Mostrando postagens com marcador vícios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vícios. Mostrar todas as postagens

8 de janeiro de 2024

Balanço das leituras de 2023 e o que eu pretendo ler em 2024!

 

Eu estou passada de descobrir que, apesar de ter conseguido bater a meta de 12 livros no ano, triplicado ela até o fim de 2023 e ainda ter conseguido ler mais um tiquinho, totalizando 38 livros, eu só fiz 5 postagens sobre os livros lidos.

Claro que nem tudo o que a gente lê merece uma postagem, mas 5 de 38 é um pouco esquisito, certo?

Aliás, não só eu li 38 como ouvi 8 audio books.

Ao longo do ano de 2024 eu espero comentar sobre minhas leituras, mas também vou pensar em comentar alguns livros lidos ano passado que eu acredito, possam ser úteis para pessoas que estão sofrendo com os efeitos da pandemia até hoje, no sentido de saúde mental.

Um dos livros que me marcaram e devem ter marcado muitos fãs da série de TV, Friends, foi o livro de Matthew Perry, o ator que deu vida ao tímido e sarcástico Chandler Bing.

Que a fama não faz as pessoas mais felizes, nós já sabemos, mas a que ponto pode levar a perturbação da fama, combinado aos vícios facilmente alimentados com ela, ninguém sabe ou pode prever.

No caso de Matt, apesar dele estar num momento, aparentemente bom da vida, estável, longe dos vícios, cercado de carinho por fãs e amigos, ele se foi.

Se você passa por algo parecido. Leia! Use a experiência dele para saber por onde começar, como começar seu processo de resgate.

Se você nunca teve esse tipo de problema e conhece ou desconfia que conhece alguém com problemas com vícios ou depressão, LEIA MUITO. Julgar na resolve, não ajuda e pode matar.

Vamos ler mais, coisas com qualidade, relatos, contos de fadas, distopias, ficção, ciência, história, culturas... e que venha a Bienal do Livro 2024!!!

6 de março de 2023

Livro: Amigos, Amores e Aquela Coisa Terrível de Matthew Perry

Quem é fã de uma das séries de TV mais bem sucedidas da história da TV, Friends, sabe bem quem é Matthew Perry, também conhecido como Chandler Bing.

O personagem era um cara sensível, bonitão, mas desajeitado com as mulheres, que usava o sarcasmo para contornar situações desconfortáveis e que trabalhava com algo que nenhum dos 5 amigos sabia o que era (vide o famoso episódio em que a Monica e a Rachel perdem o ap da porta lilás para os meninos).

No livro Amigos, Amores e Aquela Coisa Terrível (no original em inglês, Friends, Love and That Terrible Thing, que diga-se de passagem é uma referência a como eram intitulados os episódios da série), Matthew abre seu coração e escreve uma autobiografia tocante para dizer o mínimo. É quase um raio-x da alma de Matthew e os fantasmas da busca pela fana e, depois, da fama em si.

Foi uma surpresa saber, por exemplo, que ele quase não foi o Chandler. Hoje é quase impossível imaginar que outra pessoa poderia ter sido Chandler, incluindo um amigo, que ficou por muito tempo sem falar com ele, claramente pela inveja que causou ver tamanho sucesso da série.

Estranhamente, Matthew tinha muitas das características que pensávamos ser do personagem, mas que eram do ator também.

Matthew nos convida a conhecer a origem: os pais, a infância no Canadá, a sua sensação de não fazer parte de nada, de ser insuficiente, até descobrir as artes cênicas. Da separação dos pais, dos casamentos de seus pais com outras pessoas, constituindo novas famílias, da relação com os meio irmãos, da decisão de se mudar para Los Angeles e da busca pelo estrelato com Hollywood.

Ele também conta de algo muito comum nesse meio: os vícios, começando pelo álcool e cigarro, depois a descoberta das medicações (sabe aquele remédio que o Dr. House usava compulsivamente na ficção? Matthew estava consumindo um monte na vida real) e depois outras drogas.

Uma coisa que me chamou muito a atenção é o fato de um cara bonitão, padrão de beleza desejado em Hollywood (homem branco, olhos claros, atleta universitário) não se sentisse uma pessoa atraente e desejável. Em vários momentos do livro você irá ler a frase "e se eu não for suficiente"?

Acho que vale muito a pena ler se você é fã da série, para conhecer o ser humano por trás das câmeras, algumas curiosidades por trás de alguns convidados do programa.

E se você não é muito fã, mas tem problemas com vícios, inseguranças e/ou depressão, verá que isso é, de fato, mais comum do que se pensa e que saber pedir ajuda e aceitar ajuda quando oferecido vai ser a melhor coisa que você pode fazer por você e por todos aqueles que você ama.

Um livro tocante, emocionante e comovente. Vale a pena ler.

----------------
Que triste saber que mesmo depois de tanta luta, tantas reviravoltas e tantos amigos, numa fase que parecia tão positiva, de retomada do controle da vida, ele ainda acabou indo cedo demais.
Nunca faça pouco caso do problema dos outros. Se não quiser ajudar, tudo bem, só não atrapalhe com  comentários nada motivadores. E, sinceramente, não diga "é falta de força de vontade" ou "é só pra chamar a atenção", porque essas são palavras que podem levar ao ato final uma pessoa que esteja num momento muito frágil.

30 de janeiro de 2012

Cinema: Sherlock Holmes 2 - O Jogo de Sombras, e
Promessa de Ano Novo: superando o vício de jogos online

Otyville ivilleítvuoparece brincadeira, mas não é. E acredito que muita gente passe por isso sem nem se dar conta que o "vício de brincadeirinha" é um vício de verdade.

Tem gente que promete abandonar o cigarro, outros o álcool. Como desses vícios eu não padeço, eu me prometi não jogar mais os jogos on line.

Eu jogava para valer somente um, o Cafe World, mas tenho contas em todos os jogos da Zynga, a criadora de jogos como Farmville, Cityville,  entre tantos outros, que de uns anos para cá foram vinculados, uns aos outros, para ganhar itens especiais e bônus diversos.

Chamo de vício, porque eu não passava 1 único dia sem jogar e cheguei ao absurdo 333° dia consecutivo de jogo em 31/12/2011. Só não foram mais, porque no ano passado eu fiquei sem opção durante um final de semana em fevereiro. Não fosse isso, acho que eu teria chegado a uns 600 dias ininterruptos no Cafe World.

A coisa começou a me incomodar quando eles criaram uma sequência de "quests" com tantas fases e todos acumulados e com tempo limite, que eu passei a me estressar. Ficava até altas horas só para otimizar o tempo na "cozinha" e me estressava quando alguma coisa não saia conforme o planejado ou o cronograma começava a não dar certo.

Passei a enviar mensagens constantes para a Zynga, reclamando de falhas, porque elas me incomodavam e atrapalhavam a evolução do jogo e... peraí? Estressar com joguinho de internet? Tem alguma coisa errada aí!!!

Foi então que, conscientemente, abandonei o jogo (apesar de ter deixado a conta ativa, em consideração aos poucos amigos que continuam jogando, uma vez que a quantidade de "vizinhos" faz diferença na manutenção do jogo) e fechei a porta do meu café (é literal, porque para interromper o movimento do café, eu tirei a porta de entrada rs).

A sensação é ótima! Não ter mais que me preocupar quantas horas passaram desde que os pratos foram colocados, se o prazo do "quest" vai terminar ou se o café vai explodir!!! rs

E com isso, me sobra tempo para fazer outras coisas, como ir ao shopping, no cinema, ficar fora de casa o dia todo... coisas de gente normal.

Aproveitando a tranquilidade, fui no cinema, no feriado da cidade de São Paulo, assistir Sherlock Holmes 2 - O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes 2: A Game of Shadows).

Esse é um filme que eu gostaria de ter assistido em 3D, mas no Cinemark só encontrei sessões normais ou em 2D. Em algumas cenas que coisas explodem, dá para imaginar como seria divertido ver os estilhaços voando em minha direção.

O filme tem um ritmo esquisito e bem menos explosões do que eu gostaria. Achei que o primeiro foi mais intenso, apesar deste ter um desenrolar bem interessante e um final, tipicamente, Sherlock Holmes.

Vale o ingresso, mas eu esperava alguma coisa a mais do filme.
  __________________________________

18° Concurso de Karaoke do Estado de São Paulo - Paulistão 2012

Neste final de semana, a cidade de Suzano terá muito mais nikkeis do que já costuma ter, por causa do Paulistão 2012. São 3 dias de muita cantoria, que começam pela manhã e seguem até tarde da noite (no geral, terminam após às 22h).

É o maior concurso em nível estadual, com cantores selecionados em suas regiões, formando equipes e concorrendo a prêmios individuais, que somam quase 1.000 apresentações, todas de música japonesa, entre fase Yosen (eliminatória) e Kesho (classificatória), com cantores que tem idade entre 2 e 90 anos.

Data: 03 a 05 de fevereiro de 2012
Horário: sexta a partir das 11h; sábado e domingo a partir das 8h
Local: Associação Cultural Suzanense
Av. Armando Salles de Oliveira, 444 - Centro - Suzano/SP
Infos: www.upk.org.br