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8 de fevereiro de 2016

Filme: O Regresso com Leonardo DiCaprio (The Revenant)

Nos últimos anos, raras foram as vezes que eu fui assistir a um filme na semana de estreia, mas O Regresso tinha vários atrativos:

  1. eu não sou chegada em carnaval e o lançamento foi às vésperas do final de semana do carnaval;
  2. um amigo se propôs a comprar os ingressos durante a semana para evitar a fila do final de semana; e
  3. fiquei curiosa para ver o filme que pode, finalmente, dar o Oscar para o Leo.

Então combinamos de ir no domingo, no Cinemark do Shopping Santa Cruz.

O filme se passa em 1822, na época em que os brancos começavam a desbravar as terras americanas em busca de riquezas diversas, no caso da expedição da qual Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) fazia parte eram peles de animais. O problema era que as expedições eram constantemente atacadas por tribos indígenas de forma brutal.

Hugh era um grande conhecedor das matas, porque viveu por muito tempo com uma tribo indígena e por isso tinha um filho mestiço que anda com ele. Junto do grupo do capitão Henry, ele é o responsável por indicar os caminhos mais seguros durante uma fuga de índios, mas ele acaba atacado por um urso que o deixa muito ferido. Para que ele tenha alguma chance de se recuperar, mas sem atrasar muito o grupo todo, 3 pessoas são deixadas para cuidar dele, mas Fitzgerald (Tom Hardy) que ficou pela promessa de um dinheiro extra, acaba decidindo abandoná-lo à própria sorte no meio da floresta.

Apesar da situação, ele sobrevive e só tem uma ideia em mente: vingança contra aquele que lhe causou sofrimento, matando seu filho na sua frente e sem que ele pudesse fazer nada.

Um filme de tirar o fôlego, com paisagens incríveis e um final inesperado.

Vale a pena assistir, mas não leve menores ou pessoas muito sensíveis, porque o filme é um bocado violento, à moda antiga.

Sobre o Cinemark Santa Cruz e essa sessão em especial, alguns comentários.

Começa com a entrada em cima da hora do pessoal, que acha que por ter cadeira numerada pode entrar depois do filme começar. Também acho engraçado o fato da pessoa escolher o lugar no mapa e não conseguir ter a noção de que o ingresso dele é para a penúltima fileira e não 3 filas para frente onde todos os lugares estavam ocupados e ainda querer dizer que a gente estava no lugar dele.

Passado esse problema, sempre tem alguém que acha que está na sala de casa e resolve atender uma ligação na sala do cinema com o filme já iniciado. Então um outro senhor tentou pedir para o sem noção desligar o celular. Pior é quando o cara da ligação se acha com razão e ao ser "gentilmente" convidado para se retirar da sala pelos seguranças ainda tem a total falta de educação de dizer que vai sair porque não precisa disso. Quando as pessoas irão aprender a se comportar em sociedade???

Depois, um senhor que havia esquecido de silenciar o telefone, tenta desligar o som e acaba ligando o rádio! Constrangido, se atrapalhou mais ainda e não conseguia desligar o aparelho. Nesse caso fiquei com dó, mas isso quebra o clima do filme. O Leo sangrando na tela e a gente quase rindo por causa do senhor atrapalhado.

Claro que isso não basta! De repente, um calor dos infernos, todo mundo se abanando porque o ar condicionado estava desligado. Saímos suados da sala, uns mais incomodados que outros. Um senhor, do tipo barraqueiro e mal educado, começou a xingar, mas a essas alturas eu já estava falando com a responsável que já havia pedido desculpas e estava providenciando as cortesias para que a gente pudesse retornar em outro dia para assistir qualquer filme de nossa preferência. Uns quiseram o dinheiro de volta e eles não se recusaram, ainda que as pessoas em questão estivessem sendo bem grosseiras sem necessidade.

As pessoas precisam entender que elas têm direitos, mas isso não significa que elas podem ser mal educadas e grosseiras com os funcionários do local, muito menos quando elas já tinham se prontificado a nos ouvir e a resolver nossa situação da melhor maneira possível.

A equipe inclusive confirmou que estavam cancelando as sessões seguintes e devolvendo o valor de quem havia comprado o ingresso, já que o ar condicionado da sala começou a dar problemas no meio do nosso filme e parou de funcionar de fato ao final.

E esse foi meu domingo no cinema. O filme foi muito bom, mas de resto... deixa pra lá!

Nota: E esse foi o filme do desencanto. O Leo, finalmente levou a merecida estatueta de melhor ator pelo seu papel nesse filme!!! (atualizado em 29/02/2016)

9 de setembro de 2013

Cinema: Casa da Mãe Joana 2,
Cinema: Jobs e
Evento: Sukiyaki do Bem

Pensa num filme sem graça. Pensou? Acrescenta mais um monte de sequências sem noção. Acrescentou? Junte a isso um punhado de atores fracos. Misture tudo isso e tenha... isso, Casa da Mãe Joana 2.

Eu não assisti o primeiro filme, mas como eu consegui o ingresso de graça, fui. Sabe aquela conversa "de graça, até injeção na testa"? Então... não valia a pena.

Era a pré-estreia, com direito ao comparecimento em pessoa de parte do elenco e da produtora do filme, fotógrafos, imprensa, pipoca e refri na faixa, muita gente, muito alvoroço e... nada de conteúdo.

Não esperava nenhum filme de conteúdo propriamente dito, mas ao assistir uma comédia, eu espero conseguir dar risadas, achar engraçado. Só que o filme é tão sem graça que eu nem consigo descrever a frustração de ter aguentado até o final. Eu tinha esperanças de que pelo menos o final fosse legal, mas não era!

Eu me senti assistindo a "Dr. T e as mulheres": grande elenco e um filme nhaca.

Por favor, não perca seu tempo, muito menos seu dinheiro.
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Um filme tão falado, tão comentado, tão esperado e tão esquisito. É assim que eu sai da sessão de pré-estreia de Jobs, o filme biográfico de Steve Jobs, interpretado por Ashton Kutcher.

Apesar da semelhança física, acho que Ashton tinha que ter criado um tom diferente de voz, porque de cara você ouve e sabe que é ele falando. Não que a atuação esteja ruim, pelo contrário, é até bem convincente, mas ficou estranho.

Jobs é um filme que eu só recomendaria para quem é fã, porque eu que já não sou fã da Apple, fiquei com ainda mais raiva quando sai da sala. O filme mostra um homem que adorava um baseado na juventude, sempre se achou melhor que toda a humanidade, esnobava todas as pessoas, odiava convivência social, egocêntrico e mal agradecido.

Não li o livro, não conheci o cara, admiro a mente brilhante que ele tinha, mas não consigo admirar alguém que dá de costas para quem estendeu a mão para ele quando mais ninguém quis, ainda que tenham acontecido contratempos no caminho.

Claro que na vida real algumas coisas podem ter sido um pouco diferentes, mas acho que se não tivesse seu fundo de verdade, família e amigos teriam rejeitado o filme e publicado algo dizendo contrário, concorda?

Se tivesse que pagar, não iria assistir. Acho que fica para uma sessão HBO ou Telecine, só para matar a curiosidade.
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Sukiyaki do Bem 2013

Grandes nomes da culinária japonesa se reúnem no Tivoli Hotel, situado na região da Paulista, para fazer o Sukiyaki do Bem, realizado pelo Atelier de Cerâmica Hideko Honma, em prol do Ikoi no Sono e do Hospital Santa Cruz.

O jantar que já acontece há alguns anos, tem como atrativo o cozido japonês, chamado sukiyaki, que é servido numa cerâmica exclusivamente criada para o evento e que é levado para casa pelos que participam do jantar.

Este ano, além dos grandes chefs vindos do Japão e nikkeis, haverá um sommelier que trará opções para harmonização dos pratos com vinhos e sakes.

Por fim, um leilão com peças de cerâmica especiais, assinadas pelos chefs, completam o evento beneficente.

Data: 13 de setembro de 2013 - sexta-feira
Horário: a partir das 20h
Local: Tivoli São Paulo - Mofarrej - Alameda Santos, 1437
Convite: R$500,00 por pessoa
Infos: Atelier - 5042-4450/4459 ou Ikoi no Sono - 3208-7248/ 3209-0215

30 de janeiro de 2012

Cinema: Sherlock Holmes 2 - O Jogo de Sombras, e
Promessa de Ano Novo: superando o vício de jogos online

Otyville ivilleítvuoparece brincadeira, mas não é. E acredito que muita gente passe por isso sem nem se dar conta que o "vício de brincadeirinha" é um vício de verdade.

Tem gente que promete abandonar o cigarro, outros o álcool. Como desses vícios eu não padeço, eu me prometi não jogar mais os jogos on line.

Eu jogava para valer somente um, o Cafe World, mas tenho contas em todos os jogos da Zynga, a criadora de jogos como Farmville, Cityville,  entre tantos outros, que de uns anos para cá foram vinculados, uns aos outros, para ganhar itens especiais e bônus diversos.

Chamo de vício, porque eu não passava 1 único dia sem jogar e cheguei ao absurdo 333° dia consecutivo de jogo em 31/12/2011. Só não foram mais, porque no ano passado eu fiquei sem opção durante um final de semana em fevereiro. Não fosse isso, acho que eu teria chegado a uns 600 dias ininterruptos no Cafe World.

A coisa começou a me incomodar quando eles criaram uma sequência de "quests" com tantas fases e todos acumulados e com tempo limite, que eu passei a me estressar. Ficava até altas horas só para otimizar o tempo na "cozinha" e me estressava quando alguma coisa não saia conforme o planejado ou o cronograma começava a não dar certo.

Passei a enviar mensagens constantes para a Zynga, reclamando de falhas, porque elas me incomodavam e atrapalhavam a evolução do jogo e... peraí? Estressar com joguinho de internet? Tem alguma coisa errada aí!!!

Foi então que, conscientemente, abandonei o jogo (apesar de ter deixado a conta ativa, em consideração aos poucos amigos que continuam jogando, uma vez que a quantidade de "vizinhos" faz diferença na manutenção do jogo) e fechei a porta do meu café (é literal, porque para interromper o movimento do café, eu tirei a porta de entrada rs).

A sensação é ótima! Não ter mais que me preocupar quantas horas passaram desde que os pratos foram colocados, se o prazo do "quest" vai terminar ou se o café vai explodir!!! rs

E com isso, me sobra tempo para fazer outras coisas, como ir ao shopping, no cinema, ficar fora de casa o dia todo... coisas de gente normal.

Aproveitando a tranquilidade, fui no cinema, no feriado da cidade de São Paulo, assistir Sherlock Holmes 2 - O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes 2: A Game of Shadows).

Esse é um filme que eu gostaria de ter assistido em 3D, mas no Cinemark só encontrei sessões normais ou em 2D. Em algumas cenas que coisas explodem, dá para imaginar como seria divertido ver os estilhaços voando em minha direção.

O filme tem um ritmo esquisito e bem menos explosões do que eu gostaria. Achei que o primeiro foi mais intenso, apesar deste ter um desenrolar bem interessante e um final, tipicamente, Sherlock Holmes.

Vale o ingresso, mas eu esperava alguma coisa a mais do filme.
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18° Concurso de Karaoke do Estado de São Paulo - Paulistão 2012

Neste final de semana, a cidade de Suzano terá muito mais nikkeis do que já costuma ter, por causa do Paulistão 2012. São 3 dias de muita cantoria, que começam pela manhã e seguem até tarde da noite (no geral, terminam após às 22h).

É o maior concurso em nível estadual, com cantores selecionados em suas regiões, formando equipes e concorrendo a prêmios individuais, que somam quase 1.000 apresentações, todas de música japonesa, entre fase Yosen (eliminatória) e Kesho (classificatória), com cantores que tem idade entre 2 e 90 anos.

Data: 03 a 05 de fevereiro de 2012
Horário: sexta a partir das 11h; sábado e domingo a partir das 8h
Local: Associação Cultural Suzanense
Av. Armando Salles de Oliveira, 444 - Centro - Suzano/SP
Infos: www.upk.org.br