Sem contar que o carro tem 4 rodas, ele não vai capotar se você deixar morrer ou se mexer o corpo para o lado errado.

Na moto, o instrutor não pode sentar na sua garupa. Pensa eu, que nem alcanço o pé direito no chão (só a ponta de 1 pé com o quadril deslocado para fora da moto), se ele senta na garupa, ou ele alcança o chão, ou iria todo mundo pro chão. Por alguma razão, eu nem conseguia equilibrar a moto. Mas instrutor tem uma paciência e é cheio das palavras de motivação. Ele vai segurando a moto pela alça de trás até achar que pode soltar, igual quando nossos pais nos ensinaram a pedalar. Primeiro alguém vai segurando, de repente, solta.

Enfim, sei que ao final da primeira aula, eu conseguia dar voltinhas sozinha, mas era uma falta de fé própria, que só vendo. Eu me arrependia de não ter feito isso aos 18 anos, quando era uma adolescente destemida!

Aos poucos descobri que mesmo não alcançando o pé direito, tinha jeitinho para soltar o pézinho da moto (o apoio era muito longe, mas descobrimos que na Yamaha, o pézinho tem um pino lateral que me permitia empurrar com a pontinha do meu pé), que eu conseguia pegar a moto, empurrar até um ponto ideal para fazer a entrada no percurso, ligar a moto, trocar a marcha e sair rodando.

Cai duas vezes durante as aulas. A primeira é porque tem uns instrutores sem noção que ficam com o pé na pista. Tentando não atropelar ninguém, eu fechei muito o guidão e capote! Ralei o cotovelo, mas nada demais.

Numa outra foi bobeada minha. Dia quente, pessoa cansada depois de 2 horas em cima da moto, perdi o equilíbrio e fui pro chão. A essas alturas eu já sabia como cair para não ralar nadinha. O problema de cair é não conseguir levantar a moto e o drama dos instrutores que ficavam aflitos da gente se machucar. Vinham uns 3 correndo.

Mas não se engane. Você não vai aprender a andar de moto. A gente nem aprende a mudar de marcha, já que você coloca em primeira, ainda parado e fica assim o tempo todo, só controlando embreagem e freio.

Depois de ter feito as aulas obrigatórias e mais 2 para garantir, fiz a prova numa manhã de sexta.

Coisas muito importantes: não esqueça o capacete, de baixar a viseira (viseira aberta na saída e está reprovado) e nunca esqueça de conferir se levantou o pézinho da moto (não preciso nem estar com o pé baixado para entrar na fila, quando você já estiver sobre a moto).

Aliás, se quiser saber como se descobre o tamanho do capacete e outros detalhes, veja o meu post de quando comprei o capacete para fazer as aulas.

No mesmo esquema das aulas, você faz o 8, entra no labirinto (para fazer curvas em quinas), sobe a ilha (um dos poucos pontos onde você vai dar uma acelerada, o resto você faz na inércia), passa por um pedaço que simula ondulações de pista, passa pela sequência de cones, dá uma parada, acelera e passa pela tábua (que antes era só uma linha desenhada no chão e agora é um pedaço de madeira, um pouco mais largo que a linha original) e breca antes da linha indicando pare. Quando autorizado, avança um pouco, para uma área de parada, onde aguarda o fiscal te entregar o resultado do seu teste e você tira a moto em definitivo da pista.

Se você foi aprovado, só precisa entregar o papel para o responsável da sua escola, pagar a taxa da emissão da CNH e aguardar o documento chegar.

Para mim, esse processo, do RENACH até a prova deu exatamente 1 ano!

Calma, não demora tudo isso. Eu estava terminando a pós e acabei faltando quase 1 semestre, por isso demorou. Se você já souber andar de moto, consegue fazer mais de 1 aula por semana e conseguir marcar logo sua prova, isso deve levar uns 3 meses.

E assim, em 16 de janeiro de 2018, peguei minha nova CNH AB.

27 de fevereiro de 2017

Comprando um capacete para moto: dúvidas e respostas!

Essa foi a minha aquisição depois de um monte de dúvidas e buscas para descobrir como se comprava um desses.

Desde muitos anos eu queria aprender a andar de moto. Nem sei dizer direito a razão disso, já que sou medrosa demais para pensar em guiar uma moto pelas avenidas loucas da minha cidade, mas eu acho que pode ser útil um dia, assim como costuma ser útil ter carteira de motorista de carro, mesmo que você não dirija todos os dias. Numa emergência, você pode ser o condutor.

Só que na falta de oportunidade, eu deixei essa vontade guardada lá no fundo da memória.

Num belo sábado, eu fui no Parque do Ibirapuera e decidi passar lá na pista de motos para conversar direto com alguma daquelas moto escolas e encontrei um instrutor muito atencioso, que me explicou como funcionava, o que precisava ser feito e que era recomendado que o aluno providenciasse seu próprio capacete, já que estamos no verão e eles até têm para emprestar, mas... acho que já deu para entender, certo?

Como eu odeio pensar em usar o cecê alheio de um dia de sol, fora os piolhos (rs), achei que era melhor comprar um. Mas como se compra isso?

Essa eu esqueci de perguntar para o instrutor, porque achava que fosse algo do tipo universal.

Primeiro item: o tipo

Pensa que capacete é definido só pela cor ou desenhos? Não! São vários tipos e variam de acordo com o local onde você pretende pilotar sua moto.

Os fechados, como o meu, são uma peça única, completamente fechado, o que garantem mais segurança, já que eles não abrem e dificilmente escapam da cabeça.

Os abertos são capacetes cujo a parte do queixo levanta, assegurando maior conforto para colocar e retirar, além de permitir maior respirabilidade mesmo com o capacete na cabeça, quando na posição aberta. Em escala de segurança, são considerados um pouco menos seguros que os fechados.

Os dois anteriores são os adequados para uso em moto, porém existem modelos como o de casco, muito usado por quem curte aquelas motos do estilo Harley Davidson, que dão mais estilo para o motociclista, mas não asseguram nada além de estilo por não protegerem a cabeça inteira.

Segundo item: o tamanho

Você sabe quantos centímetros tem a circunferência da sua cabeça?

Pois bem, é essa a medida que você precisa saber para comprar o tamanho mais adequado. Além disso, você precisa saber que as bochechas (japas têm bochechas grandes) ficam apertadas dentro do capacete, principalmente, o novo. Mas é assim mesmo. Se você movimentar a cabeça e o capacete chacoalhar, ele está grande. Se você estiver sentindo pressão na região da testa ou a parte alta da cabeça (acima da linha dos olhos), está pequeno.

Ok, e qual o tamanho certo, então?

Pegue uma fita métrica (toda mulher tem uma, então procure sua mãe, irmã, namorada, esposa, vizinha...), vá para a frente de um espelho e passe em volta da cabeça, na altura das suas sobrancelhas. O número que der, é o tamanho do seu capacete. Só para referência, a medida do meu deu 55,5 cm, então o meu tamanho é 56, já que o padrão são números redondos e pares. Na dúvida, consulte seu vendedor e, se possível, compre em loja física para testar o capacete antes de levar.

Terceiro item: os modelos

Não bastasse a existência de vários tipos, tamanho e cores, você ainda vai ter que decidir entre muitos modelos. Claro que o valor que você estiver disposto a gastar num capacete vai ajudar a limitar a variedade, ainda assim, são muitas marcas diferentes.

O modelo mais básico, que sai a partir de R$35,00 (sim, existe, é só procurar na internet), é do tipo fechado, com forro fixo, fechamento por trava no pescoço e viseira transparente.

Existem modelos fechados ou abertos com ventilação. A quantidade de aberturas de ventilação variam bastante e quanto mais ventilação, mais caro.

Os modelos feitos com materiais mais nobres chegam a custar até R$3.000,00

O meu é um fechado com parte do forro removível para facilitar a higienização, e 3 aberturas de ventilação: uma na altura da boca e duas na parte de cima da cabeça. Sinceramente, eu não consigo sentir ventilação alguma com a viseira baixada e fiquei imaginando como é sufocante o inteiro fechado sem ventilação embaixo do sol.

Por fim: os detalhes

O meu, eu comprei no Mercado Livre. Quando chegou, tive a impressão de que o capacete nem entraria na minha cabeça, mas entrou. Depois de colocar, eu preciso ajeitar as bochechas dentro do capacete e fica tudo confortável, exceto pelo calor, mas você acostuma. O fecho do meu parece com um mini cinto de segurança e se solta quando eu puxo a trava. Ele veio com uma capa de couro sintético sobre o fecho, para que o contato com a parte de baixo do queixo seja mais suave. A marca escolhida é um EBF. Não sei qual o conceito dela no mercado, mas sei que é uma marca bem popular. Do modelo mais simples até os mais bonitinhos, você vê muitos deles nas ruas.

Um detalhe muito importante: não esqueça de verificar se o capacete comprado tem o selo do Inmetro! Essa é, pelo menos na teoria, sua garantia de que o capacete atende às especificações básicas exigidas por lei.