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22 de janeiro de 2024

PDF, PDF Merger, PDF/A, PDF/B...

O padrão PDF foi criado com a finalidade de tornar os arquivos de texto numa versão que permitisse a abertura do arquivo por terceiros sem alteração do padrão em que foi criado.

Antes do PDF, você corria o risco de enviar um Word para alguém e ter o documento inteiro desconfigurado na abertura por conta de fontes (no começo não existiam tantas fontes quanto hoje, nem era possível pessoas criarem novas fontes) e aquele trabalhão que a gente tinha pra deixar um documento formatado num estilo, virava uma bagunça do outro lado.

Isso, claro, sem contar que quem recebia poderia editar o documento, coisa que hoje até é possível nos PDF sem bloqueio por senha.

E com o passar do tempo, o PDF ganhou várias funções e várias marcas diferentes, porque antigamente, o padrão era monopólio da Adobe. Hoje você cria um PDF direto do Word, pode imprimir páginas na internet e salvar no formato PDF sem precisar do Adobe (ou qualquer similar) para fazê-lo.

Mas com esse monte de funções, a Adobe passou a cobrar para usar uma gama de funcionalidades como mesclar documentos em PDF, exportar para outros formatos etc.

Eis que a internet está aí com soluções diversas, inclusive para essas funcionalidades, que, se você for como eu usa 1x hoje, outra daqui 10 anos, o que faz o preço cobrado pela Adobe ficar muita coisa para pouco benefício.

Nas buscas pelas que oferecem mais de forma gratuita nos temos alguns sites, mas mesmo o ilovePDF, um dos mais conhecidos (eu acho) cobra para funções além do mesclar documentos.

Eu acabei encontrando o tools.pdf24.org/pt  que resolveu o problema de um documento que eu precisa colocar no padrão PDF/A que nos outros lugares é cobrado e aqui é feito de graça e sem limites de uso.

O bom desse site é que ele faz tudo (o que eu preciso pelo menos faz) o que o de grife faz, mas para quem faz pouco uso e de forma gratuita.

Então, fica a dica para quem ficar desesperado por um serviço gratuito de PDF.

16 de janeiro de 2017

Serviço: Conheça São Paulo com a Bike Tour SP

Eu encontrei o Bike Tour SP por acaso e fui dar uma olhada no que se tratava exatamente, porque parecia bom demais para ser verdade.

Inscrição gratuita para fazer roteiros monitorados em pontos turísticos da cidade de São Paulo, com bicicletas emprestadas, em troca de 2 kg de alimento para ser doado para uma entidade que presta assistência a pessoas carentes?

Pois é isso mesmo!

Você entra no site www.biketoursp.com.br para ver todas as informações, escolhe o roteiro, faz um cadastro simples no site Eventbrite, um dos apoiadores do projeto, escolhe uma data e horário disponível para o roteiro desejado e pronto!

No dia, bicicletas que são cedidas como patrocínio pelo grupo Decathlon, estarão à sua disposição, juntamente com capacetes e uma touca descartável para usar por baixo, já que todo mundo usa o mesmo capacete (eu preferiria levar meu capacete, mas faz parte das regras para participação, usar somente os acessórios emprestados, por questão do patrocínio).

Ao longo do percurso, 2 voluntários do projeto acompanham os grupos, que não são muito grandes. Um é responsável por nos guiar pelo percurso e o outro vai atrás e tira as fotos nos pontos em que se para para ouvir o áudio da história daquele lugar.

É tudo bem organizado e muito agradável.

Algumas dicas para participar do passeio:

1 - tenha certeza que você sabe pedalar. Eu fui no do Parque do Ibirapuera e posso dizer que, apesar de ser bem plano e ter muitas paradas, o terreno é bem variado, com algumas subidinhas e várias decidinhas que causaram um pouco de desconforto para uns participantes do dia, além de trechos com pedrinhas. No caso da Faria Lima, o percurso é super plano, mas por ser na ciclofaixa, equilíbrio é muito importante. Na Avenida Paulista a mesma coisa, percurso super plano, mas conhecer as regras de convivência na ciclofaixa é importante. E pais, se levar adolescentes, expliquem que regras foram feitas para serem seguidas, que isso é um passeio e não uma corrida.

2 - lembre-se de que não há guarda volumes no local. Se você não vai de carro e não tem onde deixar sua bolsa, melhor pensar bem no que levar. Bolsas tiracolo e sacolas não são boas opções. Prefira uma mochila pequena, somente com o essencial, para levar nas costas.

3 - eles pedem a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis em troca do passeio. Por favor, NUNCA LEVE SAL! Você já pensou o que uma instituição vai fazer se todo mundo levar só sal? Prefira levar arroz, feijão ou algum tipo de grão que dure bastante. Pense que é para fazer a refeição de pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e, talvez, de desnutrição. Quer melhor do que arroz e feijão? Eu sei que é mais caro do que sal, mas você já não vai pagar nada pelo passeio, não custa gastar uns R$5,00 e, definitivamente, sal não ajuda.

4 - não esqueça de levar uma garrafinha de água. Em dias mais quentes, vai fazer falta e não dá para parar e fazer uma comprinha durante o passeio.

5 - veja os horários e os respeite!!! Você vai ver que existem diversos horários em sequência no site. Pensa, se o primeiro sair atrasado, o que acontece com os seguintes? Lembre-se disso e escolha um horário que seja confortável para você chegar com meia hora de antecedência.

6 - vá preferencialmente de transporte público. No caso do Ibirapuera, existem muitas linhas de ônibus que dão acesso ao parque e o ponto de encontro fica bem próximo da passarela Ciccilo Matarazzo, então fica próximo do ponto de ônibus, esteja você sentido bairro ou centro. Além disso, o parque tem uso obrigatório de cartão zona azul e depois das 9h, achar uma vaga pode ser bem complicado. O percurso da Faria Lima fica próximo do terminal onde está a estação Faria Lima do metrô e o da Avenida Paulista fica do lado do metrô Consolação.

7 - protetor solar e óculos de sol são uma boa pedida. O passeio dura 1 hora, então não tem jeito, vai acabar pegando sol. Se você não quer virar camarão, é uma boa pensar no protetor. Os óculos, seja de sol ou não, eu considero item de segurança quando se pedala, porque no movimento, alguma coisa pode entrar nos seus olhos e prejudicar sua visão.

8 - roupas confortáveis e calçados adequados para o passeio garantem parte da segurança. Não deveria ser nem necessário falar isso, mas saias, sandálias ou, o pior, chinelos, não são adequados para andar de bike.

Acho que com essas dicas básicas, dá para curtir o passeio e ajudar as instituições que são beneficiadas pelo grupo.

15 de agosto de 2016

Aplicativo e Site: Libib, seu catálogo de biblioteca particular, no celular e no computador!

Faltando 1 semana para a Bienal do Livro 2016, fica a dica do melhor app que eu encontrei até hoje para montar uma listagem digna da minha biblioteca pessoal, o Libib.

Esse aplicativo lembra um pouco o Skoob, mas eu acho ele mais intuitivo, simples para editar dados e serve para cadastrar livros, games, filmes e seriados, tudo com o uso do código de barras no celular ou no site, onde você pode inserir o ISBN dos livros ou buscar pelo título ou autor.

Para não dizer que ele é perfeito, como o site é originalmente em inglês, alguns livros, quando buscados pelo título, podem trazer somente aqueles em inglês primeiro. Por isso, no caso dos livros, recomendo que você tenha o ISBN (10 ou 13) em mãos para o cadastro.

Você pode criar bibliotecas por assunto ou como for do seu desejo, nomeando cada uma delas à sua maneira. Eu tenho separado, por exemplo, ebooks e livros físicos, além de categorias para ambos, como culinária, técnicos e leitura geral. Também criei minha "biblioteca" de games. Só desisti de usá-lo para filmes e séries, porque muitas das séries, ele armazena com o título original em inglês e eu já uso outro app para filmes e séries.

Uma coisa muito legal no caso dos ebooks é que, se você tiver como criar um arquivo padrão CSV da sua lista de ebooks (eu uso o Calibre para administrar meus ebooks e o programa tem a função de criar a lista), ele importa tudo, sem você precisar digitar. Ressalva ficam para livros digitais da Amazon ou que só tenham em versão digital, porque muitas vezes eles estão sem o ISBN, daí o Libib não reconhece. Mas não se preocupe, porque de qualquer jeito ele vai te passar um email quando concluir a importação e listar todos os livros que ele não conseguir identificar.

A melhor parte eu ainda não contei: o uso do app é de graça!!! Existe uma ressalva, mas nada que possa afligir o usuário comum. O limite para a conta gratuita é de 100.000 itens cadastrados. Sim, eu disse cem mil.

Algumas funções não funcionam no app, mas nada que não se resolva sentando no computador vez ou outra para te ajudar. A importação, por exemplo, só dá para fazer no site, bem como mudar um livro cadastrado numa biblioteca, mas que você prefere colocar em outra.

Por fim, sugiro que você monte sua Wish List no Libib, para não esquecer dos livros que gostaria de adquirir na Bienal, porque a próxima, só em 2018!

8 de agosto de 2016

Aplicativo e Site: Skoob, uma rede social que também serve para catalogar sua biblioteca particular

Eu descobri o Skoob, porque sigo a página de praticamente todas as editoras de livros no Facebook, e um dia desses apareceu uma promoção que você precisava curtir a página desse Skoob e compartilhar um post de livro e eu fui ver o que era esse Skoob.

O Skoob é uma rede social somente de livros, onde as pessoas podem armazenar todos os livros que elas têm, além de poder deixar suas resenhas, avaliações sobre o livro, incluindo um clube de troca de livros, que eu não sei bem como funciona, porque eu não acessei o Skoob com esse fim. Ainda sou do tipo que faz escambo com livros antigos nos sebos do centro de São Paulo, dá para alguém conhecido ou doa para alguma biblioteca que possa se interessar por algum título que eu não queira mais.

Enfim, o Skoob tem um visual bem bonitinho, em versão site na internet e app para celular, e é em português, razão para ele ser bem popular entre os usuários de apps que não se entendem muito bem com o inglês.

O Skoob tem uma opção bem legal que é colocar sua meta de leitura no ano e ele vai acompanhando seu desenvolvimento a cada livro que você cadastra e marca como concluído. Acho isso interessante, porque muita gente pode se sentir motivada a ler mais, só para conseguir chegar no final do ano e dizer "consegui ler X livros este ano".

E com a Bienal do Livro de São Paulo 2016 chegando, você pode montar sua lista de desejos para não esquecer os livros que quer comprar para colocar na lista dos que você vai ler entre essa Bienal e a próxima, em 2018. Que tal?