Como não amar? O filme é uma adaptação de um conto de fadas francês e que foi feito para encantar os fã das histórias no estilo Disney.
O filme segue, na maior parte, a mesma história que foi apresentada pela Disney, numa das mais belas animações do estilo tradicional (que eram feitas quadro a quadro, à mão), lançado em 1991, mas teve algumas adaptações, como a aparição de personagens declarados gays (no desenho o Le Fou é só um bobalhão desengonçado e puxa-saco).
Se você ainda não assistiu, recomendo fortemente levar uns lencinhos, porque a emoção corre solta, seja por nostalgia, seja pelo encantamento causado pelos lindos efeitos e, claro, pela história sobre preconceito e aceitação, temas tão antigos e tão atuais.
Além do preconceito com o que é "feio" e "imperfeito", tem o preconceito contra a mulher, que deveria ser frágil, vaidosa e iletrada, mas tem como protagonista uma mulher decidida, ávida por conhecimento e muito independente.
Li muitas críticas negativas (exceções), mas, sinceramente, quem está criticando o filme não deveria mesmo ter ido assistir.
Gente que não gosta de musical, não pertence ao rol de público alvo da Disney, nesse tipo de filme. Quem não curte musical e ainda assim quer ter algum vínculo com a Disney deve assistir ao Piratas do Caribe ou Os Vingadores.
Quem acha Bela e a Fera infantil, não deveria ter ido assistir também. O filme é baseado no desenho lançado em 1991, esperava o que? Cenas de sexo? Violência no estilo Os Vingadores?
A Disney tem seus fãs, que amam os clássicos, não pela idade, mas só pelo encantamento.
Se você é desses que gostam de emoção inocente, belas músicas, lindos figurinos com muita emoção, vai amar com certeza.
Ah, e ouça a nova música no final, que é cantada pela Celine Dion, voz do clipe original da música tema de 1991 com Peabo Brison, que agora é cantada por Ariana Grande e John Legend.
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1 de maio de 2017
2 de dezembro de 2013
Filme: As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower)
Quando eu vi o anúncio do filme na época de lançamento pensei que era um filme bobinho para adolescentes, no estilo High School Musical, mas descobri um filme muito interessante e que serve para uma boa discussão sobre diversos problemas enfrentados por jovens, em silêncio.
A razão para eu ter dado uma chance para o filme é a Emma Watson, a eterna Hermione da saga Harry Potter. Aqui, ela se esforça muito para se desprender de seu sotaque britânico que, vez ou outra escapa nas cenas, mas vai mostrando que é atriz e não só uma personagem.
O filme começa com a velha história de bullying e os grupinhos nas escolas americanas, que ajudam a manter muitos excluídos.
O protagonista é Charlie, interpretado por Logan Lerman (Percy Jackson), um garoto que planeja passar os anos do ensino médio como alguém invisível para não ter problemas. Ele até tenta, mas sem querer acaba encontrando uma turma para fazer parte e aos poucos descobre que ele não é o único que sofre com problemas traumáticos em silêncio.
Entre provas, trabalhos e o vestibular dos amigos, todos mais velhos que ele, os dias vão passando e os problemas aparecendo.
Eu fiquei curiosa para ler o livro que deu origem ao filme, mas a leitura vai ter que esperar porque minha fila de livros em leitura está bem maior do que devia.
Nota: o filme está em cartaz na mostra "Musas, Nova Geração", no Centro Cultural Banco do Brasil, localizado no centro de São Paulo, nesta sexta, 06/12/2013, às 14h30, com entrada a R$4,00 (R$2,00 a meia). O CCBB fica na Rua Álvares Penteado, 112, próximo ao metrô Sé.
A razão para eu ter dado uma chance para o filme é a Emma Watson, a eterna Hermione da saga Harry Potter. Aqui, ela se esforça muito para se desprender de seu sotaque britânico que, vez ou outra escapa nas cenas, mas vai mostrando que é atriz e não só uma personagem.
O filme começa com a velha história de bullying e os grupinhos nas escolas americanas, que ajudam a manter muitos excluídos.
O protagonista é Charlie, interpretado por Logan Lerman (Percy Jackson), um garoto que planeja passar os anos do ensino médio como alguém invisível para não ter problemas. Ele até tenta, mas sem querer acaba encontrando uma turma para fazer parte e aos poucos descobre que ele não é o único que sofre com problemas traumáticos em silêncio.
Entre provas, trabalhos e o vestibular dos amigos, todos mais velhos que ele, os dias vão passando e os problemas aparecendo.
Eu fiquei curiosa para ler o livro que deu origem ao filme, mas a leitura vai ter que esperar porque minha fila de livros em leitura está bem maior do que devia.
Nota: o filme está em cartaz na mostra "Musas, Nova Geração", no Centro Cultural Banco do Brasil, localizado no centro de São Paulo, nesta sexta, 06/12/2013, às 14h30, com entrada a R$4,00 (R$2,00 a meia). O CCBB fica na Rua Álvares Penteado, 112, próximo ao metrô Sé.
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