Na sequência de Churchill, eu tive que assistir a Dunkirk, primeiro porque eu já queria assistir, segundo porque eu queria entender o que foi que ocorreu.
Dunkerque é o nome de uma cidade na costa francesa, cujo nome conhecido em inglês é Dunkirk, onde tropas de soldados aliados da Bélgica, França e Inglaterra se viram encurralados numa praia, sem muita proteção e aguardando o resgate.
A praia de águas rasas não ajuda os navios a se aproximarem de maneira segura e os alemães não existam em atacar os navios com bombardeiros aéreos constantes, o que acaba causando mais mortes na tentativa de fuga.
É aqui que um filme junta no outro. Para entender precisamente a importância desse resgate, o filme Churchill esclarece ao final, o que era a Operação Dínamo, pois se a Inglaterra perdesse toda a tropa que estava naquela praia, teria que criar um novo exército, quase do zero.
Então surge a ideia de usar barcos menores, mas que teriam que ser muitos, para o tal resgate e uma vez que os barcos civis não eram atacados, ou pelo menos teriam menor probabilidade de se tornarem alvos, foi a opção buscada. O problema era saber se os civis entrariam nessa jornada.
Duas informações que me parecem um pouco conflitantes (se alguém souber me informar, eu agradeço): no filme Churchill temos a impressão de que eles foram perguntar aos civis se eles aceitavam. Já em Dunkirk, logo no começo, fiquei com a impressão que a Marinha só vai no porto para informar que todos os barcos seriam usados para fins de resgate e que seus proprietários deveriam esvaziar os barcos e deixá-los pronto para uso pelo pessoal da Marinha.
Enfim, o que conta aqui é que os barcos são usados, com sucesso, para o resgate, que envolve muito desespero, seja em Terra, Ar ou Mar, num cenário diferente daqueles vistos em histórias de guerra americanos.
Seja porque você curte qualquer filme sobre guerra ou para conhecer um pouco sobre a Operação Dínamo e o resgate de Dunkirk, vale a pena assistir.
11 de fevereiro de 2019
4 de fevereiro de 2019
Filme: Churchill
Eu confesso que não sei muito sobre a Segunda Guerra Mundial, porque não compreendo o que faz pessoas matarem outras pessoas, na maioria das vezes a troco de nada, mas sempre que encontro um documentário ou um filme sobre um personagem importante desse capítulo da História mundial, eu costumo assistir.
Aliás, fica a dica, para quem tem acesso, aos documentários que a History Channel produz sobre a temática, entre eles, uma série chamada "A Evolução da Maldade" que mostra um resumo da vida de alguns dos nomes mais temidos, entre eles Hitler, Stalin e Mussolini.
Voltando ao filme desse post que traz o icônico Winston Churchill, primeiro-ministro britânico no período final da Segunda Guerra, mostra um homem forte, grosso, estúpido, mas ao final, humano, que com decisões controversas conseguiu ajudar na vitória dos aliados nessa tão terrível guerra.
Vi uns comentários que dizem que ele não era bem esse Churchill retratado nesse filme, mas as atuações são de tirar o chapéu e a sequência de atos e decisões tomadas se mostraram acertadas, ainda que pouco ortodoxas.
Gosto muito da transição do Churchill apresentado no começo e ao final do filme, mostrando que mesmo os, aparentemente, mais duros e fechados homens, têm sempre uma mulher forte e destemida como companheira, e que no fundo rugem para esconder seus próprios temores, suas inseguranças e humanidade.
Se você se interessa por História, vai gostar desse filme e depois vai querer assistir a outro filme, o Dunkirk, que eu vou comentar em outro post.
Aliás, fica a dica, para quem tem acesso, aos documentários que a History Channel produz sobre a temática, entre eles, uma série chamada "A Evolução da Maldade" que mostra um resumo da vida de alguns dos nomes mais temidos, entre eles Hitler, Stalin e Mussolini.
Voltando ao filme desse post que traz o icônico Winston Churchill, primeiro-ministro britânico no período final da Segunda Guerra, mostra um homem forte, grosso, estúpido, mas ao final, humano, que com decisões controversas conseguiu ajudar na vitória dos aliados nessa tão terrível guerra.
Vi uns comentários que dizem que ele não era bem esse Churchill retratado nesse filme, mas as atuações são de tirar o chapéu e a sequência de atos e decisões tomadas se mostraram acertadas, ainda que pouco ortodoxas.
Gosto muito da transição do Churchill apresentado no começo e ao final do filme, mostrando que mesmo os, aparentemente, mais duros e fechados homens, têm sempre uma mulher forte e destemida como companheira, e que no fundo rugem para esconder seus próprios temores, suas inseguranças e humanidade.
Se você se interessa por História, vai gostar desse filme e depois vai querer assistir a outro filme, o Dunkirk, que eu vou comentar em outro post.
28 de janeiro de 2019
Livro: As coisas que você só vê quando desacelera de Haemin Sunim
Depois de um longo tempo sem escrever, por falta de assunto, em função do trabalho, que me deixou meio sem tempo para fazer outra coisa que não fosse trabalhar e estudar para poder exercer minha atividade profissional, volto com o terceiro livro finalizado em janeiro de 2019.
Vou comentar esse primeiro, porque acho que ele é muito bom para indicar com leitura de começo de ano, quando estamos buscando nos alinhar para encarar os desafios do novo ano, repensar nossas atitudes e pensamentos.
A capa faz parte de uma sequência de imagens criadas por um amigo do autor monge budista coreano, e que traz a positividade ilustrada. Eu adoraria ter essa capa e uma outra ilustração de fundo rosa estampadas nas paredes da minha casa.
Mas o livro não se trata das ilustrações, se trata de frases, pensamentos e respostas que o monge escreveu ao longo de anos para seu público e que foi transformado em livro, juntamente com pequenas passagens da vida pessoal do monge, que conta sobre o primeiro amor, sobre sua relação com o estudo das religiões, da sua vida como professor universitário, entre outras pequenas histórias que mostram como é a vida dos monges e mais, de como é a pessoa por trás do monge.
Um livro que ajuda a refletir nossa vida e o mundo em que vivemos. Que nos faz parar para curtir um momento de reflexão e silêncio.
Escrito em linguagem simples e direta, quase como seriam os posts de Twitter ou no Instagram, é uma leitura rápida que deve ser feita lentamente, para absorver o conteúdo.
Recomendo muito, independente de religião, que todos leiam.
Vou comentar esse primeiro, porque acho que ele é muito bom para indicar com leitura de começo de ano, quando estamos buscando nos alinhar para encarar os desafios do novo ano, repensar nossas atitudes e pensamentos.
A capa faz parte de uma sequência de imagens criadas por um amigo do autor monge budista coreano, e que traz a positividade ilustrada. Eu adoraria ter essa capa e uma outra ilustração de fundo rosa estampadas nas paredes da minha casa.
Mas o livro não se trata das ilustrações, se trata de frases, pensamentos e respostas que o monge escreveu ao longo de anos para seu público e que foi transformado em livro, juntamente com pequenas passagens da vida pessoal do monge, que conta sobre o primeiro amor, sobre sua relação com o estudo das religiões, da sua vida como professor universitário, entre outras pequenas histórias que mostram como é a vida dos monges e mais, de como é a pessoa por trás do monge.
Um livro que ajuda a refletir nossa vida e o mundo em que vivemos. Que nos faz parar para curtir um momento de reflexão e silêncio.
Escrito em linguagem simples e direta, quase como seriam os posts de Twitter ou no Instagram, é uma leitura rápida que deve ser feita lentamente, para absorver o conteúdo.
Recomendo muito, independente de religião, que todos leiam.
1 de janeiro de 2019
Feliz 2019!!!
Feliz ano novo!!!
Que 2019 seja um ano de muita saúde e paz!
Que o amor e a prosperidade façam parte de todos os dias deste ano!
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