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4 de dezembro de 2017

Black Friday 2017: compras, experiências, impressões, conclusões

Todos os anos eu escrevo um post pós Black Friday com minhas experiências.

No primeiro ano, lembro de ter passado a madrugada acordada e ainda assim acabei perdendo umas promoções que eu queria aproveitar.

Este ano, achei que as promoções já não estão valendo muito a pena. É isso ou minha veia de consumo desapareceu! rs

Enfim, neste ano, o que eu queria mesmo era um anel da coleção Life, da Vivara, que eu venho namorando há uns 3 anos, mas eu sabia que uma hora ele entraria em promoção e a espera valeu, porque por 1 único dia, aquele anel que eu tanto desejava entrou na promoção (e sumiu logo depois).

Para mim, o pecado da Vivara sempre foi o prazo de entrega e olha a surpresa, apesar do site indicar 15 dias úteis, ele não levou nem 5 dias corridos.

Por que fazer isso? Só para ter certeza que consegue entregar dentro do prazo? Eu acho que eles até poderiam usar de alguma prudência na divulgação do prazo, mas esses mesmos 15 dias úteis já me fizeram desistir da compra no ano passado.

O frete da Vivara tem outra particularidade que eles não mencionam: a entrega não é feita pelos Correios e sim, por transportadora, então o horário de entrega é mais amplo. Levei um susto quando, já em casa, recebi um SMS informando que meu pedido havia sido entregue às 19h (acho que o porteiro marcou touca, porque eu sai do escritório depois desse horário e só o porteiro da manhã me avisou que o pedido havia chego. Isso ou a entrega aconteceu mais tarde).

A outra compra foi na Netshoes. Aqui eu não queria nada para meu uso ou consumo, mas aproveitei para comprar itens para o pacote que eu estou montando para atender aos pedidos das cartinhas adotadas na campanha Papai Noel dos Correios. Comprei 2 mochilas e 1 luva de goleiro que serão juntados com outros itens para compor o pacote. A entrega foi super rápida, não daria tempo nem para desistir da compra.

Quem me conhece sabe que eu tenho um fraco por livros e a Livraria Cultura colocou um monte de livros e filmes em promoção, entre eles vários que estavam na minha lista de desejos.

Lá fui eu "ter" que comprar alguns. rs

O estrago só não foi maior porque eu ando com uma política restritiva para compra de novos livros: se forem para estudo, pode comprar já, se for de leitura por diversão, só se eu for ler imediatamente, ou eles podem esperar para serem comprados em outra ocasião.

A Cultura sempre cumpre o prazo de entrega, mas é no mínimo estranho o sistema deles, já que eles mandam um mesmo pedido em várias partes, mesmo que o último item seja entregue dentro do prazo, o que me parece um desperdício de recursos por parte deles. Eu não ligo, porque o frete foi grátis, mas considerando que não existe nada de graça, será que não seria o caso deles repensarem esse sistema para reduzir o custo deles e, quem sabe, repassar isso para nós em outros produtos?

Uma promoção que não perdemos no escritório todos os anos é da Kalunga, que vende sulfite com um bom desconto.

O maior problema desse ano foi a emissão do boleto. Fiquei por 1 semana falando com o SAC e a resposta era sempre a mesma "por conta do grande volume de vendas, nosso sistema de boletos está com problemas, por favor, tente mais tarde". Cheguei a registrar uma reclamação no site Reclame Aqui para ver se eles respondiam, mas nada. Entrei em contato na página deles do Facebook e então veio a mesma resposta. No 2° dia de conversas pelo Facebook, eles me pediram para esperar que eles enviariam o boleto por email. Exatamente 1 semana após a compra e o contato pelo Facebook, o SAC enviou o boleto por email para que eu pudesse pagar (onde já se viu o cliente insistir que quer pagar e a loja não dar solução para pagar?). Sigo aguardando o processo ser encerrado para receber meus produtos.

Eu sei que posso confiar na Kalunga, mas cansa ter que ficar correndo atrás da empresa para poder pagar!

Fora a compra feita pelo site da Kalunga, acabei passando na loja (deveria ter comprado tudo na loja) e encontrei vários produtos com preços super interessantes. Aproveitei inclusive para comprar um rolo de papel kraft que vou usar para embalar o pacote para o Papai Noel dos Correios, em promoção. Como eu adoto cartinhas todos os anos, há 4 anos, o rolo fica aí para as próximas edições.

Mais uma vez aproveitei para fazer compras na Imaginarium, porque o meu carrinho de compras ganhou um desconto extra, que fez com que meu frete saísse de graça. Acho que passei uns 3 dias adicionando e excluindo os produtos do meu carrinho de compras, mas quando eu vi o desconto, decidi comprar 1 copo com filtro, 1 caneca de presente e 1 anel que eu estava de olho faz tempo (sim, eu gosto bastante de anéis e pulseiras).

Apesar do centro de distribuição da Imaginarium ser em Florianópolis, a entrega foi bem rápida. Em 1 semana eu recebi meu pacote, que veio de avião! Chique, não?

Por fim, fiz uma compra mais abusada na Fast Shop, direto na loja mesmo.

Eu já vinha pensando na possibilidade de comprar um computador all-in-one, mas queria ver na loja. Fui no shopping Ibirapuera e, por sorte, encontrei o promotor da marca para me explicar tudo. Fiquei um tempão alugando o coitado (se bem que eu comprei, então não é tão coitado assim rs), que abriu vídeo em HD, aumentou o som, mostrou imagens, enfim, me vendeu o produto.

Depois de pensar, dar uma volta no shopping, acabei fechando negócio. O review do produto eu faço daqui um tempinho, afinal, ainda preciso testar, mas o preço valeu a pena, já que eu estive pesquisando e essa configuração com a qualidade de imagem valeram o investimento.

A única coisa que eu sigo sem comprar é o Kindle Paperwhite da Amazon, porque eles insistem em dar só R$100 de desconto no produto. O dia que eles cederem os 50% de desconto como fez a Cultura quando eu comprei meu Kobo Glo, eu compro o Kindle.

Concluindo, sabendo pesquisar e escolher as lojas, não tem erro fazer compras na Black Friday, mas fica uma dica importante: só vale a pena comprar aquilo que você realmente precisa, porque se você comprar por mero impulso, esse ato por si já é um prejuízo.

24 de abril de 2017

Corrida: 2ª Netshoes Fun Race - retornando às origens =)

Eu até li o post da primeira corrida antes de escrever esse, só para ver o que mudou de lá para cá e a parte mais engraçada é ler "Se eu vou ter coragem de ir em outra, não sei...".

A Netshoes Fun Race foi a minha primeira corrida de rua na vida, literalmente. Até aquela data eu nunca tinha cogitado tal possibilidade, nem achava que um dia simpatizaria com a modalidade, já que eu sou péssima em esportes. Sabe aquela que só os amigos escolhiam para o time da escola? Essa sou eu!

A motivação daquela corrida era o brinde, uma sportband que não durou tempo suficiente para ser usado para correr, porque o app de sincronização só dava erro, ainda que tenha testado e descoberto que ele era tão impreciso que não dava para usar para ajudar nos treinos de corrida.

Dessa vez a motivação para me inscrever foi o vínculo emocional e a inscrição na modalidade meia, por conta de eu ser estudante, coisa que não existe em corridas de rua.

Eu nem ia me inscrever, porque eu só me inscrevo em, no máximo, 1 corrida por mês e já estava inscrita em uma que era na primeira semana, muito antes de descobrir que a Netshoes tinha criado a segunda edição, 2 anos depois da primeira.

Na verdade, eu achava que eles tinham desistido dessa vida de corridas, depois da bagunça que foi a primeira. rs

Fazer a inscrição foi um suspense, porque para conseguir a meia de estudante precisava enviar um email para eles, aguardar a resposta, enviar os documentos comprobatórios, aguardar a conferência e um email com o código para a inscrição com desconto. Isso levou mais de 1 semana, sem resposta pelo Facebook, e eu já estava achando que não ia conseguir, o que seria bom, porque eu não ia me inscrever se fosse para pagar o valor cheio.

Quando chegou o código, fiz logo a inscrição e a personalização do brinde da chegada, que era uma camiseta com um dos personagens criados para a corrida. Uma única reclamação é que dos 7 personagens, 3 eram mulheres, e só criaram a versão oriental do masculino. Acabei escolhendo a bonequinha branca com cabelos escuros, fazer o que?

Dias depois da inscrição, mesmo sabendo que quem faz inscrição em condições especiais precisa retirar pessoalmente para apresentar documentos e confirmar sua condição (caso dos idosos e deficientes, que não podem ter seus kits retirados por procuração para evitar fraudes), eu recebi um email com um código de rastreio. Estranhei, mas não questionei. De repente, comecei a ver uma chuva de gente reclamando que recebeu códigos de rastreio inválidos e fui testar o meu, para descobrir que o sistema deles deve ser meio bugado e envia códigos inexistentes para casos em que não há envio.

Enfim, eu já sabia das regras e não ia reclamar de algo que eu sabia que não tinha direito. Na véspera, recebemos um email da organizadora com horários e endereço para retirada dos kits e, adivinha, o endereço do portão era o errado. Já comecei a pensar que isso era mal sinal.

Kit retirado sem problemas, ouvi um monte de gente que foi retirar o kit, porque não recebeu pelos Correios e tendo que assinar uma declaração de que se recebesse o kit, que foi enviado, devolveria o mesmo para a Netshoes.

Uma curiosidade, quanto prejuízo eles levaram nessa brincadeira, por ter que confeccionar mais kits do que os vendidos?

A corrida foi bem tranquila e o percurso foi interessante, já que eu adoro correr no corredor norte-sul, um lugar que costuma ser sinônimo de tudo parado (até é para quem transita de carro na região, no horário da corrida) e vira um lugar livre, para correr na velocidade que eu quiser. Só fiquei com dó de quem mora nos prédios que ficam perto do Clube Ipê, porque a organização colocou uma banda, com bateria e tudo, tocando para animar a gente.

Na chegada, tudo bem organizado, com as medalhas sendo entregues ali no corredor (da outra vez eles fizeram dentro da arena, numa fila que não funcionou e devem ter perdido o controle das entregas), filas por inicial do nome para retirada da camiseta finisher e várias filas para o guarda-volumes. As filas eram enormes, mas isso faz parte.

Foi bom poder voltar onde tudo começou e constatar que, agora, eu gosto mesmo dessa brincadeira!

23 de março de 2015

Review: Sportband Connect U220 All 4 One da Netshoes

Há pouco mais de 1 mês aconteceu a 1ª corrida de rua promovida pela Netshoes, cujo kit pós-prova incluía um sportband da marca All4One, razão pela qual me inscrevi na corrida (eu e 99% dos participantes rs).

E após usá-lo por 1 mês, acho que já dá para dizer seus prós, contras e minha conclusão.

A primeira impressão não foi das melhores, porque ele lembra muito a sportband da Nike, que foi uma verdadeira decepção pra mim, mas é só na aparência que eles se parecessem mesmo, porque em termos de funcionalidade, o Connect U220 é mais cheio de recursos.

Pulseira
A pulseira é feita de material emborrachado, que permite que a higienização seja feita com água e sabão, muito leve e confortável, o que é ótimo para uso diário. Um porém é que se você lavar, vai entrar água onde fica o conector do USB (que você precisa tirar para lavar a pulseira) e vai ter que se assegurar de que está bem seco antes de recolocar o conector na pulseira.

Tela
A tela em OLED tem um bom brilho (sem ajustes) e a cor azul deixa a imagem elegante, apesar de ser uma cor não muito favorável para quem tenha problema de visão. Não é meu caso, mas a luz azul nunca é a melhor cor para visualização.

Mas a tela só é legível em ambientes escuros ou com iluminação artificial. Na rua, com luz natural, a tela fica completamente ilegível.

Bateria
A bateria tem 70 mAh, mas como o consumo do equipamento é muito baixo, ela dura bastante. Na primeira semana de uso, a minha durou 8 dias, sendo que o manual diz que dura uma média de 7 dias.

Segundo o manual, cada carga deve durar pelo menos 20 minutos e a recomendação é que se faça pelo menos 1 carga por mês para que a bateria não estrague. Essa última recomendação vale para qualquer bateria recarregável. Se você deixar muito tempo sem uso, ela "morre" para sempre. Em notebook, a saída é comprar outra bateria, mas para este tipo de gadget, só comprando outro gadget.

Um problema desse manual é que ele não diz de quanto tempo deve ser a primeira carga ou qualquer ser qualquer carga. Na dúvida, eu larguei ele por umas 3 horas e tirei sem ter certeza se ele estava 100% carregado ou não. Isso porque o manual diz que quando ele estivesse completamente carregado o desenho de bateria carregando se apagaria, mas de tempos em tempos o desenho reaparecia como se estivesse carregando de novo.

Quando eu tirei, ele estava 100% carregado. Ufa!

Fazendo um paralelo com o manual do sportband da Nike, que também tem bateria de 70mAh, eu recomendo cargas de 3 a 4 horas cada.

E esqueça o desenho da tela do Connect, muito menos o do aplicativo All4One, com um suposto indicador de percentual de carga. Não serve para nada! O mostrador do Connect só marca o desenho de 100%, metade e o que parece ser uns 20%, mas quando você menos esperar já acabou. E o aplicativo indica quando está 100% e depois que gasta um pouco ele fica marcando 70% mesmo quando ele deveria estar gritando "vai acabar".

Funcionalidades
O Connect U220 só vai funcionar direito se você tiver um smartphone com iOS (não sei qual versão, mas o manual faz referência ao iphone a partir do 4) ou Android 4.3 em diante, porque ele depende totalmente do aplicativo, que precisa ser instalado no seu celular, para sincronizar dados e até acertar o horário.

Um ponto super negativo é a falta de um manual de instruções com instruções. Como assim?

O kit do produto vem com 2 panfletos, que eles chamam de manual, mas de tão resumido não explica nem como é que você vai acertar o horário e data do seu novo gadget. Pode parecer óbvio para quem criou o gadget ou para os mais nerds, mas eu descobri acidentalmente, porque tenho mania de ficar deslizando o dedo na tela do meu smartphone.

Caso você não esteja encontrando como fazer, vou deixar abaixo um "mini manual" com as explicações que a All 4 One esqueceu de colocar nos panfletos e gera várias reclamações nos canais destinados a isso. Calma, não é defeito do aparelho, o defeito é do manual que não traz as informações necessárias.

As funções que eu uso no Connect são o monitor de sono, o despertador e o contador de passos.

Achei super interessante saber a qualidade do meu sono e ver como anda meu tempo para pegar no sono. É assustador ver que tem dias que eu tenho muitas interrupções durante o sono. O problema é que a maioria dos dias que eu sincronizei fizeram os dados do dia anterior sumirem e não tem de onde recuperar. E se você esquecer de fazer o sync antes da sua próxima noite de sono, ele vai cadastrar 2 noites com os mesmos dados do último sono. Sendo assim, faça o sync, olhe, porque na próxima vez, provavelmente ele terá apagado os dados ou irá duplicar a última informação. Eu só tenho o primeiro dia e uns dias picados no meio.

O despertador é bem interessante, porque ele te acorda com uma vibração no pulso. Para quem tem um par na cama e acorda em horário muito diferente, vale a pena, porque você será acordado sem acordar o outro. O ajuste é feito no aplicativo, que pode dar uns paus, vez ou outra. E não é possível ajustar horários diferentes para os dias da semana. Se você acorda cada dia num horário, vai ter que programar todo dia seu horário e refazer o sincronismo. Se você acorda todo santo dia no mesmo horário, é só fazer uma vez, marcar todos os dias da semana e pronto!

O contador de passos mostra num gráfico os momentos mais ativos, os inativos e quantos passos foram dados ao longo do dia. Apesar do erro no sync do sono, ele consegue separar os passos considerando o dia iniciando às 0h e terminando às 23h59.

Para as outras funções, eu uso o MotoActv, da Motorola, um gadget mais antigo, mas que eu não uso no dia-a-dia na rua, por medo de ser assaltada.

Eu fiz um teste do aplicativo para uma corrida na esteira da academia. Coloquei 1 gadget em cada pulso, porque o MotoActv eu tenho certeza que funciona e como funciona, já o Connect eu não sabia nem se o app ia funcionar. Ah, sim, você precisa usar o app para monitorar atividades físicas.

O resultado não poderia ser mais negativo. Eu corri 3,5 km, em velocidade média de 7,5 km/h (eu sou péssima correndo), mas o Connect só conseguiu computar 1 km no total. Que todo pedômetro tem problemas de precisão é verdade, mas o Connect não tem nem como calibrar, então como pode ser tão impreciso assim? E eles ainda querem convencer alguém que atletas podem se beneficiar desta sportband? Com certeza, não! Não sei se numa corrida de rua ele teria se saído melhor, já que ele usa o GPS e um mapa para marcar trajetos.

Como eu sei? Porque o app travou, eu não consegui encerrar a minha corrida, fechei forçado (pelo menos pensei que tinha fechado) e quando eu cheguei em casa, descobri que ele tinha contado o percurso da academia até minha casa, feito de carro.

Sobre o pedômetro, li um comentário muito dos inocentes, de um usuário reclamando que o pedômetro estava contando movimentos que não eram passos. Só um esclarecimento, se você prende ele no braço, ele conta o movimento do braço, por isso, se você andar com o braço parado, ele não vai computar, também. É simples assim. E não é só o Connect. Qualquer sportband computa os passos pelo movimento do braço, a não ser que seja como o da Nike, que vem com um sensor para ser acoplado no tênis e faça a marcação pela pisada. Fica a dica.

Aplicativo para Smartphone
O link e mais detalhes sobre o gadget você pode encontrar no site da All4One (www.a4o.com). Lá tem o link para vídeos no Youtube (que não explicam como usar, só mostram o que ele e os outros equipamentos da linha podem fazer) e as outras contas, todas da Netshoes.

Como eu disse, você precisa baixar na Google Play ou na App Store o aplicativo que vai tornar seu relógio usável.

Após baixar, você precisa criar uma conta, que pode ser vinculada com seu Google+, Facebook, Netshoes ou uma nova conta pelo All4One. Eu fiquei com a última opção, porque não quero compartilhar meus dados com mais ninguém.

Na tela de configurações, você preenche seu perfil, com nome, sexo, objetivo, altura, peso, data de nascimento, localidade, responde um questionário sobre sua saúde e concorda com os temos do serviço e política de privacidade. Com isso, o aplicativo está pronto para ser usado.

Agora você vai precisar parear seu Connect U200 com o aplicativo.

Clicando o canto esquerdo superior da tela principal do app, abre-se o menu, onde você terá a opção "Meus Dispositivos". Assim que entrar, ele vai procurar o relógio. Tenha certeza de que o bluetooth do seu celular está ligado. Quando ele começar a procurar, aperte o botão do relógio 1 vez e aguarde. Logo aparecerá na sua tela o nome "Connect U200". E é aqui que eu estava fazendo errado.

Não aperte a linha onde aparece o nome do gadget, coloque seu dedo na barrinha laranja que aparece no canto direito da tela e deslize para a esquerda. Assim, você verá um menu, com ícones, na sequência: Editar, Configurações, Sincronizar (esses 3 em laranja, que indica ativos), Update (que eu imagino, sirva para quando houver atualizações para o aplicativo) e Reset (os 2 últimos cinzas e desabilitados).

Clique em "Sync" e aguarde uns segundos para que a atualização seja concluída. O relógio vibra toda vez que ele termina a sincronização. E é assim que você acerta o horário e a data do seu Connect U220. Não é complicado, mas concorda que eles poderiam ter escrito isso no manual?

E se o app não deixar você editar ou configurar é porque ele deu pau (já deu no meu). Nesse caso, reinicie seu celular e tente de novo. Se não der, desinstale e instale novamente o app. Isso provavelmente fará o app voltar a funcionar.

Depois do primeiro "sync" você pode fazer as atualizações clicando no seu nome de usuário. Vai aparecer uma tela com um boneco que representa você e 5 botões, um em cada canto da tela, e um logo abaixo do boneco para atualizar dados. No canto inferior direito, tem o desenho do "sync". Aperte ele, aperte o botão do seu relógio e aguarde.

Tem gente que acha isso pouco prático, mas prefiro isso a ter um gasto maior de bateria tanto no gadget quanto no celular.

Minha Opinião (você tem todo o direito de discordar)
Minha conclusão, NÃO vale a compra, ainda que seja o mais barato entre todos os existentes. A título de comparação, o Vivofit da Garmin, no modelo mais simples, custa R$499,00.

O aplicativo* do qual o Connect depende para funcionar mais trava do que funciona, o sincronismo vira e mexe não funciona, isso quando ele não perde os dados dos dias anteriores após a última sincronização, e usar ele para monitorar atividade física te deixa mais na dúvida do que te ajuda. Com a "precisão" apresentada (erro de 2,5 km) você vai fazer uma maratona e ele só vai computar, se computar, uns 5 km.

Eu só não reclamo mais, porque sempre existe uma razão para algo custar uma fração do que os concorrentes e eu me diverti na corrida que me deu direito a ter essa sportband. Ah, ele serve como relógio! rs

* Nota adicionada em 09/02/2017. Agora pode considerar esse aparelho como morto. Acabo de receber um email do All4One, porque eu devo ter deixado o cadastro abandonado, mas ativo, que o aplicativo oficial será descontinuado. Muito tempo atrás eles tinham enviado um email com opções de apps para usar com os equipamentos da marca, já que haviam muitos bugs no app deles, mas eu lembro que não funcionava e algumas funções são pagas. Se eu já dizia em 03/2015 para você não cair nessa roubada, agora eu alerto para mais esse problema.

16 de fevereiro de 2015

Minha primeira corrida de rua: 1ª Netshoes Fun Race


Eu gosto do Facebook por essas coisas, porque se não fosse a timeline eu nem saberia dessa corrida.

Tudo bem que eu descobri a dita no último dia de inscrição, mas antes descobrir no último dia do que no dia seguinte ou bem depois.

Eu nem curto corrida, nunca participei de uma, mas o que me motivou a embarcar nessa foi o kit pós-prova: uma sportband da própria Netshoes. Como já tinha um tempo que eu vinha procurando uma para uso diário e mais em conta, achei a inscrição na corrida o melhor jeito e mais barato.

Para comprar o Connect U220 da All4One, comercializado pela Netshoes, você precisa desembolsar R$199,00 +  frete, já para se inscrever na corrida e ganhar o mesmo produto no final da participação, saia R$170,00.

Conclusão, nem pensei muito, fiz a inscrição depois de constatar que o regulamento permitia que eu cumprisse o percurso de 6km em 90 minutos. O meu passo normal de caminhada na rua é de 6km/h¹, então teria 30 minutos de lambuja para ter direito ao brinde e a medalha.

Sem treino nem nada, há meses sem ir na academia nem para andar na esteira, lá fui eu.

Curiosidades na aquisição do kit corredor: a compra era feita pelo site da Netshoes e tinha todas as vantagens de compra que o site oferece, como parcelamento sem juros no cartão e até desconto por meio de cupons ou convênios.

Existiam 3 opções de frete: grátis, com prazo de até 1 semana; rápido, com prazo de até 3 dias; e o super expresso, que poderia ter a entrega feita até às 15h do dia seguinte. Eu tentei fazer a compra pelo super expresso, por R$18,90, mas não consegui.

Liguei para a central da Netshoes, que tem atendimento super simpático e atencioso, e me disseram que pela data de inscrição não havia mesmo a possibilidade de entrega.

Bobeada minha, porque no site da corrida estava escrito que quem fizesse a inscrição na última semana teria que retirar o kit na véspera, no ginásio do Ibirapuera.

Fiquei aguardando um email com as instruções e... 2 dias depois da compra, mesmo tendo optado pelo frete grátis, recebi o kit no meu endereço. Não vou reclamar, mas não entendi o que aconteceu para eles terem enviado, já que o SAC da Netshoes disse que não daria tempo de enviar e por isso eu deveria retirar.

O regulamento ainda dizia sobre a questão do seguro acidente dos participantes, e que só teria direito a ele quem efetivasse a inscrição até o dia 06/02/2015, sendo que os kits só poderiam ser retirados no dia 07/02/2015. Apesar de saber que cláusulas abusivas não tem valor, mandei uma mensagem para a organizadora do evento, a Noblu, que respondeu em menos de 24h a mensagem enviada pelo site, dizendo que eu teria que perguntar para a Netshoes, porque essa parte não era responsabilidade deles.

Lá fui eu falar com a Netshoes de novo, e a informação passada é que essa cláusula seria ignorada visto a quantidade de inscrições de última hora que eles receberam. Isso me deu uma tranquilidade boa, porque a Netshoes parece querer fazer tudo direitinho.

O local da corrida é um trajeto básico aqui em São Paulo, que percorre os arredores do Parque do Ibirapuera, local bom para iniciantes, já que o percurso é bem plano. Até tem um trecho com uma subidinha, mas deu para encarar.

Eu lamentei não ter água no começo do percurso, mas eles estavam bem distribuídos, com um no quilometro final, o que ajudou bastante. Uma dica seria, leve um pouco de água para beber antes da corrida, porque antes da largada eles não servem nada.

E uma coisa que me marcou foi o fato de uma moto, com um câmera ter tentando me atropelar no meio do percurso. O cara chegou a encostar a moto em movimento no meu braço, porque eu estava viajando no som dos fones de ouvido e nem percebi que ele estava atrás de mim. Achei isso um absurdo e quem estava em volta, também, afinal, no meio da corrida o fotógrafo deveria ter noção de que passar de moto no meio seria tentar machucar alguém.

Meu tempo final foi bom para mim, já que eu estimei 1 hora e fiz em 53 minutos, sendo que o percurso total, pelo meu GPS deu 6,48km.

Se eu vou ter coragem de ir em outra, não sei, mas achei bem divertido e ainda acabei encontrando uns amigos lá.

Para encontrar os calendários de corridas é só procurar no Google. O que não faltam são sites sobre corridas.

¹ Eu vou fazer um post na próxima semana sobre os cálculos que você pode fazer para criar uma lista de músicas para ajudar a manter o ritmo da passada e controlar o tempo da sua corrida.