Recentemente, fui viajar pelo aeroporto internacional de Guarulhos, e sempre chego bem mais cedo para fazer o check-in o mais cedo que for permitido e aproveitar para comer em umas das novas opções existentes e dar uma de turista, já que eu não me animo a ir até o aeroporto só para comer, a começar pelo valor do estacionamento.
Chegando lá, eu ia pro Red Lobster, como fiz das últimas 2 vezes que fui viajar, mas olhei o cardápio, não vi nada de novo e tudo muito caro, que eu desisti.
Como meu irmão vive naquele aeroporto, perguntei pra ele onde ele recomendava comer e ele sugeriu o Olive Garden, restaurante de cardápio italiano, localizado na ala nova de embarque internacional, bem próximo ao portão.
Assim que consegui despachar minha mala, fui para o restaurante que sempre tem uma espera, mas nada assustador, pelo menos no dia e horário da minha visita (numa quinta, perto das 15h).
A bebida foi sugestão da atendente, uma soda italiana de cranberry. O visual é bonito, mas não tem nada de especial. Já o prato, eu achei muito bom. Ele é 3 em 1, ótimo para quem quer conhecer um pouco de cada coisa, mas não vai conseguir comer 3 pratos inteiros. Trata-se de um pedaço de lasanha, uma porção de talharim com molho branco e um frango a parmegiana.
Não pense que só por ser 3 em 1 ele é pequeno. Impossível comer sozinho (e olha que eu sou boa de garfo)!
Dos 3, o que eu mais gostei foi da lasanha e o molho de tomate deles é muito bom. Esse frango a parmegiana é apimentado, mas estava bem suculento por dentro e super crocante por fora. O talharim estava no ponto e o molho muito gostoso.
Não vou dizer que se trata de um restaurante barato, mas sai mais em conta do que comer no Red Lobster e é muito mais gostoso.
Claro que o cardápio tem outras opções, mas desde já recomendo uma visita ao Olive Garden pelo sabor e pelo atendimento.
Cabe uma observação, despache suas bagagens antes de ir para o restaurante, porque não tem onde deixar as malas e eles não deixam entrar com o carrinho de bagagens. Quem está com malas grandes ou carrinho de bagagens precisa esperar pelas mesas que ficam perto da grade, onde eles recomendam que o cliente deixe o carrinho perto da grade pelo lado de fora, e fique de olho no dito.
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24 de outubro de 2016
28 de julho de 2014
Impressões sobre o aeroporto de Cumbica após a reforma
Passado o alvoroço da Copa e as obras que ficaram todas pelo caminho, a do aeroporto não poderia ser diferente: está inacabada!
Sim, existe um terminal novo, com várias coisas prontas, mas muita gambiarra junto.
O novo terminal tem uns balcões, algumas lojas, o banheiro está bonito e todo moderno, mas como já foi constatado, em alguns momentos é fácil notar que a ampliação de área física não foi acompanhada por contratação de pessoal no mesmo montante, o que faz com que em alguns momentos o banheiro fique sujo e sem a devida coleta de resíduos.
As novidades do novo espaço incluem muitos novos lugares para comer e opções para todos os gostos. Entre as mais badaladas estão o Red Lobster, que tem preços mais salgados que a matriz, mas que já eram esperados para a unidade brasileira, e a Garret Popcorn, uma loja especializada em pipoca gourmet e que é mais barata do que pipoca do Cinemark de São Paulo.
Na nova área, a predominância de vidros aproveita melhor a iluminação natural e deixa um ar mais sofisticado ao ambiente.
No momento de embarque, mantiveram os mesmos terminais de sempre, mas o desembarque começa a ser feito pelo terminal 3.
No retorno da minha viagem, tive a surpresa de descer no terminal novo e um problema nisso é o espaço da caminhada. Tudo ficou muuuito mais distante, apesar de mais bonito visualmente.
As esteiras estão mais bonitas e até parece que estamos em algum aeroporto americano e, finalmente, pensaram, para sair da área de desembarque internacional, você é obrigado a passar pelo meio do Duty Free, do mesmo jeito que é lá fora, instigando o viajante ao consumo. O sono foi mais forte, mas não nego que deu uma vontade de parar para ver uma coisa ou outra no meio daquelas prateleiras espaçosas, super organizadas e muito bonitas.
Enfim, tem muita coisa para arrumar, mas agora, para quem quiser ir mais cedo para o aeroporto, já tem o que fazer: passear pelos 3 terminais recheados de lojas e muitas opções para comer.
Sim, existe um terminal novo, com várias coisas prontas, mas muita gambiarra junto.
O novo terminal tem uns balcões, algumas lojas, o banheiro está bonito e todo moderno, mas como já foi constatado, em alguns momentos é fácil notar que a ampliação de área física não foi acompanhada por contratação de pessoal no mesmo montante, o que faz com que em alguns momentos o banheiro fique sujo e sem a devida coleta de resíduos.
As novidades do novo espaço incluem muitos novos lugares para comer e opções para todos os gostos. Entre as mais badaladas estão o Red Lobster, que tem preços mais salgados que a matriz, mas que já eram esperados para a unidade brasileira, e a Garret Popcorn, uma loja especializada em pipoca gourmet e que é mais barata do que pipoca do Cinemark de São Paulo.
Na nova área, a predominância de vidros aproveita melhor a iluminação natural e deixa um ar mais sofisticado ao ambiente.
No momento de embarque, mantiveram os mesmos terminais de sempre, mas o desembarque começa a ser feito pelo terminal 3.
No retorno da minha viagem, tive a surpresa de descer no terminal novo e um problema nisso é o espaço da caminhada. Tudo ficou muuuito mais distante, apesar de mais bonito visualmente.
As esteiras estão mais bonitas e até parece que estamos em algum aeroporto americano e, finalmente, pensaram, para sair da área de desembarque internacional, você é obrigado a passar pelo meio do Duty Free, do mesmo jeito que é lá fora, instigando o viajante ao consumo. O sono foi mais forte, mas não nego que deu uma vontade de parar para ver uma coisa ou outra no meio daquelas prateleiras espaçosas, super organizadas e muito bonitas.
Enfim, tem muita coisa para arrumar, mas agora, para quem quiser ir mais cedo para o aeroporto, já tem o que fazer: passear pelos 3 terminais recheados de lojas e muitas opções para comer.
21 de julho de 2014
Comida: Red Lobster Brasil
Para quem viaja pros Estados Unidos, esse é o tipo de restaurante que costuma fazer parte do roteiro. Eu nunca tinha ido num Red Lobster antes, mas de tanto falarem, fiquei na curiosidade para saber como é a comida de lá.
O mais próximo disso que eu passei foi o Bubba Gump, uma rede de restaurantes que também tem menu baseado em frutos do mar, inspirado no filme Forrest Gump.
Aqui no Brasil, a Red Lobster decidiu abrir sua primeira unidade (tem mais 2 para serem abertas, uma na Faria Lima e outra no aeroporto de Brasília) e como calhou de eu ter que ir pro aeroporto de Cumbica, decidi me programar para fazer uma refeição no restaurante.
Cheguei cedo e fui direto para o restaurante, que tem bar com cardápio para happy hour, mas com preços de balada. Uma cerveja especial pequena sai na faixa dos R$11.
Como eu estava sozinha, tive que pular a entrada, porque nesse estômago não cabe tudo junto. Fui de Ultimate Feast (foto), um prato nada elegante para comer, já que vem patas de centolha (caranguejo gigante) e não tem jeito bonito de comer isso.
Para beber, fui de chá com raspeberry, que tem refil à vontade. O sistema de refil vale para refrigerantes e limonada.
No fim, me esforcei para comer uma warm apple crostada, uma cestinha de massa de torta, com maçãs quentes caramelizadas, canela e uma bola de sorvete de creme.
Tudo muito gostoso, um atendimento super simpático e atencioso, que me faz acreditar que valeu os R$140,00 (refeição + serviço). Não disse que é barato, só disse que entregam o que cobram: boa comida e atendimento à altura!
O mais próximo disso que eu passei foi o Bubba Gump, uma rede de restaurantes que também tem menu baseado em frutos do mar, inspirado no filme Forrest Gump.
Aqui no Brasil, a Red Lobster decidiu abrir sua primeira unidade (tem mais 2 para serem abertas, uma na Faria Lima e outra no aeroporto de Brasília) e como calhou de eu ter que ir pro aeroporto de Cumbica, decidi me programar para fazer uma refeição no restaurante.
Cheguei cedo e fui direto para o restaurante, que tem bar com cardápio para happy hour, mas com preços de balada. Uma cerveja especial pequena sai na faixa dos R$11.
Como eu estava sozinha, tive que pular a entrada, porque nesse estômago não cabe tudo junto. Fui de Ultimate Feast (foto), um prato nada elegante para comer, já que vem patas de centolha (caranguejo gigante) e não tem jeito bonito de comer isso.
Para beber, fui de chá com raspeberry, que tem refil à vontade. O sistema de refil vale para refrigerantes e limonada.
No fim, me esforcei para comer uma warm apple crostada, uma cestinha de massa de torta, com maçãs quentes caramelizadas, canela e uma bola de sorvete de creme.
Tudo muito gostoso, um atendimento super simpático e atencioso, que me faz acreditar que valeu os R$140,00 (refeição + serviço). Não disse que é barato, só disse que entregam o que cobram: boa comida e atendimento à altura!
20 de janeiro de 2014
Review: Qatar Airways
Eu fiquei sabendo que essa companhia voava para o destino desejado no semestre passado, quando estava conversando com um colega do curso de Doutorado em Direito que faço em Buenos Aires.
O inconveniente desta companhia é que eles só tem 1 voo de ida e 1 de volta, o que tira a flexibilidade de quem precisa de um horário mais cedo ou prefere viajar no meio da tarde.
Outro detalhe que pode tornar o voo um pouco complicado é se você não fala inglês ou árabe, porque a equipe, incluindo piloto, não falam português ou espanhol. Pelo menos no voo que eu vim, a não ser que eu falasse coreano, ou eu falava em inglês ou nada feito.
Fora isso, o voo é ótimo. O avião é maior que o usado pela GOL ou TAM na mesma rota, os assentos me pareceram um pouco maiores do que as concorrentes, tem refeição gostosinha e uma vasta programação para assistir durante o voo, que tem Buenos Aires como escala de um voo que segue até o Catar.
Para fazer seu check-in não adianta chegar antes de 3 horas, porque o balcão, localizado no Terminal 2 em Cumbica (embarque no Terminal 1), só abre pouco depois das 15h.
O preço da passagem é igual das outras companhias se comprado com antecedência e eu acho que vale a pena só pelo fato da franquia de bagagens ser o dobro das demais, o que evita ter que pagar por excesso de bagagem, razão pela qual eu me prometi não mais voar para o Aeroparque Jorge Newbery, onde eles calculam sua bagagem pelas regras de voo doméstico e me custou, da última vez, quase US$200 (eu devo ter pago US$300 pela passagem e gastei quase o mesmo para conseguir voltar com minha mala cheia de livros. Na ocasião queriam pesar até minha mochila e eu disse que só o notebook pesava 3kg, como ia ter menos de 5kg no total???).
Enfim, se você quer conforto, ainda que o voo seja curto, por um preço justo e atendimento de alto padrão, fique com a Qatar.
O inconveniente desta companhia é que eles só tem 1 voo de ida e 1 de volta, o que tira a flexibilidade de quem precisa de um horário mais cedo ou prefere viajar no meio da tarde.
Outro detalhe que pode tornar o voo um pouco complicado é se você não fala inglês ou árabe, porque a equipe, incluindo piloto, não falam português ou espanhol. Pelo menos no voo que eu vim, a não ser que eu falasse coreano, ou eu falava em inglês ou nada feito.
Fora isso, o voo é ótimo. O avião é maior que o usado pela GOL ou TAM na mesma rota, os assentos me pareceram um pouco maiores do que as concorrentes, tem refeição gostosinha e uma vasta programação para assistir durante o voo, que tem Buenos Aires como escala de um voo que segue até o Catar.
Para fazer seu check-in não adianta chegar antes de 3 horas, porque o balcão, localizado no Terminal 2 em Cumbica (embarque no Terminal 1), só abre pouco depois das 15h.
O preço da passagem é igual das outras companhias se comprado com antecedência e eu acho que vale a pena só pelo fato da franquia de bagagens ser o dobro das demais, o que evita ter que pagar por excesso de bagagem, razão pela qual eu me prometi não mais voar para o Aeroparque Jorge Newbery, onde eles calculam sua bagagem pelas regras de voo doméstico e me custou, da última vez, quase US$200 (eu devo ter pago US$300 pela passagem e gastei quase o mesmo para conseguir voltar com minha mala cheia de livros. Na ocasião queriam pesar até minha mochila e eu disse que só o notebook pesava 3kg, como ia ter menos de 5kg no total???).
Enfim, se você quer conforto, ainda que o voo seja curto, por um preço justo e atendimento de alto padrão, fique com a Qatar.
30 de julho de 2012
Ida ao aeroporto: Táxi ou Estacionamento?
Cinema: Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Umas semanas atrás eu fiz um bate-volta para Curitiba, com saída do aeroporto de Congonhas, que é o mais próximo da minha casa.
O voo era às 6:30 da manhã, então não tinha nem como pedir para alguém me levar, porque quem ia querer acordar num sábado às 5h pra me levar até lá? Talvez até tivesse, mas meu semancol não me permite sequer perguntar pra alguém que pode se sentir coagido a fazê-lo por mim.
Enfim, fiquei na dúvida: vou com meu carro e pago o estacionamento ou pego um táxi?
Como era um final de semana, eu deveria ter escolhido o estacionamento, mas só agora eu tenho certeza disso.
A corrida nos finais de semana e feriados são considerados bandeira 2 o dia todo, o que encarece um bocado a corrida. Você pode fazer uma simulação no site Tarifa de Taxi para ter uma noção, mas na real vai sair um pouco mais caro. Isso sem contar que os taxistas cobram uma taxa para usar o bagageiro. O taxista da ida não cobrou nem o agendamento (taxista de ponto comum), nem o bagageiro. O da volta, além de dirigir devagar como uma lesma, cobrou R$2,50 pelo bagageiro.
Eu gastei R$73,00 de taxi, ida e volta.
Nos estacionamentos que atendem o público de Congonhas o valor apurado para aquele final de semana era R$30,00 cada 24 horas e um dos estacionamentos tinha uma promoção de sexta das 18h até 9h de segunda por R$40,00. Nesse mesmo, cada 24 horas saiam por R$28,00. Eu realmente não sei que conta mental eu fiz para achar que saia mais em conta o taxi... ah, sim, lembrei! Eu vi o valor do site de tarifas e achei que dava elas por elas.
Para Cumbica existem alguns estacionamentos que tem pacotes de diárias. Um dos estacionamentos tem convênio com a CAASP (Caixa de Assistência aos Advogados de São Paulo) e concede descontos. Dependendo da quantidade de dias que você vai ficar fora, pode valer a pena, já que a corrida de taxi até Cumbica é ainda mais dolorida se não for com preço fechado.
As diárias dos estacionamentos na região variam de R$12,00 a $16,00. E depois de um determinado número de dias até 30 o valor é fixo. Acho que vale muito a pena, a não ser que você não esteja a fim de dirigir depois de ficar horas sentado dentro de um avião.
Fica a dica e boa viagem.
Ir ao cinema pode ser uma aventura e tanto quando o filme se trata de uma estreia e, pelo visto, muito esperada, fato desconhecido por mim e meus amigos.
Quando nós marcamos de ir ao cinema é uma coisa super organizada e antecipada. Com a ajuda do Facebook, então, fazemos várias enquetes antes de fechar o "evento".
Faz umas 2 semanas que começamos a combinar local e horário para assistir ao novo e último filme da trilogia na qual o Batman é interpretado por Christian Bale, Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Batman - The Dark Knight Rises).
Depois de votação, ficamos com o Cinemark Market Place, na sessão das 20:20. Chegamos às 18h para comprar e... só tinha a fileira do pescoção (a primeira fileira, onde você paga para não ver o filme). Tentamos a sessão da meia-noite e era a mesma coisa. Chegamos a ver as sessões de domingo, mas estavam todas lotadas!
Como havíamos saído de casa para ver o Batman, alguém sugeriu irmos ao Cidade Jardim. Ok, fomos.
Não que lá houvessem opções muito melhores, mas como um dos amigos conhecia a sala e sabia a posição da primeira fileira (lá no Cidade Jardim, a primeira fileira não é pescoção. É perto, mas dá pra ver direitinho), compramos essas mesmo.
O filme segue o estilo dos anteriores, mas não consigo dizer que este foi melhor do que o anterior, com o inesquecível Heath Ledger e seu Coringa.
Eu achei este filme mais sombrio que os anteriores e apesar de ser amante de filmes mais lights, gostei muito do desenrolar da história e saí da sala com uma sensação de "quero a continuação" que, segundo fontes, não acontecerá.
O Alfred teve pouquíssima participação no filme, mas tocante quando apareceu, em compensação Lucius foi melhor explorado neste final. Dois atores que eu ainda lembro pelos personagens feitos na adolescência me chamaram a atenção: Anne Hathaway e Joseph Gordon-Levitt. Anne, a ex-princesa Disney, se tornou um mulherão e arrasa na pele da Mulher Gato, já o garotinho, que provavelmente será mais lembrado por seu papel em "A Origem", está bem a altura do papel de policial Blake.
Destaque negativo para Marion Cotillard a quem foi atribuído o papel de Miranda, uma ricaça apagadinha que tem uns 5 minutos para tentar mostrar serviço no final. Não estou dizendo que ela não seja uma boa atriz. Ela fez papeis maravilhosos, mas esse trabalho não vai somar pontos no seu currículo.
Recomendo assistir em salas Imax ou XD, porque vale o ingresso.
O voo era às 6:30 da manhã, então não tinha nem como pedir para alguém me levar, porque quem ia querer acordar num sábado às 5h pra me levar até lá? Talvez até tivesse, mas meu semancol não me permite sequer perguntar pra alguém que pode se sentir coagido a fazê-lo por mim.
Enfim, fiquei na dúvida: vou com meu carro e pago o estacionamento ou pego um táxi?
Como era um final de semana, eu deveria ter escolhido o estacionamento, mas só agora eu tenho certeza disso.
A corrida nos finais de semana e feriados são considerados bandeira 2 o dia todo, o que encarece um bocado a corrida. Você pode fazer uma simulação no site Tarifa de Taxi para ter uma noção, mas na real vai sair um pouco mais caro. Isso sem contar que os taxistas cobram uma taxa para usar o bagageiro. O taxista da ida não cobrou nem o agendamento (taxista de ponto comum), nem o bagageiro. O da volta, além de dirigir devagar como uma lesma, cobrou R$2,50 pelo bagageiro.
Eu gastei R$73,00 de taxi, ida e volta.
Nos estacionamentos que atendem o público de Congonhas o valor apurado para aquele final de semana era R$30,00 cada 24 horas e um dos estacionamentos tinha uma promoção de sexta das 18h até 9h de segunda por R$40,00. Nesse mesmo, cada 24 horas saiam por R$28,00. Eu realmente não sei que conta mental eu fiz para achar que saia mais em conta o taxi... ah, sim, lembrei! Eu vi o valor do site de tarifas e achei que dava elas por elas.
Para Cumbica existem alguns estacionamentos que tem pacotes de diárias. Um dos estacionamentos tem convênio com a CAASP (Caixa de Assistência aos Advogados de São Paulo) e concede descontos. Dependendo da quantidade de dias que você vai ficar fora, pode valer a pena, já que a corrida de taxi até Cumbica é ainda mais dolorida se não for com preço fechado.
As diárias dos estacionamentos na região variam de R$12,00 a $16,00. E depois de um determinado número de dias até 30 o valor é fixo. Acho que vale muito a pena, a não ser que você não esteja a fim de dirigir depois de ficar horas sentado dentro de um avião.
Fica a dica e boa viagem.
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Ir ao cinema pode ser uma aventura e tanto quando o filme se trata de uma estreia e, pelo visto, muito esperada, fato desconhecido por mim e meus amigos.
Quando nós marcamos de ir ao cinema é uma coisa super organizada e antecipada. Com a ajuda do Facebook, então, fazemos várias enquetes antes de fechar o "evento".
Faz umas 2 semanas que começamos a combinar local e horário para assistir ao novo e último filme da trilogia na qual o Batman é interpretado por Christian Bale, Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Batman - The Dark Knight Rises).
Depois de votação, ficamos com o Cinemark Market Place, na sessão das 20:20. Chegamos às 18h para comprar e... só tinha a fileira do pescoção (a primeira fileira, onde você paga para não ver o filme). Tentamos a sessão da meia-noite e era a mesma coisa. Chegamos a ver as sessões de domingo, mas estavam todas lotadas!
Como havíamos saído de casa para ver o Batman, alguém sugeriu irmos ao Cidade Jardim. Ok, fomos.
Não que lá houvessem opções muito melhores, mas como um dos amigos conhecia a sala e sabia a posição da primeira fileira (lá no Cidade Jardim, a primeira fileira não é pescoção. É perto, mas dá pra ver direitinho), compramos essas mesmo.
O filme segue o estilo dos anteriores, mas não consigo dizer que este foi melhor do que o anterior, com o inesquecível Heath Ledger e seu Coringa.
Eu achei este filme mais sombrio que os anteriores e apesar de ser amante de filmes mais lights, gostei muito do desenrolar da história e saí da sala com uma sensação de "quero a continuação" que, segundo fontes, não acontecerá.
O Alfred teve pouquíssima participação no filme, mas tocante quando apareceu, em compensação Lucius foi melhor explorado neste final. Dois atores que eu ainda lembro pelos personagens feitos na adolescência me chamaram a atenção: Anne Hathaway e Joseph Gordon-Levitt. Anne, a ex-princesa Disney, se tornou um mulherão e arrasa na pele da Mulher Gato, já o garotinho, que provavelmente será mais lembrado por seu papel em "A Origem", está bem a altura do papel de policial Blake.
Destaque negativo para Marion Cotillard a quem foi atribuído o papel de Miranda, uma ricaça apagadinha que tem uns 5 minutos para tentar mostrar serviço no final. Não estou dizendo que ela não seja uma boa atriz. Ela fez papeis maravilhosos, mas esse trabalho não vai somar pontos no seu currículo.
Recomendo assistir em salas Imax ou XD, porque vale o ingresso.
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