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29 de setembro de 2014

Comida: Restaurant Week 2014 - 2° semestre

Eu já virei uma entusiasta do Restaurant Week e mesmo estando de dieta, quebrei ela todinha em 2 semanas de muita comilança. Só não foi pior, porque eu não fui na semana prévia, teoricamente, exclusiva para os portadores de cartões Platinum ou Black da Mastercard, mas que os garçons dizem que se alguém pedir pelo menu, com ou sem os tais cartões, eles servem.

Quando olhei o site, que está super complicado para usar nesta edição (o outro estava bem melhor e bonito), nem me animei. Os cardápios pareciam todos muito sem graça ou com ingredientes que eu não posso comer. Passada a semana prévia, fui dar uma olhadinha de novo e de repente começou a me dar vontade de ir em um ou outro.

Comecei pelo Manguinha Gastrobar, que fica em Moema, numa região cheia de restaurantes e bares. O Manguinha fica numa rua tranquila pela noite e que dá para estacionar na rua. Se não der, tem um estacionamento 3 casas para frente, que cobra metade do valor do que o valet da casa (valet da casa R$20, estacionamento R$10).

O atendimento é super atencioso e os pratos são bem elaborados. O molho do nhoque que eu comi estava do jeito que eu gosto, mas se você não curte um sabor meio adocicado no seu molho de tomate vai discordar de mim. O refrigerante custa R$5,00, valor que eu considero razoável para um restaurante desse tipo.

Achei a casa bem agradável para encontro entre amigos e família. No dia da visita, uma terça à noite, tinha famílias com idosos e grupos de jovens.

O outro escolhido foi o Al Mare, a rede de restaurantes que serve frutos do mar, da Don Pepe de Napoli. O salmão em cubos que vinha na salada da entrada estavam bem macios e suculentos e o Saint Peter do prato principal, com alcaparras, estava no ponto correto, acompanhado de um riosto muito bom.

Uma falha da casa, que atende super bem, é que eles não me mostraram o cardápio das bebidas, então você fica sem saber o valor do que está pedindo* e o suco que eu pedi veio com muito açúcar. Mas o valor do suco era justo para minha sorte, R$5,90.

O valet da casa é R$15, mas dependendo do horário que você for pode parar na rua mesmo.

Na sequência fui num restaurante diferente: um italiano, cujo dono é argentino, o Nonna di Lucca.

Quando cheguei próximo do endereço, parei meu carro na rua (não tem valet), mas de longe, a casa parecia fechada. Fui caminhando e vi uma pessoa passando perto da janela e vi que a casa estava aberta, só não usa muita luz.

Triste foi ver um restaurante na Moema pássaros com 2 mesas ocupadas, numa quinta à noite, sendo que 1 das mesas eram de amigos dos donos, porque ele servia a gente e voltava para a mesa onde eu imagino que estava o dono, a esposa e 1 casal de amigos.

A comida estava muito boa e o salmão que eu pedi, estava perfeito. Aqui também pedi refrigerante, pelos mesmo R$5,00.

Numa segunda-feira, eu estava com vontade de comer o Farofino do America e por isso escolhi ele. O interessante é que quando cheguei na porta, descobri que um outro restaurante fica de frente. Dei uma paradinha, olhei o cardápio e ainda assim seguir para o America, porque os acompanhamentos do outro não me agradaram.

Os preços do America não são tão diferentes do praticado no Restaurante Week, mas deve dar uns R$20,00 de diferença, o que já ajuda, porque isso poderia ser mais 1 sobremesa ou mais um upgrade no prato.

Aqui eu sempre tomo a limonada suíça, que é batida com a casca e fica bem azedinha. Adoro! Ele custa R$7,90.

O estacionamento sai por R$20,00, mas dependendo do dia e do horário dá para parar na Rua Tuim tranquilo.

No dia do meu aniversário, escolhi um de carne! Adoro carne! Fui no Templo da Carne Marcos Bassi.

A entrada é esquisita, porque parece um açougue, sem cheiro, mas um açougue. O salão é pequeno, então a espera é grande, mas a casa atende até tarde, então, se for mais tarde, tem menos tempo de espera.

O atendimento é muito bom e mesmo para o Restaurant Week eles te tratam super bem. Nota 10 para o atendimento. Já a carne, preciso admitir que fiquei ligeiramente desapontada. Não é ruim. A carne é boa, mas o Estación Sur, visitado na edição passada me traz melhores recordações quando se trata do prato principal.

Aqui o refrigerante saiu por R$5,60 e o estacionamento, R$18,00. Parar na rua é uma verdadeira missão, porque a 13 de maio e região são conhecidas pela sequência de restaurantes, a maioria italiana.

Minha última visita foi no Shintori, que eu nem fazia muita questão, mas como minha mãe se ofereceu para pagar um jantar do Restaurant Week, aceitei e escolhi um lugar que agradaria meus pais também. De todos os restaurantes frequentados nesta edição, esse era o menu mais fraco.

O arroz do sushi não estava devidamente temperado, lembrando lugares mais populares. O que salvou foi o sabor da entrada e o shabu shabu, esse bem servido e com temperos bem feitos. A sobremesa estava ok, mas de todos os restaurantes visitados, esse foi o único que eu voltei pra casa e ainda belisquei a geladeira.

E, definitivamente, restaurante com carpete não é para mim. Sai de lá com o nariz vermelho por causa da rinite.

O refrigerante em garrafa (290 ml) sai por R$6,90 e a lata R$7,20, mas o estacionamento é cortesia, então vai custar o quanto você deixar de caixinha para o manobrista.

Agora é voltar para a dieta! rs

* eu sei que poderia pedir para ver o cardápio para saber o preço antes, mas eu ia pedir o suco de qualquer jeito, então nem me dei ao trabalho.
Obs: As fotos não estão muito boas, porque foram tiradas com a luz do ambiente, que em alguns caso é quase nula.

7 de abril de 2014

Mais Restaurant Week 2014:
Florina,
Lilló e
Estación Sur Jardins

Como não daria para eu comentar e servir de parâmetro para alguém fazer a visita aos restaurantes visitados na última semana do Restaurant Week, decidi nem apressar o post, já que tinha outro engatado antes.

A semana de visitas aconteceu entre terça e quinta, sempre à noite, porque é quando eu consigo ir. Na sexta eu tinha planejado ir em mais um, mas como fui no teatro, não deu tempo.

Na terça-feira, fui no Florina, um restaurante suíço, que tem pratos de inspiração alemã. O ambiente é uma graça, muito apropriado para casais, e no inverno o cardápio muda para os fondues, acompanhados de uma carta variada de vinhos.

O menu do RW não me decepcionou, mas eu achei que é meio forte para quem está acostumada com o arroz branco ao estilo japonês e comidas sempre muito leves. De novo, a comida é boa, mas muito forte para meu paladar. Já a sobremesa, um sorbet de lichia com frutas da época, estava divino. Pena que eles não tem esse sorbet no cardápio normal.

Recomendo muito pelo atendimento muito atencioso, sem pressa e simpático. Não é baratinho, mas o bom é que a noite você pode economizar no estacionamento, já que a rua é tranquila e com muito espaço para deixar seu carro. E no estabelecimento vizinho, tem um bar que, segundo o garçom, é do mesmo dono, mas para um público que busca uma happy hour.

O que o Florina me deixou satisfeita, o Lilló foi uma decepção.

Eu nem sou do tipo que precisa comer muito na janta, mas eu sai de lá pensando seriamente em parar no Mc Donalds para complementar o jantar.

A entrada foi uma casquinha de siri. Depois de comer a do Il Papavero, não tenho elogios a tecer sobre o do Lilló.

O prato principal, chamado de leque de filé mignon, era uma tira de carne cortada como se fosse um leque para ocupar espaço no prato, acompanhado de arroz e farofa. A carne estava boa, mas a porção era muito pequena mesmo.

A sobremesa estava muito bem apresentada e gostosa, era um brownie de chocolate com castanhas do pará, acompanhada por uma bola de sorvete de creme e calda de chocolate.

O suco de R$8,00 estava gostoso, mas no geral eu acho que foi a refeição que não compensou. Só não seria justo de chamar essa de a pior entre as minhas escolhas, porque o Café Journal foi, sem dúvida, a pior comida que eu comi num restaurante. Ok, o peixe era ótimo, mas combinado com péssimos acompanhamentos e uma sobremesa que só de pensar faz minha boca sentir aquele gosto de farinha, não valiam o que eu paguei.

Por fim, o maravilhoso desfecho com uma das melhores carnes que eu comi na vida.

O Estación Sur foi uma grata surpresa. A entrada, uma empanada me faz acreditar que eu não nasci para comer isso. Ela é exatamente como as empanadas que eu comi na Argentina. É sal demais para a minha pessoa. Mas se você gosta de comida salgada, vai amar, porque a massa é muito boa e vem bem recheada.

O prato principal foi o delírio. Salivo só de lembrar daquele bife de chorizo com batatas souflé (tipo chips, só que elas ficam infladas). Um bife alto, com quase 3 cm de espessura, bem mal passado. Claro que se você não gosta de carne sangrenta, vai achar um horror, mas carne boa é mal passada. Ela fica suculenta, macia, perfeita!

Para encerrar o jantar, claro, panqueca com doce de leite e uma bola de sorvete. Que maravilha!

Ainda bem que o Restaurant Week acontece por pouco tempo e uma vez no ano, porque senão eu quebrava! rs

Agora vamos economizar, voltar pra academia e se preparar para o RW 2015. =)

Fotos: Celina Yamao (elas não estão muito boas, porque foram tiradas no escurinho dos restaurantes e sem flash)

31 de março de 2014

Teatro: No Quarto ao Lado e
Review: Restaurante Il Papavero

Já tem um tempo que eu não saia do teatro com a verdadeira sensação de que precisava contar para os outros sobre uma peça divertida.

No Quarto ao Lado é uma peça de 2 horas, mas é tão engraçada que você não sente que passou tanto tempo. Eu só descobri que tinha ficado 2 horas lá dentro quando fui pagar o estacionamento, porque eu cheguei mais cedo para jantar e acabei ficando 4 horas e meia (estacionamento do teatro Gazeta com o selo de convênio sai 3h por R$15,00 e R$3,00 a hora adicional).

Quando a história começa, parece que teremos um drama sobre as aflições de uma jovem mãe que não tem leite para amamentar, mas o foco da história é o quarto ao lado, ou a sala que fica dentro da casa, onde o marido da jovem faz sua prática médica.

Ele inventou um aparelho revolucionário que visa aliviar as angústias de mulheres e, excepcionalmente, de homens, tratando de problemas psicológicos de causas desconhecidas.

Cheia de metáforas sexuais, essa peça é a adaptação de uma premiada peça da Broadway e que é garantia de boas risadas.

A peça que já esteve em cartaz no Teatro Jaraguá até fevereiro, está no Teatro Gazeta, de sexta a domingo, sempre no último horário. Não sei dizer até quando ficará em cartaz, porque eu esqueci de pegar a revistinha do Boca a Boca da semana, mas já tem sessões à venda, no site, até 06 de abril.

Vale a pena!
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Review: Restaurante Il Papavero

Eu conheci o restaurante durante o Restaurant Week e sinto informar que o valor normal do restaurante é bem mais salgado que o apresentado no evento, mas eu acho que vale a pena para uma ocasião especial, já que nem é tão caro comparado a outros restaurantes localizados naquela região.

O Il Papavero é um restaurante italiano localizado dentro de um hotel executivo da região da Paulista. Ele é vizinho do Shintori, um dos melhores restaurantes japoneses da cidade, e fica próximo ao teatro Gazeta, ou seja, de carro ou de metrô, é um local fácil de chegar.

O atendimento é de restaurante de hotel, super discreto, atencioso, tranquilo e cortez.

Do menu, eu escolhi uma casquinha de siri, muito bem feita, com muita carne e bem suculenta, e o Polpetoni com talharim, que merece um viva.

Eu não sou fã de molho ao sugo, porque costuma ser azedo, mas esse, feito com tomates frescos e pedaços de tomate, me surpreendeu. O polpetoni estava macio e recheado na medida. Eu pagaria os R$50 só pelo prato principal. E de sobremesa, sorvete de creme com calda de frutas vermelhas e crepe com recheio de cupuaçu. Tudo uma delícia!

O suco de maracujá foi feito com a fruta fresca, mas é tão pequeno que se você for do tipo que precisa beber líquidos durante a refeição (não é meu caso), melhor pedir alguma coisa que venha mais líquido. Eu chuto que tinha, no máximo, 200ml no copo que saiu R$7,90.

Uma surpresa foi a garçonete me perguntar se podia incluir o valor do serviço, o que, no geral, não acontece nesse nível de estabelecimento. Quanto mais chique o lugar, mais eles costumam burlar os direitos do consumidor, porque gente muito cheia da grana acha deselegante reclamar seus direitos. Como eu não sou burra e nem cheia da grana, eu reclamo e não pago quando não gosto do serviço prestado, o que não foi o caso. É claro que aqui eu paguei o serviço, porque eles me atenderam super bem, apesar de eu ter entrado num lugar daqueles, com calça jeans sem marca, camiseta e tênis.

Não que as minhas vestes devessem ser razão para um atendimento de menos qualidade, mas eu já cansei de ter atendimento meia boca só porque não estava de salto alto e produção que o estabelecimento está acostumado a ver em suas clientes.

E para quem quiser ver o cardápio normal da casa, tem até os preços no site www.ilpapavero.com.br

17 de março de 2014

Restaurant Week: Cafe Journal - Moema e
Ça Va Restaurante

Eu lembro de um evento que se chamava Brasil Sabor e acontecia simultaneamente em todo o país, num formato diferente, mas tinha o mesmo intuito: fazer as pessoas conhecerem restaurantes diferentes.

Lembro também de ter enviado um email ao organizador do Restaurant Week falando sobre a pouca divulgação do evento e ele respondeu enfurecido que não tinha apoio e como era difícil conseguir patrocínio etc... e agora, veja como o tamanho do evento mudou!

Naquela ocasião, eu não tinha a intenção de deixá-lo bravo, era só um comentário e eu até fiz um post no meu falecido blog sobre o evento, como apoio.

Mas já tem muito tempo que eu não encarava ir nos restaurantes do evento, porque tem umas casas que fazem a gente se questionar: por quê entra no evento se não quer receber os clientes que procuram pelo menu do evento???

Enfim, na noite de quinta, morrendo de fome sem vontade de pedir chinês pelo telefone, decidi buscar uma opção mais gostosa. Lembrei que estava rolando a semana para clientes do cartão de crédito patrocinador do evento* e liguei para me assegurar que conseguiria uma mesa perto das 23h.

Fui ao Cafe Journal, perto do aeroporto de Congonhas, testar o menu de jantar que sai por R$49,90 + R$1,00 para a entidade beneficiada (almoço sai por R$37,90 + R$1,00. Bebidas, serviço e estacionamento são à parte).

A casa tem decoração rústica, provavelmente patrocinada pela Amarula. O lugar usa iluminação indireta e lamparinas nas mesas para dar um clima mais romântico, mas muitas mesas estavam ocupadas por grandes grupos.

As mesas são bem espaçadas, então você não houve muito da conversa das mesas dos lados, mas naquela noite tinha 1 funcionário bufando pelo salão, discutindo com outro. Fora isso, parece um lugar bem tranquilo.

Pedi de entrada o ceviche com folhas, prato principal o filé de linguado com purê de banana da terra e de sobremesa a torta de cupuaçu com calda de jabuticaba.

A entrada foi a melhor parte. O ceviche estava simplesmente divino, com peixe muito bem temperado, pedaços de maçã e nozes. Aviso aos alérgicos, eu não tenho alergia a nozes, mas alguma coisa na mistura me fez precisar de loratadina antes de terminar o jantar.

O prato principal deixou a desejar, porque o peixe estava perfeito, mas o purê de banana da terra não estava bom. Eu comi, para ver se depois de mais umas bocadas melhorava, mas não melhorou. Antes fosse uma farofa com banana da terra na mistura. Teria sido mais gostoso.

A sobremesa foi mais ou menos também. A massa da tortinha era muito grossa e com gosto de farinha, então chega na metade e você já não quer mais a massa. A calda tinha gosto de terra. O que salvou a tortinha era o recheio de cupuaçu, que estava na medida.

Valor total do jantar: R$50,90 pelo menu, R$5,80 pelo refrigerante e 10% sobre a soma.

O estacionamento do local custa R$20,00, mas eu deixei na rua mesmo, porque a noite tem vaga. Durante o dia você pode tentar a rua, mas tem zona azul.

Na sexta-feira, aproveitando que já tinha ingressos para uma peça no teatro Gazeta**, fiquei em dúvida entre 3 restaurantes nas proximidades e escolhi com base na meu pré-conhecimento da casa, o Ça Va Café e Restaurante.

Esse bistrot francês é um lugar pequeno, mas aconchegante, bom para um jantar romântico, que eu já fui uma vez no passado e havia gostado bastante. Eles têm menus degustação no mesmo formato utilizado pelo Restaurant Week, mas com preços um pouco mais elevados e opções ainda melhores.

Mas se engana quem pensa que todo restaurante que adere ao Restaurant Week faz cardápio de segunda. O Ça Va me impressionou com um prato principal de primeiríssima qualidade.

De entrada, pedi o Terrine, que veio acompanhado de folhas e torradas. Muito gostoso, mas de tamanho diminuto, o que me fez pensar se o prato principal seria tão pequeno.

O prato principal foi um risoto de funghi com filet mignon. Para a minha grata surpresa, o prato principal era mesmo um prato inteiro e que delícia. A carne estava super macia e no ponto, combinando perfeitamente em sabor com o risoto. Que maravilha!

De sobremesa, uma tartellete de chocolate com calda de frutas vermelhas e uma bola de sorvete. Diferente da massa de farinha da torta do Cafe Journal, essa é feita de biscoitos e estava muito gostosa.

Não sei quanto é o refrigerante da casa, porque eu pedi uma taça de vinho, sem olhar o cardápio de bebidas, que saiu por R$20,00.

Claro que a lista do Restaurant Week é enorme, mas eu sei que não recomendo o Cafe Journal, apesar do atendimento ser bom, e recomendo muito o Ça Va, porque o atendimento e a comida são excelentes!

Detalhe para o folheto que vem junto da conta do Ça Va dizendo que se você quiser, pode doar sua nota fiscal sem o CPF para uma entidade assistencial, bastando informar ao garçom.

* não há necessidade real de ser cliente do referido cartão.
** a peça que eu assisti se chama No Quarto ao Lado, mas eu vou comentar no post da semana que vem, porque esse já ficou comprido demais! rs