Mostrando postagens com marcador bar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bar. Mostrar todas as postagens

7 de novembro de 2011

Restaurante Japonês no feriado e Mexicano no sábado

Novembro é o mês dos feriados. Pelo menos dia 02 caiu numa quarta e assim não teve aquela palhaçada da emenda e o transtorno que isso causa para os negócios. Os únicos negócios que se beneficiam com as emendas são aqueles localizados em áreas predominantemente turísticas. Nem os hotéis de São Paulo (capital) gostam disso, porque eles dependem de dias de expediente por serem, em sua maioria, destinados à executivos.

Além da tranquilidade de saber que só 1 dia é perdido por conta do feriado, uma surpresa: depois de anos, vi o cemitério cheio no dia de finados. Diferente do dia das mães (parece que a maioria só tem mãe mesmo) que é aquela muvuca para entrar no cemitério, no dia de finados as pessoas costumam ir antes para aproveitar o feriado, que costuma ser prolongado.

Não que estivesse lotado como num dia das mães, mas estava bem cheio e tinha até fila para entrar. Quem deve ter comemorado foram as floriculturas nos arredores, que estavam com pessoal extra para atender mais ligeiro.

Como sempre, depois do cemitério... mudamos! Ao invés da churrascaria de sempre, fomos ao rodízio do Nanako Brooklin.

Quem me conhece sabe que eu sou extremamente exigente com o sabor e apresentação de sushis e sashimis, apesar de engolir a grande maioria, e depois de ter lido um post intitulado "sashimi grelhado" que me fez contorcer todos os músculos da face e do corpo (para quem não sabe, sashimi é precisamente peixe CRU fatiado), vou aproveitar para emitir minha opinião sobre o local (um Q de crítica gastronômica emanou após reassistir ao filme Ratouille da Disney).

A unidade visitada foi a da Rua Nova York, no Brooklin, um restaurante de fachada pequena, interior simples, mas bem aconchegante, num ambiente familiar. Tem 2 pisos e a única falha nisso é que em dias de menor movimento, como era o dia de finados, somente o piso superior fica aberto, o que inutiliza a acessibilidade do estabelecimento, que conta com uma rampa de acesso a cadeirantes da rua para o restaurante.

Eu sempre reparo nesse detalhe, porque ando muito com meu avô que caminha com as próprias pernas e sem bengala, mas não tem mais a mesma agilidade ou força de um garoto e sofre com ladeiras, calçadas esburacadas e escadas de degraus irregulares e altos demais.

A comida do Nanako eu considero honesta para o preço cobrado. Não é o melhor sushi da cidade, mas está longe de ser aquelas farças vendidas como sushi por ai. Tem uma boa variedade de quentes e frios e tem acompanhamentos que muitas vezes a gente só come em casa, porque no restaurante não vende, como "konyaku" (como quase tudo na culinária japonesa, é feito à base de peixe e tem textura similiar a uma gelatina aerada, com uma cor acinzentada quando cru e marrom, porque é cozida com shoyu. A aparência é horrível, mas o sabor é bom).

O atendimento simpático e atencioso (os donos costumam estar na porta para recepcionar e agradecer pela visita, além de garçons atentos) ajudam a chamar atenção para a casa e o valor do estacionamento não vai te matar do coração depois de encher a barriga de tanto comer sushis (não é um sushi autêntico, mas o enrolado com acelga e salmão picado é gostoso). Vale a visita.

Como a semana fica com 2 finais de semana, como costumam dizer os entusiastas por feriados, eu também sai para comer 2 vezes numa mesma semana! No sábado foi a vez de "viajar" até a zona leste e conhecer um rodízio de mexicano (depois reclama que está gorda rs).

O Don Miguek Mexican Bar visitado fica na Rua Itapura, que lembra muito as movimentadas ruas de bares e resturantes de Moema ou da Vila Madalena.

O salão é pequeno, então, se você quer ir de galera, melhor ir cedo e segurar a mesa para os atrasadinhos, porque lota rapidinho.

O ambiente tem uma decoração bem típica, ou seja, não é muito bonita. As paredes estão forradas de quadros um tanto assustadores, pobres samambaias adornam o teto com 2 fortes luzes viradas para cada uma delas (eram 3 no total), a iluminação bem fraca e o banheiro é bem mal cheiroso (e eu estou me referindo ao banheiro feminino).

A comida é boa, mas acho que só vale a pena comer no esquema rodízio, que inclui batatas skin (muito boas mesmo, são batatas fritas com a casca, cobertas com requeijão e cheddar), nachos, tacos, taquitos (parecem harumaki), quesadillas e enchilladas. Uma coisa eu aviso: se você quiser comer bastante, fique pegando no pé dos garçons, porque eles demoram uma eternidade para trazer o que você pede de repetição e não traz tudo o que você pediu.


O refrigerante pode ser pedido no esquema refil. Se você pretende tomar mais de 1 latinha, o valor compensa. E eles tem todos os típicos drinks com tequila e outros que dá medo até de pensar no efeito, porque parece a lista de todos os alcoolicos disponíveis no bar misturados num copo. No tempo que ficamos ali deu para perceber que os campeões do bar são a tequila sunrise e o mojito.

Se você curte o apimentado de um mexicano de verdade, vai precisar pedir pela pimenta, porque nada vem com pimenta. Acho que foi por isso que eu gostei.

Conclusão: se eu quisesse um restaurante mexicano não me daria ao trabalho de rodar até o outro lado da cidade só pra ir lá. A cidade tem outras opções menos distantes onde eu gastaria, provavelmente, a mesma coisa.

__________________________________


Show do Begin

O show que está dando o que falar é o do grupo Okinawa, Begin, que vem pela primeira vez ao país para realizar um documentário junto à comunidade okinawa brasileira e para celebrar os 85 anos da Associação Okinawa Kenjinkai do Brasil.

O grupo que aterrisou em terras brasileiras no último final de semana, faz única apresentação no dia 12 de novembro, às 15h, com ingressos esgotados, pois foram distribuídos de forma GRATUITA em pares, para cada CPF apresentado nos pontos de distribuição.

Um sorteio para quem curtiu a página do show no facebook acontece hoje, 07 de novembro e distribuirá os ingressos que foram destinados para esta promoção.

A organização do evento alerta que NÃO EXISTEM PONTOS DE VENDAS e quem estiver comercializando ingressos para o show ou está vendendo convites falsos ou está agindo de muita má fé, porque ganhou os convites de graça e está tentando tirar vantagem. Cuidado.

Mais informações em www.beginbrasil.com.br

30 de março de 2009

Comida: Genuíno Bar

Era um sábado à noite, tempo esquisito, e fomos até este bar que fica na região da Vila Mariana, em frente a ESPM. O bar que foi montado numa antiga residência, tem amplo quintal e muitos espaços, inclusive com separação para fumantes e não fumantes. 

Os pratos especiais da casa são as carnes no rechaurd e pratos típicos de boteco, acompanhados pelo chopp. 

Eu fiquei na Maminha no rechaurd, que serve bem 2 pessoas e 1 porção de batatas com parmesão. A maminha estava boa, mas as batatas não eram lá essas coisas. Além disso, o garçom que nos servia virou metade do prato das batatas na mesa, só pediu desculpas e saiu andando rapidinho. Minha surpresa foi ao chamar outro atendente, porque o que trouxe as batatinhas sumiu, ele não se prontificou a trocar o prato das batatinhas, eu tive que pedir para que ele fizesse. Um absurdo! 

O chopp é uma história a parte. Eu estava com vontade de tomar chopp com groselha. Coisa de mulher. rs Perguntei a hostess se tinha e ela foi verificar com um atendente que disse que a casa traz à mesa um copinho de groselha, mas não faz a mistura. 

Ok, como estava com vontade, disse que podia ser. Pra que? Como a groselha foi colocada depois do chopp, ele ficou todo no fundo e não se misturou ao chopp direito. Moral da história, o final do copo teve o sabor mais estranho que eu podia esperar. 

Eis que tentei tomar o chopp puro. Pura água! O chopp escuro eu não sei, mas o chopp claro é muito aguado e não traz qualquer amargor para os verdadeiros apreciadores de chopp, o que nem é o meu caso. Não recomendo para quem gosta de chopp encorpado e com gosto de chopp. 

O atendimento começou muito bem. A hostess era muito atenciosa e simpática, o primeiro garçom que nos atendeu também, mas a sequência dos atendimentos, sinceramente, mudaram meu conceito do Genuíno, para pior.