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4 de março de 2024

Evento: Semana da Mulher no Pavilhão Japonês

Esse ano eu pretendo colocar os eventos que eu organizo e aqueles em que eu participo de alguma forma.

A Semana da Mulher é meu primeiro evento de 2024 no Pavilhão Japonês e foi pensado para ilustrar um pouco das artes japonesas pelas mãos de mulheres.

Além disso teremos 2 palestras por dia (sábado e domingo) falando sobre a saúde mental da mulher, com a psicóloga Dra. Patrícia Lima, do Hospital Nipo Brasileiro, e a palestra intitulada "Saihou Gakko, a educação feminina japonesa no Brasil", com a Cristiane Sato da Abrademi, falando sobre a importância das mulheres na imigração japonesa.

Nas artes, o que não falta é opção de workshops (todos terão o valor de custo do material utilizado), com inscrições pelo Sympla.

Temos o ORINUNO (dobradura em tecido) com a Thais Kato que faz peças com tecido sem uso de cola. Ela tem uma carteira super interessante e uma rosa que foi trabalho de um matemático no Japão! Mas não se preocupa. Você não precisa saber matemática para fazer orinuno, eu garanto!

Tem OSHIBANA com a Sanae Tatsumi, artista que vai representar o Brasil numa exposição no Japão no próximo mês e arranjou esse espaço na agenda dela para ensinar um pouco sobre essa arte que faz uso de flores e plantas desidratadas para criar desenhos diversos. Meu irmão usou os serviços dela para imortalizar o bouquet de noiva (da esposa dele, não dele rs) e que ficou incrivelmente lindo.

Tem KANZASHI, que são os enfeites típicos usados com kimono. No workshop da Nice Miyamoto serão feitos numa versão simples com elástico para que você possa usar todo dia. Cada uma das pétalas são feitas com pequenos pedaços de tecido, colados 1 a 1.

Tem o FUROSHIKI, que são os panos decorados, usados originalmente para carregar as roupas limpas para ir às casas de banho, no Japão, mas que ganharam outros ares em tempos de 3R's (reduza, reuse, recicle) e podem virar a embalagem de um presente, uma bolsa ou a capa de um livro. Quem vem ministrar esse workshop é a Susan Eiko, da Ohayo.

Pra quem curte docinhos, o WAGASHI, um doce típico que acompanha a cerimônia do chá será ensinado pela chef e patisserie Cristiane Sampei, proprietária do Nanaya, a cafeteria do Pavilhão. Ao final do workshop os alunos poderão comer seus docinhos acompanhados de chá.

E, por fim, para quem quer a experiência de se vestir com um autêntico kimono japonês, pode procurar a Mayumi Kimonos e Revista Mundo OK, onde cada uma pode escolher um kimono entre as opções disponíveis no dia e ser vestida pela Mayumi Takahashi e com direito a foto pelo fotojornalista Daniel Yonamine. Essa é a única atividade que não tem inscrição prévia. É só chegar e agendar com eles.

Os workshops tem duração média de 30 minutos (furoshiki e wagashi 60 minutos) com valores entre R$20,00 e R$80,00.

Como houve umas mudanças nos horários (somente a parte da tarde de domingo) em relação ao que foi colocado no Sympla ou nas divulgações prévias, eu vou deixar aqui como ficou.

E, seguidores nos perguntaram se os workshops são só para mulher. NUNCA!!! O dia pode ser das mulheres, mas o Pavilhão é para todos curtirem com a família toda, não importa gênero, raça, credo ou idade.

Espero vocês no Pavilhão!

Serviço: Semana da Mulher no Pavilhão
Dias: 08 a 10 de março de 2024
Pavilhão Japonês no Parque Ibirapuera: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – São Paulo/SP
Entrada R$15,00 (R$7,00 para quem tem direito a meia entrada por lei, mediante apresentação de documento)

Cronograma

Sexta - 08/03/2024
10:00 - 16:00Kimono com Mayumi Takahashi e Revista Mundo OK
10:30 - 11:00Workshop de Orinuno
11:00 - 11:30Workshop de Kanzashi
11:30 - 12:30Workshop de Furoshiki
13:30 - 14:00Workshop de Orinuno
14:00 - 14:30Workshop de Kanzashi
14:30 - 15:30Workshop de Furoshiki

Sábado - 09/03/2024
10:00 - 16:00Kimono com Mayumi Takahashi e Revista Mundo OK
10:00 - 10:30Workshop de Kanzashi
10:30 - 11:00Workshop de Oshibana
10:30 - 11:30Palestra HNipo - Dra. Patrícia Lima
11:00 - 11:30Workshop de Orinuno
11:30 - 12:30Workshop de Wagashi
14:00 - 14:30Workshop de Kanzashi
14:30 - 15:00Workshop de Oshibana
14:30 - 15:30Palestra Saihou Gakko com Cristiane Sato
15:00 - 15:30Workshop de Orinuno
15:30 - 16:00Workshop de Wagashi

Domingo - 10/03/2024
10:30 - 11:00Workshop de Oshibana
10:30 - 11:30Palestra HNipo - Dra. Patrícia Lima
11:00 - 11:30Workshop de Orinuno
11:30 - 12:30Workshop de Wagashi
12:30 - 13:30Workshop de Furoshiki
14:00 - 15:00Palestra Saihou Gakko com Cristiane Sato
14:00 - 14:30Workshop de Oshibana
14:30 - 15:00Workshop de Orinuno
15:00 - 16:00Workshop de Wagashi
15:30 - 16:30Workshop de Furoshiki

9 de março de 2015

Corrida de Rua: WRun São Paulo 2015

Ainda com algumas "sequelas" da minha primeira corrida de rua, decidi testar uma mais curta, de 4 km, 1 mês depois, a WRun, uma corrida só para mulheres.

Eu comprei no valor do penúltimo lote, mas consegui um desconto de R$10,00, que pode ser encontrado facilmente em diversos sites de corridas e blog de corredores.

A empresa organizadora foi a Iguana Sport e é bem fácil fazer a inscrição, que na verdade é feita em um outro site para o qual você é direcionado.

A retirada do kit estava bem organizada, com muitos atendentes, divididos em entrega do número de peito com chip, um guichê para validar o chip e uma última área onde você retira o kit da camiseta.

Saindo de lá, os stands já estavam todos montados e você podia aproveitar para tirar fotinhos nos painéis e conhecer produtos dos parceiros e patrocinadores.

Até aqui tudo legal, mas uma coisa que eu conclui, numa cidade como São Paulo, retirada de kit é sacanagem. Eu queria a opção de pagar uma taxa adicional e eles enviarem o kit para meu endereço. Eu gastei 1 hora para conseguir sair do Jockey e chegar no centro na sexta, porque eu não poderia ir no sábado fazer a retirada.

No dia da corrida, senti falta de pessoal da organização para nos indicar onde ficava a largada, mas nada que "seguir o fluxo" não funcione, ainda que muita gente tenha ficado dentro do Jockey, porque era onde ficava o palco, sendo que a largada ficava do outro lado.

Achei uma falha absurda, numa corrida destinada somente a mulheres que um monte de pipoca homem tenha conseguido largar numa boa. Uma coisa é dizerem que pipoca prejudica a organização da corrida e outra é a própria organização ser conivente com os pipocas, já que era muito fácil identificar ao menos quem era homem ou mulher.

Assim como quando as corredoras de elite dos 8 km estavam chegando junto das corredoras mais lentas, como eu, eles vinham na frente, mandando a gente sair do caminho delas, eles poderiam retirar os pipocas*, certo?

Mas achei, fora isso, super organizado.

Diferente da Netshoes Fun Race, não tinha fila quilométrica para pegar gatorade ou frutas, nem para as medalhas, porque após a linha de chegada eles montaram corredores e cada parte do corredor era para uma coisa. Primeiro de tudo, bananas e maçãs, depois gatorade em saquinhos individuais, e, por fim, a medalha.

O esquema de guarda-volumes também foi interessante. Eles separaram as áreas a cada 1.000 números, então não tinha fila nem para deixar as coisas, muito menos para retirar.

O terrível é usar banheiro químico, mas eles não economizaram. Tinha banheiro químico para um verdadeiro batalhão. Pensa numa corrida que só tem mulher que loucura é usar o banheiro? Então, eles pensaram nisso e nem precisava esperar, porque tinha mesmo muita, mas muitas de verdade, cabines. Fedidas, como sempre, mas um monte!

A ideia dos foodtrucks também foi legal. Tinham várias opções para recarregar depois da corrida, com lanches, comidas e sucos.

E, por fim, uma coisa que eu achei bacana, pouco depois que você cruza a chegada, você recebe um SMS com seu tempo oficial e pace.

Apesar dos pontos fracos apontados, a Iguana está de parabéns pela corrida.

* Fui informada pela organizadora que eles não podem expulsar os caras-de-pau por ser a corrida em via pública, então o jeito é esperar que um dia esses perobas se deem conta de o que eles fazem não é muito diferente do que os corruptos fazem, afinal, participar de uma corrida sem pagar não é muito diferente do que o jeitinho que nossos políticos adoram dar para levar alguma vantagem.